Bem Vindo!

Seja bem vindo(a) ao blog oficial da Escola Bíblica Dominical da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Curitiba. Sua participação e interação através deste blog é muito importante para o nosso trabalho. Deus abençoe!

Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Subsídio Lição 10 - Precisamos de vigilância espiritual


INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo das parábolas, estudaremos a parábola dos dois servos, registrada em Mt.24:45-52.
- A vigilância é primordial para alcançarmos a glorificação.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA
- Na sequência do estudo das parábolas, estudaremos a parábola dos dois servos, registrada em Mt.24:45-51, uma das parábolas exclusivas do evangelho segundo Mateus.
- Esta parábola foi proferida no sermão escatológico ou profético de Jesus, sermão proferido logo após os discípulos terem provocado o Senhor a respeito da beleza e majestade do templo de Jerusalém, quando Cristo lhes disse, para espanto deles, que não ficaria pedra sobre pedra que não fosse derribada daquela edificação que tanto orgulho dava aos judeus (Mt.24:1,2).
- Diante de tal declaração, o Senhor, então, é indagado pelos discípulos, quando já se encontrava no monte das Oliveiras, quando aconteceria o que Ele havia profetizado e que sinal haveria da vinda d’Ele e do fim do mundo (Mt.24:3), ocasião, então, em que Jesus começa a revelar os fatos que ocorreriam no final dos tempos.
- Depois de dizer que coisas deveriam ocorrer, o Senhor Jesus fez questão de deixar duas coisas bem claras aos Seus discípulos: primeiro, de que ninguém poderia dizer a data da Sua volta; segundo, que era necessário ser vigilante para não ser surpreendido com este episódio.
- Jesus rememorou o episódio do dilúvio, onde, apesar de Noé ter pregado por pelo menos cem anos, toda aquela geração ficou indiferente ao aviso divino, tendo ficado despercebidos, o que resultou na morte de toda aquela gente (Mt.24:37-39).
- Assim, é necessário estar preparado, pois ninguém sabe quando o Senhor voltará e há um grande risco de se estar na mesma situação de despercepção que resultou na perdição da geração antediluviana. Por isso, o Senhor enfatizou a necessidade de vigiar e estar apercebidos, porque o Filho do homem haveria de vir à hora em que não se pensar (Mt.24:42-44).
- É neste contexto da necessidade da vigilância para obtenção da salvação, para a recepção da graça de Deus oferecida a todos quantos crerem, que o Senhor, então, conta a parábola dos dois servos, que mostra, assim, a partir de um fato corriqueiro do cotidiano, a verdade espiritual de se estar vigilante. Portanto, com esta parábola, estamos a aprender sobre a indispensabilidade da vigilância em nossa vida espiritual.


Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.






Dinâmica Lição 10: Precisamos de Vigilância Espiritual



Dinâmica: Tapando a Brecha

Objetivo: Refletir sobre a vigilância espiritual.

Material:
Recursos humanos – os alunos.

Procedimento:
– Organizem os alunos em círculo, deixando apenas 01 aluno fora.
– Orientem o aluno que está fora do círculo que ele será o “inimigo” e seu objetivo será o de penetrar no círculo, mas não precisa derrubar nem machucar ninguém.
– Orientem para que o círculo esteja bem fechado, isto é, os alunos devem ficar bem próximos, para que não haja espaço para o inimigo penetrar no círculo.
– Depois, falem para os demais alunos quem é o “inimigo” e que ele vai procurar entrar no círculo, mas que eles devem resistir a estas investidas.
– Então, peçam para que comecem a atividade.
– Observem as tentativas do “inimigo” e a resistência dos alunos do círculo.
– Vocês podem fazer outras tentativas, trocando o “inimigo” por outro aluno que está no círculo.
– Podem haver dois resultados:
O inimigo não conseguir entrar no círculo
O inimigo conseguir entrar no círculo
Mas, qualquer que seja o resultado, falem que esta demonstração nos alerta quanto a importância da vigilância espiritual. Jesus breve virá, sejamos fieis e prudentes.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Finalizar o estudo sobre as parábolas de Jesus, estudadas nas 12 lições.
- Dividam a turma em 02 grupos.
- Apresentem figuras ou objetos que representem as parábolas estudadas.
O grupo, que responder corretamente a qual parábola se refere a figura ou objeto, ganhará pontos.
Solicitar para que falem um pouco sobre a parábola. Se fizerem corretamente, somarão outros pontos.
O grupo vencedor poderá ganhar uma premiação.
Sugestão de figuras ou objetos:
Lição 02: Sementes
Lição 03: Fermento e grão de mostarda
Lição 04: Mulher suplicando
Lição 05: Ovelha e dracma(moeda)
Lição 06: Pessoa menosprezando outra
Lição 07: Borracha escolar(representar o perdão)
Lição 08: Pessoa machucada ou pessoa cuidando de outra
Lição 09: 01 pai e 02 filhos
Lição 10: 02 olhos(representar a vigilância)
Lição 11: 10 velas pequenas
Lição 12: Dinheiro
Lição 13: Jesus lavando os pés dos discípulos


