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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

Fotos 19º SEMINÁRIO

quinta-feira, 29 de junho de 2017

LIÇÃO Nº 1 – INSPIRAÇÃO DIVINA E A AUTORIDADE DA BÍBLIA


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - A RAZÃO DA NOSSA FÉ: assim cremos, assim vivemos
COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA

COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

A) INTRODUÇÃO AO TRIMESTRE
Damos início a mais um trimestre letivo da Escola Bíblica Dominical, um trimestre temático, onde estaremos a estudar os pontos principais de nossa fé, um trimestre extremamente importante porque haveremos de esmiuçar os principais pontos de nosso “Cremos”, de nossa “Declaração de Fé”, recentemente aprovada na 43ª Assembleia Geral Ordinária da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), um marco histórico de nossa denominação, que carecia de um documento que sintetizasse todas as doutrinas do chamado segmento evangélico pentecostal da Cristandade.
Em meio a dias tão difíceis, de proliferação de falsas doutrinas, dias imediatamente anteriores ao arrebatamento da Igreja, torna-se, mesmo, necessário termos um documento que apresente, de uma forma concisa mas bem explicada, todos os pontos da doutrina bíblica, a fim de que possamos aprender o conteúdo das Escrituras de forma sistemática e ordenada.
Durante muito tempo houve certa resistência à elaboração de uma “declaração de fé”, pois, equivocadamente, se entendia que um documento desta natureza estaria nos afastando da Bíblia Sagrada.
O fato é que a “declaração de fé” nada mais é que uma exposição ordenada daquilo que se encontra na Bíblia Sagrada, a nossa única regra de fé e prática. Não há qualquer “inovação” ou “dogmatização humana”, como entendiam alguns, mas uma forma sistemática de apresentação das verdades bíblicas. Tanto assim é que, no “Cremos”, que é a síntese das doutrinas bíblicas, sempre há a menção de passagens bíblicas em que se baseiam os enunciados, a demonstrar, portanto, que não se está a substituir a Bíblia, mas apenas a organizar o conteúdo bíblico de uma forma lógica, que permita uma mais fácil apreensão por parte dos salvos.
A prática de se fazerem “confissões de fé” ou pequenos resumos das crenças ensinadas pela sã doutrina vem desde os primeiros séculos da história da Igreja, havendo, mesmo, quem defenda a sua prática ainda nos tempos apostólicos, pois seriam estes os objetivos dos hinos vez ou outra mencionados em o Novo Testamento, como, por exemplo, I Tm.3:16, onde vemos um resumo poético de toda a obra messiânica de Cristo Jesus.
No século II, surge o chamado “Credo dos Apóstolos” e, no século IV, por ocasião do Concílio de Niceia, que definiu a questão da divindade de Jesus, foi elaborado o chamado Credo Niceno (325), que foi, posteriormente, completado no Concílio de Constantinopla, dando origem ao chamado “Credo Niceno-Constantinopolitano” (381), ambos contendo as verdades básicas da fé cristã.
Além destes dois credos, também oram elaborados dois outros credos, um por ocasião do Concílio de Calcedônia (451) e, por fim, um denominado de Credo de Atanásio, atribuído ao bipo Atanásio (296-373) mas que teria sido elaborado por volta do ano 500 com base nos ensinos daquele homem de Deus, que se notabilizou por sua defesa da autêntica doutrina de Cristo. Todos estes quatro documentos trazem a síntese da doutrina cristã e, por isso mesmo, foram colocados como um apêndice em nossa Declaração de Fé, não fazendo parte dela mas apenas para nos mostrar que nossas crenças são as mesmas dos cristãos desde os primeiros séculos..
