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quarta-feira, 10 de julho de 2024

Subsídio Lição 2 - O livro de Rute

 


INTRODUÇÃO


- Iniciando o estudo dos “dois livros femininos” da Bíblia Sagrada, começaremos pelo livro de Rute.
- O livro de Rute comprova a providência divina no estabelecimento da família do Messias


I - VISÃO PANORÂMICA DO LIVRO DE RUTE


- Conforme vimos na lição introdutória, neste trimestre teremos um trimestre bíblico, em que estudaremos dois livros das Escrituras, os dois “livros femininos”, já que são livros cujo título é de uma mulher, mulheres que são as protagonistas das narrativas de ambos os livros, que são os livros de Rute e de Ester.
- Estes dois livros, além de pertencerem ambos ao Antigo Testamento, estando, por isso mesmo, relacionados diretamente com a história do povo de Israel, a propriedade peculiar de Deus dentre todos os povos (Ex.19:5), para que, por meio dele, viesse o Salvador da humanidade (Jo.4:22), são do grupo dos chamados “livros históricos”, ou seja, livros cujo objetivo é narrar fatos, acontecimentos que expliquem a convivência entre o Senhor e a nação que formou para ser Seu reino sacerdotal e povo santo (Ex.19:6).
- O objetivo do trimestre é mostrar, através destes dois livros, o governo de Deus sobre o mundo e o Seu cuidado para com a família, dando-nos uma clara visão de que o Senhor fez do homem um ser social para que, com base na família, formasse uma sociedade, ou sociedades onde o nome do Senhor fosse glorificado.
- O primeiro destes dois livros a ser estudado é o livro de Rute, não só por uma questão cronológica, mas também pelo fato de o objeto da narrativa é a formação da família que seria a família real de Israel, a casa de Davi, a família escolhida por Deus não só para governar o Seu povo, uma vez escolhida pelos israelitas a monarquia como forma de governo, mas também para dela vir o Messias, que forçosamente tinha de ser da linhagem real de Israel.
- Assim, além do aspecto cronológico, temos que Rute mostra como é a partir da família que se pode estruturar uma sociedade e que temos de ter uma família temente a Deus para que venhamos a ter uma sociedade temente a Deus.
- Não é por outro motivo que, ao longo da história da humanidade, o inimigo de nossas almas tem se esforçado para destruir a família e, deste modo, cumprir o seu desiderato homicida desde o princípio (Jo.8:44)

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sexta-feira, 5 de julho de 2024

Subsídio Lição 1 - Duas importantes mulheres na história de um povo

 LIÇÃO 01 – Duas Importantes Mulheres na História de um Povo (SUBSÍDIOS) -  Subsídio EBD - ADULTOS E JOVENS

 

 INTRODUÇÃO


- Estudaremos neste trimestre letivo dois livros das Escrituras: Rute e Ester.
- Rute e Ester são duas mulheres que foram fundamentais para os desígnios divinos para com Israel.


I – A DIGNIDADE DA MULHER


- Uma das grandes mentiras que se espalham no mundo a respeito da Bíblia Sagrada é a que a apresenta como um livro “machista” e “misógino”, que desconsidera a figura da mulher, fruto de uma cultura “patriarcalista”. Nada mais enganoso, porém.
- Já no relato da criação, vemos como o Senhor teve o mesmo cuidado e zelo para criar tanto o homem quanto a mulher. Deus quis que o ser humano fosse sexuado e que, por meio da procriação, fosse partícipe da criação da humanidade com Ele sobre a face da Terra (Gn.1:26-28; 2:24).
- Deus cuidava de ambos independentemente do sexo de cada um, tratando-os igualmente embora fossem eles diferentes entre si, até pela forma da criação. À mulher, inclusive, destinou a maternidade, o ápice da feminilidade, tanto que a primeira mulher foi chamada de “Eva”, por ser, precisamente, a “mãe dos viventes” (Gn.3:20).
- A maternidade, inclusive, foi apresentada como o instrumento pelo qual a mulher se redimiria da queda que ocasionara à humanidade, pois o Salvador seria, sobretudo, a “semente da mulher” (Gn.3:15), ou seja, se por meio da mulher se trouxe o pecado aos seres humanos, também por meio de uma mulher viria o Salvador que nos traria de volta à comunhão com o Senhor (Gl.4:4).
- Não foi sem motivo, aliás, a alegria de Eva quando teve seu filho Caim (Gn.4:1), pois via como, tornando-se mãe, já se apresentava como instrumento para que o Senhor cumprisse a Sua promessa de salvação da raça humana.
- Tem-se, pois, nitidamente que, em momento algum nas Escrituras, há qualquer papel subalterno, desprezo ou menosprezo para com as mulheres, mas, pelo contrário, Deus sempre considerou o importante papel da mulher na história humana.
- Verdade é que o Senhor fez questão de mostrar à mulher os efeitos que ocorreriam por causa da queda. A escravidão do pecado traria para a mulher não só a multiplicação de dores na conceição, mas, também, uma inferiorização social diante dos homens, ou seja, o sistema gerado pelo pecado, o mundo, que jaz no maligno (I Jo.5:19) e que não tem o amor do Pai (I Jo.2:15-17), traz um peso de inferiorização, desigualdade e injustiça à mulher, algo que não é querido por Deus e nem mantido onde o Senhor passar a reinar.
- Notemos, aliás, que, por ocasião do dilúvio, foram salvos igual número de homens e de mulheres (Gn.8:18; I Pe.3:20).
- O Senhor, portanto, ao executar o Seu plano de salvação, mostra toda a Sua fidelidade e imutabilidade, tratando homens e mulheres igualmente, como também preservando as instituições que criou, a começar da família.

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terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Lição 8 - A Disciplina na Igreja (COM SLIDES E DINÂMICAS)

 


 

Subsídio Lição 8 - A disciplina na Igreja

 


INTRODUÇÃO


- Na continuidade do estudo da Eclesiologia, analisaremos hoje a disciplina na Igreja.
- Cabe à Igreja ministrar o remédio da disciplina para cura do cristão faltoso.


