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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Pb. Marcos Hipólito

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Subsídio Lição 2 - O livro de Rute

 


INTRODUÇÃO


- Iniciando o estudo dos “dois livros femininos” da Bíblia Sagrada, começaremos pelo livro de Rute.
- O livro de Rute comprova a providência divina no estabelecimento da família do Messias


I - VISÃO PANORÂMICA DO LIVRO DE RUTE


- Conforme vimos na lição introdutória, neste trimestre teremos um trimestre bíblico, em que estudaremos dois livros das Escrituras, os dois “livros femininos”, já que são livros cujo título é de uma mulher, mulheres que são as protagonistas das narrativas de ambos os livros, que são os livros de Rute e de Ester.
- Estes dois livros, além de pertencerem ambos ao Antigo Testamento, estando, por isso mesmo, relacionados diretamente com a história do povo de Israel, a propriedade peculiar de Deus dentre todos os povos (Ex.19:5), para que, por meio dele, viesse o Salvador da humanidade (Jo.4:22), são do grupo dos chamados “livros históricos”, ou seja, livros cujo objetivo é narrar fatos, acontecimentos que expliquem a convivência entre o Senhor e a nação que formou para ser Seu reino sacerdotal e povo santo (Ex.19:6).
- O objetivo do trimestre é mostrar, através destes dois livros, o governo de Deus sobre o mundo e o Seu cuidado para com a família, dando-nos uma clara visão de que o Senhor fez do homem um ser social para que, com base na família, formasse uma sociedade, ou sociedades onde o nome do Senhor fosse glorificado.
- O primeiro destes dois livros a ser estudado é o livro de Rute, não só por uma questão cronológica, mas também pelo fato de o objeto da narrativa é a formação da família que seria a família real de Israel, a casa de Davi, a família escolhida por Deus não só para governar o Seu povo, uma vez escolhida pelos israelitas a monarquia como forma de governo, mas também para dela vir o Messias, que forçosamente tinha de ser da linhagem real de Israel.
- Assim, além do aspecto cronológico, temos que Rute mostra como é a partir da família que se pode estruturar uma sociedade e que temos de ter uma família temente a Deus para que venhamos a ter uma sociedade temente a Deus.
- Não é por outro motivo que, ao longo da história da humanidade, o inimigo de nossas almas tem se esforçado para destruir a família e, deste modo, cumprir o seu desiderato homicida desde o princípio (Jo.8:44)

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Dinâmica Lição 02: O Livro de Rute

 

 

Dinâmica: Rute – conhecendo o livro

Objetivo: Introduzir o estudo sobre o livro de Rute

Material:

Bíblia dos alunos

01 quadro branco

01 marcador de quadro branco

Procedimento:

- Organizem os alunos em círculo.

- Falem: Na aula de hoje, vamos estudar sobre 01 livro da Bíblia – O livro de Rute.

- Coloquem no quadro a palavra RUTE.

- Peçam para os alunos abrirem a Bíblia no índice do Antigo Testamento e procurem o livro de RUTE.

- Falem que este livro faz parte de um conjunto de 12 livros chamados Históricos, que começa com o livro de Josué e termina com Ester.

Orientem para que os alunos observem os nomes dos demais livros Históricos.

Falem que os livros de Rute e Ester, estudados neste trimestre, são os únicos livros da Bíblia que têm nomes de personagens femininas.

- Agora, solicitem que os alunos abram a Bíblia no livro de Rute e perguntem:

Do que trata o livro de Rute?

Qual a mensagem do livro?

Qual o período da história de Israel em que passa o relato deste livro?

- Depois, peçam para que eles apontem um versículo que mais chamou atenção deles neste livro.

- Em seguida, falem que nesta lição vamos conhecer muito mais sobre o livro de Rute.

Por Sulamita Macedo.

fonte:  http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

sexta-feira, 5 de julho de 2024

Dinâmica Lição 01: Duas Importantes Mulheres na História de um Povo

 

 

Dinâmica: Elas em destaque

Objetivo: Introduzir o estudo sobre os livros de Ester e Rute.

