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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Subsídio Lição 9 - Como vencer as oposições à obra de Deus


 

INTRODUÇÃO 

- Na sequência do estudo do período da formação da Comunidade do Segundo Templo para dele tirarmos lições sobre avivamento espiritual, estudaremos hoje o capítulo 4 do livro de Neemias, onde Neemias relata como enfrentou a oposição dos inimigos à reedificação dos muros de Jerusalém.

 - No relato de Neemias, temos um belo exemplo de que como devemos enfrentar os inimigos da obra de Deus. I 

– OS INIMIGOS DA REEDIFICAÇÃO DE JERUSALÉM LEVANTAM-SE CONTRA A OBRA 

- Na sequência do estudo do período da formação da denominada Comunidade do Segundo Templo, estudaremos o capítulo 4 do livro de Neemias, que se une à narrativa do capítulo 2, já que, Neemias abre um parêntese para falar e honras os reedificadores, antes mesmo de relatar a angústia da reedificação dos muros, pondo o ser humano no lugar de dignidade que o Senhor estabeleceu na própria criação. - Ao término do capítulo 2, Neemias relatara que, ao saber da disposição do povo de Judá em reconstruir os muros, logo se levantaram os inimigos. Sambalate, o horonita; Tobias, o servo amonita e Gesem, o arábio, zombaram dos judeus e os desprezaram, indagando o que era que estavam os judeus a fazer e os acusando de se rebelar contra o rei, ao que Neemias respondeu dizendo que seria o Deus dos céus quem faria os judeus prosperarem e que os judeus se levantariam e edificariam e que os inimigos não tinham parte, nem justiça, nem memória em Jerusalém (Ne.2:19,20). 

- O primeiro dos inimigos dos judeus era Sambalate, o horonita. Seu nome já aponta a sua origem gentílica, pois significa “o deus lua, sim, deu a vida”, a revelar que seus pais eram adoradores do “deus lua”, um dos muitos deuses adorados pelos povos que tinham ido habitar a região outrora ocupada pelas dez tribos israelitas que haviam sido levadas cativas pelo rei da Assíria (II Rs.17:24-41) e que foram a origem dos “samaritanos”. 

- Sambalate é designado pelas Escrituras como sendo “horonita”, a indicar que era de “Horon”, cidade cuja identificação é objeto de celeuma entre os estudiosos da Bíblia. “…Alguns pensam que a sua raiz é BeteHorom, ao passo que outros sugerem Horonaim. (…). Se Bete-Horom é a suposição correta, então Sambalate era samaritano, mas, se devemos pensar em Horonaim, então ele seria um moabito. Josefo o chamou de quteano, de onde vieram os samaritanos (Antiguidades Judaicas 11:7,2)…” (CHAMPLIN, R.N. Horonita. In: Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia, v.3, p.163). A origem obscura de Sambalate traznos uma preciosa lição sobre o inimigo da obra de Deus, que sempre vem disfarçado (II Co.11:14), que jamais se apresenta claramente, já que é o pai da mentira (Jo.8:44). Tomemos, pois, cuidado, amados irmãos!

- Tobias, por sua vez, cujo nome significa “Javé é Deus”, era amonita, ou seja, natural de Amom, reino limítrofe ao de Israel, povo descendente de Benami, um dos filhos de Ló que teve em incesto com suas próprias filhas (Gn.19:20). Os amonitas eram proibidos de entrar mesmo no átrio do tabernáculo ou do templo (Dt.23:3), uma vez que sempre foram hostis a Israel, tendo se unido aos amalequitas neste intento (Jz.3:13). Se Sambalate foi moabita, sobre ele também recaía esta proibição (Dt.23:3). - Gesem, o arábio, cujo nome significa “chuva”, completava o trio de inimigos dos judeus. Como arábio, Gesem era descendente de Ismael, o rival de Isaque, aquele que o próprio Deus disse que não desfrutaria da mesma herança do “filho da promessa” (Gn.21:8-13).