I – O QUE É DISCIPLINA


- A palavra “disciplina” vem da palavra latina “disciplina” cujo significado é “ação de se instruir, educação, ciência, ordem, sistema, princípios de moral”. Está ligada à palavra “discipulus”, cujo significado é “aluno”, “aprendiz”. Assim, já pela origem da palavra, vemos que “disciplina” é uma ação que deve ser aplicada a “alunos”, a “aprendizes”, aos “discípulos”. Ora, quando abrimos as Escrituras Sagradas, vemos que os servos de Jesus, durante o Seu ministério terreno, eram chamados de “discípulos”. Desta maneira, não há como dizer que a “disciplina” seja uma atividade alheia à Igreja, que nada mais é que o conjunto dos “discípulos” de Jesus.
- Quando vamos ao Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, verificamos que “disciplina” é “ensino e educação que um discípulo recebia do mestre; obediência às regras e aos superiores; “regulamento sobre a conduta dos diversos membros de uma coletividade, imposto ou aceito democraticamente, que tem por finalidade o bem-estar dos membros e o bom andamento dos trabalhos; ordem, bom comportamento; obediência a regras de cunho interior; firmeza, constância; castigo, penitência, mortificação”.
- Quando vamos ao texto sagrado, vemos que a palavra “disciplina” aparece tanto no Antigo como em o Novo Testamento, na Versão Almeida Revista e Corrigida. No Antigo Testamento, aparece apenas no capítulo 23 do livro de Provérbios (Pv.23:12,13,23), onde é tradução da palavra hebraica “muwcar” (ןםך ןםך ןםך ןםך מ מ מ מ ), cujo significado é “instrução, castigo, correção”.
- Já em o Novo Testamento, a palavra “disciplina” é utilizada em duas referências (Cl.2:23; Hb.12:8), sendo que, em Hb.12:8, é ela tradução de “paideia” (παιδεία), cujo significado é também de “instrução, correção, ensino”, tanto que é a mesma palavra que traduz o hebraico “muwcar” na versão grega do Antigo Testamento (Septuaginta).
OBS: Em Cl.2:23, a palavra “disciplina” é tradução de “afeidia” (αφειδία), cujo significado é “privação, severidade”, tanto que a Versão Almeida Revista e Atualizada preferiu alterar a expressão “disciplina do corpo” por “rigor ascético” e a Nova Versão Internacional, repetindo a Tradução Brasileira, por “severidade com o corpo”, o que demonstra que o significado é outro, nada tendo que ver com o que aqui está a se tratar. A Nova Tradução na Linguagem de Hoje traduziu a expressão por “modo duro de tratar o corpo” e a Versão do Pe. Antonio Pereira de Figueiredo por “mau tratamento do corpo”.

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Subsídio Lição 6 - Igreja: Organismo e Organização

 


 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos a dupla dimensão da Igreja enquanto organismo e organização.
- A Igreja é tanto um organismo quanto uma organização


I – DEUS É ORDEIRO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, falaremos hoje a respeito da ordem que deve existir na Igreja, ordem esta que se revela numa dupla faceta: o organismo e a organização.
- Nosso Deus é um Deus de ordem, como diz conhecido hino de autoria do compositor Alceu Pires, “é ordeiro”. O apóstolo Paulo fez questão de afirmar que Deus não é Deus de confusão, senão de paz em todas as igrejas dos santos (I Co.14:33).
- A criação de todas as coisas mostra claramente este caráter divino, pois tudo foi criado e é mantido em perfeita harmonia e equilíbrio, seguindo uma ordem estabelecida pelo próprio Senhor (Sl.19:1-6).
- Por isso mesmo, a todo este universo existente se costuma utilizar uma expressão grega, que dá ideia precisamente desta ordenação, desta ordem, que é a expressão “cosmos”, que se contrapõe a outra, chamada de “caos”, que é exatamente esta circunstância de desordem, de confusão, de anarquia.
- Por causa disto, aliás, existem os defensores da teoria da “recriação”, que entendem que, sendo Deus ordeiro, a circunstância de que “a terra era sem forma e vazia” constante de Gn.1:2 é uma desordem causada pela rebelião de Satanás, pois só assim se entenderia uma situação desta natureza. Deus teria, então, reordenado todas as coisas.
- Mas sem adentrar neste aspecto, que não é o objeto nem o objetivo de nosso estudo, tem-se que, em sendo Deus um Deus de ordem, um Deus ordeiro, efetivamente a Igreja não poderia ser diferente, já que tem origem divina e é o povo de Deus, que está em comunhão com o Senhor.
- Por ser Deus o Senhor de todas as coisas, e, como sabemos, em relação aos salvos é Senhor por três motivos, quais sejam, o de ser nosso Criador, nosso Sustentador e nosso Redentor, não há como deixarmos de reconhecer que existe uma ordem, uma ordenação na Igreja, estabelecida diretamente pelo Seu Edificador.
- Aliás, quando vemos as imagens bíblicas da Igreja, nela notamos sempre a presença da ordem. A Igreja é comparada a um edifício, assim o foi no momento da revelação de seu mistério por Cristo em Cesareia de Filipe (Mt.16:18) e qualquer edifício nada mais é que uma ordenação de materiais segundo um plano previamente estabelecido (I Cr.28:11-13; II Cr.7:11).
- A Igreja também é comparada a um corpo (I Co.12:27; Ef.4:12) e o corpo, sabemos todos, é um organismo, ou seja, um ser vivo que está bem ordenado e que, pela sua ordenação, vai sobrevivendo, crescendo e se desenvolvendo.
- A Igreja também é comparada a uma lavoura (I Co.3:9) e sabemos que toda lavoura é cultivada, cuidada pelo lavrador, que toma todas as providências e tudo organiza para que se obtenha uma boa colheita (Is.5:1,2; Jo.15:1-6).
- A Igreja é chamada de “sacerdócio real”, “nação santa” e “povo adquirido” (I Pe.2:9), expressões que revelam também a ideia de ordem, pois, para ser “sacerdócio real” é preciso que haja um rei e rei é alguém que manda, governa, portanto há um governo. Nação, também, é um conjunto de pessoas que possuem os mesmos hábitos, costumes, tradições, que vivem segundo um modo já previamente estabelecido, o que é, também, uma ordem estatuída e, por fim, “o povo adquirido” nada mais é que pessoas que estão submetidas a uma ordenação e, mais do que isto, que são verdadeira propriedade de quem manda, já que foram “adquiridos”, “comprados” pois.
- Diante deste quadro, não há como negar que a Igreja é um ambiente em que há ordem, em que há regras a serem observadas pelos seus membros, em que existe toda uma organização, em que há um governo e uma ordenação que está acima de todos os membros em particular.

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quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Subsídio com Dinâmica Lição 5 - A missão da Igreja de Cristo

 


Subsídio Lição 5 - A missão da Igreja de Cristo

 


 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos hoje qual a missão da Igreja.
- Jesus deu missões para a Sua Igreja.