Material:

Bíblia

01 quadro branco

01 marcador de quadro branco

Procedimento:

- Organizem os alunos em círculo.

- Perguntem: Quem são as mulheres importantes em sua vida?

Orientem para que os alunos falem, no máximo, 05 nomes e falem quem são elas, isto é, grau de parentesco, uma pessoa amiga etc.

Escutem atentamente o que os alunos falam.

Seria interessante que todos os alunos tivessem participação.

Estipulem um tempo para esta atividade. Tenham controle do tempo.

- Depois, falem: Acabamos de escutar os nomes de mulheres importantes na vida de vocês.

- Perguntem: E na Bíblia, que mulheres que se destacam?

Aguardem as respostas, escrevam no quadro branco os nomes apontados.

Espera-se que os alunos citem também o nome de Ester e Rute.

- Depois, falem: Destes nomes que vocês falaram, vamos estudar neste trimestre, sobre os livros de Ester e Rute. Vamos começar?

Por Sulamita Macedo.

fonte:  http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/


Subsídio Lição 1 - Duas importantes mulheres na história de um povo

 LIÇÃO 01 – Duas Importantes Mulheres na História de um Povo (SUBSÍDIOS) -  Subsídio EBD - ADULTOS E JOVENS

 

 INTRODUÇÃO


- Estudaremos neste trimestre letivo dois livros das Escrituras: Rute e Ester.
- Rute e Ester são duas mulheres que foram fundamentais para os desígnios divinos para com Israel.


I – A DIGNIDADE DA MULHER


- Uma das grandes mentiras que se espalham no mundo a respeito da Bíblia Sagrada é a que a apresenta como um livro “machista” e “misógino”, que desconsidera a figura da mulher, fruto de uma cultura “patriarcalista”. Nada mais enganoso, porém.
- Já no relato da criação, vemos como o Senhor teve o mesmo cuidado e zelo para criar tanto o homem quanto a mulher. Deus quis que o ser humano fosse sexuado e que, por meio da procriação, fosse partícipe da criação da humanidade com Ele sobre a face da Terra (Gn.1:26-28; 2:24).
- Deus cuidava de ambos independentemente do sexo de cada um, tratando-os igualmente embora fossem eles diferentes entre si, até pela forma da criação. À mulher, inclusive, destinou a maternidade, o ápice da feminilidade, tanto que a primeira mulher foi chamada de “Eva”, por ser, precisamente, a “mãe dos viventes” (Gn.3:20).
- A maternidade, inclusive, foi apresentada como o instrumento pelo qual a mulher se redimiria da queda que ocasionara à humanidade, pois o Salvador seria, sobretudo, a “semente da mulher” (Gn.3:15), ou seja, se por meio da mulher se trouxe o pecado aos seres humanos, também por meio de uma mulher viria o Salvador que nos traria de volta à comunhão com o Senhor (Gl.4:4).
- Não foi sem motivo, aliás, a alegria de Eva quando teve seu filho Caim (Gn.4:1), pois via como, tornando-se mãe, já se apresentava como instrumento para que o Senhor cumprisse a Sua promessa de salvação da raça humana.
- Tem-se, pois, nitidamente que, em momento algum nas Escrituras, há qualquer papel subalterno, desprezo ou menosprezo para com as mulheres, mas, pelo contrário, Deus sempre considerou o importante papel da mulher na história humana.
- Verdade é que o Senhor fez questão de mostrar à mulher os efeitos que ocorreriam por causa da queda. A escravidão do pecado traria para a mulher não só a multiplicação de dores na conceição, mas, também, uma inferiorização social diante dos homens, ou seja, o sistema gerado pelo pecado, o mundo, que jaz no maligno (I Jo.5:19) e que não tem o amor do Pai (I Jo.2:15-17), traz um peso de inferiorização, desigualdade e injustiça à mulher, algo que não é querido por Deus e nem mantido onde o Senhor passar a reinar.
- Notemos, aliás, que, por ocasião do dilúvio, foram salvos igual número de homens e de mulheres (Gn.8:18; I Pe.3:20).
- O Senhor, portanto, ao executar o Seu plano de salvação, mostra toda a Sua fidelidade e imutabilidade, tratando homens e mulheres igualmente, como também preservando as instituições que criou, a começar da família.

