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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

terça-feira, 27 de julho de 2021

Subsídio Lição 5 - O reinado de Acazias

 


 

INTRODUÇÃO

 
- Na sequência do estudo dos livros dos Reis, estudaremos o reinado de Acazias, filho de Acabe e Jezabel.


- Acazias é o retrato de quem rejeita a salvação.


I A SOBREVIDA DADA A CASA DE ONRI


- Estudamos, nas lições anteriores, o trágico reinado de Acabe, o sexto rei do reino do norte, o segundo rei da terceira dinastia, a casa de Onri, pai de Acabe.


- A Bíblia não economiza palavras: Acabe foi o pior rei que tinha havido até então, pois, além de manter os “pecados de Jeroboão”, ainda se casou com Jezabel, filha do rei de Sidom, que introduziu o culto a Baal e a Aserá (ou Asera), os deuses da fertilidade, aprofundando sobremaneira a apostasia espiritual das dez tribos e quase que erradicando o culto a Deus no país.


- Por isso, Deus levantou o profeta Elias que, após três anos e meio de seca, fez descer do fogo do céu no desafio do monte Carmelo e todo o povo aclamou que só o Senhor era Deus e, deste modo, foram mortos todos os 850 profetas tanto de Baal quanto de Aserá, tendo, ainda por cima, o profeta orado e vindo chuva sobre a terra.


- Tudo isso, entretanto, não representou nem a morte nem o exílio de Jezabel, como até achara o profeta Elias, que, decepcionado, acabou por fugir e entrou em verdadeira depressão, tendo tido uma profunda experiência com o Senhor no monte Horebe, de onde voltou revigorado para dar continuidade a seu ministério.


- Jezabel continuou a dar as coordenadas para o governo de Israel, pois dominava completamente o rei Acabe e cometeu abominável crime ao mandar matar Nabote, vizinho do palácio do rei em Jezreel, que se recusara a vender a sua vinha a Acabe. Diante deste gesto ignominioso, Deus, então, mandou que Elias levasse uma mensagem a Acabe, em que o Senhor decidira exterminar a família reinante.


- Ao ouvir a mensagem, porém, Acabe se humilhou, pedindo misericórdia a Deus e, por causa disso, o Senhor avisou a Elias que a casa de Onri não seria destruída nos dias de Acabe, mas, sim, de seus filhos.

- Obteve, assim, a casa de Onri uma sobrevida, tendo ainda havido dois outros reis além de Acabe no trono de Israel, os seus dois filhos, Acazias e Jorão. Deus mostra, assim, a Sua misericórdia, dando oportunidade às pessoas para que se arrependam. O juízo divino sempre vem, pois Deus é justiça, mas ninguém poderá jamais acusar o Senhor de ter sido inflexível, intransigente. Deus sempre concede ao homem real oportunidade de

 

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Dinâmica Lição 05: O Reinado de Acazias

Paz e alegria em Cristo: JESUS 100% DEUS

 

Dinâmica: 100% Deus

Objetivos:

Promover reflexão do que seja idolatria na vida do cristão.

Contextualizar o tema da aula com a vida do aluno.


Material:

01 cartaz feito de cartolina e figuras de vários personagens, considerados ídolos, das mais diversas áreas, quer esportistas, atletas, cantores, atores etc, que estão em evidência na mídia de um modo geral.

01 coração grande feito de cartolina vermelha.

01 pincel atômico.

01 rolo de fita adesiva.

Procedimento:

- Apresentem o cartaz com figuras de vários personagens, considerados ídolos, que estão em evidência na mídia de um modo geral.

- Falem: Muitas pessoas possuem admiração muito intensa a um ou mais destes personagens, chegando a dizer que eles são seus ídolos e até agem de forma fanática e extravagante. Deixem os alunos falarem sobre isto.

- Então, perguntem: Como podemos conceituar a palavra “ídolo” e “idolatria”? Aguardem as respostas dos alunos e depois acrescentem outras informações, enfatizando que um ídolo é qualquer coisa que ocupa o lugar de Deus.

- Apresentem o coração, representando nosso intelecto, nossas emoções, e escreva a palavra DEUS e falem: Deus deve ocupar o centro de nossas ações e pensamentos.

- Reflitam com os alunos sobre coisas que podem ocupar o lugar de Deus nas nossas vidas.

