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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Subsídio do site: ESCOLADOMINICAL

 

ACESSE  classe Adultos



ACESSE demais Classes


Subsídio Lição 4 - A estrutura da Bíblia

 


 

INTRODUÇÃO


- Na continuidade do estudo da Bibliologia, analisaremos a estrutura da Bíblia.
- A Bíblia é uma coleção de livros.


I – A BÍBLIA É UMA COLEÇÃO DE LIVROS


- A palavra “Bíblia” é de origem grega e seu significado é “os livros”, ou seja, é um nome plural, que já indica que as Escrituras se constituem de um conjunto de livros, uma verdadeira “biblioteca”.


- “…A unidade e existência física da Bíblia até nossos dias só pode ser explicada como um milagre. Há nela 66 livros, escritos por cerca de 40 escritores, cobrindo um período de 16 séculos (…). Quanto à unidade física da Bíblia, ninguém sabe ao certo como os 66 livros encontraram-se e agruparam-se num só volume; isso é obra de Deus Sabemos que os escritores não escreveram os 66 livros de uma só vez, nem em um só lugar, nem com o objetivo de reuni-los num só volume, mas em intervalos durante 16 séculos, em lugares que não de Babilônia a Roma…” (GILBERTO, Antonio. Manual da Escola Dominical, 5. ed. aumentada e melhorada, p.40).


- Os israelitas referiam-se às Escrituras como sendo “a lei e os profetas” (Mt.7:12; Mt.22:40; Lc.16:16) ou “lei de Moisés, profetas e salmos” (Lc.24:44), expressão que até hoje é utilizada pelos filhos de Israel, que se referem aos escritos sagrados do que nós chamamos de Antigo Testamento como sendo a TANACH (Torá – lei; Neviim – profetas e Chetuvim – escritos).


- Também eram conhecidos simplesmente como “Escrituras”, como vemos em Mt.21:42; 22:29, 26:54,56; Mc.12:24; 14:49; Lc.24:27,32,45; Jo.5:39; At.17:2,11; 18:24,28; 15:4; I Co.15:3,4, ou, “Santas Escrituras” (Rm.1:2) ou “Escrituras dos profetas” (Rm.16:26) ou “Escritura” (Mc.12:10; 15:28; Lc.4:21; Jo.2:22; 7:38,42; 10:35; 13:18; 17:12; 19:24,36,37; 20:9; At.1:16; 8:32; Rm.4:3; 9:17; 10:11; 11:2; Gl.3:22; 4:30; I Tm.5:18; II Tm.3:16; Tg.2:8,23; 4:5; I Pe.2:6; II Pe.1:20).


- Numa demonstração de que os textos do Novo Testamento foram reconhecidos pela Igreja com a mesma autoridade do Antigo Testamento, vemos o apóstolo Pedro chamando de “Escrituras” os textos de Paulo (II Pe.3:15,16).


- Inicialmente, aliás, os israelitas mantinham os livros separados entre si, em rolos, o que é mais do que compreensível, uma vez que, antes da invenção da imprensa e do uso do papel, os escritos eram feitos à mão e em materiais como o papiro (resina feita de uma planta abundante no Egito) e o pergaminho (pele de carneiro).

- Mas como eram produzidos estes escritos? Pois bem, desde que o homem sentiu a necessidade de registrar o seu saber, muitas foram as formas pelas quais ele escreveu. As descobertas arqueológicas3 têm mostrado que os homens utilizaram vários materiais para escrever, tais como as tábuas de argila (usadas pelos sumérios e demais povos da Mesopotâmia), inscrições em cavernas e paredes (como os egípcios nas paredes de seus templos e das pirâmides).


- Entretanto, a forma de escrita mais disseminada na Antiguidade foi através do uso do papiro e do pergaminho. O papiro, cujo uso parece ter se originado no Egito, onde era planta abundante, é uma planta aquática, da qual se utilizava o cerne do colmo. "…O cerne era cortado em fatias de pequena espessura, as quais eram coladas lado a lado a fim de formarem uma 'página' com cerca de 25 a 30 cm. Sobre esta primeira camada era colada uma outra em ângulo reto e tudo isso era submetido à pressão e deixado a secar. Então as folhas eram coladas, formando rolos, algumas vezes bastante longos.(…). Os gregos chamavam o papiro de biblos e um rolo de papiro era um bíblion, de onde nos vêm as palavras 'Bíblia' e 'livro'(…). Um rolo de papiro era escrito somente de um lado(…). O papiro é um material bastante durável, contanto que não umedeça. E é precisamente por esse motivo que quase todos os manuscritos em rolo de papiro que têm chegado até nós foram preservados no Egito, onde o clima é desértico e seco." (R.N. CHAMPLIN. Papiro. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, v.5, p.55). A grande parte dos escritos sagrados nas sinagogas era escrita em papiro (Lc.4:17).

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Dinâmica Lição 04: A Estrutura da Bíblia

 

 Dinâmica: A Bíblia e sua estrutura

Objetivo: Introduzir o estudo sobre a estrutura da Bíblia.