I – A IGREJA É UMA NAÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos hoje qual a missão da Igreja.
- A palavra “missão” vem do latim “missio”, cujo significado é o de “ação de enviar, remessa, missão”, sendo uma forma do verbo “mittere”, que significa “deixar ir, partir, soltar, largar, lançar, atirar”.
- Quando se fala, pois, em “missão”, se está a falar, como diz o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa em “incumbência que alguém deve executar a pedido ou por ordem de outrem; encargo”.
- Edificada pelo Senhor Jesus, a Igreja recebeu d’Ele incumbências, encargos, que devem ser cumpridos, uma vez que Ele é o Mestre e Senhor (Jo.13:13), a cabeça da Igreja (Ef.1:22; 5:23).
- O próprio Jesus disse aos discípulos que os enviava assim como havia sido enviado pelo Pai (Jo.20:21). A Igreja foi edificada para realizar tarefas, ter encargos ordenados por seu Senhor e Salvador. Por isso mesmo, Cristo disse que quem quisesse vir após Ele deveria negar-se a si mesmo, tomar a sua cruz e segui-l’O (Mt.16:24; Mc.8:34; Lc.9:23) e a cruz nada mais é que o encargo, a tarefa que Ele nos mandou fazer.
- As Escrituras revelam-nos que, com a vitória de Cristo sobre a morte e o inferno, forma-se um povo especial, zeloso e de boas obras (Tt.2:14), a saber, a Igreja.
- Ao nos mostrar que a Igreja é um povo, a Bíblia já nos mostra que a Igreja difere dos outros dois povos que existem sobre a face da Terra, ou seja, os gentios e os judeus (I Co.10:32).
- Dizer que a Igreja é um povo, uma nação (I Pe.2:9), é algo muito significativo, pois as Escrituras mostram, desta maneira, que a Igreja é diferente de tudo quanto já existia no mundo quando de seu surgimento.
- Além do mais, ao considerar a Igreja como um povo, Deus distingue a Igreja seja dos gentios, seja dos judeus (I Co.10:32; Ef.2:14).
- Ser uma nação representa ter elementos próprios de uma nação. Quando analisamos os estudos científicos sociais (sociologia, antropologia, política, direito, entre outros), vemos que uma nação se identifica como sendo “…agrupamento político autônomo que ocupa território com limites definidos e cujos membros, ainda que não necessariamente com a mesma origem, língua, religião ou raça (como fazia crer um conceito mais antigo), respeitam instituições compartidas (leis, constituição, governo)” (Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa).
- Ora, para que se tenha uma nação, faz-se preciso, em primeiro lugar, que se tenha um grupo de pessoas. Ora, a Igreja é um conjunto de pessoas, a saber, o grupo de pessoas que tiveram suas vestes lavadas no sangue do Cordeiro (Ap.22:14), que não são estrangeiros nem forasteiros, mas cidadãos legítimos desta nação (Ef.2:14-19).
- Em segundo lugar, para que se tenha uma nação, faz-se mister que o grupo de pessoas tenha autonomia política, ou seja, tenha um governo próprio e que seja independente de qualquer outro grupo, que tenha as suas próprias leis. É exatamente esta a situação da Igreja, visto que possui uma cabeça, que é Jesus (Ef.1:22; 5:23), seguindo única e exclusivamente a Seus mandamentos (Jo.15:10-17; At.1:2; 5:29; I Jo.2:3-8).
- Em terceiro lugar, para que se tenha uma nação, é necessário que haja um território com limites definidos. Nisto reside a grande diferença da nação que é a Igreja da dos gentios e da dos judeus.
- A Igreja tem como território o “reino de Deus” (Mt.21:43; Jo.3:5), que não é deste mundo (Jo.18:36), mas, sim, os “lugares celestiais em Cristo” (Ef.1:3; 2:6). Por isso, em toda a parte, em todo o lugar, em todas as nações, a Igreja estará presente até que venha o fim (Mt.24:14).

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Subsídio Lição 4 - A Igreja e o Reino de Deus


 

 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos a diferença que há entre a Igreja e o Reino de Deus.
- A Igreja é a agência visível do reino de Deus


I – REINO DE DEUS: O TEMA DA PREGAÇÃO DE JESUS


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos a diferença que há entre a Igreja e o Reino de Deus.
- Com a vinda de Cristo a este mundo, estabeleceu-se o reino de Deus. O próprio Senhor diz que se Ele estava a expulsar demônios, isto era sinal de que o reino de Deus havia chegado até os judeus (Mt.12:28), reino de Deus que seria tirado dos judeus e dado à Igreja (Mt.21:43), dizendo mesmo que o reino de Deus estaria entre os Seus discípulos (Lc.17:21).
- A importância da doutrina do reino de Deus evidencia-se no ministério terreno de Jesus Cristo. Afirma-nos o evangelista Marcos que, quando o Senhor iniciou a Sua pregação, Suas palavras foram: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Mc.1:15). De igual maneira, o evangelista Mateus, quando nos dá conta do teor do sermão do monte, diz-nos que o Senhor foi taxativo ao afirmar como deveria ser a conduta dos Seus discípulos: “Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt.6:33).
- O evangelista Lucas, por sua vez, dá-nos conta de que Jesus “…andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do Reino de Deus; e os doze iam com ele” (Lc.8:1). No Seu famoso diálogo com Nicodemos, Jesus foi claro ao dizer que o novo nascimento significa tanto “ver” quanto “entrar” no reino de Deus (Jo.3:3,5).
- Ao dissertar a respeito das últimas coisas, o Senhor disse que um sinal da Sua vinda seria a pregação do evangelho do reino em testemunho a todas as nações e só então que viria o fim (Mt.24:14).
- Por fim, depois de ressuscitado, Lucas nos revela que, durante os quarenta dias que mediaram entre a ressurreição e a ascensão, Jesus teve apenas um tema a tratar: as coisas que diziam respeito ao reino de Deus (At.1:3). Ante tais afirmativas, não vemos como deixar de reconhecer que o tema do reino de Deus é fundamental, central mesmo, na mensagem do Senhor.
- Ora, se este tema é central na mensagem de Cristo e a Sua mensagem é o Evangelho que estamos a pregar, tem-se como consequência inevitável que o tema do reino de Deus deve, também, ser um assunto a ser anunciado e ensinado pela Igreja, que continua a obra do Senhor, sendo como é o Seu corpo. No entanto, para tristeza nossa, vemos que não é este um assunto presente nos ensinos e pregações da Igreja.

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

subsídio Lição 3 - A natureza da Igreja


 

 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, analisaremos a natureza da Igreja.
- A Igreja é una, santa, universal e apostólica.