- Para finalizar, leiam Ez 14.3 a 5.

Por Sulamita Macedo.

 

Texto de Reflexão: Ídolos do Coração

Nos tempos do Antigo Testamento, a idolatria era facilmente reconhecida – como dançara ao redor de bezerros de ouro, curva-se diante dos Baals. Mesmo quando o apóstolo Paulo escreveu aos seguidores de Cristo em Corinto, no primeiro século, a idolatria pagã era praticada abertamente. Ele admoestou-se para que evitassem qualquer associação com a mesma(I Co 10.14).

A idolatria ainda é um perigo para o povo de Deus, embora nem sempre seja assim visível ou óbvio. Ídolos são geralmente mais sutis e difíceis de serem detectados, pois eles fazem seus lares nos lugares escondidos do nosso coração.

Se queremos conhecer nossos ídolos, devemos considerar quais são nossos pensamentos predominantes, o que pensamos na maior parte do tempo, pode ser um ídolo. Nosso último pensamento antes de dormir, nosso primeiro pensamento quando acordamos, nossos devaneios durante o dia são gastos nos itens e questões que valorizamos e nos quais confiamos. Qualquer possessão ou pessoa na qual colocamos esperança de trazer-nos realização, qualquer objetivo ou aspiração que se torna mais importante para nós do que Deus – estes são “deuses” que atraem a nossa lealdade e controlam sutilmente as nossas vidas.

Somente Deus pode satisfazer as profundas necessidades do nosso coração e fazer-nos viver de verdade. Portanto, seríamos sábios se considerássemos o conselho amoroso do apóstolo Paulo: “Por isso, meus irmãos, fujam da idolatria”.

Autoria: David Roper

Fonte: Nosso Pão Diário

fonte:  http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

sexta-feira, 23 de julho de 2021

quarta-feira, 21 de julho de 2021

Subsídio Lição 4 - Elias e os profetas de Aserá e Baal

 


INTRODUÇÃO

 
- Na sequência do estudo dos livros dos Reis, veremos o grande desafio lançado pelo profeta Elias e que levou o povo de Israel a reconhecer que só o Senhor era Deus.


- Elias somente pôde ser o instrumento de Deus para a demonstração de quem tinha a verdadeira deidade, depois de ter ele próprio experimentado esta soberania divina.


I ELIAS APRESENTA-SE A ACABE


- Na sequência do estudo dos livros dos Reis, hoje abordaremos o famoso embate entre Elias e os profetas de Baal e de Asera.


- O fato é que, após ter tido a experiência de ser sustentado por uma viúva paupérrima, a fim de que aprendesse que Deus era não só o Deus de Israel mas de todas as nações, bem como Aquele que provê não só Seus profetas, mas todos os seres humanos, bem como de ter tido a experiência de que Deus é o dono da vida, a ponto de ressuscitar o filho daquela mesma viúva, Elias teve todas as experiências necessárias para que, então, tendo sido devidamente provado e aprovado, retornasse para publicamente se mostrar não só ao rei Acabe mas a todo o Israel.


- Estas experiências de Elias são uma cabal demonstração que, para sermos aprovados por Deus, para sermos como Apeles, ou seja, aprovado em Cristo (Rm.16:10), temos, antes de mais nada, de ser provados, pois não há aprovação sem prévia provação.


- O fato é que, três anos e seis meses depois que havia proferido a palavra profética anunciadora da longa seca, o profeta Elias recebe a ordem de Deus para que se mostrasse a Acabe, porque era chegado o tempo de dar chuva sobre a terra (I Rs.18:1).


- O texto bíblico mostra-nos, com absoluta clareza, que não há coisa alguma de triunfalismo na expressão do profeta quando disse que não cairia chuva sobre Israel segundo “a sua palavra”. Ao contrário do que dizem muitos falsos pregadores de nossos dias, a expressão “segundo a minha palavra” de que fala o profeta em I Rs.17:1 não contém qualquer “determinação” ou “força própria” do profeta, mas a vontade de Deus tão somente, pois vemos aqui, em I Rs.18:1, que o próprio Deus diz que Ele é quem daria chuva sobre a terra,
prova de que não se dependia da vontade do profeta para que chovesse, ou não, mas, sim, da vontade do Senhor.