Material:

Bíblia de cada aluno

02 folhas de papel madeira

04 tubos de cola branca

Nomes para digitar(ver no procedimento)

Procedimento:

- Nesta lição, vamos estudar sobre a estrutura da Bíblia.

- Peçam para que os alunos abram suas Bíblias no índice e perguntem:

O que vocês estão vendo?

Aguardem as respostas.

Certamente, vão falar que estão vendo os nomes de livros separados de acordo com a divisão da Bíblia, Antigo e Novo Testamentos.

- Agora, apresentem o primeiro cartaz com o título “Antigo Testamento” e sua divisão:

Pentateuco(05 livros)

Históricos(12 livros)

Poéticos(05 livros)

Proféticos  Profetas Maiores(05 livros)

                  Profetas Menores(12 livros)

- Depois, distribuam 10 nomes dos livros do Antigo Testamento para os alunos.

Escolham nomes que abranjam as 04 classificações dos livros.

- Peçam para que os alunos, identifiquem qual a classificação e colem o nome ao lado ou abaixo do cada conjunto de livros.

- Repita esta ação até concluir os 39 livros do Antigo Testamento.

- Em seguida, apresentem o cartaz com o título “Novo Testamento” e sua divisão:

Evangelhos(04 livros)

Histórico(01 livro)

Epístolas Paulinas(13 livros)

                Gerais(08 livros)

Revelação(01 livro)

- Depois, distribuam 10 nomes dos livros do Novo Testamento para os alunos.

Escolham nomes que abranjam as 04 classificações dos livros.

- Peçam para que os alunos, identifiquem qual a classificação e colem o nome ao lado ou abaixo do cada conjunto de livros.

- Repita esta ação até concluir os 27 livros do Novo Testamento.

- Para finalizar, este exercício de identificar a que classificação pertence cada livro, além de conhecer a sequência dos livros ajudarão a melhor manusear a Bíblia e entender seu conteúdo.

Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Subsídio Lição 3 - A inerrância da Bíblia

 



INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo deste trimestre sobre Bibliologia, analisaremos a inerrância das Escrituras. - A Bíblia é inerrante. 

I – A INFALIBILIDADE E A INERRÂNCIA DA BÍBLIA SAGRADA 

- Sendo, como o é, a Palavra de Deus, temos que a Bíblia, além de ter a suprema autoridade em matéria espiritual, é inerrante, ou seja, algo que não tem qualquer erro, que não apresenta qualquer equívoco, como também infalível, ou seja, algo que não pode ser sujeita a qualquer falha, a qualquer erro, ou seja, que tudo quanto afirma, inevitavelmente ocorreu ou ocorrerá. Como a Bíblia foi comunicada diretamente pelo Espírito Santo a homens que estavam em comunhão com Ele, não há como ter havido qualquer erro, falha ou equívoco na transmissão da mensagem e na sua redução a escrito. 

- A inerrância e a infalibilidade da Bíblia Sagrada, além do mais, são sustentadas pelo Espírito Santo ao longo dos séculos, pois, como sabemos, não existem originais do texto sagrado, visto que os textos primeiramente recebidos pela “inspiração verbal plenária” foram, pelo próprio poder de Deus sobre o povo, reconhecidos como autoritários e, a partir de então, copiados geração após geração, conforme as técnicas e os meios existentes naquele tempo, como o são hoje em dia, como podem testemunhar não só as bíblias impressas aos milhares diariamente, como também as bíblias lançadas, a cada dia, pelos mais sofisticados e avançados meios telemáticos. 

- Pode alguém dizer: como podemos crer que não tenha havido erro nas cópias feitas ano após ano, década após década, com tanta dificuldade e em condições tão precárias, como na Antiguidade? Como podemos aceitar que o texto bíblico que temos em nosso poder, em pleno século XXI, era o mesmo texto revelado a Moisés no Sinai mais de mil e quinhentos anos antes do próprio nascimento de Cristo? 

- Por primeiro, devemos observar que a inerrância das Escrituras não é matéria que se possa provar por meio da razão. Assim como o conteúdo da Bíblia deve ser apreendido pela fé, de igual maneira, somente pela fé podemos crer que o conteúdo da Bíblia é inerrante e tem sido mantido e sustentado pelo Senhor ao longo da história, até porque é promessa Sua velar pelo cumprimento da Sua Palavra e este zelo impõe, primeiramente, a manutenção da mensagem tal qual ela foi revelada a cada um dos escritores. - “…Que as Escrituras são de origem divina é assunto resolvido. Deus, na Sua Palavra, é testemunha concernente a Si mesmo. Quem tem o Espírito de Deus deposita toda sua confiança nela como a Palavra de Deus, sem exigir provas nem argumentar. Aquilo que ele não entende, aceita por fé. Portanto, sob o ponto de vista legal, a Bíblia não pode estar sujeita a provas e argumentos. Apresentamos algumas provas da Bíblia

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Dinâmica Lição 03: A Inerrância da Bíblia


 Dinâmica: Inerrância da Bíblia

Objetivo: Introduzir o estudo sobre a inerrância da Bíblia.

