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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Subsídio II LIÇÃO Nº 5 – O AVIVAMENTO NA VIDA DA IGREJA

 

SLIDE


 

 

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Subsídio I Lição 5 - O avivamento na vida da Igreja

 


 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo sobre o avivamento, estudaremos hoje como se dá o avivamento na vida da Igreja.
- A Igreja somente executa sua tarefa se estiver avivada.


I – O AVIVAMENTO DA IGREJA É INDICADO NO DIA DE PENTECOSTES


- Na sequência do estudo sobre o avivamento, o chamado das Escrituras para o quebrantamento e o poder de Deus, estudaremos como se dá o avivamento na vida da Igreja.
- A Igreja, o grande mistério de Deus (Ef.3:4-6), revelado pelo Senhor Jesus (Mt.16:18), é “…a assembleia universal dos santos de todo os lugares e de todas as épocas, cujos nomes estão escritos nos céus (…) fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo (…) tendo a doutrina dos apóstolos por fundamento e Jesus a principal pedra de esquina (…) a coluna e firmeza da verdade. É a comunidade do Senhor…” (DFAD, XI, p.119).
- A Igreja é o povo formado pelo Senhor Jesus que deveria prosseguir a Sua obra na face da Terra durante o período conhecido como “dispensação da graça”, ou seja, o tempo em que Deus deixa à disposição do homem a Sua oferta salvadora, tendo já completado a obra salvífica prometida desde o dia mesmo da queda.
- Muito se discute quando nasceu a Igreja. Revelado o mistério pelo Senhor em Cesareia de Filipe, no exato instante em que o Pai revelou a Pedro que Jesus era o Cristo, o Filho do Deus vivo, era a Igreja, ainda, um povo que haveria de surgir, pois o Senhor Jesus foi claro ao disse que a edificaria, ou seja, não a tinha ainda edificado.
- Para que pudesse surgir a Igreja, mister se fazia que Jesus derramasse o Seu sangue na cruz do Calvário, pois é pelo Seu sangue que os que estavam longe se aproximam de Deus (Ef.2:13), pois é ele quem nos purifica de todo o pecado (I Jo.1:7), que nos tira o pecado (Jo.1:29) e, sem pecado, não há mais divisão entre nós e o Senhor (Is.59:2).
- Por isso, entendem muitos que a Igreja é concebida na própria cruz, simbolicamente quando o Senhor derrama Suas últimas gotas de sangue, que são seguidas de água, quando lancetado pelo soldado romano (Jo.19:34), como que, como último Adão (I Co.15:45), de Seu lado surgisse a Sua mulher, que é a Igreja. A Igreja teria, então, tido o “seu corpo” como que formado naquela ocasião.
- Ressurreto, o Senhor teria, então, gerado a Igreja na tarde do domingo da ressurreição, ao soprar sobre os discípulos e lhes dar o Espírito Santo (Jo.20:19,22), que não lhes poderia ser dado antes que tivesse sido o Senhor glorificado (Jo.7:38,39).
- Já gerada e viva, no entanto ela só “nasceria”, seria revelada ao mundo no dia de Pentecostes, quando, então, iniciaria a sua tarefa de dar continuidade ao trabalho de Jesus, pois é Seu corpo (I Co.12:27).
- Observemos, de pronto, que a vida da Igreja começa no Calvário, quando o Senhor Jesus paga o preço dos nossos pecados e compra a nossa redenção. Não há como falar-se em Igreja viva se o Calvário não estiver presente, se não houver a fé no sacrifício vicário de Jesus na cruz.
- Não é por outro motivo que uma das ordenanças do Senhor para a Igreja é, precisamente, a comemoração de Seu sacrifício na ceia do Senhor, pois não podemos jamais nos esquecer que é o sacrifício de Cristo no Calvário que nos trouxe a salvação.
- Mas, além do sacrifício de Cristo, há a necessidade do recebimento do Espírito Santo. Quando cremos em Jesus, o Espírito Santo vem habitar em nós, somos selados pelo Espírito (Ef.1:13), tornamo-nos “morada de Deus no Espírito” (Ef.2:22), “templos do Espírito Santo” (I Co.6:19).

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Dinâmica Lição 05: Avivamento na Vida da Igreja

 

 

Dinâmica: No Poder do Espírito Santo

Objetivo:

Enfatizar que o revestimento do Espírito Santo confere poder para testemunhar do evangelho, promovendo o crescimento da Igreja.

Material:

Os numerais 120 e 3000 digitados em tamanho grande

Quadro branco ou cartolina

01 marcador para quadro branco ou pincel atômico

01 figura do globo terrestre

Procedimento:

- Organizem os alunos em círculo.