 

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Dinâmica Lição 04: Elias e os Profetas de Aserá e Baal

 

 

Dinâmica: Prova de Fogo

Objetivo: Contextualizar o tema estudado com a vida do aluno, enfatizando que Deus nos vê, ouve e age em nosso favor.

Material:

01 caixa de palitos de fósforos do tipo longo

Pedras pequenas na quantidade dos alunos da classe.

Procedimento:

- O que significa passar por uma prova de fogo?

Aguardem as respostas.

Normalmente as respostas convergem para as dificuldades, problemas que estamos passando.

- Falem: Na lição de hoje, estudamos que o profeta Elias passou por uma prova de confronto com os profetas de Baal, tendo como vencedor Elias, que através da operação do Deus verdadeiro, fez cair fogo do céu, deixando evidente para o povo a quem eles deveriam adorar.

- Falem: Nós também passamos por provas de fogo e para sairmos desta situação precisamos fazer o que Elias fez - consertar o altar.

O que pode então significar: consertar o altar?

Aguardem as respostas, que serão em torno da restauração do altar da oração, da adoração a Deus e comunhão com o Senhor.

Neste momento, falem: Elias utilizou 12 pedras, representando as tribos Israel, aqui vamos montar um “altar” com a quantidade de pedras, que representarão o altar de cada pessoa da classe.

- Falem: Elias ofereceu um bezerro em sacrifício. Mas o que podemos oferecer como sacrifício?

Leiam Rm 12.1 “Rogo-vos, pois irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”.

Então, conforme o versículo lido, nossa vida é o que temos para oferecer em sacrifício para Deus.

- Depois falem: Elias utilizou água. E o que pode representar água?

A água representa a palavra de Deus, leiam, Ef 5. 26 “Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra”.

- Perguntem: Mas o que pode representar o fogo?

O fogo é representado pelo poder do Deus, através da atuação do Espírito Santo em nossas vidas.

Por isso, se vocês estão passando por uma prova de fogo(acendam um palito de fósforo), vocês têm como seu companheiro constante o Espírito Santo. Lembrem-se de que a operação de Deus se apresenta com poder, milagres, modificando situações impossíveis, confirmando quem é seu Deus e mostrando como Ele cuida de você(apaguem o palito de fósforo).

Por Sulamita Macedo.

fonte:  http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 14 de julho de 2021

SUBSÍDIO LIÇÃO Nº 3 – ACABE E O PROFETA ELIAS

 


INTRODUÇÃO

 
- Na sequência do estudo dos livros dos Reis, num salto cronológico, analisaremos o reinado de Acabe, quando foi levantado o profeta Elias.


- Elias foi levantado para dar sobrevida espiritual ao reino do norte.


I O REINO DE ISRAEL APÓS A DINASTIA DE JEROBOÃO


- Ante as limitações de um estudo trimestral, faremos um salto cronológico, para estudarmos o reinado de Acabe, o sexto rei de Israel, quando, então, floresceu o ministério do profeta Elias.

- De qualquer modo, ainda que modo sucinto, analisemos os acontecimentos entre a derrocada da primeira dinastia do reino do norte, a casa de Jeroboão, até a subida ao trono de Acabe.
- Em conformidade à profecia de Aías, que predisse a destruição da “casa de Jeroboão” (I Rs.14:1-16), depois da morte de Jeroboão, seu filho Nadabe reinou apenas dois anos, sendo morto por Baasa, que reinou em seu lugar (I Rs.15:25-30).

- Com Baasa, pois, tem início a segunda dinastia do reino de Israel. Baasa, embora tenha conspirado contra o seu antecessor, foi um rei predito pelo Senhor, que assumiu o reino com permissão divina, mas que cumpriu a própria vontade de Deus no tocante à destruição da “casa de Jeroboão”.

- No entanto, o novo rei não quis abolir o culto aos bezerros de ouro, tendo mantido tudo quanto Jeroboão havia feito, o que causou, também, indignação divina, a ponto de o Senhor levantar outro profeta, desta feita, Jeú, filho de Hanani, que, a exemplo do que fizera Aías, também profetizou a destruição da “casa de Baasa”, em virtude de ter o rei Baasa seguido os “pecados de Jeroboão” (I Rs.16:1-4).