I – A IGREJA É ESPIRITUAL


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, ou seja, a doutrina bíblica da Igreja, analisaremos a natureza da Igreja.
- Na lição anterior, vimos algumas imagens bíblicas da Igreja, imagens estas que nos explicam muito da natureza da Igreja, aliás foram ali postas pelo Espírito Santo precisamente para que, de modo pedagógico, entendêssemos e compreendêssemos o que é a Igreja.
- Quando falamos da “natureza” de algo, estamos, em verdade, a dizer quais são os elementos que caracterizam aquele ser dos demais, quais são as suas características próprias, as suas “propriedades”, aquilo que faz com que o ser seja aquilo que efetivamente é.
- Quando dizemos que “algo é natural” estamos a dizer que aquela característica, aquele episódio já era esperado, decorre da própria existência e identidade daquilo. Assim, quando dizemos que “uma ave voar” é algo natural, estamos a dizer que é próprio da ave o voo, é sua propriedade, é sua característica.
- Então, quando discorremos sobre a “natureza da Igreja”, estamos a verificar o que é próprio da Igreja, o que é característico dela, algo que é de fundamental importância, pois nos dará o devido discernimento para que não venhamos a confundir as coisas, notadamente diante do grande esforço satânico para que venhamos a descrer na Igreja e, por conseguinte, dela nos afastarmos, o que representará a nossa perdição.
- Já vimos que a Igreja é um projeto divino, um mistério que o Senhor manteve oculto até a sua revelação por Nosso Senhor e Salvador em Cesareia de Filipe após o Pai ter revelado a Pedro de que Jesus era o Cristo, o Filho do Deus Vivo.
- Em sendo assim, vemos que, sendo um projeto divino, necessariamente a Igreja deverá ter características que a assemelham ao seu Criador. A Igreja, em verdade, é uma imagem e semelhança de Deus, pois nada mais é que a humanidade que se conforma à imagem de Jesus (Rm.8:29), o homem que é a “expressa imagem do Pai” (Hb.1:3).

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quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Subsídio Lição 2 - Imagens bíblicas da Igreja

 



INTRODUÇÃO

 Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos hoje imagens bíblicas da Igreja.
- As Escrituras trazem elucidativas imagens para nos ensinar o que é a Igreja.


I – A IGREJA É O CORPO DE CRISTO


- Depois de termos visto a origem da Igreja, na continuidade do estudo da Eclesiologia, que é a doutrina bíblica a respeito da Igreja, analisaremos as principais imagens bíblicas que nos ensinam o que é a Igreja.
- A Igreja é, como vimos, uma realidade espiritual, planejada por Deus antes da fundação do mundo, e, como tal, é algo que se encontra além da capacidade humana de entendimento (Is. 55:8,9). E, como o Senhor quer que compreendamos as coisas espirituais, vale-se de imagens apreensíveis pela mente humana para que tenhamos noção daquilo que é divino.
- Foi exatamente isto que o Senhor Jesus explicou a Nicodemos, que era um dos grandes mestres de Israel naquele tempo (Jo.3:10-12). Ora, se um mestre como Nicodemos tinha dificuldade em entender as coisas espirituais, mesmo sendo utilizadas imagens das coisas terrestres, como nós quereríamos ter uma compreensão de tais assuntos senão por meio de imagens e figuras?
- As Escrituras têm o propósito de nos ensinar e, mediante tal ensino, venhamos a adquirir esperança (Rm.15:4), esperança que não traz confusão (Rm.5:5) e que nos permite avançar nos meios das dificuldades desta peregrinação terrestre para que cheguemos aos céus.
- Sendo um mistério guardado desde antes da fundação do mundo para ser revelado tão somente para os discípulos de Jesus, a Igreja tinha mesmo de ser bem compreendida e, por isso mesmo, a Bíblia nos traz algumas imagens para que entendamos o que é a Igreja.
- A primeira imagem que trataremos, seguindo até o item 8 do Cremos da Declaração de Fé das Assembleias de Deus, que, ao afirmar que cremos na Igreja, imediatamente a identifica como “o corpo de Cristo”.
- Esta figura do corpo é trazida pelo apóstolo Paulo, pela vez primeira, na sua primeira epístola aos coríntios, quando afirma que somos o corpo de Cristo e seus membros em particular (I Co.12:27).
- Esta imagem trazida por Paulo tinha o contexto do partidarismo existente na igreja em Corinto e o apóstolo quis mostrar claramente que a Igreja é um organismo, é una, embora seus membros fossem diferentes. 

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quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Subsídio Lição 14: Missões e a Volta do Senhor Jesus

 


INTRODUÇÃO 

- Encerrando o estudo sobre as missões transculturais, abordaremos hoje a relação entre missões e a volta do Senhor Jesus. - Missões leva-nos a desejar a volta do Senhor Jesus. 

I – A PREGAÇÃO DO EVANGELHO TEM ELEMENTO ESCATOLÓGICO 

- Concluindo o estudo sobre missões transculturais, trataremos hoje do relacionamento entre as missões e a volta do Senhor Jesus. - Num primeiro instante, quando se fala nos acontecimentos últimos da história da humanidade, cuja doutrina é chamada de “escatologia” (doutrina das últimas coisas), tem-se a impressão de que se trata de assunto profundo, referente a profecias bíblicas e que trariam apenas um conhecimento maior à Igreja, preparando-lhe melhor para sua vida cristã. - Dentro deste pensamento, a perspectiva das últimas coisas, que se iniciam com o arrebatamento da Igreja, seria um elemento que não precisaria estar presente na pregação do Evangelho ou, quando muito, um aspecto secundário, já que o importante é falar que Jesus salva, que é necessário o arrependimento e a confissão dos pecados a fim de se obter a vida eterna. - Aliás, dentro deste contexto, não são poucos os que cristãos se dizem ser que evitam abordar temas escatológicos, inclusive até não querendo estudá-los, precisamente porque há muita controvérsia sobre o assunto (e não é para menos pois é a parte doutrinária que ainda não se cumpriu, que se encontra ainda no campo da predição) e porque seria “assunto irrelevante para a salvação”. - Tal pensamento, conquanto se possa dizer que seja não só presente mas até predominante entre os cristãos (e, até o avivamento pentecostal, hegemônico até), não corresponde ao que encontramos na Bíblia Sagrada. - O primeiro profeta a ser levantado para conclamar o povo ao arrependimento, Enoque, já trouxe uma mensagem escatológica, referente ao juízo divino sobre os impenitentes (Jd.14,15), no que foi seguido por seu bisneto Noé (II Pe.2:5), tendo o próprio Senhor Jesus lançado em rosto, no Hades, a incredulidade daquela geração (I Pe.4:19,20).

