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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Subsídio Lição 6 - Quem domina a sua mente




INTRODUÇÃO - Na sequência do estudo sobre batalha espiritual, analisaremos a mente e que papel desempenha na luta contra as hostes espirituais da maldade. 

- A mente humana é o campo da batalha espiritual. 

I – O QUE É A MENTE - Vimos, na lição anterior, que um dos pressupostos para podermos ser vitoriosos na batalha espiritual, é conseguirmos vencer a luta interna que existe entre a carne e o espírito em nosso interior. 

- Neste ponto, encontra grande relevância a questão relacionada com o domínio da mente, pois o apóstolo Paulo disse, em II Co.4:4, que o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, a indicar, portanto, que existe um domínio do inimigo sobre os entendimentos dos homens que não alcançaram ainda a salvação. 

- Como se isto fosse pouco, o Senhor Jesus, ao repreender a investida de Satanás através de Pedro, em Mt.16:22,23, afirmou que o diabo conhece as “coisas que são dos homens”, embora desconheça as “coisas que são de Deus”, a indicar, portanto, que o diabo tem condições de manipular a lógica humana, de dominar o ser humano por meio dela, que nada mais é que a “mente”. 

- Destarte, para que não venhamos a ser derrotados na batalha espiritual, temos de enfrentar esta questão da “mente”, que é, precisamente,  o tema desta nossa lição. 

- O apóstolo Paulo chama os salvos de “homens espirituais” e afirma que tais pessoas tudo discernem espiritualmente e de ninguém é discernido (I Co.3:15) e a característica destas pessoas é que elas possuem a mente de Cristo (I Co.3:16). 

- De pronto, percebemos que o apóstolo afirma que ter a “mente de Cristo” é ser “espiritual” e isto nos remete, obviamente, ao ensino de Jesus a Nicodemos, onde é dito que para ver e entrar no reino de Deus é necessário antes “nascer de novo” e “nascer da água e do Espírito”, como também  que há uma diferença entre os que são “nascidos da carne” e os “nascidos do Espírito” (Jo.3:3,5,6), nascidos estes que são como o vento, que assopra onde quer e ouvimos a sua voz, não sabendo donde vem nem para onde vai (Jo.3:8). 

- Assim sendo, logo verificamos que,  para ter a “mente de Cristo”, faz-se necessário nascer de novo, nascer do Espírito e, deste modo, temos já a lição de que, como afirma a Declaração de Fé da CGADB, “…A salvação em Jesus Cristo não é um mero assentimento intelectual e, sim, um renascimento espiritual [I Pe.1:21] que se dá na vida do pecador arrependido [Ef.2:4-6; Cl.2:13]…” (X,2, p.111). 

- O salvo não é uma pessoa que se conduza pela lógica humana, por um raciocínio oriundo da própria racionalidade que Deus nos deu, mas, sim, alguém que está acessível à “lógica divina”, ao “raciocínio de Deus”, algo que está muito além do que podemos imaginar, pois os pensamentos e caminhos de Deus são muito mais altos que nossos pensamentos e caminhos (Is. 55:8,9), razão pela qual o Senhor Jesus disse ao 


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