- Tal profecia também se cumpriu, visto que, depois da morte de Baasa, que reinou durante vinte e quatro anos, reinou o seu filho Elá, o qual, entretanto, reinou apenas dois anos, pois Zinri, que era o “chefe da metade dos carros” se rebelou contra ele e o matou, tendo se feito rei, embora tenha reinado apenas sete dias (I Rs.16:8-20).

- Zinri foi derrotado por Onri, que comandava o exército de Israel em guerra contra os filisteus, quando soube da morte de Elá. Onri foi até Tirza, então a capital de Israel, tomou a cidade e matou a Zinri, fazendo-se rei, embora não tivesse o apoio de todo o povo, pois metade dos israelitas preferia a Tibni, filho de Ginate (I Rs.16:21).  

 

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Dinâmica Lição 03: Acabe e o Profeta Elias

 

 

Dinâmica: Entre a cruz e a Espada

Objetivo:

Demonstrar o cuidado de Deus como provedor, em meio as circunstâncias difíceis através da personagem conhecida como “a viúva de Sarepta” e o profeta Elias.

Material:

Azeite ou óleo, farinha de trigo, panela, gravetos e 01 mesa ou uma bandeja.

01 pão(do tamanho do tipo francês ou de sal)

5 reais

Semente de mostarda para cada aluno.

Vocês poderão encontrar as sementes de mostarda em supermercados e em lojas que vendem produtos agrícolas. A semente de mostarda é muito pequena e fácil de perder. Então, para entregar aos alunos, coloque-a num pedaço de durex transparente, passando por cima dela outro pedaço de durex.

Procedimento:

- Dividam a turma em 03 grupos.

Para o grupo 01, entreguem 01 pão.

Para o grupo 02, entreguem 5 reais.

Para o grupo 03, não entreguem nada.

- Falem:

O grupo 01 tem apenas 01 pão para comer e estão sem nenhum recurso e com fome.

O grupo 02 tem 5 reais e não tem mais nada, restando apenas a fome.

O grupo 03 não possui nada e seus integrantes estão com fome.

- Falem: E agora? O que vocês podem fazer para solucionar estas situações?

Observem as atitudes dos 03 grupos:

Os grupos 01 e 02 farão a doação do que possuem?

O grupo 02 tomará a decisão de comprar pães para todos?

O que o grupo 02 possui é suficiente para alimentar o grupo 01 e 03?

Se os grupos 02 e 03 doarem tudo, como vão sobreviver sem pão e dinheiro?

O grupo 02 doará tudo que possui ou parte dele, deixando reservado para uma necessidade posterior?

Qual a reação do grupo 03? Vai pedir ajuda aos grupos 02 e 03?

- Reflitam com os alunos sobre as atitudes dos 03 grupos.

- Falem: A “viúva de Sarepta” é a personagem feminina sem nome, estrangeira, que Deus usou para alimentar Elias e por meio deste ato também foi abençoada.

- Falem: Esta mulher tinha posses? Não, era pobre e estava passando por necessidade.

O que tinha a viúva de Sarepta para oferecer?

Arrumem sobre uma mesa o azeite ou óleo, farinha de trigo, panela e gravetos.

Ela ofereceu o que tinha: um punhado de farinha e um pouco de azeite( I Rs 17.10)

- Falem: Elias pediu para que ela fizesse pão primeiro para ele e depois para ela e o filho. Esta mulher estava entre a cruz e a espada.

Mas o que significa ficar entre a cruz e a espada?

Refere-se a uma situação de difícil decisão entre dois lados, ambos conduzem a experiências ruins.

Primeiro matar a fome de um desconhecido, quando ela não possuía mais nada e depois ia morrer com o filho?

Decisão difícil, mas ela obedeceu ao profeta devido a palavra de providência divina. Vejam em I Rs 17. 14

- Falem: O milagre aconteceu! Houve multiplicação.  Leiam I Rs 17.15

- Agora, entreguem uma semente de mostarda para cada aluno. Ela representa a fé no Deus provedor.

- Falem: Quem planta, colhe mais do que semeia. Uma pequena semente traz abundante colheita. Não devemos observar a pequenez da semente, porém a dimensão do que ela pode produzir.

Acabamos de estudar sobre a providência divina para aquela mulher, através de um ato de obediência e fé.

- Para concluir, perguntem: O que temos colocado nas mãos de Deus?

Aguardem as respostas.

Por Sulamita Macedo.