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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Subsídio Lição 09: O reinado de Davi




INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, veremos a subida de Davi ao trono e o início de seu reinado.

- Davi consolidou a unidade israelita e praticamente deu a Israel os limites prometidos por Deus a Abraão.

I – DAVI TORNA-SE REI DE JUDÁ

- Na lição anterior, havíamos deixado Davi na sua cidade de Ziclague, que havia ganhado de Áquis, rei de Gate, ainda sob os louros da vitória conquistada sobre os saqueadores, que haviam sido completamente derrotados (I Sm.30). Davi vencera o teste da oposição e da divisão de seus homens, conseguindo uni-los apesar de todas as dificuldades. Como dissemos naquela lição, ao conseguir unificar e pacificar os seus homens, Davi completou a sua formação como líder, pois teria, como rei, de unificar o povo de Israel, que ingressava numa profunda crise.

- Enquanto Davi perseguia os amalequitas e conseguia vencê-los e ganhar grande despojo como também recuperar não só seu patrimônio e familiares, como os de seus homens, ocorria a guerra entre israelitas e filisteus, aquela guerra que os filisteus não haviam permitido que Davi participasse ao lado do rei de Gate (I Sm.29:6-11).

- Enquanto Davi conseguia a união de seus homens e a vitória sobre os amalequitas, com grande despojo, Israel experimentava uma derrota acachapante. Saul, completamente desorientado, ao perceber que Deus não mais falava com ele, aprofundou-se ainda mais em sua impiedade e foi consultar uma feiticeira, numa verdadeira “sessão espírita”, que é descrita em I Sm.28, texto bíblico que, bem ao contrário do que fazem os espiritualistas, que nele buscam apoio para a invocação de mortos, é a cabal demonstração de que tal atitude é abominável aos olhos do Senhor, só pode ser praticada por quem não agrada a Deus e que, além de tudo, é um ambiente onde, apesar das manifestações sobrenaturais, só há mentira e, quando muito, repetição de palavras que o diabo e seus anjos conhecem por meio de profecias anteriormente divulgadas pelos homens de Deus.

- O fato é que, enquanto Davi tinha acesso ao Senhor, era dirigido por Deus e, apesar das dificuldades, saíase vitorioso, Saul, sem a direção de Deus, tendo consultado espíritos malignos, era completamente derrotado na montanha de Gilboa. Os filisteus, depois de muito tempo, obtinham uma grande vitória sobre Israel, tornando a ocupar parte do território israelita (I Sm.31:7).

- Como se não bastasse a grande vitória filisteia, tanto Saul quanto Jônatas foram mortos na batalha. Saul, temeroso e demonstrando uma covardia muito grande, pediu a seu pajem de armas que o matasse antes que caísse nas mãos dos flecheiros. Ante a recusa do pajem de armas, o próprio Saul tomou a espada e se lançou sobre ela, suicidando-se (I Sm.31:4), se bem que o golpe que se deu não foi suficiente para matá-lo de uma só vez, tendo, no mínimo, o “serviço” sido completado por um amalequita que por ali passava (II Sm.1:9,10), se é que o amalequita falou a verdade a Davi.


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Dinâmica Lição 09: O reinado de Davi



Dinâmica: Promessa de Deus

Objetivos:
Refletir sobre o cumprimento das promessas divinas.
Renovar a esperança e a fé nas promessas de Deus.
Entender que o reinado de Davi pautado numa promessa de Deus.

