Por Sulamita Macedo.
fonte: https://atitudedeaprendiz.blogspot.com/
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INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo do período da formação da Comunidade do Segundo Templo, analisaremos hoje a questão da união.
- Avivamento espiritual exige união.
I – UM OBSTÁCULO À OBRA DA REEDIFICAÇÃO SURGE NOS RELACIONAMENTOS SOCIAIS ENTRE OS JUDEUS
- Na continuidade do estudo do período da formação da denominada “Comunidade do Segundo Templo” com vistas a termos lições sobre o avivamento espiritual, estudaremos a questão da união do povo de Deus. - Lembramos que, ao estudarmos sobre os episódios que levaram ao levantamento do altar, logo que o povo judeu retornou do exílio, um dos fatores que indicaram o avivamento foi o fato de eles terem se ajuntado como um só homem em Jerusalém (Ed.3:3).
- A união do povo de Deus é essencial para que se tenha um verdadeiro e genuíno avivamento espiritual, porque, quando os irmãos vivem em união, ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre (Sl.133).
- Para analisarmos este aspecto, o saudoso comentarista convida-nos a analisar o que ocorreu nos dias de Neemias, quando ele ainda lutava para reconstruir os muros da cidade, fatos narrados no capítulo 5 do livro daquele governador.
- Neemias relata a grande oposição que lhe faziam Sambalate, Tobias e Gesem e como, em virtude dela, tiveram os edificadores de trabalhar com uma mão nas ferramentas e outra nas armas. Eram, verdadeiramente, “tempos angustiosos”, como, aliás, já profetizara a respeito o profeta Daniel (Dn.9:25).
- Em meio a esta aflição por causa da ameaça de um ataque iminente do exército de Samaria, exsurge um novo obstáculo à obra, surpreendente até, visto que não nascido do exterior, não proveniente do inimigo, mas, sim, do próprio interior do povo de Judá. Este obstáculo como que interrompe a narrativa da oposição dos adversários e passa a ser relatado por Neemias. - “Foi, porém, grande o clamor do povo e de suas mulheres, contra os judeus, seus irmãos” (Ne.5:1). No meio da aflição que se vivia por causa do perigo externo, aparece uma murmuração entre os judeus, um desentendimento entre os próprios compatriotas. - Por que havia este clamor? O próprio Neemias responde: porque estava ocorrendo uma desmedida exploração dos mais pobres pelos mais ricos que, diante da fome que havia na terra, aproveitaram a ocasião para se enriquecer ainda mais, gerando um quadro de grande servidão por causa das dívidas contraídas pelos mais pobres para que pudessem sobreviver, alimentar-se do necessário.
- O quadro em Judá era, como descrito pelos judeus quando se encontraram em Neemias, era de grande miséria e de desprezo (Ne.1:3). Neemias tinha consciência disso desde quando passou a orar a Deus e pôde vê-lo com seus próprios olhos ao chegar a Jerusalém. No entanto, este clamor lhe revelava um fator que até então lhe passara despercebido: a grande miséria não era só resultado da falta de recursos, da inexistência de uma Jerusalém reedificada e segura, mas, também, consequência de uma injustiça social.
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Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
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INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo do período da formação da Comunidade do Segundo Templo para obter lições a respeito do avivamento espiritual, abordaremos a questão da santidade. - O povo de Deus é santo e um avivamento espiritual jamais se instala onde não há convívio com o pecado.
I – ISRAEL É UM POVO SANTO - Prosseguindo o período de formação da denominada Comunidade do Segundo Templo, que abrange desde o término do cativeiro da Babilônia até o governo de Neemias e como podemos daí extrair lições sobre o avivamento espiritual, hoje somos convidados pelo saudoso comentarista a refletir a respeito do papel da santidade no avivamento espiritual.
- Santidade é a separação do pecado. É santo aquele que está separado do pecado. O ser humano foi criado sem pecado, reto (Ec.7:29), separado do pecado, tanto que jamais havia experimentado o mal, o que ocorreu apenas quando houve a queda.
- A entrada do pecado na humanidade transformou a separação do pecado em separação de Deus (Is.59:2). Por isso mesmo, Deus, ao anunciar, no dia mesmo da queda, que iria salvar o homem, disse que esta salvação representaria a inimizade do homem com o maligno, ou seja, retornaria a existir separação entre o mal e o homem (Gn.3:15).
- O Senhor Jesus, o Santo (Lc.1:35), bem demonstra isto ao dizer que o príncipe deste mundo nada tinha n’Ele (Jo.14:30) e é sabido que o mundo está no maligno (I Jo.5:19) e que este maligno ou mal é o próprio Satanás.
OBS: Por sua biblicidade e pertinência, reproduzimos aqui três elucidativos parágrafos do Catecismo da Igreja Católica: “O último pedido ao nosso Pai aparece também na oração de Jesus: "Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno" (Jo 17,15). Diz respeito a cada um de nós pessoalmente, mas somos sempre "nós" que rezamos em comunhão com toda a Igreja e pela libertação de toda a família humana. A Oração do Senhor não cessa de abrir-nos para as dimensões da economia da salvação. Nossa interdependência no drama do pecado e da morte se transforma em solidariedade no Corpo de Cristo, na "comunhão dos santos". Neste pedido, o Mal não é uma abstração, mas designa uma pessoa, Satanás, o Maligno, o anjo que se opõe a Deus. O "diabo" ("diabolos") é aquele que "se atira no meio" do plano de Deus e de sua "obra de salvação" realizada em Cristo. "Homicida desde o princípio, mentiroso e pai da mentira" (Jo 8,), "Satanás, sedutor de toda a terra habitada" (Ap 12,9), foi por ele que o pecado e a morte entraram no mundo e é por sua derrota definitiva que a criação toda será "liberta da corrupção do pecado e da morte". "Nós sabemos que todo aquele que nasceu de Deus não peca; o Gerado por Deus se preserva e o Maligno não o pode atingir. Nós sabemos que Somos de Deus e que o mundo inteiro está sob o poder do Maligno" (1 Jo 5,18-19). O Senhor, que arrancou vosso pecado e perdoou vossas faltas, tem poder para vos proteger e vos guardar contra os ardis do Diabo que Vos combate, a fim de que o inimigo, que costuma engendrar a falta, não vos surpreenda. Quem se entrega a Deus não teme o Demônio. "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Rm 8,31).” (§§ 2850-2852 CIC)
- Então, para que tenhamos comunhão com o Senhor, para que possamos ser considerados Seu povo, faz-se
Por Sulamita Macedo.
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