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terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Lição 8 - A Disciplina na Igreja (COM SLIDES E DINÂMICAS)

 


 

Subsídio Lição 8 - A disciplina na Igreja

 


INTRODUÇÃO


- Na continuidade do estudo da Eclesiologia, analisaremos hoje a disciplina na Igreja.
- Cabe à Igreja ministrar o remédio da disciplina para cura do cristão faltoso.


I – O QUE É DISCIPLINA


- A palavra “disciplina” vem da palavra latina “disciplina” cujo significado é “ação de se instruir, educação, ciência, ordem, sistema, princípios de moral”. Está ligada à palavra “discipulus”, cujo significado é “aluno”, “aprendiz”. Assim, já pela origem da palavra, vemos que “disciplina” é uma ação que deve ser aplicada a “alunos”, a “aprendizes”, aos “discípulos”. Ora, quando abrimos as Escrituras Sagradas, vemos que os servos de Jesus, durante o Seu ministério terreno, eram chamados de “discípulos”. Desta maneira, não há como dizer que a “disciplina” seja uma atividade alheia à Igreja, que nada mais é que o conjunto dos “discípulos” de Jesus.
- Quando vamos ao Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, verificamos que “disciplina” é “ensino e educação que um discípulo recebia do mestre; obediência às regras e aos superiores; “regulamento sobre a conduta dos diversos membros de uma coletividade, imposto ou aceito democraticamente, que tem por finalidade o bem-estar dos membros e o bom andamento dos trabalhos; ordem, bom comportamento; obediência a regras de cunho interior; firmeza, constância; castigo, penitência, mortificação”.
- Quando vamos ao texto sagrado, vemos que a palavra “disciplina” aparece tanto no Antigo como em o Novo Testamento, na Versão Almeida Revista e Corrigida. No Antigo Testamento, aparece apenas no capítulo 23 do livro de Provérbios (Pv.23:12,13,23), onde é tradução da palavra hebraica “muwcar” (ןםך ןםך ןםך ןםך מ מ מ מ ), cujo significado é “instrução, castigo, correção”.
- Já em o Novo Testamento, a palavra “disciplina” é utilizada em duas referências (Cl.2:23; Hb.12:8), sendo que, em Hb.12:8, é ela tradução de “paideia” (παιδεία), cujo significado é também de “instrução, correção, ensino”, tanto que é a mesma palavra que traduz o hebraico “muwcar” na versão grega do Antigo Testamento (Septuaginta).
OBS: Em Cl.2:23, a palavra “disciplina” é tradução de “afeidia” (αφειδία), cujo significado é “privação, severidade”, tanto que a Versão Almeida Revista e Atualizada preferiu alterar a expressão “disciplina do corpo” por “rigor ascético” e a Nova Versão Internacional, repetindo a Tradução Brasileira, por “severidade com o corpo”, o que demonstra que o significado é outro, nada tendo que ver com o que aqui está a se tratar. A Nova Tradução na Linguagem de Hoje traduziu a expressão por “modo duro de tratar o corpo” e a Versão do Pe. Antonio Pereira de Figueiredo por “mau tratamento do corpo”.