Material:

01 quadro branco

01 marcador para quadro branco

Procedimento:

- Escrevam no quadro a palavra “Fake News”.

- Perguntem: O que são Fake News?

Aguardem as respostas.

Certamente vão girar em torno de que são informações falsas que são divulgadas na internet como se fossem verdadeiras.

- Peçam para que os alunos apontem apenas 02 Fake News veiculadas recentemente.

Analisem com os alunos o que pode levar alguém a divulgar um tipo de informação desta e as consequências para quem acredita.

- Depois, falem: A Bíblia não veicula informações falsas. Muitos afirmam que ela tem erros e não é digna de crédito. Mas, podemos afirmar que a Bíblia é a Palavra de Deus, inerrante e confiável, seu conteúdo promove consequências positivas para a vida daquele que a ler, pois o autor de sua mensagem é verdadeiro, o próprio Deus.

E é sobre isto que vamos estudar na lição de hoje, aprofundando-se neste assunto que tem trazido polêmicas. Mas, a Bíblia adverte:

“Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência”(1 Timóteo 6:20).

Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Subsídio Lição 2 - A inspiração divina da Bíblia

 


 

INTRODUÇÃO

 
- Na sequência do estudo da Bibliologia, analisaremos hoje a inspiração divina das Escrituras.

- A Bíblia é a Palavra de Deus

 
I DEUS SE REVELA AO HOMEM

 
- Deus criou o homem para que fosse um ser que tivesse com Ele comunhão. Foi feito como “imagem e
semelhança de Deus” (Gn.1:26) e, como tal, constituir-se no elo entre o Criador e a criação terrena (Gn.1:28).

- Ora, para que este objetivo fosse alcançado, era fundamental que Deus estabelecesse uma comunicação com o homem, pois não se pode ter comunhão se, antes, não houver comunicação. Por isso mesmo, já no início da existência, Deus entrou em diálogo com o homem que criara (Gn.2:16,17).

- Este diálogo não era esporádico, mas contínuo, tanto que, em toda viração do dia, o Senhor tinha um
momento especial com o primeiro casal (Gn.3:8).

- Com o pecado, esta comunhão se quebrou, mas Deus continuou a Se comunicar com o homem, tanto que o primeiro casal ensinou seus filhos a adorá-l’O (Gn.4:3,4), manifestando-se Deus na consciência do homem (Gn.4:6,7), tendo, desde cedo, os homens iniciado a invocação ao Senhor (Gn.4:26) e o Senhor iniciado, inclusive, a Sua manifestação através de profetas, como Enoque (Jd.14) e Noé (II Pe.2:5).

- Quando a comunidade pós-diluviana se rebela contra o Senhor, à unanimidade, no episódio da torre de Babel (Gn.11:1-6), Deus inicia a formação de um povo que fosse Sua propriedade peculiar dentre os povos (Ex.19:5,6) e, ao formar esta grande nação, a partir de Abrão, para fazer benditas todas as famílias da Terra (Gn.12:1-3), também tratou de fazer com que a Sua revelação fosse reduzida a escrito, a fim de que tivesse confiabilidade e superasse o limite humano da transitoriedade da vida (Sl.78:2-7; Hc.2:2,3; Jr.36:1-3,32; Ap.1:1-3).

- A escrita tem este papel de superar duas das limitações humanas: a fidelidade da mensagem e a
transitoriedade da vida física.

- Como bem se sabe naquela famosa brincadeira denominada “telefone sem fio”, há uma tendência para que a mensagem oral traga distorção ao se passada boca a boca, o que, para quem é espiritual, não é de admirar, dada a natureza pecaminosa do homem e a própria circunstância de estar o homem sob o império da morte (Hb.2:14), num mundo cujo príncipe é o próprio pai da mentira (Jo.8:44).

- Em virtude do pecado, foi o homem privado de comer do fruto da árvore da vida, estando destinado, pó como é, a tornar a ele (Gn.3:19), de modo que não poderá a ficar transmitindo o que sabe às gerações futuras, tendo

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Dinâmica Lição 02: A Inspiração Divina da Bíblia

 

 

Dinâmica: Inspiração

Objetivo: Iniciar o estudo sobre a inspiração da Bíblia.

Material:

Papel e caneta

Quadro branco ou cartolina

Procedimento:

Durante a semana:

Utilizando o grupo de WhatsApp da turma, solicitem que os alunos escrevam em poucas linhas a resposta para a pergunta:

A Bíblia é inspirada. Por quê?

Eles devem levar por escrito para apresentar durante a aula.

Durante a aula:

- Falem: Solicitamos para que vocês escrevessem uma resposta para a pergunta:

Anotem a pergunta no quadro ou cartolina.

A Bíblia é inspirada. Por quê?

- Agora, vamos conhecer o que vocês escreveram.

Cada aluno deve ler o que escreveu.

À medida que for sendo lido, vocês pegam o papel do aluno e vão separando por bloco de argumentação numa cartolina ou quadro branco.

- Ao concluir, falem:

Temos aqui vários argumentos e agora vamos conhecer ou aprofundar mais sobre a inspiração da Palavra de Deus.

- Então, comecem o estudo da lição.

Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/