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terça-feira, 19 de dezembro de 2023

Subsídio Lição 13: O Propósito de Missões

 


 

INTRODUÇÃO


- Na continuidade do estudo sobre as missões transculturais, abordaremos hoje o propósito de missões.
- Missões é ganhar almas para o Senhor Jesus.


I – O DEVER DE PREGAÇÃO DO EVANGELHO


- Ao longo do trimestre, temos visto que missões transculturais é um dos aspectos da Grande Comissão, esta tarefa que o Senhor Jesus deu à Igreja de pregar o Evangelho por todo o mundo e a toda criatura (Mc.16:15).
- Deus quer salvar o homem, libertá-lo do pecado de que se tornou servo desde a queda e, para tanto, Ele próprio anunciou esta verdade no dia mesmo da queda da humanidade (Gn.3:15).
- O fato de ter revelado imediatamente Seu propósito salvador, antes mesmo de proferir as penalidades que seriam impostos à humanidade por conta do pecado cometido, revela a importância que tem o anúncio da salvação, algo que não pode ser deixado para o outro dia, algo que tem de ser anunciado a todo instante (daí a expressão de Paulo a Timóteo quando diz que seu filho na fé deveria pregar a Palavra, instar a tempo e fora de tempo – II Tm.4:2).
- Se o próprio Deus, que é eterno, que vive num eterno presente, não esperou sequer o término do dia da queda para anunciar a salvação aos homens, porque nós, seres mortais, que não sabemos o dia de amanhã, que não temos noção de quando partiremos para a eternidade, podemos postergar tal proclamação?
- A urgência deste anúncio é também encontrada quando o Senhor fala a Caim e o exorta a fazer bem, a Se apresentar de modo agradável a Deus quando de seus sacrifícios, no exato instante em que, ao perceber que sua oferta havia sido rejeitada, Caim se irou fortemente e seu semblante descaiu.
- De modo imediato, o Senhor já entra em contato com Caim para que ele não se mantivesse numa situação que o levaria, como o disse o próprio Deus, a uma submissão ao pecado (Gn.4:5-7).
- Mesmo depois de ter matado seu irmão e não ter dado demonstração alguma de arrependimento, Deus ainda providenciou que Caim não fosse morto, dando-lhe oportunidade de arrependimento até sua morte física (Gn.4:13-15), o que, lamentavelmente, não ocorreu, daí porque Caim ser chamado como uma pessoa do maligno (I Jo.3:12).  - Ao lado da urgência do anúncio da salvação, vemos, também, a persistência divina, e isto por parte de um ser que, como já dissemos, é eterno, e, portanto, não está sujeito ao tempo, como também onisciente, que sabe todas as coisas. Mesmo sabendo que Caim se perderia, Deus não deixou de Se revelar como Salvador.
- Ora, se, ao crermos em Jesus, tornamo-nos filhos de Deus (Jo.1:12) e passamos a nos aperfeiçoar a cada dia, a fim de assumirmos a imagem de Cristo, nosso irmão mais velho (Rm.8:29; I Jo.3:1,2), há uma necessidade de que tenhamos este mesmo sentimento, que é do próprio caráter divino, e, deste modo, não só tenhamos consciência da urgência do anúncio da salvação, como também insistamos em anunciá-lo às pessoas até o instante em que elas partirem para a eternidade.
- Logo o Senhor mostrou que queria a cooperação do homem para esta tarefa. Se Ele próprio dela se desincumbiu seja pessoalmente no Éden, seja por meio da consciência com Caim, ainda na dispensação da consciência, levantou pessoas para levar Sua mensagem salvadora aos homens.
- Assim é que levantou Enoque para que este advertisse a humanidade de então do juízo que seria lançado aos ímpios (Jd.14,15), bem como avisando, por meio de seu filho Metusalá ou Matusalém (cujo significado é “quando este morrer isso virá”), que um dia o castigo viria.
- Deus, ademais, não deixou esta mensagem sem um sinal, qual seja, o da trasladação de Enoque (Gn.5:22-24), para dar àquela geração uma prova contundente de que a mensagem salvadora era uma realidade e de que quem anda com Deus pode até não sofrer sequer a morte física.

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quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

Subsídio Lição 12: O Modelo de Missões da Igreja de Antioquia

 


 

INTRODUÇÃO


- Na continuidade do estudo sobre as missões transculturais, abordaremos hoje o modelo de missões que nos traz a igreja de Antioquia.
- A igreja de Antioquia é o modelo de missões transculturais no livro de Atos dos Apóstolos.


I – O SURGIMENTO DA PRIMEIRA IGREJA LOCAL GENTÍLICA EM ANTIOQUIA


- Apesar de o Evangelho ter sido aberto aos gentios através de Pedro na casa de Cornélio, em Cesareia, cidade onde ficava o palácio do presidente da Judeia (At.10), não seria em Cesareia que se teria a primeira igreja local gentílica.
- Na verdade, os gentios salvos e revestidos de poder em Cesareia foram congregar juntamente com os judeus que já haviam aceitado a fé, sob o comando de Filipe, que ali passara a residir (At.8:40; 21:8).
- O episódio ocorrido em Cesareia não teve a devida repercussão. Com efeito, o imaginário cultural dos crentes judeus era muito arraigado. Para começar, quando retornou a Jerusalém, Pedro foi obrigado a se explicar porque tivera contato com gentios (At.11:1-18), a nos mostrar como havia ainda grande resistência para a compreensão de que a mensagem do Evangelho era para ser pregada até os confins da Terra.
- O episódio na casa de Cornélio, notadamente o fato de ele e os seus terem sido batizados com o Espírito Santo, fez os crentes em Jerusalém entenderem que até aos gentios Deus dera o arrependimento para a vida (At.11:18), mas, se ficara certo e induvidoso que o Senhor também salvava gentios, isto não representou a conscientização de que caberia aos crentes judeus pregar o Evangelho a estes gentios para que se salvassem.
- Embora tivessem percebido que Jesus queria salvar também os gentios, os cristãos de Jerusalém não haviam entendido que não há como ocorrer salvação se não há quem pregue, como, mais tarde, ensinaria o apóstolo Paulo (Rm.10:13,14).
- Por isso, mesmo diante da perseguição e da consequente dispersão, os crentes não pregavam o Evangelho senão aos judeus (At.11:19).
- Entretanto, alguns varões cipriotas e cirenenses, ou seja, judeus que haviam se convertido a Cristo em Chipre (terra natal de Barnabé) e em Cirene (região hoje pertencente a Líbia), ao entrarem em Antioquia, para onde haviam ido, Antioquia que era a capital romana da província da Síria, à qual pertencia a Judeia naquela época, passaram a anunciar o Senhor Jesus também para os gentios, certamente cientificados de que “até aos gentios Deus havia dado o arrependimento para a vida” (At.11:18).
- Estes anônimos crentes, assim como aqueles que haviam iniciado a pregação fora de Jerusalém, mostram-nos, com absoluta clarividência, que a obra de Deus não precisa das lideranças legitimamente constituídas pelo Senhor para se realizar.
- A expansão do Evangelho, notemos, deu seus passos iniciais não por iniciativa dos apóstolos, mas, sim, de crentes anônimos que eram, então, seguidos em seu desbravamento, pelos apóstolos, evangelistas ou diáconos.
- Evidentemente que não estamos aqui a advogar a tese dos “desigrejados”, daqueles que veem como errada a existência de igrejas locais, pessoas que estão completamente contrárias ao que ensinam as Escrituras.
- O que estamos a mostrar é que a Igreja é dirigida pelo Espírito Santo, notadamente a sua tarefa primordial, que é a pregação do Evangelho por todo o mundo a toda criatura. Em sendo assim, como ensinou o Senhor Jesus a Nicodemos, “…o que é nascido do Espírito é espírito (…) o vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito” (Jo.3:6,8).
- Importa que o Evangelho seja pregado a todas as nações (Mc.13:10) e se trata de um desígnio divino, de modo que não podem elementos humanos impedir a realização da vontade do Senhor (Is.43:13).
- Aqui temos um exemplo eloquente disto. O Espírito Santo tocou no coração daqueles anônimos discípulos e eles, sem que fossem orientados por qualquer autoridade humana, sem que cedessem a conceitos criados pelas mentes humanas, começaram a evangelizar os gentios em Antioquia e, “como a mão do Senhor era com eles”, Jesus começou a salvar (At.11:20,21).