 

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Dinâmica Lição 09: Como vencer as oposições à obra de Deus

 

 
 
Dinâmica: A Armadura de Deus
 
Objetivo:
Refletir sobre a necessidade do cristão possuir todos os elementos da armadura espiritual para vencer as ciladas do Diabo.
 
Material:
01 figura de 01 soldado
Quadro ou cartolina
Papel ofício e caneta
 
Procedimento:
1 - Coloquem a figura do soldado no quadro e perguntem quais são as armas de combate e defesa de um soldado. Escrevam as respostas no quadro de giz ou cartolina.
2 - Agora falem: O cristão é comparado a um soldado pronto para o combate, que possui armas especiais para a caminhada cristã. Então, apresentem quais são os elementos que compõem a armadura do cristão, que encontramos em Ef 6. 13 ao 17. Para tanto, façam uma leitura compartilhada, explicando cada elemento da armadura.
Cinturão – verdade
Couraça – justiça
Escudo – fé
Capacete – salvação
Espada – palavra
3 - Agora, peçam para que os alunos identifiquem os elementos que compõem a armadura na figura do soldado.
4 - Depois, falem: O Diabo tem suas armas para investir contra o cristão, mas se ele está revestido da armadura de Deus, está protegido e sua vida espiritual está segura em Deus.
5 - Para concluir, leiam Ef 6. 11 ao 13.
 

Por Sulamita Macedo.

fonte:  https://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

 

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Subsídio Lição 8 - As causas da desunião devem ser eliminadas

 

 

 

INTRODUÇÃO 

- Na sequência do estudo do período da formação da Comunidade do Segundo Templo, analisaremos hoje a questão da união. 

- Avivamento espiritual exige união. 

I – UM OBSTÁCULO À OBRA DA REEDIFICAÇÃO SURGE NOS RELACIONAMENTOS SOCIAIS ENTRE OS JUDEUS 

- Na continuidade do estudo do período da formação da denominada “Comunidade do Segundo Templo” com vistas a termos lições sobre o avivamento espiritual, estudaremos a questão da união do povo de Deus. - Lembramos que, ao estudarmos sobre os episódios que levaram ao levantamento do altar, logo que o povo judeu retornou do exílio, um dos fatores que indicaram o avivamento foi o fato de eles terem se ajuntado como um só homem em Jerusalém (Ed.3:3). 

- A união do povo de Deus é essencial para que se tenha um verdadeiro e genuíno avivamento espiritual, porque, quando os irmãos vivem em união, ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre (Sl.133). 

- Para analisarmos este aspecto, o saudoso comentarista convida-nos a analisar o que ocorreu nos dias de Neemias, quando ele ainda lutava para reconstruir os muros da cidade, fatos narrados no capítulo 5 do livro daquele governador. 

- Neemias relata a grande oposição que lhe faziam Sambalate, Tobias e Gesem e como, em virtude dela, tiveram os edificadores de trabalhar com uma mão nas ferramentas e outra nas armas. Eram, verdadeiramente, “tempos angustiosos”, como, aliás, já profetizara a respeito o profeta Daniel (Dn.9:25). 

- Em meio a esta aflição por causa da ameaça de um ataque iminente do exército de Samaria, exsurge um novo obstáculo à obra, surpreendente até, visto que não nascido do exterior, não proveniente do inimigo, mas, sim, do próprio interior do povo de Judá. Este obstáculo como que interrompe a narrativa da oposição dos adversários e passa a ser relatado por Neemias. - “Foi, porém, grande o clamor do povo e de suas mulheres, contra os judeus, seus irmãos” (Ne.5:1). No meio da aflição que se vivia por causa do perigo externo, aparece uma murmuração entre os judeus, um desentendimento entre os próprios compatriotas. - Por que havia este clamor? O próprio Neemias responde: porque estava ocorrendo uma desmedida  exploração dos mais pobres pelos mais ricos que, diante da fome que havia na terra, aproveitaram a ocasião para se enriquecer ainda mais, gerando um quadro de grande servidão por causa das dívidas contraídas pelos mais pobres para que pudessem sobreviver, alimentar-se do necessário. 