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Subsídio com Dinâmicas Lição 6 - Igreja: Organismo e Organização

 


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Subsídio Lição 6 - Igreja: Organismo e Organização

 


 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos a dupla dimensão da Igreja enquanto organismo e organização.
- A Igreja é tanto um organismo quanto uma organização


I – DEUS É ORDEIRO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, falaremos hoje a respeito da ordem que deve existir na Igreja, ordem esta que se revela numa dupla faceta: o organismo e a organização.
- Nosso Deus é um Deus de ordem, como diz conhecido hino de autoria do compositor Alceu Pires, “é ordeiro”. O apóstolo Paulo fez questão de afirmar que Deus não é Deus de confusão, senão de paz em todas as igrejas dos santos (I Co.14:33).
- A criação de todas as coisas mostra claramente este caráter divino, pois tudo foi criado e é mantido em perfeita harmonia e equilíbrio, seguindo uma ordem estabelecida pelo próprio Senhor (Sl.19:1-6).
- Por isso mesmo, a todo este universo existente se costuma utilizar uma expressão grega, que dá ideia precisamente desta ordenação, desta ordem, que é a expressão “cosmos”, que se contrapõe a outra, chamada de “caos”, que é exatamente esta circunstância de desordem, de confusão, de anarquia.
- Por causa disto, aliás, existem os defensores da teoria da “recriação”, que entendem que, sendo Deus ordeiro, a circunstância de que “a terra era sem forma e vazia” constante de Gn.1:2 é uma desordem causada pela rebelião de Satanás, pois só assim se entenderia uma situação desta natureza. Deus teria, então, reordenado todas as coisas.
- Mas sem adentrar neste aspecto, que não é o objeto nem o objetivo de nosso estudo, tem-se que, em sendo Deus um Deus de ordem, um Deus ordeiro, efetivamente a Igreja não poderia ser diferente, já que tem origem divina e é o povo de Deus, que está em comunhão com o Senhor.
- Por ser Deus o Senhor de todas as coisas, e, como sabemos, em relação aos salvos é Senhor por três motivos, quais sejam, o de ser nosso Criador, nosso Sustentador e nosso Redentor, não há como deixarmos de reconhecer que existe uma ordem, uma ordenação na Igreja, estabelecida diretamente pelo Seu Edificador.
- Aliás, quando vemos as imagens bíblicas da Igreja, nela notamos sempre a presença da ordem. A Igreja é comparada a um edifício, assim o foi no momento da revelação de seu mistério por Cristo em Cesareia de Filipe (Mt.16:18) e qualquer edifício nada mais é que uma ordenação de materiais segundo um plano previamente estabelecido (I Cr.28:11-13; II Cr.7:11).
- A Igreja também é comparada a um corpo (I Co.12:27; Ef.4:12) e o corpo, sabemos todos, é um organismo, ou seja, um ser vivo que está bem ordenado e que, pela sua ordenação, vai sobrevivendo, crescendo e se desenvolvendo.
- A Igreja também é comparada a uma lavoura (I Co.3:9) e sabemos que toda lavoura é cultivada, cuidada pelo lavrador, que toma todas as providências e tudo organiza para que se obtenha uma boa colheita (Is.5:1,2; Jo.15:1-6).
- A Igreja é chamada de “sacerdócio real”, “nação santa” e “povo adquirido” (I Pe.2:9), expressões que revelam também a ideia de ordem, pois, para ser “sacerdócio real” é preciso que haja um rei e rei é alguém que manda, governa, portanto há um governo. Nação, também, é um conjunto de pessoas que possuem os mesmos hábitos, costumes, tradições, que vivem segundo um modo já previamente estabelecido, o que é, também, uma ordem estatuída e, por fim, “o povo adquirido” nada mais é que pessoas que estão submetidas a uma ordenação e, mais do que isto, que são verdadeira propriedade de quem manda, já que foram “adquiridos”, “comprados” pois.
- Diante deste quadro, não há como negar que a Igreja é um ambiente em que há ordem, em que há regras a serem observadas pelos seus membros, em que existe toda uma organização, em que há um governo e uma ordenação que está acima de todos os membros em particular.