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sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Subsídio Lição 11 - Missões e a igreja perseguida


 

 

INTRODUÇÃO


- Na continuidade do estudo sobre as missões transculturais, abordaremos hoje o desafio da igreja perseguida.
- A realidade da perseguição cada vez maior é inescapável para a Igreja do tempo do final da dispensação da graça.


I – A PERSEGUIÇÃO É CARACTERÍSTICA DA IGREJA


- Lucas registra em Atos uma igreja que, apesar de triunfante, era severamente perseguida, a começar de Jerusalém até os confins da Terra. É este elemento que teremos a oportunidade de estudar nesta lição mais amiúde, sob a perspectiva das missões transculturais.
- A Igreja, dizem-nos as Escrituras, estava no plano de Deus ainda antes da fundação do mundo (Ef.3:9,10), mas tal propósito somente foi revelado por Jesus Cristo depois que o Pai revelou a Pedro que Jesus era o Filho do Deus vivo (Mt.16:16-18).
- Naquela ocasião, conhecida como a “declaração ou confissão de Cesareia” (pois os discípulos se encontravam com Jesus em Cesareia de Filipe, cidade ao norte de Israel, na Galileia, conhecida por ser um “nicho idólatra”), o Senhor Jesus já apontou quais seriam as três características singulares da Igreja.
- A primeira característica da Igreja é o fato de ser “de Jesus Cristo”. O Senhor Jesus foi bem claro ao dizer: “Edificarei a Minha Igreja”.
- A Igreja pertence a Jesus Cristo, é d’Ele. Por isso, quando Jesus Se apresenta a Saulo no caminho de Damasco, diz que Ele é quem está sendo perseguido, pois a Igreja é Sua propriedade.
- Nos dias de Jesus, máxime no mundo greco-romano, havia muitas “igrejas”, i.e., muitas “ekklesiai”, reuniões de pessoas que, fora de suas casas, normalmente em espaços para isso destinados na cidade. Entretanto, Jesus formaria a “Sua Igreja”, uma reunião de pessoas que seria tirada do mundo, que estaria liberta do poder do pecado (Jo.8:31-36).

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quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Subsídio Lição 10: O Desafio da Janela 10/40


 

 

INTRODUÇÃO


- Na continuidade do estudo sobre as missões transculturais, abordaremos hoje o desafio da janela 10/40.
- A janela 10/40 é um exemplo eloquente de quanto ainda precisa ser feito em termos de missões transculturais


I – O QUE É A JANELA 10/40


- Faz quase dois mil anos que o Senhor Jesus mandou que os Seus discípulos pregassem o Evangelho por todo o mundo a toda criatura.
- Como nascemos em um país de cultura cristã, como é o Brasil, que, desde o início de sua história, esteve vinculado à “civilização cristã ocidental”, temos a falsa impressão de que o nome do Senhor Jesus é conhecido de todo o mundo e que não há mais lugar no planeta que não tenha sido evangelizado.
- Entretanto, não é esta a realidade. Quando se analisam os dados existentes, vemos que boa parte da Terra não tem a pregação do Evangelho e que milhões e milhões de pessoas não têm conhecimento de que Jesus salva, cura, batiza no Espírito Santo e brevemente voltará.
- Ainda que os que se dizem cristãos, nas mais variadas vertentes e segmentos, constituam, ainda, a maior parcela da população, as estatísticas mostram que 31,5% da população poderia assim ser chamada, o que revela, de pronto, que menos de um terço da população mundial professaria a Jesus Cristo, o que é uma proporção inferior aos dos anjos caídos…
- E isto porque estão sendo contados como “cristãos” todos os segmentos que assim denominam, a começar da Igreja Romana, o que faz com que este número, ainda que diminuto, está a superdimensionar, e muito, os que são realmente cristãos, os que pertencem à Igreja.
- Os dois países mais populosos do mundo, China e Índia, têm reduzido número de cristãos. Entre os chineses, o número de cristãos seria de cerca de 97 milhões, o que representa 7% da população; entre os indianos, o número de cristãos é de cerca de 2% da população. Assim, só nestes dois países se verifica quanto ainda se carece de evangelização …, não cansando de lembrar que, neste número, estão todos os segmentos religiosos sedizentes cristãos. - Só estes dados mínimos já mostram como há muito o que fazer em termos de evangelização do mundo, que o Pacto de Lausanne, documento firmado num congresso mundial de evangelização naquela cidade suíça em 1974, muito bem definiu como sendo “a tarefa inacabada da evangelização”.
- Em termos de evangelização, podemos dizer que estamos como estava Israel, após seis anos de conquistas na Terra Prometida (segundo os cronologistas bíblicos Edward Reese e Frank Klassen, a conquista de Canaã, sob o comando de Josué, durou de 1422 a 1416 a.C.), quando o texto sagrado diz que “muitíssima terra ficou para possuir” (Js.13:1).
- “Muitíssima terra” ainda carece de ouvir a mensagem do Evangelho, estamos bem distantes do alvo estabelecido pela Grande Comissão, que é “todo o mundo”, “toda criatura”.
- Como afirma o Pacto de Lausanne, no seu item 6: “…Cristo envia o Seu povo redimido ao mundo assim como o Pai O enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo.…”
- Embora seja inegável o grande avanço que a evangelização mundial teve a partir do início do avivamento pentecostal, ainda “muitíssima terra ficou para possuir” e mister que se altere esta desalentadora situação.
- Dentro deste estado de coisas, surgiu a constatação de que, particularmente, uma área do globo terrestre é extremamente carente de evangelização, a área situada entre os paralelos 10 e 40 Norte, entre os oceanos Atlântico e Pacífico, ou ainda desde o leste do continente africano até o oeste da Ásia, a que denominou “janela 10/40”.