Material:
01 folha de papel ofício dividida ao meio por um traço e caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Perguntem o que significa a palavra “Promessa”.
Segundo o Dicionário Michaelis é “1. Ato ou efeito de prometer. 2 Declaração pela qual alguém se obriga, pela fidelidade e pela justiça, a fazer ou deixar de fazer alguma coisa”. Há outros significados.
- Falem acerca da importância do cumprimento das promessas a nível terreno. Também reflitam sobre do incômodo causado quando há falhas nas promessas e o estado de felicidade promovido por uma promessa cumprida.
Vocês já passaram por alguma dessas situações?
Vocês ocasionaram ou foram vítima?
- Agora, afirmem: O ser humano é falho, mas Deus não falha em suas promessas.
Leiam Nm 23.19: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?”
- Falem:
Vocês têm esperado por muito tempo por uma ou mais promessas divinas para sua vida?
Vocês encontram-se desencorajados? Sem fé? Sem forças? Calma!
Lembrem-se do que Deus já fez por vocês!
- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno divida ao meio por um traço.
- Solicitem aos alunos que escrevam do lado esquerdo as promessas que ainda não foram cumpridas.
- Falem: Lembrem-se do que Deus já fez por você! Façam do lado direito da folha, uma lista das situações que Ele cuidou e providenciou socorro para você! Observem o quanto Deus já fez por vocês. Firmem-se em Suas promessas!
- Concluam, lendo:
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia...”(2 Pedro 3:9a).
“Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”(Salmo 125:1).


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Subsídio Lição 8 - O exílio de Davi




INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, estudaremos hoje o antagonismo entre Saul e Davi. 

- O antagonismo entre Davi e Saul prefigura a luta que os salvos empreendem neste mundo. 

I – O CRESCIMENTO DE DAVI NA CORTE DE SAUL

- A vitória sobre Golias foi um divisor de águas na vida de Davi. Embora o rei Saul não tivesse cumprido a promessa de lhe dar a sua filha em casamento (I Sm.17:25; 18:19), fez de Davi um dos comandantes do exército de Israel (I Sm.18:5) e nasce, então, o guerreiro, o maior de todos os conquistadores da história de Israel. A vinculação de Davi com a guerra foi tanta que o próprio Deus não permitiu que Davi construísse o templo, precisamente para impedir que a ideia do sangue e da guerra fossem associadas ao nome do Senhor, que é o Deus da paz (I Cr.22:8). 

- Abner, o comandante do exército de Saul, trouxe Davi, após a vitória sobre o gigante, à presença do rei, tendo o jovem Davi trazido a cabeça do filisteu (I Sm.17:57). Saul perguntou ao jovem de quem era ele filho, tendo Davi dito que era filho de Jessé, o belemita (I Sm.17:58). Esta expressão bíblica, como dissemos na lição anterior, mostra que, apesar de Davi frequentar já a corte de Saul, periodicamente, a fim de expulsar o espírito maligno da presença de Saul e ser seu pajem de armas, não o fazia relevante na corte real, sendo mais um dos muitos serviçais que eram convocados pelo rei, dentro das leis vigentes quanto ao reino, estatuídas quando do estabelecimento da monarquia (I Sm.8:11-21), que ainda era incipiente e não possuía nenhuma infraestrutura burocrática, até porque nem capital Israel tinha naquela época. 

- Com a vitória sobre o gigante, porém, a situação mudava de figura. Davi se destacara e se tornara um verdadeiro “campeão” dos israelitas, de tal maneira que o rei Saul não mais deixou que retornasse para a casa de seu pai, requisitando seus serviços em caráter permanente (I Sm.18:2). 

- Assim que Davi foi levado ao rei Saul e determinado que se mantivesse servindo na corte, a Bíblia dá-nos conhecimento de que surgiu uma amizade à primeira vista entre Davi e Jônatas, filho de Saul, outro valoroso guerreiro de Israel e que, em teoria, era o herdeiro do trono.  

- Jônatas, cujo nome significa “Deus nos deu” ou “dado por Deus”, era o filho primogênito de Saul (I Cr.9:39) e, como tal, naturalmente era o herdeiro da coroa de Israel. Como se não bastasse isso, tratava-se de um valoroso guerreiro, que tinha sido o principal responsável pela vitória de Israel sobre os filisteus na primeira guerra que havia ocorrido entre estes povos sob o reinado de Saul, vitória este que fez com que Jônatas se tornasse extremamente popular entre os soldados, a ponto de ter o exército se voltado contra o próprio Saul quando este, por um voto atrevido, condenou seu próprio filho à morte (I Sm.14). 