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quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

AGRADECIMENTO - Louvor ao Senhor pela Coordenação Geral da EBD 2015-2023

 

Louvor ao Senhor pela Coordenação Geral da EBD 2015-2023

Subsídio com Dinâmica Lição 5 - A missão da Igreja de Cristo

 


Subsídio Lição 5 - A missão da Igreja de Cristo

 


 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos hoje qual a missão da Igreja.
- Jesus deu missões para a Sua Igreja.


I – A IGREJA É UMA NAÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos hoje qual a missão da Igreja.
- A palavra “missão” vem do latim “missio”, cujo significado é o de “ação de enviar, remessa, missão”, sendo uma forma do verbo “mittere”, que significa “deixar ir, partir, soltar, largar, lançar, atirar”.
- Quando se fala, pois, em “missão”, se está a falar, como diz o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa em “incumbência que alguém deve executar a pedido ou por ordem de outrem; encargo”.
- Edificada pelo Senhor Jesus, a Igreja recebeu d’Ele incumbências, encargos, que devem ser cumpridos, uma vez que Ele é o Mestre e Senhor (Jo.13:13), a cabeça da Igreja (Ef.1:22; 5:23).
- O próprio Jesus disse aos discípulos que os enviava assim como havia sido enviado pelo Pai (Jo.20:21). A Igreja foi edificada para realizar tarefas, ter encargos ordenados por seu Senhor e Salvador. Por isso mesmo, Cristo disse que quem quisesse vir após Ele deveria negar-se a si mesmo, tomar a sua cruz e segui-l’O (Mt.16:24; Mc.8:34; Lc.9:23) e a cruz nada mais é que o encargo, a tarefa que Ele nos mandou fazer.
- As Escrituras revelam-nos que, com a vitória de Cristo sobre a morte e o inferno, forma-se um povo especial, zeloso e de boas obras (Tt.2:14), a saber, a Igreja.
- Ao nos mostrar que a Igreja é um povo, a Bíblia já nos mostra que a Igreja difere dos outros dois povos que existem sobre a face da Terra, ou seja, os gentios e os judeus (I Co.10:32).
- Dizer que a Igreja é um povo, uma nação (I Pe.2:9), é algo muito significativo, pois as Escrituras mostram, desta maneira, que a Igreja é diferente de tudo quanto já existia no mundo quando de seu surgimento.
- Além do mais, ao considerar a Igreja como um povo, Deus distingue a Igreja seja dos gentios, seja dos judeus (I Co.10:32; Ef.2:14).
- Ser uma nação representa ter elementos próprios de uma nação. Quando analisamos os estudos científicos sociais (sociologia, antropologia, política, direito, entre outros), vemos que uma nação se identifica como sendo “…agrupamento político autônomo que ocupa território com limites definidos e cujos membros, ainda que não necessariamente com a mesma origem, língua, religião ou raça (como fazia crer um conceito mais antigo), respeitam instituições compartidas (leis, constituição, governo)” (Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa).
- Ora, para que se tenha uma nação, faz-se preciso, em primeiro lugar, que se tenha um grupo de pessoas. Ora, a Igreja é um conjunto de pessoas, a saber, o grupo de pessoas que tiveram suas vestes lavadas no sangue do Cordeiro (Ap.22:14), que não são estrangeiros nem forasteiros, mas cidadãos legítimos desta nação (Ef.2:14-19).
- Em segundo lugar, para que se tenha uma nação, faz-se mister que o grupo de pessoas tenha autonomia política, ou seja, tenha um governo próprio e que seja independente de qualquer outro grupo, que tenha as suas próprias leis. É exatamente esta a situação da Igreja, visto que possui uma cabeça, que é Jesus (Ef.1:22; 5:23), seguindo única e exclusivamente a Seus mandamentos (Jo.15:10-17; At.1:2; 5:29; I Jo.2:3-8).
- Em terceiro lugar, para que se tenha uma nação, é necessário que haja um território com limites definidos. Nisto reside a grande diferença da nação que é a Igreja da dos gentios e da dos judeus.
- A Igreja tem como território o “reino de Deus” (Mt.21:43; Jo.3:5), que não é deste mundo (Jo.18:36), mas, sim, os “lugares celestiais em Cristo” (Ef.1:3; 2:6). Por isso, em toda a parte, em todo o lugar, em todas as nações, a Igreja estará presente até que venha o fim (Mt.24:14).