- O quadro em Judá era, como descrito pelos judeus quando se encontraram em Neemias, era de grande miséria e de desprezo (Ne.1:3). Neemias tinha consciência disso desde quando passou a orar a Deus e pôde vê-lo com seus próprios olhos ao chegar a Jerusalém. No entanto, este clamor lhe revelava um fator que até então lhe passara despercebido: a grande miséria não era só resultado da falta de recursos, da inexistência de uma Jerusalém reedificada e segura, mas, também, consequência de uma injustiça social.

 

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Dinâmica Lição 08: As causas da desunião devem ser eliminadas

 

 
Dinâmica: Unidade
 
Objetivo:
Refletir sobre a unidade do corpo de Cristo.
 
Material:
Para o grupo 01: 01 folha de papel ofício e coleção de lápis colorido.
Para o grupo 02: 04 tesouras, 02 tubos de cola, 11 lápis coloridos e 11 folhas de papel ofício, estando escrito nelas as seguintes indicações para desenhar, conforme descrição abaixo:
 
Folha 01: Cabeça
Folha 02: Pescoço
Folha 03: Tronco (humano)
Folha 04: Braço direito
Folha 05: Braço esquerdo
Folha 06: Mão direita
Folha 07: Mão esquerda
Folha 08: Perna direita
Folha 09: Perna esquerda
Folha 10: Pé direito
Folha 11: Pé esquerdo
 
Procedimento:
1 - Falem: acabamos de estudar sobre a origem divina do ser humano, sua unidade racial, psicológica, emocional, linguística, que se originou de Adão e Eva. Somos única família, somos irmãos e somos todos um. Esta ideia é reforçada na Igreja, o corpo de Cristo. Vamos refletir sobre a unidade do corpo de Cristo?
2 - Depois, dividam a turma em dois grupos e forneçam as seguintes orientações:
Para o grupo 01:
- Desenhar um boneco, utilizando uma folha de papel ofício e uma coleção de lápis colorido, mas trabalhando em equipe. Para isso, esta atividade deverá ser executada sem que as pessoas do grupo 02 vejam o que está sendo desenvolvido.
Para o grupo 02(com 11 pessoas):
- Cada componente desenhará uma parte do boneco, individualmente, sem que os colegas vejam, para isso é recomendado que os membros deste grupo estejam separados.
- Montar o boneco, recortando as partes desenhadas e colando-as.
3 – Peçam ao grupo 01 e 02 para apresentar os dois bonecos.
4 – Solicitem para que observem o resultado de cada grupo.
O grupo 01 tem um boneco com partes proporcionais e uniformes.  O grupo 02, embora apresentem um boneco com as características semelhantes ao boneco 01, tem um resultado disforme, desorganizado e desproporcional.
Perguntem: Por que são diferentes?
O Grupo 01 tem um resultado melhor porque trabalharam em equipe, houve unidade para o desenvolvimento do trabalho.
O Grupo 02 tem um mau resultado porque não trabalharam com união, não trabalharam de forma coletiva.
Quais conclusões podemos extrair dessa dinâmica para nossa vida cristã? Falem da importância da unidade e a comunhão que deve haver no Corpo de Cristo.
5 – Para concluir, leiam: I co 12. 12 e 27; Sl 133.01; Fp 2. 1 a 5.
Ideia original desconhecida.
 

Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

fonte:  https://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

 

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

SUBSÍDIO LIÇÃO Nº 7 – O POVO DEVE SEPARAR-SE DO MAL

 

 

 

INTRODUÇÃO 

- Na sequência do estudo do período da formação da Comunidade do Segundo Templo para obter lições a respeito do avivamento espiritual, abordaremos a questão da santidade. - O povo de Deus é santo e um avivamento espiritual jamais se instala onde não há convívio com o pecado. 

I – ISRAEL É UM POVO SANTO - Prosseguindo o período de formação da denominada Comunidade do Segundo Templo, que abrange desde o término do cativeiro da Babilônia até o governo de Neemias e como podemos daí extrair lições sobre o avivamento espiritual, hoje somos convidados pelo saudoso comentarista a refletir a respeito do papel da santidade no avivamento espiritual. 