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Subsídio LIÇÃO Nº 9 – O PERIGO DA INDIFERENÇA ESPIRITUAL



INTRODUÇÃO

- Na parábola dos dois filhos, Jesus, diante da alta cúpula da elite religiosa judaica, retoma a lição da parábola dos dois alicerces, que havia concluído o sermão do monte, reiterando que o importante, na vida espiritual, não são as intenções ou as palavras, mas as atitudes, o comportamento real do indivíduo.

- Nesta parábola, o Senhor mostra a necessidade de se obedecer à Sua Palavra e o nenhum valor que tem a religiosidade aparente, desmascarando a cúpula da elite religiosa judaica, mas revelando qual será o fim daqueles que, nos nossos dias, se apegam a um formalismo religioso e vazio.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA
- A parábola dos dois filhos é registrada apenas por Mateus, sendo a primeira de três parábolas que se encontram nos capítulos 21 e 22 deste evangelho, que seguem a narrativa do apóstolo concernente à entrada triunfal de Jesus e da consequente purificação do Templo, episódios que marcam a última viagem de Cristo a Jerusalém, onde morreria para nos salvar.

- Nesta passagem, Mateus, cujo evangelho, como já sabemos, foi dirigido aos judeus, mostra os eventos que demonstram a rejeição de Jesus por Israel (Jo.1:11), rejeição esta que se inicia pela própria cúpula religiosa do país, que, teoricamente, deveria ser a primeira a reconhecer Jesus como o Messias, já que o Senhor estava a cumprir tudo o que havia sido registrado nas Escrituras a Seu respeito (Jo.5:39). Esta temática do evangelho segundo escreveu Mateus terá seu clímax no capítulo 23, onde Jesus proferirá o seu mais duro discurso contra os fariseus.

- Após ser aclamado como rei pelos judeus ao entrar em Jerusalém (Mt.21:1-10), episódio que põe fim à sexagésima nona semana de Daniel, o Senhor entrou no templo e de lá expulsou os vendilhões (Mt.21:12,13), demonstrando, assim, que a aclamação de Cristo como rei exige, antes de tudo, a purificação, a santificação. O Templo de Jerusalém era apenas o símbolo de cada um dos salvos, que viriam a ser o templo do Espírito Santo (I Co.6:19) e que, assim como o Segundo Templo, tem de ser purificado pelo Senhor Jesus.
OBS: “…a 69ª semana terminou no dia 10 de Nisã (abril) — segunda-feira, quando Jesus entrou em Jerusalém montado em um jumentinho e ‘chorou sobre ela’ (ver Lc.19.41)…” (SILVA, Severino Pedro da. Daniel versículo por versículo, p.181).

- Em seguida a este ato corajoso de enfrentamento das distorções existentes no local mais sagrado do povo judeu, Jesus curou várias pessoas (Mt.21:14), o que causou admiração do povo, que passou a aclamar o Senhor (Mt.21:15). Tudo isto motivou a reação das autoridades religiosas que, primeiramente, pediram a Jesus que mandasse o povo se calar, com o que o Senhor não consentiu.

Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.






Dinâmica Lição 09: O Perigo da Indiferença Espiritual


Dinâmica: Coma o Chocolate!

