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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Subsídio Lição 9 - Jó e a inescrutável sabedoria de Deus

 



INTRODUÇÃO 

- Na sequência do estudo do livro de Jó, analisaremos o seu capítulo 28. - Deus é a verdadeira sabedoria. 

I – A INTELIGÊNCIA E CRIATIVIDADE HUMANA 

- Desde o capítulo 4, o livro de Jó apresenta uma sequência de discursos de Jó e seus amigos, em que se procura entender o sofrimento por que Jó está passando. 

- Esta série de discursos leva a um impasse: os amigos de Jó imputam ao patriarca um pecado que ele não havia cometido e ele declara inocência, embora queira também saber de Deus o porquê do sofrimento. 

- Após a terceira fala de Bildade, que é respondida pelo patriarca, Jó vai fazer uma reflexão a respeito da sabedoria divina, para contrastar com a sabedoria humana que, apesar de todos os esforços, estava num impasse. 

- Trata-se de um momento de transição do livro, em que o patriarca irá, por primeiro, falar sobre a sabedoria divina e, depois, realizar o que se denomina de “a última defesa de Jó”, para que, então, intervenha no discurso Eliú e, em seguida, o próprio Deus, pondo fim a toda a reflexão sobre o sofrimento humano. 

- Assim, depois que responde a Bildade, através de uma parábola (Jó 27:1), o patriarca como que desvia o assunto e começa a perquirir sobre a sabedoria humana. 

- Diz Jó que há veios de onde se extrai a prata e, para o ouro, lugar em que o derretem (Jó 28:1). Nesta expressão um tanto quanto enigmática, própria dos textos poéticos, o patriarca ensina-nos algumas importantes lições. - Por primeiro, está a falar da racionalidade do ser humano. Ele é capaz de identificar a prata na natureza e de extraí-la. O homem foi feito para ser o mordomo da criação terrena, tendo domínio sobre tudo o que existe sobre a face da Terra (Gn.1:28; Sl.8:4-8). 

- Assim, com a inteligência que Deus lhe deu, o homem pode manipular a criação para a satisfação de seus interesses, de suas necessidades, de seus desejos. Assim, é capaz não só de identificar a prata e o ouro, distinguindo-os, como também de extraí-los da natureza e fazer com que venham a suprir o de que homem está a precisar.


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Dinâmica Lição 09: Jó e a Inescrutável Sabedoria de Deus

 

Dinâmica: Quer Sabedoria?

Objetivo: Iniciar o estudo sobre a sabedoria que tem origem em Deus.

Material:

01 caixa

Nome SABEDORIA digitado

Envelopes pequenos(quantidade depende do número de alunos)

Papel pequeno com o versículo de Tg 3. 17 digitado(01 para cada envelope)

01 pincel atômico ou um marcador para quadro branco

01 cartolina ou um quadro branco


Organizar o material da seguinte forma:

Colar o nome SABEDORIA fora da caixa, que fique bem visível

Colocar o versículo de Tg 3.17 dentro de cada envelope

Colocar os envelopes dentro da caixa


Procedimento:

- Comecem lendo I Reis 3. 9 a 12:

“A teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; por que quem poderia julgar a este teu tão grande povo?

E esta palavra pareceu boa aos olhos do Senhor, de que Salomão pedisse isso.

E disse-lhe Deus: Porquanto pediste isso, e não pediste para ti muitos dias, nem pediste para ti riquezas, nem pediste a vida de teus inimigos; mas pediste para ti entendimento, para discernires o que é justo;

Eis que fiz segundo as tuas palavras; eis que te dei um coração tão sábio e entendido, que antes de ti igual não houve, e depois de ti igual não se levantará”.

- Falem: Já conhecemos a história de Salomão quanto a um pedido dele a Deus. Mas o que ele pediu? O que ele recebeu?

Aguardem as respostas.

- Em seguida, peguem a caixa com o nome “Sabedoria”, entreguem para um aluno. Peçam para que ele fique em pé diante da turma.