- Santidade é a separação do pecado. É santo aquele que está separado do pecado. O ser humano foi criado sem pecado, reto (Ec.7:29), separado do pecado, tanto que jamais havia experimentado o mal, o que ocorreu apenas quando houve a queda. 

- A entrada do pecado na humanidade transformou a separação do pecado em separação de Deus (Is.59:2). Por isso mesmo, Deus, ao anunciar, no dia mesmo da queda, que iria salvar o homem, disse que esta salvação representaria a inimizade do homem com o maligno, ou seja, retornaria a existir separação entre o mal e o homem (Gn.3:15). 

- O Senhor Jesus, o Santo (Lc.1:35), bem demonstra isto ao dizer que o príncipe deste mundo nada tinha n’Ele (Jo.14:30) e é sabido que o mundo está no maligno (I Jo.5:19) e que este maligno ou mal é o próprio Satanás. 

OBS: Por sua biblicidade e pertinência, reproduzimos aqui três elucidativos parágrafos do Catecismo da Igreja Católica: “O último pedido ao nosso Pai aparece também na oração de Jesus: "Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno" (Jo 17,15). Diz respeito a cada um de nós pessoalmente, mas somos sempre "nós" que rezamos em comunhão com toda a Igreja e pela libertação de toda a família humana. A Oração do Senhor não cessa de abrir-nos para as dimensões da economia da salvação. Nossa interdependência no drama do pecado e da morte se transforma em solidariedade no Corpo de Cristo, na "comunhão dos santos". Neste pedido, o Mal não é uma abstração, mas designa uma pessoa, Satanás, o Maligno, o anjo que se opõe a Deus. O "diabo" ("diabolos") é aquele que "se atira no meio" do plano de Deus e de sua "obra de salvação" realizada em Cristo. "Homicida desde o princípio, mentiroso e pai da mentira" (Jo 8,), "Satanás, sedutor de toda a terra habitada" (Ap 12,9), foi por ele que o pecado e a morte entraram no mundo e é por sua derrota definitiva que a criação toda será "liberta da corrupção do pecado e da morte". "Nós sabemos que todo aquele que nasceu de Deus não peca; o Gerado por Deus se preserva e o Maligno não o pode atingir. Nós sabemos que Somos de Deus e que o mundo inteiro está sob o poder do Maligno" (1 Jo 5,18-19). O Senhor, que arrancou vosso pecado e perdoou vossas faltas, tem poder para vos proteger e vos guardar contra os ardis do Diabo que Vos combate, a fim de que o inimigo, que costuma engendrar a falta, não vos surpreenda. Quem se entrega a Deus não teme o Demônio. "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Rm 8,31).” (§§ 2850-2852 CIC) 

- Então, para que tenhamos comunhão com o Senhor, para que possamos ser considerados Seu povo, faz-se  


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Dinâmica Lição 07: O povo de Deus deve separar-se do mal

 

 

 
Dinâmica: Santificação
 
Objetivo: Refletir sobre a necessidade de um posicionamento quanto à santificação.
 
Material:
01 caixa
01 chocolate ou bala para cada aluno
Versículo digitado: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver”(1 Pedro 1:15).
01 grampeador
 
Procedimento:
 
Antes da aula:
Prendam o versículo no chocolate utilizando o grampeador
Coloquem dentro da caixa
 