Objetivo: Refletir os resultados da obediência.

Materiais:
01 caixa com tampa
01 chocolate
Fita adesiva para fixar o chocolate dentro da caixa
A Expressão digitada “Coma o chocolate”. Este papel deverá ser colocado dentro da caixa, encobrindo o chocolate.

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
Observação: O nome da dinâmica não deve ser mencionada para o alunos, pois perderá toda a surpresa e expectativa.
- Apresentem a caixa e falem: Dentro desta caixa tem uma ordem a ser cumprida por apenas uma pessoa, sem reclamações e sem ajuda dos colegas.
- Continuem falando: Esta caixa vai passar de mão em mão, ao sinal de um comando ou quando a música começar.
Ao sinal do comando (bater palma, palavra pare) ou a música parar, quem estiver com a caixa na mão, deverá obedecer a orientação ou ordem contida dentro da caixa.
- Então, comecem o procedimento conforme já descrito acima.
Perguntem para o aluno que ficou com a caixa:
E aí, vai abrir? Está com medo? Ou quer que continue?
- Façam este procedimento pelo menos 3 vezes. Na última vez, vocês falam: agora não tem jeito, quem ficar com a caixa, vai ter que abri-la e obedecer a ordem ali contida.
- O aluno abrirá a caixa e encontrará a seguinte ordem: “Coma o Chocolate”.
Observação: O aluno deverá comer o chocolate, salvo havendo restrições médicas, como por exemplo, diabéticos.
- Falem: O chocolate representa o resultado positivo decorrente da obediência.  Quando obedecemos a Deus, somos agraciados por Ele.
Observação:
Pode ter acontecido 02 situações descritas abaixo:
Algum aluno pode ter dito que ia abrir e depois desistiu.
Algum aluno pode ter dito que não ia abrir e depois quis abrir ou abriu.
Então, aproveitem e falem sobre estas situações correlacionando-as com as atitudes dos dois filhos da parábola.
Ideia original desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Subsídio Lição 7 - Perdoamos porque fomos perdoados


- Voltamos a estudar mais uma parábola registrada apenas por Mateus e que nos mostra mais um aspecto do reino de Deus. Desta feita, Jesus ilustra o dever de perdoar, que é um dever indispensável de cada filho do reino.
- Nesta parábola, Jesus mostra-nos a realidade da natureza transformada do crente, que, animado pelo amor divino, perdoa ilimitadamente. Quem não tem condição de perdoar, mostra, com este gesto, que não nasceu de novo e que não pertence, pois, ao reino de Deus.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA
- Embora retornemos ao evangelho segundo escreveu Mateus, embora voltemos a falar de mais um aspecto do reino de Deus, temos uma nova circunstância, diversa das oito parábolas estudadas anteriormente neste livro. Esta parábola encontra-se no capítulo 18 de Mateus, num outro instante da narrativa do evangelista.
- No capítulo 16, Mateus revela o grande mistério divino, qual seja, a Igreja, que, fundada por Jesus, haveria de prosseguir a Sua obra durante a dispensação da graça. Alicerçada sobre o Cristo, o Filho de Deus vivo (Mt.16:16-18), a Igreja, após o sacrifício vicário de Jesus, deveria ser o instrumento da reconciliação entre Deus e os homens, por intermédio de Cristo. A partir de então, o evangelista começa, em sua narrativa, a indicar características desta Igreja, da agência do reino dos céus, de que tanto já se falara em seu livro.
- Logo após anunciar a Igreja, dizendo, inclusive, que o inimigo estaria sempre a batalhar contra ela (prova disso é que Satanás tomou ocasião com relação ao próprio Pedro, aquele mesmo cuja declaração proporcionara a revelação da Igreja-Mt.16:18-23), Jesus ensinou os discípulos sobre a renúncia como condição para uma vida de comunhão com Deus(Mt.16:24-28), como também, a um pequeno grupo de discípulos, mostrou-lhes a Sua glória, na transfiguração, para comprovar que a Igreja estaria sob o manto da glória divina (Mt.17:1-13). Em seguida, o evangelista relata mais um milagre do Senhor (Mt.17:14-23), bem como o pagamento do tributo pelo próprio Jesus, ainda que de forma miraculosa, para comprovar que o reino dos céus não nos dispensa das obrigações cívicas (Mt.17:24-27).
- Na continuidade da narrativa de Mateus, vem, então, a discussão a respeito do comportamento dos cristãos entre si, o que levou Jesus a fazer uma ilustração (veja bem, trata-se de uma ilustração, de uma imagem, de um esclarecimento e não de uma parábola), comparando o cristão a uma criança (Mt.18:1-14), tendo, então, ensinado como se deveria proceder à disciplina na Igreja (Mt.18:15-20). É então que é confrontado por Pedro sobre o limite do perdão dentro da comunidade edificada por Ele, Jesus, o que leva o Senhor a dizer que o perdão é ilimitado (é este o significado da expressão “setenta vezes sete”) (Mt.18:20,21).

Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.

https://drive.google.com/file/d/1zLauXDOa72TKkSdujNgetTZZ273Zp7z2/view?usp=sharing
 




 

Dinâmica Lição 07: Perdoamos Porque Fomos Perdoados


Dinâmica: Abrindo o Coração
 
Objetivo: Refletir sobre a importância e a eficácia do perdão.
 
Material:
01 chave de metal ou confeccionada de cartolina com tamanho ampliado.
 
Procedimento:
- Apresentem a chave e perguntem aos alunos: Para que serve uma chave?
- Aguardem as respostas. Normalmente, apenas é mencionado o ato de abrir, porém não se esqueçam que também a chave é utilizada para fechar.
- Falem que o perdão pode ser comparado a uma chave.
- Perguntem: O que a perdão pode abrir ou fechar?
Exemplos:
Abrir: reatar amizade, alívio de um peso, sentimento de liberdade, perdão de Deus, alegria etc.
Fechar: espaço para brigas, amarguras, ressentimentos, doenças, mente tranquila etc.
- Para finalizar leiam Mc 11.25 e 26.
“E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas.
Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas”.
 
Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Subsídio Lição 6 - Sinceridade e arrependimento diante de Deus



I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA

- Na sequência do estudo das parábolas de Jesus, analisaremos a parábola do fariseu e do publicano, que é registrada somente por Lucas, em Lc.18:9-14.
- Já temos visto que Lucas é o evangelista que mais registra parábolas porque o uso de parábolas era uma demonstração eloquente da sabedoria de Cristo e apresentar Jesus como o homem perfeito para os gregos, que era o público visado pelo médico amado, era, sobretudo, mostrar que se tratava de um homem sábio e, mais do que isto, da própria sabedoria de Deus (Lc.11:49) e esta, dentro da cultura helenística, era uma condição “sine qua non” para que o Senhor Jesus fosse aceito como Senhor e Salvador (I Co.1:22)
- Daí porque haver parábolas que somente foram registradas por Lucas, registro este que bem denota a influência que as parábolas tiveram no desenvolvimento da Igreja em seus primeiros tempos, pois nunca devemos nos esquecer de que o médico amado somente registrou aquilo que pôde comprovar por um bom número de testemunhas (Lc.1:1-4).
- Assim, o fato de Lucas ter sido o evangelista que mais parábolas registrou permite-nos inferir quanto as parábolas trouxeram conhecimentos espirituais para os discípulos de Nosso Senhor e Salvador, a ponto de, décadas depois de suas ministrações, estarem elas ainda vívidas na mente das pessoas e, o que é mais importante, servindo de diretrizes para a vida espiritual de cada um.
- Tais circunstâncias revelam quanto é importante que nós, quase dois milênios depois, tenhamos o mesmo cuidado de nos debruçar nas parábolas que o Espírito Santo mandou que fossem registradas pelos evangelistas sinóticos, sabendo que, a exemplo dos discípulos dos tempos apostólicos, tais narrativas também nos desvendarão mistérios do reino dos céus (Mt.13:11), permitindo-nos ouvir, ver e compreender as coisas concernentes a Deus, a fim de que não endureçamos nossos corações e sejamos espiritualmente
curados (Mt.13:11-15).

 Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.



https://drive.google.com/file/d/1vVWweE9hObQf7vWjOzYmVbUP7T49b5e7/view?usp=sharing

 

Dinâmica Lição 06: Sinceridade e Arrependimento Diante de Deus


Dinâmica: Atitudes opostas
 
Objetivo:
Contextualizar o tema da parábola do Fariseu e do Publicano com a vida dos alunos.
 
Material:
01 lixeira
¼ da folha de papel ofício para cada aluno
01 caneta para cada aluno
 
Procedimento:
- Falem: Estudamos sobre atitudes opostas de dois homens, um fariseu e um publicano. Este apresentou atitude sincera diante de Deus com humildade, enquanto aquele se apresentou justiça própria e arrogância.
- Perguntem: Qual tem sido nossa atitude?
- Em seguida, Distribuam ¼ da folha de papel ofício para cada aluno.
- Peçam para que os alunos escrevam ações que precisam ser retiradas ou melhoradas quanto ao nosso relacionamento com Deus.
- Solicitem para que os alunos coloquem na lixeira os papéis contendo as atitudes apontadas por eles que são negativas. Eles não precisam ler para o grupo o que escreveram.
As atitudes positivas e aquelas que foram acrescentadas os alunos devem socializar para a turma, de forma objetiva.
- Para concluir, leiam:
“Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim”(João 15:2-4).
Ideia original desconhecida.
 
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Dinâmica Lição 05: Amando e Resgatando a Pessoa Desgarrada


Dinâmica: A Ovelha Perdida
 
Objetivo: Iniciar o estudo sobre da parábola da Ovelha Perdida.
 
Material:
Cadeiras
 
Procedimento:
- Organizem as cadeiras em círculo.
- Os alunos devem permanecer fora do círculo.
- Falem: Vamos fazer de conta que aqui é um aprisco, isto é, um lugar onde os pastores levavam as ovelhas.
Neste momento, andem com os alunos pela sala, fazendo voltas se houver espaço até chegar ao aprisco, entrando com os alunos no círculo.
- Depois, comecem a contar os alunos, aqui representando as ovelhas.
- Em seguida, falem: Está faltando 01 ovelha!
Observação: vocês devem combinar com um aluno para se esconder em local próximo a sala. Este combinado deve acontecer antes da aula começar.
- Agora, comecem a procurar a ovelha perdida.
- Para finalizar, cheguem com a ovelha e de forma alegre diga: Encontrei a ovelha perdida.
- Em seguida, falem: Na aula de hoje, vamos estudar sobre a Parábola da Ovelha Perdida.
Por Sulamita Macedo.
Dinâmica: A Dracma Perdida
 
Objetivo: Introduzir o estudo sobre a parábola da Dracma Perdida.
Material:
01 caixa pequena e dourada
10 moedas de chocolate envolvidas em papel dourado
Observação: vocês encontram este tipo de moeda nas lojas que vendem balas e afins.
 
Procedimento:
- Apresentem uma caixa pequena e dourada. Dentro dela deve estar 09 moedas.
- Falem que nela há algo de muito valor.
- Peçam para que os alunos olhem o que é.
- Falem: Estas 10 moedas eu guardei aqui, pois elas têm muito valor. Vou contar para ver se estar tudo certo.
- Então, peçam aos alunos para contar com vocês a quantidade de moedas.
O total será de 09. Conte novamente. O resultado será 09.
- Então, falem: Perdi uma moeda. Ajudem-me a encontrá-la.
Os alunos devem procurar a moeda até encontrá-la.
Observação: antes da aula começar, vocês devem esconder 01 moeda na classe em um lugar não muito fácil, para dar um certo trabalho.
Caso não encontrem a moeda, façam aquela brincadeira “Está quente, está frio”, até que encontrem.
- Depois, falem que na aula de hoje será sobre uma parábola de Jesus que trata de um assunto semelhante a este.
- Agora, trabalhem o conteúdo da lição.
- Se houver condições, distribuam 01 moeda de chocolate para cada aluno.
 
Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Subsídio Lião 4 - Perseverando na fé



INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo das parábolas, estudaremos a parábola do juiz iníquo, cujo objetivo é nos ensinar sobre o dever de orar e nunca desfalecer.
- O servo de Deus deve ter uma vida de oração e perseverança.
I – DAS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA
- Na sequência do estudo das parábolas de Jesus, estudaremos a parábola do juiz iníquo, que é contada apenas por Lucas. É sabido que, em Lucas, as parábolas procuram demonstrar Jesus como sendo a sabedoria de Deus (Lc.11:49), algo bem próprio para um evangelho destinado aos de cultura grega, que viam na sabedoria a principal qualidade do ser humano (I Co.1:22).
- Lucas, ao mostrar Jesus como o homem perfeito, também mostra que Jesus é a própria Sabedoria de Deus, chamando Cristo mesmo de “sabedoria de Deus”, como vemos em Lc.11:49. Nem poderia ser diferente, uma vez que a sabedoria tem como princípio o temor do Senhor (Sl.111:10; Pv.9:10) e sobre Jesus havia o Espírito de temor do Senhor (Is.11:2), não havendo, pois, quem pudesse ser mais sábio do que o homem perfeito, gerado por obra e graça do Espírito Santo, que não tem pecado.
- No evangelho segundo Lucas, o ministério de Jesus é apresentado numa linha mais geográfica que cronológica, apresentando primeiramente o ministério do Senhor na Galileia, para depois apresentar o Seu ministério na Judeia e em Jerusalém, como que a mostrar que Jesus, que iniciou Sua missão na região periférica da Galileia, vai paulatinamente se aproximando da capital, onde estava não só o centro político, mas, sobretudo, o centro religioso dos judeus.
- Esta passagem da Galileia para Jerusalém é notada em Lc.13:22, de sorte que é já neste contexto de ida a Jerusalém que encontraremos a narrativa da parábola do juiz iníquo. Os cronologistas bíblicos Edward Reese e Frank Klassen datam esta parábola no final do ministério de Nosso Senhor, em fevereiro de 28 d.C., depois da ressurreição de Lázaro, quando havia se retirado para a aldeia de Efraim (Jo.11:54).

Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.

https://drive.google.com/file/d/1VVY_I_HS-sBeprn89P_3SBeSshWnc4S2/view?usp=sharing
 


 

Dinâmica Lição 04: Perseverando na Fé


Dinâmica: Perseverando em Oração
 
Objetivo:
Compartilhar motivos de oração e agradecer bênçãos recebidas como resultado da perseverança. 
 
Material: um tapete, rosas, pedras grandes e pequenas, versículos bíblicos sobre oração.
 
Procedimento:
- Organizem o material da dinâmica, no meio da sala de aula da seguinte forma: tapete no chão, e sobre ele as rosas, as pedras e os versículos bíblicos.
- Expliquem o que cada objeto representa:
Tapete: caminho da vida cristã
Rosas: bênçãos recebidas
Pedras: as dificuldades que enfrentamos
Os versículos: a Palavra de Deus, na qual confiamos
- Peçam para que cada aluno passe pelo tapete e escolha dois objetos que representam o que ele está vivenciando, por exemplo:
Ele pode pegar uma pedra grande, por considerar o seu problema de difícil solução e ainda escolher um versículo, representando sua fé em Deus, que tudo pode.
Ele pode pegar uma pedra e uma rosa, o primeiro indica um problema que já teve e o segundo a vitória já alcançada.
- Para finalizar, façam uma oração de intercessão pelas dificuldades apresentadas e agradeçam pelas bênçãos já alcançadas.
Observações:
- Se sua classe funcionar dentro da Igreja e não houver outro espaço para realizar a dinâmica com o material já descrito, sugiro que utilize figuras de pedras e de rosas, coloque-as dentro de uma cesta, acrescentando os versículos. E mesmo sentados, passem a cesta e façam o mesmo procedimento anterior.
Ideia original desconhecida.
 