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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Subsídio Lição 9 - A igreja e o sustento missionário

 


INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo sobre missões transculturais, hoje abordaremos a questão do sustento missionário.
- A normalidade é o missionário ter dedicação integral na obra de Deus.


I – O TRABALHO


- Continuando o estudo a respeito das missões transculturais, abordarem hoje um tema sensível que, aliás, não está circunscrito às missões transculturais mas que também tem seus desdobramentos na própria igreja local, que é a questão das atividades cotidianas dos ministros do Evangelho e, no caso específico, do próprio missionário.
- Devem os obreiros, e, em especial, os obreiros em tempo integral serem assalariados pelas igrejas locais e terem dedicação exclusiva para a obra de Deus, ou, pelo contrário, devem eles trabalhar secularmente, como todos os demais membros, nada recebendo por seu trabalho ministerial?
- Esta discussão tem permeado toda a história da Igreja. Nos escritos do apóstolo Paulo vemos que foi um dos assuntos que serviu de debate já nos tempos apostólicos, havendo quem questionasse a possibilidade de sustento dos obreiros por parte da membresia e, nos dias hodiernos, é este um dos temas mais recorrentes, notadamente por conta dos inimigos do Evangelho, que sempre procuram criar uma imagem do que chamam genericamente de “pastor”, como alguém que nada faz e vive às custas dos membros de sua igreja.
- Antes de mais nada, precisamos mostrar o que a Bíblia fala a respeito do trabalho e de que como ele é uma figura essencial da humanidade.
- Ao criar o homem, Deus o criou com o objetivo de que fosse este ser uma criatura que trabalhasse, um trabalhador. Assim que foi formado, Adão já foi posto no jardim do Éden para o lavrar e guardar (Gn.2:15).
- Não tem, pois, qualquer fundamento bíblico a ideia de que o trabalho tenha sido um dos castigos criados por Deus depois do pecado, como uma consequência do pecado. Adão não havia pecado, aliás, tinha acabado de ser formado, quando o Senhor lhe incumbe de lavrar e guardar o jardim que havia plantado no Éden.

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terça-feira, 14 de novembro de 2023

Subsídio Lição 8 - Missionários fazedores de tendas

 


INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo sobre missões transculturais, veremos hoje como se pode fazer missão por meio do exercício profissional.
- A missão transcultural pode ser não institucional.


I – A COMISSÃO CULTURAL


- “Comissão” é o “ato ou efeito de cometer, de encarregar, de incumbir”. “Comissão”, portanto, é uma incumbência, uma carga, uma responsabilidade que se dá a alguém, uma tarefa que se determina a alguém.
- Quando falamos, pois, em “comissão”, desde logo percebemos que estamos a falar de uma relação em que alguém, por ter condição superior, ordena a outrem que faça algo, que assuma alguma responsabilidade, que venha a executar alguma tarefa. Tem-se, pois, nitidamente, uma relação “de cima para baixo”.
- Tanto é assim que o direito, ao falar no “contrato de comissão”, diz que o “comissário”, ou seja, aquele que recebe a tarefa para cumprir, “é obrigado a agir de conformidade com as ordens e instruções do comitente” (artigo 695 do Código Civil).
- Quando se fala em “comissão”, pois, tem-se que estamos a falar de um relacionamento entre Deus e os homens, uma relação vertical (isto é, “de cima para baixo”), visto que Deus é o Senhor, ou seja, o dono de todas as coisas que existem, eis que é delas o Criador (Sl.24:1).
- Quando Deus criou os céus e a terra, diz-nos a Bíblia Sagrada, também criou o homem, ser criado de forma singular, diferente das demais. Enquanto os demais seres terrenos foram criados pelo poder da Palavra, em relação ao homem, o Senhor fez de modo diverso, tendo, Ele próprio, formado o homem do pó da terra e soprado em suas narinas dando-lhe o fôlego de vida (Gn.2:7).
- Daí constar no item 2 do Cremos da Declaração de Fé das Assembleias de Deus: “[CREMOS] Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt.6:4; Mt.28:19; Mc.12:29; Gn.1:1; 2:7; Hb.11:3 e Ap.4:11).”

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sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Subsídio Lição 07: A Responsabilidade da Igreja com os Missionários

 


 

 INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo das missões transculturais, veremos a responsabilidade da Igreja com os missionários.
- Toda a Igreja deve se responsabilidade pelos seus missionários.


I – O MINISTÉRIO DE APÓSTOLO


- A palavra “apóstolo” significa “enviado”. A primeira vez que ela aparece na Versão Almeida Revista e Corrigida é em Mt.10:2, quando o evangelista aponta o nome dos doze apóstolos: Simão, chamado Pedro; André; Tiago, filho de Zebedeu; João; Felipe; Bartolomeu; Tomé; Mateus; Tiago, filho de Alfeu; Lebeu, apelidado Tadeu; Simão Cananita e Judas Iscariotes (Mt.10:2-4).
- Neste texto, Mateus narra que Jesus chamou os Seus doze discípulos e lhes deu poder sobre os espíritos imundos para os expulsarem e para curarem toda a enfermidade e todo o mal (Mt.10:1). Estes doze são chamados de “apóstolos”, portanto, porque foram enviados pelo Senhor Jesus para que fossem às ovelhas perdidas da casa de Israel, a fim de pregar o Evangelho.
- A palavra “apóstolo” é a mesma palavra “missionário”, esta de origem latina, de modo que, quando estamos a falar de “apóstolos”, também estamos a falar de missionários.
- Aqueles doze discípulos do Senhor Jesus foram escolhidos por Ele para serem “enviados” para as ovelhas perdidas da casa de Israel, para as aldeias e cidades que o Senhor Jesus não teria tempo de visitar durante o Seu ministério terreno, para que toda a nação de Israel pudesse ser alcançada pela mensagem do Evangelho do reino de Deus, que era pregado pelo Senhor (Mc.1:14,15).
- Não é diferente o relato de Marcos a respeito, que nos informa que, depois que Jesus foi a Nazaré, chamou a Si os doze e começou a enviá-los a dois e dois, dando-lhes poder sobre os espíritos imundos (Mc.6:7), tendo eles saído a pregar o arrependimento, tendo expulsado demônios e curado enfermos (Mc.6:12,13), tendo, depois, feito um relato ao Senhor de tudo quanto haviam feito, ocasião em que são chamados por Marcos de “apóstolos” (Mc.6:30).
- Lucas também registra este episódio, dizendo que o Senhor convocou os Seus doze discípulos, dando-lhes virtude e poder sobre todos os demônios e para curarem enfermidades, tendo-os enviado a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos (Lc.9:1,2). Quando eles regressaram para dar o relato ao Senhor do que haviam feito, Lucas os chama de “apóstolos” (Lc.9:10).