- Assim como ocorrera com o mancebo que havia anunciado a Saul a respeito de Davi quando o rei estava a procurar alguém que o pudesse livrar do mau espírito que o afligia, Jônatas, também, que a Bíblia indica ter sido um homem fiel e temente a Deus, viu em Davi, logo no primeiro instante, um jovem que era valente, 


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Dinâmica Lição 08: O exílio de Davi


Dinâmica: No Deserto

Objetivo: Refletir sobre as dificuldades que enfrentamos no deserto da vida, mas com a confiança de que Deus é soberano e provedor.

Material:
01 saco ou 01 caixa, que caiba os objetos abaixo relacionados:
Uma bússola, uma vela, fósforo ou lanterna
Uma Bíblia
Uma borracha
Um sachê de chá de camomila ou erva-doce
Um clip
Uma liga(elástico)
Um bandaid
Uma bala
Uma peça de um quebra-cabeça
Uma cópia da oração do Pai Nosso
Um relógio

Procedimento:
- Falem: Há momentos na vida que temos certeza de que estamos no deserto, sofrendo com a aridez da situação que pode ser material e/ou espiritual.
- Perguntem: O que pode causar a nossa permanência temporária no deserto da vida?
Observem as respostas dos alunos.
- Falem: Precisamos de alguns objetos e realizar ações para que a nossa sobrevivência neste deserto seja amenizada ou garantida.
- Agora, falem: Aqui está um kit de sobrevivência para quem está nesta situação.
Então, comecem a retirar, do saco ou caixa, os objetos e falem sobre a finalidade de cada um:
Uma bússola, uma vela, fósforo ou lanterna: para indicar e mostrar o caminho para sair da situação.
Uma Bíblia: Para fortalecimento da nossa fé e confiança em Deus, útil para o ensino, repreensão e correção.
Uma borracha: para apagar as ações negativas e perdoar
Um sachê de chá de camomila ou erva-doce: Para relaxar e esperar com paciência e esperança
Um clip: Para juntar as experiências
Uma liga(elástico):  Para se lembrar de ser flexível e adaptar-se a situação
Um bandaid: Para curar as mágoas, as feridas
Uma bala: Para adoçar a difícil situação
Uma peça de um quebra-cabeça: Para lembrar que você não está sozinho. Você tem a família e amigos.
Uma cópia da oração do Pai Nosso: Para lembrar que a oração do justo muito pode em seus efeitos.
Um relógio: Para lembrar que Deus é soberano, que o tempo lhe pertence e que devemos persistir em oração.
- Depois, perguntem: Vocês indicariam outros objetos para compor este Kit?
Aguardem as respostas. Escrevam num papel e coloquem no saco ou caixa.
- Depois, falem: Quem está passando por um período difícil, como estiagem ou seca ou no deserto, precisa que haja uma solução – a chuva.
- Leiam I Rs 18.41 “Então disse Elias a Acabe: Sobe, come e bebe, porque há um ruído de uma grande chuva”

Ideia original do uso de um kit de sobrevivência desconhecida.


Elaboração da versão deste kit com suas finalidades e da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Subsídio Lição 7 - Davi é ungido rei




INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, estudaremos a respeito da escolha de Davi por Deus para ser o novo rei de Israel.

- Davi era o homem segundo o coração de Deus escolhido pelo Senhor para reinar sobre Israel.

I – A ESCOLHA DE DAVI COMO REI DE ISRAEL

- O rei Saul apresentara-se como um rebelde contra o Senhor e, diante disso, não poderia mais continuar reinando sobre Israel, sob pena de levar todo o povo à perdição. Espiritualmente, pois, o reino caminhava muito mal e Deus já revelara ao seu profeta, Samuel, o desejo de escolher um outro rei, que fizesse a Sua vontade. Ciente desta disposição e estando afeiçoado a Saul, Samuel começou a interceder pelo rei, a fim de que Deus pudesse modificar a sua triste sorte (I Sm.16:1).

- Estes fatos mostram-nos como devemos ter muito cuidado na obra do Senhor. Assim como Deus queria o bem-estar espiritual de Seu povo e isto não era possível com Saul à frente, diante de seu espírito rebelde, do mesmo modo, nos dias hodiernos, Deus também não tem prazer em ver “capitães” rebeldes à frente da Igreja do Senhor. Não é por outro motivo, aliás, que o apóstolo Paulo diz que os que presidem devem fazê-lo com muito cuidado (Rm.12:8), pois o Senhor a tudo observa e não admite que rebeldes fiquem à frente de Seu povo.