- Depois, peçam para outro aluno ler Tg 1.5: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada”.

- Quando o aluno estiver lendo a parte do versículo “...peça a Deus...”, apontem para o aluno que está com a caixa.

Aguardem que os alunos peçam sabedoria, o aluno que está com caixa deve distribuir “sabedoria” apenas para quem pediu. Se ninguém percebeu que deve pedir, o versículo deve ser lido novamente, até que pelo menos alguns peçam.

- Falem: Salomão fez um pedido sábio, vocês também!

- Depois, os alunos devem abrir o envelope e ler seu conteúdo:

“Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia”. Tiago 3:17

- Depois, escrevam no quadro as 08 características da sabedoria que Deus nos concede. Vocês devem escrever à medida que os alunos citarem cada uma delas.

- Para finalizar, falem: É sobre a verdadeira sabedoria que tem origem em Deus, está associada ao temor do Senhor e é uma dádiva divina, que vamos estudar na aula de hoje.

Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Subsídio Lição 8 - A teologia de Zofar: o justo não passa por tribulação?

 


 

INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo do livro de Jó, analisaremos os discursos de Zofar. - Para Zofar, Deus é distante e não se preocupa em fazer companhia ao homem. 

I – QUEM FOI ZOFAR 

- Zofar, o terceiro amigo de Jó, fez apenas dois discursos, nos quais volta a se utilizar dos argumentos relativos ao dogma da retribuição. 

- Mas, em seu discurso, com maior ênfase do que nos discursos de seus amigos, notamos a presença do que viria a ser conhecido como "deísmo", a crença num Deus distante e que não se preocupa em fazer companhia ao homem. 

- Ao estudarmos os dois discursos de Zofar, veremos que este amigo de Jó enfatiza a supremacia divina, que é um dos pontos que Jó empregara para rebater as acusações e argumentos de Elifaz e de Bildade. 

- Porém, nesta ideia de supremacia divina estava embutida uma noção de que Deus está distante do homem, o que será vigorosamente combatido por Jó, que, como ninguém em seu tempo, desfrutava de uma profunda intimidade com o Todo-poderoso. 

- Zofar é o terceiro amigo de Jó, provavelmente, o mais novo dos três que são mencionados em Jó 2:11. A Bíblia diz-nos que ele era natural de Naamá, região que é identificada como sendo um dos pequenos reinos que havia, na época, no território da atual Arábia Saudita. 

- Fez apenas dois discursos, nos quais notamos a mesma ideia de que o sofrimento advém do pecado. Entretanto, em seu discurso, notamos (mais pronunciado em Zofar mas presente também nos discursos de Elifaz e de Bildade) a noção de um Deus distante, muito superior aos homens, que não intervém na vida humana. Esta é a base da doutrina denominada pelos teólogos de "deísmo", um dos perigos para a saúde doutrinária da Igreja. 

- O significado do nome de Zofar é objeto de polêmica entre os estudiosos da Bíblia. Gregório Magno1 , um dos mais antigos comentaristas do livro de Jó, entende que seu nome significa "destruição da torre de vigia", 1 Gregório Magno (540-604). Nascido em uma rica família de senadores em Roma, foi prefeito da cidade com apenas 30 anos de idade, quando abandonou a vida pública e se tornou monge. Aproveitado pelo bispo romano Pelágio II, acabou se tornando o seu sucessor em 590. Antes, em 585, escreveu "Magna Moralia", um dos mais antigos comentários cristãos do livro de Jó.  


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Dinâmica Lição 08: A Teologia de Zofar: O Justo não Passa por Tribulação?

 

Dinâmica: No mundo tereis aflições

Objetivo: Refletir sobre as atitudes para vencer os obstáculos, os problemas e aflições.

Material: ½ folha de papel ofício e caneta para cada aluno.

Procedimento:

– Entreguem ½ folha de papel ofício para cada aluno.

– Solicitem que cada aluno desenhe uma figura humana grande e outra pequena, que representarão um gigante e ele(o aluno) respectivamente.