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Subsídio Lição 3 - O crescimento do Reino de Deus



INTRODUÇÃO
- Na continuidade do estudo das parábolas, estudaremos a terceira e quarta parábolas narradas em Mateus 13, igualmente mencionada em Marcos 4, a saber, as parábolas do grão de mostarda e do fermento, onde Jesus, ainda tratando do reino de Deus, fala, agora, acerca de seu crescimento.
- O crescimento do reino de Deus é uma realidade, mas que tem de ser analisada sob o aspecto espiritual, pois o reino de Deus não é deste mundo (cfr. Jo.18:36a). O servo do Senhor não pode ser levado pela aparência enganosa.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DAS PARÁBOLAS E AS PARÁBOLAS PROPRIAMENTE DITAS
(PARÁBOLAS DO GRÃO DE MOSTARDA E DO FERMENTO)
- Continuamos no capítulo 13 do evangelho segundo escreveu Mateus, onde Jesus continua a falar a respeito do reino de Deus, num instante em que começa a sofrer oposição dos judeus, a começar por Sua família. Ainda que não seja necessário vincular cronologicamente estes fatos com o momento do ensino da parábola, o evangelista, inspirado pelo Espírito Santo, quer nos fazer observar que a noção do reino de Deus é absolutamente necessária para o crente, que tem de ter consciência de que está no mundo, mas que não é do mundo (Jo.17:16).
- A terceira parábola registrada neste capítulo é a parábola do grão de mostarda, que também é reproduzida pelos dois outros evangelistas sinóticos (Mc.4:30-34 e Lc.13:18-21). Esta parábola está intimamente relacionada com a parábola do fermento (Mt.13:33; Lc.13:20,21), razão pela qual também a estudaremos nesta oportunidade, até porque não há lição especificamente sobre ela neste trimestre.
- A parábola do grão de mostarda começa com uma pergunta de Jesus, que é registrada por Marcos e por Lucas: a que assemelharemos o reino de Deus ou com que o compararemos? Vemos, pois, que a parábola tem em mira dar uma ideia do que é o reino de Deus. Jesus, então, diz que o reino de Deus é como um grão de mostarda que, sendo a menor das sementes entre as hortaliças, torna-se a maior de todas elas, fazendo-se árvore e na qual vão se aninhar as aves dos céus debaixo da sua sombra.
- Com relação à parábola do fermento, temos, novamente, a mesma indagação de Jesus feita na parábola do grão de mostarda: a que compararei o reino de Deus (Lc.13:20)? Para responder a esta questão, Jesus diz que o reino de Deus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e esconde em três medidas de farinha, até que tudo seja fermentado.


Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.



https://drive.google.com/file/d/166xvj334KaDqmHgQnynrk8brnbXkY0im/view?usp=sharing


 

 

Dinâmica Lição 03: O Crescimento do Reino de Deus


Dinâmica: Passaporte
 
Objetivo: Oportunizar estudo sobre a mensagem do Reino de Deus, a forma de ingresso e permanência nele.
 
Material:
01 passaporte com visto de permanência ou uma figura
 
Procedimento:
- Perguntem: Qual a forma de ingresso para o Reino de Deus?
- Aguardem as respostas.
- Resuma as respostas com a leitura de Jo 3. 3: “Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus”.  Então, digam este é o passaporte para a entrada no Reino de Deus.
- Acrescentem que a mensagem do reino proclama o arrependimento (Mc 1.15)” ... O tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho”.
- Falem que o visto de permanência no Reino de Deus ocorre com a observância dos princípios deste reino. Leiam com os alunos as bem-aventuranças (Mt 5.3 a 11) de forma compartilhada, para dinamizar a leitura.
- Leiam também Gl 5. 22. Falem também que no Fruto do Espírito, encontramos outros valores para serem exercitados pelos integrantes do reino.
- Leiam ainda:
“Produzi pois frutos dignos de arrependimento” (Mt 3.8).
"Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado (Jo 15. 2,3).
"Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora..." (Jo 15:4-6).
- Para concluir, falem da necessidade da divulgação da mensagem do Reino de Deus para que outros sejam resgatados do reino das trevas.
 
Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Subsídio Lição 2 - Para ouvir e anunciar a Palavra de Deus


Resultado de imagem para palavra de Deus

INTRODUÇÃO
- Uma das parábolas mais conhecidas de Jesus é a parábola do semeador, que encerra uma lição preciosíssima a respeito da natureza do reino de Deus e de como se dá a salvação das almas.
- A parábola do semeador é uma das chamadas “parábolas do reino de Deus”, que se encontram reunidas, no evangelho segundo escreveu Mateus, no capítulo 13, um conjunto de sete parábolas que têm como propósito esclarecer os servos do Senhor a respeito do que significa o reino de Deus, estudo que, na teologia sistemática, envolve a chamada “basileilogia”, disciplina raramente encontrada, hodiernamente, nos cursos teológicos.
- Na parábola do semeador, Jesus mostra, claramente, o que é o processo da salvação e a participação divina e humana correspondentes.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA
- Como vimos na primeira lição deste trimestre, as parábolas surgem explicitamente, no evangelho segundo escreveu Mateus, no capítulo 13, quando o evangelista descreve um momento particularmente difícil no ministério de Jesus, quando começa a tomar corpo a oposição por parte dos judeus, partindo da Sua própria família (Mt.12:46-50).
- Após ter mencionado este fato, Mateus registra sete parábolas de Jesus, inclusive vinculando o episódio à profecia do livro de Isaías (Mt.13:14), dentro do propósito principal do evangelista que é o de mostrar aos judeus que Jesus é o Messias prometido. Estas sete parábolas dizem respeito ao reino de Deus, que é o tema da pregação do Senhor, como nos revela Marcos no introito de seu evangelho (Mc.1:14).
- Ao ensinar a respeito do reino de Deus nas primeiras parábolas explícitas do evangelho, quando, deliberadamente, o Senhor anuncia que assim passaria a ensinar, é-nos mostrado que a prioridade para os discípulos do Senhor é ter consciência do que é o reino de Deus, que, afinal de contas, é o que será anunciado aos homens. A importância, pois, deste assunto está demonstrada não só por ter sido o primeiro tema tratado pelo Senhor por meio de parábolas, como também pelo número de parábolas que tiveram como tema o reino de Deus.
- Não devemos achar que Jesus tenha falado todas as sete parábolas do capítulo 13 de Mateus de uma só vez, partilhando, neste ponto, do pensamento de Russell Norman Champlin a respeito. Parece mais provável que o evangelista tenha, por uma questão de estilo, reunido num só capítulo todos os ensinamentos a respeito do reino de Deus, todas as parábolas proferidas por Jesus a este respeito. Todavia, esta circunstância não retira
o fato de Jesus ter dado prioridade a este assunto, bem assim ter mostrado que a realidade do reino de Deus é


Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.


https://drive.google.com/file/d/1iIQ2FN1FxCX6M9HDg1Cb8VbqrRmweqRB/view?usp=sharing



 

 

Dinâmica Lição 02: Para Ouvir e Anunciar a Palavra de Deus



Dinâmica: Mais doce que o mel
 
Objetivo: Refletir sobre qual o tipo de coração está sendo lançado o ensino da Palavra de Deus.
 
Material:
Desenho de um caminho com aves, pedras e figura de sol, espinhos, terra fértil e sementes.
Figuras das 4 situações apresentadas na parábola do Semeador
01 figura de coração
01 sachê de mel ou bala de mel
 
Procedimento:
- Leiam a parábola do semeador – Mt 13. 3 a 8.
À medida que a leitura for efetuada, vocês apresentam figuras que dizem respeito as 4 situações da parábola(semelhante a esta abaixo).
Se preferir, vocês podem utilizar material, como: desenho de um caminho com aves, pedras e figura de sol, espinhos, terra fértil e sementes.
- Dividam a turma em 04 grupos e passem o material ou a figura referente a cada situação (uma para cada grupo).
- Orientem para que cada grupo reflita sobre a situação da parábola, associando-a ao ensino da Palavra de Deus nos dias atuais.
- Em seguida, os grupos devem apresentar o resultado de forma objetiva.
- Apresentem a figura do coração e falem: Que o nosso coração esteja com solo preparado e fértil para receber a semente que é a Palavra de Deus.
- Depois, leiam Sl 119.103: “Oh! Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais doces do que o mel à minha boca”.
- Para finalizar, entreguem para cada aluno 01 sachê de mel ou bala de mel.
 
Por Sulamita Macedo.
fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/