- Em resposta à oração intercessória de Samuel, o Senhor lhe manda até a casa de Jessé, em Belém de Judá, pois ali Se tinha provido de um rei entre os filhos de Jessé. Samuel, numa lição que nos dá, ao saber qual tinha sido a resposta de Deus a seus pedidos por Saul, prontamente obedeceu, não ficou insistindo nem teimando. Que possamos todos, ao receber de Deus uma resposta a nossas súplicas, conformarmo-nos à Sua vontade, pois não se ganha coisa alguma em contender contra o Senhor.

- Samuel, porém, sabia que Saul era um rei duro e impiedoso. Ao receber a ordem divina para ungir a um dos filhos de Jessé, o profeta, que desfrutava de intimidade com Deus, temeu por sua vida, pois sabia que Saul não hesitaria em mandar matá-lo, caso soubesse que ele havia ungido outrem para reinar sobre Israel. O Senhor, então, dá-lhe uma estratégia, qual seja, a de fosse realizar um sacrifício pacífico em Belém e que convidasse a Jessé e a sua família e, após o sacrifício, quando estivessem todos para comer a refeição, Deus indicaria quem deveria ser ungido (I Sm.16:2,3).

- Vemos como Deus trabalha. O receio de Samuel era justificado. Saul já dera mostra de sua impulsividade e de seu caráter violento, o que muito explicava a sua rebeldia contra o Senhor. No entanto, Deus não Se irou contra Samuel nem viu nesta atitude do profeta uma recusa a realizar a Sua vontade. Prontamente, deu-lhe uma estratégia em que a ordem divina seria prontamente cumprida e o risco de perseguição por parte de Saul senão completamente, sensivelmente diminuído.

- O mesmo hoje ainda acontece. Devemos levar ao Senhor as nossas dúvidas e dificuldades quando somos convocados para o Senhor para realizarmos alguma obra. O que não podemos é desprezar as reais


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Bons estudos.








Dinâmica Lição 07: Davi é ungido rei



Dinâmica: Vencendo o Gigante

Objetivos:
Contextualizar o tema de vencer desafios como fez Davi diante de Golias com a vida dos alunos.
Refletir sobre as condições para vencer os obstáculos, os problemas e aflições.

Material: ½ folha de papel ofício e caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Entreguem ½ folha de papel ofício para cada aluno.
- Solicitem que cada aluno desenhe uma figura humana grande e outra pequena, que representarão um gigante e ele(o aluno) respectivamente.
- Peçam para que o aluno reflita sobre qual o “gigante” que está perturbando sua vida, isto é, aquilo que está causando dor, sofrimento etc.
- Leiam: I Sm 17. 23,24,37,40,41,42,48,49.                                                  
- Solicitem que desenhe 05 pedras ao lado da figura pequena, que representarão as atitudes que ele dever ter para vencer o gigante(o problema, a dificuldade).
Por exemplo: paz, confiança em Deus, oração, jejum, conselho etc.
- Para concluir, leiam Salmo 34.19 e João 16.33.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 6 – A REBELDIA DE SAUL E A REJEIÇÃO DE DEUS




INTRODUÇÃO 

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, veremos a rebeldia de Saul e a consequente rejeição de Deus.

- Saul é o tipo daquele que apostatou da fé.

I – O BOM COMEÇO DO REINADO DE SAUL

- Terminamos a lição anterior com a confirmação de Saul como rei de Israel diante do povo. Embora escolhido por Deus, Saul teve o consentimento popular por causa de seus dotes físicos.

- No entanto, Saul era um novo homem, havia tido mudança de coração por parte do Senhor e recebera o Espírito Santo (I Sm.10:9), tanto assim que o texto bíblico faz questão de dizer que recebeu a companhia dos homens de guerra que tinham sido tocados por Deus para acompanhá-lo a Gibeá (I Sm.10:26), enquanto que aqueles que o tinham desprezado são chamados de filhos de Belial (I Sm.10:27). 