– Peçam para que o aluno reflita sobre qual o “gigante” que está perturbando sua vida, isto é, aquilo que está causando dor, sofrimento etc.

– Leiam: I Sm 17. 23,24,37,40,41,42,48,49.                                                  

– Solicitem que desenhe 05 pedras ao lado da figura pequena, que representarão as atitudes que ele dever ter para vencer o gigante(o problema, a dificuldade).

Por exemplo: paz, confiança em Deus, oração, jejum, fé, persistência, conselho etc.

– Para concluir, leiam:

“Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas”(Salmo 34.19).

“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”(João 16:33).

Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

 

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Aula em slide LIÇÃO Nº 7 – A TEOLOGIA DE BILDADE: SE HÁ SOFRIMENTO, HÁ PECADO OCULTO?

 


Subsídio Lição 7 - A teologia de Bildade: se há sofrimento, há pecado oculto?

 

 

INTRODUÇÃO 

- Na sequência do estudo do livro de Jó, analisaremos a teologia de Bildade. - Para Bildade, Jó deixara de ter prosperidade material porque havia pecado. 

I – QUEM FOI BILDADE - Na sequência dos discursos dos amigos de Jó, encontramos a argumentação de Bildade, o suíta, cuja teologia, não muito diversa da de Elifaz, é enfática em afirmar que Jó deixara de ter prosperidade material porque havia pecado. 

- Aos justos, ensinava Bildade, Deus não faz outra coisa senão cumular-lhe de bens e de riquezas. Como verificamos, pois, este pensamento que é apresentado, nos nossos dias, como uma "moderna interpretação", resultado da "plenitude dos tempos", é um antigo e surrado pensamento distorcido sobre Deus, pensamento este, aliás, que o Senhor disse não lhe ser agradável (Jó 42:8). 

- Não há, certamente, ensinamento falso mais disseminado no meio evangélico nos nossos dias do que o da chamada "teologia da prosperidade", doutrina esta que tem subvertido a saúde doutrinário-espiritual do povo de Deus. Ao estudarmos o livro de Jó, veremos que esta linha de pensamento não é sequer uma "inovação", pois já se encontrava presente nos argumentos dos amigos de Jó, em especial, de Bildade, que, em seus três discursos, não se cansa de dizer que os males que vieram de encontro a Jó eram consequências de seus pecados. - No estudo desta lição, que possamos nos desvencilhar das armadilhas e sofismas trazidos pela "teologia da prosperidade", lembrando-nos, sempre, que a pior espécie de homens que existe sobre a face da Terra é a dos que, conhecendo ao Senhor Jesus, buscam-no única e exclusivamente para coisas desta vida (Cf. I Co.15:19). Que Deus nos guarde de pertencermos a este triste grupo e que, sobretudo, possamos conscientizar nossos irmãos em Cristo que estão embaraçados com estes falsos ensinos, salvando alguns e "arrebatando-os do fogo" (Cf. Jd.23)! 

- Após a resposta de Jó ao seu amigo Elifaz, quem toma a palavra é Bildade, provavelmente o segundo mais idoso dos amigos de Jó, que seria um "suíta", ou seja, um natural de Suá, região cuja localização é incerta. 

- Entendem alguns estudiosos que Suá deveria ser um reino da região do Oriente Médio, não muito longe de Uz. Não devemos confundir este Suá com um dos filhos que Abraão teve com Quetura (Gn.25:2), pois, como vimos, quando muito o patriarca Jó era contemporâneo de Abraão e, deste modo, não poderia ter como um amigo alguém que fosse descendente de gerações de um filho de Abraão.  


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Dinâmica Lição 07: A Teologia de Bildade: Se Há Sofrimento, Há Pecado Oculto?

 

Dinâmica: Eu sei que meu redentor vive

Objetivos:

Contextualizar a afirmação de Jó “Eu sei que meu redentor vive” com a vida dos alunos, enfatizando a necessidade do justo mediador, que defende a causa do cristão.