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Subsídio Lição 4 - A Igreja e o Reino de Deus


 

 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos a diferença que há entre a Igreja e o Reino de Deus.
- A Igreja é a agência visível do reino de Deus


I – REINO DE DEUS: O TEMA DA PREGAÇÃO DE JESUS


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos a diferença que há entre a Igreja e o Reino de Deus.
- Com a vinda de Cristo a este mundo, estabeleceu-se o reino de Deus. O próprio Senhor diz que se Ele estava a expulsar demônios, isto era sinal de que o reino de Deus havia chegado até os judeus (Mt.12:28), reino de Deus que seria tirado dos judeus e dado à Igreja (Mt.21:43), dizendo mesmo que o reino de Deus estaria entre os Seus discípulos (Lc.17:21).
- A importância da doutrina do reino de Deus evidencia-se no ministério terreno de Jesus Cristo. Afirma-nos o evangelista Marcos que, quando o Senhor iniciou a Sua pregação, Suas palavras foram: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Mc.1:15). De igual maneira, o evangelista Mateus, quando nos dá conta do teor do sermão do monte, diz-nos que o Senhor foi taxativo ao afirmar como deveria ser a conduta dos Seus discípulos: “Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt.6:33).
- O evangelista Lucas, por sua vez, dá-nos conta de que Jesus “…andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do Reino de Deus; e os doze iam com ele” (Lc.8:1). No Seu famoso diálogo com Nicodemos, Jesus foi claro ao dizer que o novo nascimento significa tanto “ver” quanto “entrar” no reino de Deus (Jo.3:3,5).
- Ao dissertar a respeito das últimas coisas, o Senhor disse que um sinal da Sua vinda seria a pregação do evangelho do reino em testemunho a todas as nações e só então que viria o fim (Mt.24:14).
- Por fim, depois de ressuscitado, Lucas nos revela que, durante os quarenta dias que mediaram entre a ressurreição e a ascensão, Jesus teve apenas um tema a tratar: as coisas que diziam respeito ao reino de Deus (At.1:3). Ante tais afirmativas, não vemos como deixar de reconhecer que o tema do reino de Deus é fundamental, central mesmo, na mensagem do Senhor.
- Ora, se este tema é central na mensagem de Cristo e a Sua mensagem é o Evangelho que estamos a pregar, tem-se como consequência inevitável que o tema do reino de Deus deve, também, ser um assunto a ser anunciado e ensinado pela Igreja, que continua a obra do Senhor, sendo como é o Seu corpo. No entanto, para tristeza nossa, vemos que não é este um assunto presente nos ensinos e pregações da Igreja.

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

subsídio Lição 3 - A natureza da Igreja


 

 

INTRODUÇÃO


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, analisaremos a natureza da Igreja.
- A Igreja é una, santa, universal e apostólica.