- Temos aqui uma belíssima figura daquele que é salvo por Jesus Cristo, que tem um encontro com o Senhor e responde favoravelmente ao chamado divino para a salvação. Assim como Saul, aquele que recebe a Cristo como Senhor e Salvador é mudado em um novo homem, nasce de novo (Jo.3:3; II Co.5:17) e passa a ser habitação do Espírito Santo (Jo.7:38,39; 14:17; Rm.8:9), ainda que, sabemos todos, Saul não era habitação do Espírito Santo, já que ainda estávamos no tempo da lei, mas tinha sido visitado pelo Espírito e, por ter sido ungido como rei, teria sempre a possibilidade de receber tal visitação quando fosse necessário.

- Notamos, portanto, que, da parte de Deus, nada havia faltado para bem capacitar espiritualmente o primeiro rei de Israel. Saul era um ungido de Deus, havia sido escolhido por Ele para reinar sobre os israelitas e tinha todas as condições para bem realizar a sua missão. Observemos que até de um exército foi Ele provido pelo Senhor, não tendo qualquer necessidade de convocar o povo e fazer valer sua autoridade para a formação desta força armada.

- Estava Saul tranquilamente em sua cidade, Gibeá, quando o rei amonita Naás resolve guerrear contra a cidade de Jabes-Gileade, cidade pertencente à tribo de Gade. Cercada, os habitantes de Jabes-Gileade resolveram se entregar a Naás, mas o rei amonita não aceitou a oferta, mostrando que desejava, mesmo, a destruição daqueles israelitas.

- Diante desta posição, os habitantes de Jabes-Gileade pediram um prazo de sete dias aos amonitas e foram pedir socorro aos seus compatriotas, tendo chegado alguns mensageiros a Gibeá e, quando o povo soube desta notícia, lamentou e chorou.

- Saul, que estava no campo, ao saber da notícia, recebeu nova visitação do Espírito Santo, tomou um par de bois e os cortou em pedaços e os enviou a todos os termos de Israel pelas mãos de mensageiros, convocando o povo à guerra e dizendo, ainda, que quem não saísse atrás dele, Saul, e de Samuel, assim se faria aos seus bois, o que causou o temor do Senhor sobre todo o povo que saiu como um só homem: 300 mil de Israel e 30 mil de Judá (I Sm.11:1-8).


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Dinâmica Lição 06: A Rebeldia de Saul e a rejeição de Deus


Dinâmica: Jesus, Rei dos reis

Objetivos:
Oportunizar estudo sobre a mensagem do Reino de Deus, a forma de ingresso e permanência nele.
Relacionar Saul(que teve o reino rejeitado) com Jesus(que embora tenha sido rejeitado pelos seus), nós o aceitamos e é o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Material:
01 coroa

Procedimento:
- Leiam os versículos abaixo(João 18:36,37):
“Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.
Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz”.
- Perguntem: Qual a forma de ingresso para o Reino de Deus?
- Aguardem as respostas.
- Resuma as respostas com a leitura de Jo 3. 3: “Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus”. 
Então, digam este é o passaporte para a entrada no Reino de Deus.
- Acrescentem que a mensagem do reino proclama o arrependimento (Mc 1.15):
”... O tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho”.
- Falem: Ingressamos no Reino de Deus, quando cremos no evangelho e nos arrependemos dos nossos pecados.
- Peçam para que 02 alunos(as) falem sobre sua conversão. Ao relatar, o aluno segura a coroa e diz: Ingressei no reino de Deus no ano tal e foi assim...
Ao término, ele diz: Jesus é o meu Rei eterno.
- Falem que o visto de permanência no Reino de Deus ocorre com a observância dos princípios deste reino.
- Leiam com os alunos as bem-aventuranças (Mt 5.3 a 11) de forma compartilhada, para dinamizar a leitura.
- Leiam também Gl 5. 22. Falem também que no Fruto do Espírito, encontramos outros valores para serem exercitados pelos integrantes do reino.
- Para concluir, falem da necessidade da divulgação da mensagem do Reino de Deus para que outros sejam resgatados do reino das trevas.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/