Na aula:
– Apresentem uma caixa, não falem o que tem dentro.
– Façam um certo suspense e depois perguntem se alguém tem coragem de colocar a mão dentro caixa.
Façam uma contagem, escrevendo a quantidade dos:
Que vão colocar a mão dentro da caixa
Que não vão colocar a mão dentro da caixa
Que estão indecisos
É interessante que haja estes 03 tipos de pessoas.
– Depois, peçam para que os alunos que decidiram colocar a mão dentro da caixa, para que com cuidado ponham a mão dentro dela.
Isto deve acontecer com todos os alunos que responderam afirmativamente. Orientem para que não falem sobre o que pegaram.
Neste momento, pode acontecer de algum aluno desistir. Tente convencê-lo, mas se houver resistência, não insista.
– Falem: Nesta atividade, vocês tiveram 03 posicionamentos. Dessa mesma forma, as pessoas possuem 03 ações diferentes quanto a santificação. Uns escolhem uma vida de santidade, outros não querem e outros ficam indecisos, cambaleantes. Mas, Deus requer de nós um posicionamento quanto a uma vida de santidade.
– Para concluir, abram a caixa e entreguem para eles um chocolate, com um versículo fixado com grampeador: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver”(1 Pedro 1:15).
 

Por Sulamita Macedo.

fonte:  https://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

 

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Assista novamente ao 21º Seminário de Escola Bíblica Dominical de Curitiba.


Assista novamente o 21º Seminário
 
 
https://www.assembleiadedeus.org.br/portal/inscricao/












Subsídio Lição 6 - Neemias reconstrói os muros de Jerusalém




INTRODUÇÃO
 - Na sequência do estudo do período da formação da Comunidade do Segundo Templo para daí extrairmos lições sobre avivamento espiritual, analisaremos hoje a reconstrução dos muros de Jerusalém, nos dias de Neemias. - A reconstrução do templo de Jerusalém é resultado de um avivamento espiritual. 

I – JERUSALÉM NÃO É RECONSTRUÍDA - Deixamos o povo judeu na lição passada num momento de êxtase espiritual, em que se concluíram as obras do Segundo Templo, tendo, enfim, os israelitas, novamente, seu lugar de adoração a Deus. - Conforme nos fala Flávio Josefo, Zorobabel havia obtido do rei Dario a autorização para reconstruir o Templo de Jerusalém e a cidade de Jerusalém.. 

OBS: Eis o trecho da narrativa de Josefo: “...Zorobabel respondeu-lhe que não lhe pedia outra graça, que cumprir o voto que havia feito, caso fosse elevado à dignidade da coroa, de mandar reconstruir Jerusalém, restaurar o Templo de Deus e reconstruir todos os vasos sagrados, que o rei Nabucodonosor tinha mandado tirar e levar para Babilônia. O rei então levantou-se do trono, com rosto alegre, beijou Zorobabel e ordenou que se escrevesse aos governadores de suas províncias, que o ajudassem, e aos que o acompanhavam na viagem que ia fazer, a reconstruir o Templo de Jerusalém. Deu também ordem aos magistrados da Síria e da Fenícia que mandassem cortar cedros sobre o monte Líbano, para levar a Jerusalém e ajudassem aos que iam reconstruir a cidade.…” (Antiguidades Judaicas XI.4, 439. In: História dos hebreus. Trad. de Vicente Pedroso, v.1, p.236). 

- No entanto, não se sabe porque, Zorobabel não deu início a tal reconstrução. Após a celebração da Páscoa que como que completou as comemorações pelo reinício do templo, o texto sagrado nada mais fala a respeito e somente vai cuidar, na sequência, no capítulo 7 do livro de Esdras, da ida de Esdras para Jerusalém, o que aconteceu, 57 anos depois, segundo os cronologistas bíblicos Edward Reese e Frank Klassen. 

- Flávio Josefo, depois de falar da celebração da Páscoa, diz que houve mudança no tipo de governo entre os judeus, com os sumo sacerdotes passando a governar auxiliados pelo Sinédrio, numa forma de governo aristocrático. Dá-se a entender, então, que Zorobabel deixou de governar e não levou avante a reconstrução de Jerusalém. - O templo estava reconstruído e os judeus, então, ficaram satisfeitos com a reedificação do templo, não se preocupando em reconstruir a cidade de Jerusalém, o que era fundamental, até para que se desse a devida segurança ao templo. - Jerusalém tinha sido completamente destruída e queimada pelos babilônios e, mesmo tendo o Templo sido reconstruído, como a cidade não foi reedificada, tinha-se um lugar inseguro para se morar. Além do mais, 


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