Exemplificar e estudar sobre o eficiente mediador, Jesus que nos religou a Deus, justificando e intercedendo pelos que se chegam a Ele.

Material:

01 giz branco

01 pano úmido

01 telefone com fio

Nome digitado: DEUS

Procedimento:

- Utilizando um giz, desenhem no piso um círculo grande.

- Peçam para que todos os alunos entrem neste círculo.

- Entreguem para um dos alunos o nome DEUS e para outro aluno um telefone com fio.

- Pequem o telefone, tirando do gancho e falem: A comunicação de Deus com o homem e vice-versa acontecia de forma perfeita. Mas, o homem pecou, desobedecendo a Deus e a comunicação foi cortada.

Nesse momento, retirem o fio do telefone e peçam para que todos os alunos saiam do círculo, demonstrando afastamento de Deus. Somente o aluno que tem o nome “Deus” permanecerá no círculo.

- Façam outro círculo com giz, separado do círculo anterior.

- Peçam para que todos os alunos entrem neste novo círculo.

- Falem: O homem ficou distanciado de Deus, mas o amor divino pela humanidade era tão grande, que providenciou uma ponte de ligação entre Ele e os homens, enviando Jesus como Salvador e Mediador dos homens, demonstrando que Deus se importa com suas criaturas.

O abismo de separação entre a criatura e o Criador foi solucionado pelo mediador, Jesus, justo e santo.

Depois leiam:

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”(1 Timóteo 2:5).

- Nesse momento, façam dois traços, simulando uma ponte, unindo os dois círculos, e escrevam o nome JESUS.

- Falem: Desta forma, a comunicação foi restabelecida.

- Em seguida, coloquem o fio do telefone, antes retirado.

- Falem: Estando ligados em Deus, temos um redentor, um defensor para nos justificar dos pecados e das acusações.

Neste momento, mencionem a afirmação de Jó “Eu sei que meu redentor vive”(Jó 19. 25) e enfatizem a necessidade do justo mediador, que defende a causa do cristão.

“Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus”(Romanos 3:24).

“Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”(Romanos 8:1).

Observação: É interessante limpar o piso, para isto utilizem um pano úmido.

Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Subsídio Lição 6 - A teologia de Elifaz: só os pecadores sofrem?

 


 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo do livro de Jó, analisaremos os discursos de Elifaz.


- Para Elifaz, as bênçãos são resultado dos méritos humanos.


I – QUEM FOI ELIFAZ
- Após ter quebrado o silêncio com sua queixa, o patriarca Jó trouxe coragem aos seus amigos para que manifestassem seu parecer a respeito de todos aqueles fatos que haviam ocorrido em sua vida.


- O primeiro a apresentar seu discurso era Elifaz, segundo o qual as bênçãos divinas são resultado dos méritos humanos, velha teologia que tem ainda encantado a muitos até hoje, mesmo entre os crentes.


- Elifaz foi o primeiro a fazer uso da palavra, talvez porque fosse o mais idoso entre os amigos de Jó. A Bíblia diz que era de Temã, localidade identificada como uma região no sul da Palestina, um centro nas rotas comerciais daquele tempo.


- Sua autoridade em assuntos espirituais é constantemente invocada por ele e seu discurso parece reproduzir o discurso dos grandes líderes e estudiosos religiosos dos nossos dias, cuja "infalibilidade" é considerada suficiente para que suas ideias sejam consideradas como verdadeiras.


- Elifaz, basicamente, traz uma ideia tão simples e encantadora quanto enganosa: Deus abençoa os que agem corretamente e lança males sobre os pecadores. Assim, Deus estabelece com o homem um relacionamento mercantil: Deus abençoa quem faz o bem e lança males sobre quem faz o mal. Tal pensamento, porém, será rejeitado pelo patriarca que, cônscio de sua inocência, não pode aceitar uma simplificação como a que se fez.