- A noção que se tem de “apóstolo”, portanto, é daquele que é enviado diretamente pelo Senhor Jesus para realizar a obra da pregação do Evangelho a plagas que ainda não haviam ouvido a mensagem da salvação.
- É, aliás, neste sentido que o próprio Senhor Jesus é chamado de apóstolo, como se vê de Hb.3:1, quando Cristo é chamado de “apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão”. Ninguém teve maior condição de apóstolo que o próprio Jesus que, por diversas vezes, enfatizou que havia sido enviado pelo Pai (Mt.10:40; Mc.9:37; Lc.4:18; 9:48; 10:16; Jo.3:17; 4:34; 5:23,24,30,36-38; 6:29,38-40,44,57; 7:16,18,28,29,33; 8:16,18,26,29,42; 9:4; 10:36; 12:44,45,49; 13:16,20; 14:24; 15:21; 16:5; 20:21).


II – O APÓSTOLO COMO DESBRAVADOR, COMO MISSIONÁRIO
- Mas, como já dissemos supra, “apóstolo” quer dizer “enviado” e, neste sentido, como diz o Catecismo da Igreja Romana, “…Toda a Igreja é apostólica na medida em que é "enviada" ao mundo inteiro; todos os membros da Igreja, ainda que de formas diversas, participam deste envio. "A vocação cristã é também por natureza vocação ao apostolado." Denomina-se "apostolado" "toda a atividade do Corpo Místico" que tende a "estender o reino de Cristo a toda a terra"…” (§ 863 CIC).


 

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Subsídio Lição 06: Orando, Contribuindo e Fazendo Missões


 

 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo sobre as missões transculturais, veremos hoje o envolvimento de toda a Igreja nesta tarefa.
- Toda a membresia da Igreja, conforme a sua vocação, é chamada para o trabalho missionário transcultural.


I – A OBRA MISSIONÁRIA É RESPONSABILIDADE DA IGREJA


- A Declaração de Fé das Assembleias de Deus assim afirma : ”…O evangelho é proclamado a homens e mulheres, sem fazer distinção de raça, língua, cultura ou classe social, pois ‘o campo é o mundo’ (Mt.13:38). Jesus disse: ‘Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações’ (Mt.28:19 – ARA), e ‘e ser-Me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra’ (At.1:8). Portanto, entendemos que é responsabilidade da Igreja a obra missionária…” (DFAD XI.6, p.123).
- Tem-se, portanto, que a obra missionária é da responsabilidade da Igreja e, quando se fala em Igreja, está-se a falar de todos os membros em particular, sem qualquer exceção.
- A Grande Comissão não foi dada pelo Senhor Jesus apenas aos apóstolos. Se é verdade que eles foram “enviados” por Jesus, assim como o Senhor havia sido “enviado” pelo Pai (“enviado” é o significado da palavra “apóstolo”), naquela tarde do domingo da ressurreição, quando, inclusive, receberam o Espírito Santo (Jo.20:21,22), também não devemos olvidar que a ordem para pregação do Evangelho por todo o mundo, a toda criatura, foi dada aos discípulos todos, a toda a Igreja que estava com o Senhor reunida e assistiu à Sua ascensão (Mc.16:15; Mt.28:19,20; At.1:8,9; I Co.15:6).
- Portanto, embora houvesse aqueles a quem o Senhor constituiu por apóstolos, que estavam à frente não só da igreja mas também da própria missão, tratava-se de um tarefa que tinha de ser desempenhada por todos os discípulos, por todos aqueles que haviam crido em Jesus Cristo como Senhor e Salvador.
- Tanto assim é que, ante o comando do Senhor que aguardassem o revestimento de poder para que pudessem cumprir a ordem dada por Jesus (Cf. Lc.24:49), não se encontravam apenas os doze, mas, sim, quase cento e vinte pessoas (At.1:15), aqueles que atenderam à convocação do Senhor, tendo eles todos sido cheios do Espírito Santo, falando em outras línguas (At.2:4). 

- Ora, como todos eles foram revestidos de poder, tem-se aqui a nítida demonstração de que a Grande Comissão era dirigida a toda a Igreja, sem qualquer exceção, visto que o Senhor nada faz sem propósito e, se batizou a todos com o Espírito Santo, era porque queria que todos pregassem o Evangelho por todo o mundo a toda criatura.
- Então, de pronto, devemos estar conscientes de que é tarefa de todo membro em particular da Igreja a evangelização, a pregação do Evangelho. Como o Senhor Jesus bem explica na parábola dos talentos (Mt.25:14-30), pelo menos um talento é entregue a cada servo do Senhor e este talento é, sem dúvida, a tarefa de falar do amor de Deus na pessoa de Jesus Cristo aos pecadores, convidar-lhes a crer em Jesus e a alcançarem a vida eterna.
- Lamentavelmente, nos dias hodiernos, esta consciência já não se tem. As igrejas possuem os seus “departamentos de evangelismo”, onde estão as pessoas “chamadas para evangelizar”, como se isto fosse possível. Estes poucos irmãos abnegados levam avante a tarefa de evangelização, enquanto a esmagadora maioria dos crentes se sente confortável em estar apenas “contribuindo” e “orando”.
- Não podemos confundir a tarefa de evangelização que cada um de nós tem e da qual haveremos de prestar contas diante do Senhor no Tribunal de Cristo, com a missão transcultural, esta, sim, um trabalho específico dentro da tarefa evangelizadora, e na qual há diferenciada colaboração de toda a membresia.

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