Foram fórmulas feitas para sintetizar a doutrina cristã, tornando-a de mais fácil memorização, sendo também uma orientação para o discipulado dos novos convertidos, máxime diante de populações que não tinham fácil acesso às Escrituras nem sabiam ler.
Com a Reforma Protestante, que completa este ano 500 anos, tivemos uma nova proliferação de “confissões de fé”, tendo em vista a necessidade de se esclarecer quais as doutrinas que tinham base bíblica e que não eram deformações contra as quais se insurgiam os Reformadores. Assim, nos séculos XV a XVII, tivemos uma série de “confissões de fé”.
As Assembleias de Deus nos Estados Unidos, em 1916, elaborou a sua “declaração de fé”, sintetizando, assim, as crenças do movimento pentecostal, iniciado mais vigorosamente no início do século XX, mas as Assembleias de Deus no Brasil não se animaram a fazê-lo, considerando que a adoção de uma “confissão de fé” seria algo próprio de “católicos” ou “crentes tradicionais”.
No entanto, a partir de 1969, por iniciativa do pastor Alcebíades Pereira de Vasconcelos, começou a ser publicado no jornal “O Mensageiro da Paz”, um “Cremos”, com 14 itens, onde havia uma síntese da doutrina evangélica pentecostal.
Somente agora, em 2017, as Assembleias de Deus oficializam uma “declaração de fé”, baseada no tradicional “Cremos”, ao qual foram acrescentados dois novos itens, onde há uma explicação mais ampla das nossas crenças, algo que se fazia necessário, notadamente diante das múltiplas heresias de nossos dias e da ausência de um documento que contenha o resumo da nossa fé.
Diante da aprovação desta “declaração de fé”, nada mais razoável que dediquemos um trimestre da Escola Bíblica Dominical, que é a principal agência de ensino bíblico da Igreja, para estudarmos as razões da nossa fé, a base de nossas crenças, até porque é mister que possamos responder, com mansidão e temor, a quem nos perguntar a respeito delas (I Pe.3:15).
Aliás, uma “declaração de fé” nada mais é que uma exposição racional a respeito daquilo que nos é revelado por /Deus nas Escrituras e, por isso mesmo, não há motivo algum para não desejarmos ter uma “declaração de fé” que é apenas um pensamento humano a respeito daquilo que nos foi revelado pelo Espírito Santo e que, como pensamento humano, embora embasado na Bíblia Sagrada, pode sofrer revisões e alterações, sempre com o fim de melhor se adequar ao que diz as Escrituras, estas, sim, a nossa única regra de fé e prática.
O trimestre segue os itens do “Cremos” de nossa “Declaração de Fé” e, portanto, não há como dividi-lo em blocos, já que cada item corresponde a uma doutrina em que cremos.
A capa da revista deste trimestre apresenta um exemplar da Bíblia Sagrada, exemplar que demonstra ter sido já muito manuseado pelo seu dono.
Revela, assim, um exemplar das Escrituras que é de uso contínuo, um salvo na pessoa de Cristo Jesus que está preocupada com a sua santificação, pois, como nos disse o Senhor Jesus, é na Palavra de Deus, que é a verdade, que somos santificados (Jo.17:17).
Ao ver a ilustração da capa da revista e o título de nosso trimestre, “A razão de nossa fé”, não podemos deixar de nos lembrar de I Pe.3:15, que diz que devemos nos santificar a Cristo em nossos corações para que possamos estar preparados para responder com mansidão e temperança a razão da esperança que há em nós.
Ora, esta “santificação a Cristo em nosso coração” é, entre outras coisas, a meditação de dia e de noite na Palavra de Deus (Sl.1’:1,2), seu estudo acurado, sua memorização, sua aplicação. E as “declarações de fé” ou “confissões de fé” ou “credos” têm, precisamente, este objetivo de nos facilitar este aprendizado, esta meditação, a fim de que saibamos perfeitamente o que Deus nos revelou e, assim, vívamos de acordo com a Sua vontade.