- Fazendo uma pequena retrospectiva sobre a descida do Espírito Santo, perguntem: Quantas pessoas estavam no cenáculo esperando a descida do Espírito Santo?

Espera-se que os alunos falem que eram quase 120 pessoas(Atos 1.15).

- Falem:

Estas quase 120 pessoas formaram o primeiro grupo da Igreja(coloquem no quadro o numeral 120).

Neste mesmo dia, da descida do Espírito Santo, outras 3000 pessoas também somaram a estes 120(coloquem no quadro o numeral 3000), após o discurso de Pedro. E assim a Igreja foi aumentando.

Leiam, Atos 2. 37 a 41.

- Falem: No início da igreja eram quase 120, depois mais 3000 e eu hoje (dizer seu nome) também faço parte dela, e ... (falar os nomes dos alunos da direita para a esquerda).

- Agora, peçam para que os alunos façam a mesma coisa, um de cada vez:

No início da igreja eram 120, depois mais 3000 e eu hoje também faço parte dela, e...(falar os nomes dos colegas da direita para a esquerda).

À medida que os alunos forem falando, vocês escrevem os nomes deles na cartolina.

- Apresentem um globo terrestre ou uma figura dele, colocando no quadro.

- Falem, apontado para o globo: 120 mais 3000 pessoas foram o que formavam a Igreja naquele dia, mas hoje além de vocês, a igreja tem milhares fiéis em todo o mundo, devido a expansão do evangelho através do apóstolo Paulo para o mundo gentio, no poder do Espírito Santo.

- Para finalizar, peçam para que os alunos falem: Eu devo cumprir o Ide de Jesus e falar da salvação, movido pelo Espírito Santo.

Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/ 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

Subsídio B- Lição 4 - O ministério avivado de Jesus

 

Slide

 

 


 

 

fonte: https://www.textoaureo.com.br

Subsídio Lição 04: O Ministério Avivado de Jesus

 


INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo do chamado das Escrituras para o quebrantamento e o poder de Deus, veremos o ministério de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo sob este prisma.
- Jesus exerceu Seu ministério cheio do Espírito Santo.


I – NOTAS SOBRE O MINISTÉRIO DE JESUS


- Na sequência do estudo sobre o avivamento, o chamado das Escrituras para o quebrantamento e o poder de Deus, analisaremos, sob este prisma, o ministério de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
- Para que haja um correto entendimento do tema, faz-se preciso, por primeiro, dizer o que é o “ministério de Jesus” e como deve ser Ele entendido.
- O título da lição é o “ministério avivado de Jesus”, ou seja, temos, de pronto, a noção de que o ministério de Jesus foi um “ministério avivado”, ou seja, um ministério em que o avivamento foi uma constante.
- Mas aí vem uma primeira questão. Mas Jesus precisava ser “avivado”? Não é Ele a própria vida (Cf. Jo.1:4: 14:6)?
- Temos aqui, portanto, que bem delinear do que estamos a analisar. Jesus é o Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade, é Deus e, como tal, é a própria vida. Entretanto, não é disto que iremos tratar.
- Nós estamos aqui a tratar do “ministério de Jesus” e, quando falamos em “ministério”, falamos de “ação do ministro”. Ora, “ministro” nada mais é que “servo”. Quando falamos de ministério, portanto, estamos a falar de serviço, de um trabalho, de uma obra realizada.
- Na Sua oração sacerdotal, Jesus deixou bem claro que havia vindo a este mundo para realizar uma obra determinada pelo Pai (Jo.17:4). Assim, o “ministério” tem a ver com Jesus Cristo homem, o Verbo que Se fez carne e habitou entre nós (Jo.1:14).
- O ministério de Jesus abrange, portanto, o serviço empreendido por Cristo neste mundo, ao Se humanizar e a cumprir, assim, as profecias que indicavam a vinda do “Servo do Senhor”, como vemos,  por exemplo, em algumas passagens do livro do profeta Isaías, onde há, inclusive, os “cânticos do Servo” (Is.42:1-4; 49:1-6; 50:4-9; 52:13-53:12).
- Destarte, o ministério de Jesus somente se inicia quando Ele vai até João Batista para ser batizado no rio Jordão, quando tinha cerca de trinta anos (Lc.3:23), ministério que teve a duração de três anos e meio, o que se deduz pelo fato de, nos Evangelhos, serem registradas três Páscoas às quais Jesus compareceu já no exercício de Seu ministério.
- Temos, portanto, que o ministério foi exercido por Jesus Cristo homem, o que nos faz entender da necessidade de se ter a plenitude do Espírito Santo desde o seu início, como bem atesta o evangelista Lucas (Lc.4:1), plenitude que, aliás, havia sido profetizada por Isaías (Is.11:1,2).
- Por ser uma ação de Jesus Cristo homem, o ministério do Senhor está delimitado tanto no tempo, ou seja, estes três anos e meio entre o batismo e a ascensão, como também no espaço, porquanto o Senhor afirmou que viera para as ovelhas perdidas da casa de Israel (Mt.15:24; Jo.1:11).
- O ministério de Jesus, por fim, é um exemplo e referência para todos os Seus discípulos ao longo do tempo da dispensação da graça, pois Ele tudo fez para nos deixar o exemplo (Jo.13:15; I Pe.2:21).
- Assim é que o ministério de Jesus foi, sim, avivado, porque houve a plenitude do Espírito Santo desde o início dele, pois não se pode fazer válida e legitimamente a obra salvífica sem que se tenha tal enchimento do Espírito.
- Esta necessidade, demonstrada no ministério de Jesus, foi reforçada pelo próprio Senhor quando mandou que os discípulos não iniciassem a missão para a qual haviam sido chamados enquanto não fossem revestidos de poder (Lc.24:49).