- Como vimos, Elifaz era natural de Temã, localidade que tem sido identificada como uma região ao sul da Palestina, que viria a ser ocupada pelos edomitas, descendentes de Esaú. Seu nome significa "Deus é forte" ou "Deus é vitorioso" e isto revela a própria formação de Elifaz, desde o lar de seus pais, na idéia de um Deus que governaria todo o universo. Elifaz, portanto, era um homem com larga experiência de vida no tocante aos assuntos religiosos. Sua vida é uma demonstração de que não basta ser um grande teórico sobre Deus para conhecê-l’O. Apesar de todo seu conhecimento, Elifaz dirá o que não agrada a Deus (Cf. Jó 42:8).

- Entretanto, pelo que podemos perceber, Elifaz era um homem versado nos assuntos de Deus (a "teologia"), mas era, sobretudo, um pensador, um teórico, que bem conhecia os princípios e valores nos quais acreditava, mas que não podia apresentar senão argumentos, argumentos que procuravam explicar os fatos que haviam se desenvolvido com Jó.


- Contra esta teoria, o patriarca apresentaria uma prática, ou seja, uma vida de experiência e comunhão com Deus. Elifaz era teórico, era um intelectual versado em Deus, mas é muito mais importante sermos um filho de Deus, alguém que está vivendo em Cristo e não somente que tenha conhecimento intelectual de Deus. Elifaz pode ser comparado a Nicodemos que, apesar de ser "o príncipe dos judeus", tinha necessidade de "nascer de novo", como nos indicou, claramente, Jesus (Jo.3).


- Elifaz toma a palavra, após a queixa de Jó, tendo em vista a declaração de inocência que o patriarca havia proferido. É interessante observar que havia um silêncio e os amigos de Jó não tinham coragem alguma para falar (Jó 2:11-13) e só vieram a fazer uso da palavra depois que Jó abriu a sua boca.


- Em momentos de crise, muitas vezes, é tempo de ficarmos calados, pois Deus conversa no silêncio e conosco, como, v.g., ocorreu com Moisés (Ex.3:1-5), sendo medida salutar que é proclamada pelo salmista (Sl.46:10). Ao falarmos, acabamos abrindo a oportunidade para que outros falem a respeito do plano de Deus para nossas vidas, sendo que isto é assunto que deve envolver somente a nós e a Deus e não terceiros, que acabarão por falar o que não é correto nem agradável a Deus (Jó 42:8).

 

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Dinâmica Lição 06: A Teologia de Elifaz: Só os Pecadores Sofrem?

 
 

Dinâmica: Deus cuida de mim!

Objetivos:

Confirmar a transcendência divina, o cuidado de Deus para com a criação o relacionamento com suas criaturas.

Rebater o pensamento de Elifaz(amigo de Jó), que Deus não se importa com as criaturas.

Oportunizar momentos de socialização das bênçãos recebidas e agradecimento a Deus.

Material:

Harpa Cristã(hino no. 564)

Procedimento:

- Organizem os alunos em círculo para uma roda de conversa.

- Em seguida, cantem ou falem, conjuntamente, a 1ª estrofe e o estribilho do hino da Harpa Cristã no. 564:

“Se da vida as vagas procelosas são,

Se, com desalento, julgas tudo vão,

Conta as muitas bênçãos, dize-as duma vez,

E verás, surpreso, quanto Deus já fez!

Conta as bênçãos! Dize-as quantas são,

Recebidas da divina mão!

Vem dizê-las, todas duma vez,

E verás, surpreso, quanto Deus já fez!”

- Agora, peçam para que alguns alunos contem uma bênção, de forma objetiva.

O aluno deve começar falando “Deus cuida de mim, porque...”

- Estipulem no máximo 10 minutos para isto.

O relato das bênçãos recebidas revela e confirma que Deus é transcendente,  está acima da criação, mas cuida de suas criaturas e se relaciona com elas.

- Leiam, Salmo 40.05: “Muitas são, Senhor meu Deus, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti: eu quisera anunciá-los e manifestá-los, mas são mais do que se podem contar”.

Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/