I – A IGREJA É ESPIRITUAL


- Na sequência do estudo da Eclesiologia, ou seja, a doutrina bíblica da Igreja, analisaremos a natureza da Igreja.
- Na lição anterior, vimos algumas imagens bíblicas da Igreja, imagens estas que nos explicam muito da natureza da Igreja, aliás foram ali postas pelo Espírito Santo precisamente para que, de modo pedagógico, entendêssemos e compreendêssemos o que é a Igreja.
- Quando falamos da “natureza” de algo, estamos, em verdade, a dizer quais são os elementos que caracterizam aquele ser dos demais, quais são as suas características próprias, as suas “propriedades”, aquilo que faz com que o ser seja aquilo que efetivamente é.
- Quando dizemos que “algo é natural” estamos a dizer que aquela característica, aquele episódio já era esperado, decorre da própria existência e identidade daquilo. Assim, quando dizemos que “uma ave voar” é algo natural, estamos a dizer que é próprio da ave o voo, é sua propriedade, é sua característica.
- Então, quando discorremos sobre a “natureza da Igreja”, estamos a verificar o que é próprio da Igreja, o que é característico dela, algo que é de fundamental importância, pois nos dará o devido discernimento para que não venhamos a confundir as coisas, notadamente diante do grande esforço satânico para que venhamos a descrer na Igreja e, por conseguinte, dela nos afastarmos, o que representará a nossa perdição.
- Já vimos que a Igreja é um projeto divino, um mistério que o Senhor manteve oculto até a sua revelação por Nosso Senhor e Salvador em Cesareia de Filipe após o Pai ter revelado a Pedro de que Jesus era o Cristo, o Filho do Deus Vivo.
- Em sendo assim, vemos que, sendo um projeto divino, necessariamente a Igreja deverá ter características que a assemelham ao seu Criador. A Igreja, em verdade, é uma imagem e semelhança de Deus, pois nada mais é que a humanidade que se conforma à imagem de Jesus (Rm.8:29), o homem que é a “expressa imagem do Pai” (Hb.1:3).

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Material com Dinâmica Lição 3 - A natureza da Igreja

 


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quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Subsídio Lição 2 - Imagens bíblicas da Igreja

 



INTRODUÇÃO

 Na sequência do estudo da Eclesiologia, veremos hoje imagens bíblicas da Igreja.
- As Escrituras trazem elucidativas imagens para nos ensinar o que é a Igreja.


I – A IGREJA É O CORPO DE CRISTO


- Depois de termos visto a origem da Igreja, na continuidade do estudo da Eclesiologia, que é a doutrina bíblica a respeito da Igreja, analisaremos as principais imagens bíblicas que nos ensinam o que é a Igreja.
- A Igreja é, como vimos, uma realidade espiritual, planejada por Deus antes da fundação do mundo, e, como tal, é algo que se encontra além da capacidade humana de entendimento (Is. 55:8,9). E, como o Senhor quer que compreendamos as coisas espirituais, vale-se de imagens apreensíveis pela mente humana para que tenhamos noção daquilo que é divino.
- Foi exatamente isto que o Senhor Jesus explicou a Nicodemos, que era um dos grandes mestres de Israel naquele tempo (Jo.3:10-12). Ora, se um mestre como Nicodemos tinha dificuldade em entender as coisas espirituais, mesmo sendo utilizadas imagens das coisas terrestres, como nós quereríamos ter uma compreensão de tais assuntos senão por meio de imagens e figuras?
- As Escrituras têm o propósito de nos ensinar e, mediante tal ensino, venhamos a adquirir esperança (Rm.15:4), esperança que não traz confusão (Rm.5:5) e que nos permite avançar nos meios das dificuldades desta peregrinação terrestre para que cheguemos aos céus.
- Sendo um mistério guardado desde antes da fundação do mundo para ser revelado tão somente para os discípulos de Jesus, a Igreja tinha mesmo de ser bem compreendida e, por isso mesmo, a Bíblia nos traz algumas imagens para que entendamos o que é a Igreja.
- A primeira imagem que trataremos, seguindo até o item 8 do Cremos da Declaração de Fé das Assembleias de Deus, que, ao afirmar que cremos na Igreja, imediatamente a identifica como “o corpo de Cristo”.
- Esta figura do corpo é trazida pelo apóstolo Paulo, pela vez primeira, na sua primeira epístola aos coríntios, quando afirma que somos o corpo de Cristo e seus membros em particular (I Co.12:27).
- Esta imagem trazida por Paulo tinha o contexto do partidarismo existente na igreja em Corinto e o apóstolo quis mostrar claramente que a Igreja é um organismo, é una, embora seus membros fossem diferentes. 

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