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Dinâmica Lição 04: O Ministério Avivado de Jesus

 

 

Dinâmica: Ministério de Jesus

Objetivo: Estudar sobre o mistério de Jesus, que teve participação ativa do Espírito Santo.

Material:

01 mochila pesada



Procedimento:

- Escolham um aluno e solicitem que fique em pé na frente da turma.

- Entreguem para este aluno a mochila pesada e comecem a falar sobre o ministério de Jesus, ensinando, curando e libertando, tendo participação ativa do Espírito Santo.

No batismo, ao sair das águas, o Espírito Santo veio sobre ele, conforme lemos em:

“E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele”(Mateus 3:16).

- Depois de um certo tempo, perguntem para o aluno que está com a mochila: Está incomodado? Está pesado?

Certamente o aluno responderá que está incomodado com o peso que está levando nas costas.

- Falem que há uma solução para isto. Jesus no seu ministério aliviava o fardo de pecado, das enfermidades e libertava os oprimidos.

Nesse momento retirem a mochila das costas do aluno e coloquem sobre uma mesa ou cadeira.

- Perguntem para o aluno: Como está se sentindo agora?

Certamente responderá que se sente aliviado do peso que carregava.

- Falem: Da mesma forma sentiram os que foram alcançados pelo ensino de Jesus, os curados e os libertos das opressões.

“E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo”(Mateus 9:35).

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”(Mateus 11:28).

- Em seguida, trabalhem os pontos abordados na lição.

Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Subsídio Lição 03: O Avivamento no Novo Testamento

 


INTRODUÇÃO

 
- Os avivamentos ocorridos em Israel perduraram na Igreja.

- Deus continuou avivando Seu povo na nova aliança.

 
I O AVIVAMENTO DE JOÃO BATISTA

 
- Na lição passada, analisamos os principais avivamentos ocorridos na história de Israel consoante um quadroda Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, publicada pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus, deixando, porém, o último ali mencionado, o de João Batista, pois, ainda que ocorrido na dispensação da lei, foi registrado nas páginas do Novo Testamento, razão pela qual deixamos para analisá-lo nesta lição.

- Notemos, por primeiro, que, nos dias do profeta Malaquias, cerca de 142 anos depois do término do cativeiro da Babilônia, segundo os cronologistas bíblicos Frank Klassen e Edward Reese, havia uma situação espiritual extremamente delicada em Israel.

- A profecia de Malaquias denunciava uma indiferença do povo com relação ao Senhor, a ponto de não haver o menor temor em se sacrificar animais com defeito, de os sacerdotes não darem qualquer valor ao casamento ou ao próprio serviço sacerdotal, desprezarem a contribuição dos dízimos.

- Vivia-se, pois, um período de torpor espiritual, mas o profeta Malaquias não foi chamado para levantar um avivamento, mas, bem ao contrário, depois de sua mensagem, ocorreu o “silêncio profético”, não se tendo levantado qualquer profeta durante quatrocentos anos.

- Será apenas com João Batista que teremos, novamente, uma voz profética ao povo israelita. João era a “voz que clama no deserto” profetizada por Isaías (Jo.3:1-4), que tinha a missão de preparar o caminho do Senhor, de ser aquele que antecederia a chegada do Messias.

- O próprio Malaquias disse que, antes da chegada do Cristo, viria o “profeta Elias”, que converteria o coração dos pais a seus pais (Ml.4:6), profeta que o próprio Jesus disse que se tratava de João Batista (Mt.17:12;Mc.9:13).

- João, cheio do Espírito Santo desde o ventre de sua mãe (Lc.1:41), traz, a exemplo de todos os demais profetas, uma mensagem que conclama o povo ao arrependimento, para que se convertessem para que

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