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Lição 01: Inspiração divina e autoridade da Bíblia


Dinâmica: Tesouro Escondido

Objetivo:
Incentivar a leitura bíblica e a observância da Palavra de Deus, com a certeza de que Nela encontramos verdadeiro tesouro.

Material:
01 Bíblia pequena
01 caixa em forma de coração.
Observação: A Bíblia deve caber dentro da caixa.
01 bússola

Procedimento:
Antes da aula:
Coloquem a Bíblia dentro da caixa. Realizem esta ação ainda em casa, para que os alunos não vejam o conteúdo.

Durante a aula:
- Falem que dentro da caixa há um objeto. Passem a caixa para cada aluno, para que descubram o que há dentro; orientem que podem balançar a caixa, mas não podem abri-la.
- Se alguém descobrir, abram a caixa, mostrem a Bíblia e leiam Salmo 119:11: “Escondi a Tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”.
- Se não descobrirem o conteúdo da caixa, façam o mesmo procedimento do item anterior.
- Falem sobre a importância da leitura bíblica e da obediência a Palavra de Deus, além do seu ensino, que é precioso conhecimento para a prática diária da vida cristã.
- Apresentem a bússola e perguntem para que serve. Aguardem as respostas.
- Depois, reflitam sobre o que encontramos na Bíblia que nos serve de bússola para a vida. Isso só é possível, porque encontramos o caminho, Jesus, utilizando o direcionamento correto a seguir através da Palavra de Deus que nos guiou até Jesus.
- Para concluir, leiam novamente o versículo 11 do Salmo 119: “Escondi a Tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”.
Por Sulamita Macedo.
Texto de Reflexão
Leitura Proveitosa

                O professor de Bíblia, William Barclay, lembra a experiência de um grupo de soldados britânicos, durante a I Guerra Mundial. Os homens tiveram um longo período de tranquilidade em relação aos seus inimigos. Entre eles havia um ateísta que, para preencher os dias monótonos, foi ao capelão e perguntou se tinha qualquer livro para ler. O único livro que o capelão tinha era a Bíblia.
                A princípio, o ateísta recusou a Bíblia, mas então a levou e começou a ler pelo Antigo Testamento. Ele se deparou com a história de Ester e ficou tão cativado pela mesma que decidiu ler toda a Bíblia. À medida que o fez, compreendeu que o que ele estava lendo era a verdade e aceitou a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.
                O apóstolo Paulo afirmou em II Tm 3.16 que “toda escritura é proveitosa”. Ela dá às pessoas a sabedoria que conduz a “salvação, pela fé que há em Cristo Jesus”(v.15). Mesmo passagens que parecem ser monótonas e sem valor espiritual, têm o poder de transformar a vida das pessoas.
                Se na nossa leitura nos deparamos com passagens que a princípio achamos sem inspiração, vamos confiar no Espírito Santo de que falará aos nossos corações e transformará nossas vidas. Lembre-se: quando se trata da Bíblia – desde Gênesis a Apocalipse – ela é divinamente inspirada e proveitosa (Vermon Grounds). 
Fonte do texto: Nosso Pão Diário
Indicação de Leitura

Declaração de Fé da Assembleia de Deus

1. Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17);
2. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por .um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
3. No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
4. No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2 Co 13.13; 2 Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2 Pe 1.21 e Jo 16.13);
5. Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
6. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
7. No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
8. Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
9. No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
10. Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1 Pe 1.15);
11. No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4;10.44-46; 19.1-7);
12. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);
13. Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc14.5; Jd 1.14);
14. No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2 Co 5.10);
15. No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos(Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4);
16. Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).


https://teologiapentecostalcom.files.wordpress.com/2017/04/enviando-declaraccca7acc83o-de-fecc811-2.pdf

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Lição 13 - Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter


SEGUNDO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 13 – JESUS, O MODELO SUPREMO DE CARÁTER

INTRODUÇÃO
- No encerramento do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter cristão, estudaremos Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
- Jesus é o nosso exemplo.

I – JESUS, O NOSSO EXEMPLO
- Estamos terminando o trimestre letivo em que estudamos personagens bíblicas que nos ensinam a respeito do caráter cristão.
- Nesta última lição, estudaremos Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que é o próprio tema da Bíblia, que é a figura apontada por todas as personagens que estudamos até aqui, o chamado “antítipo”, Aquele que é o nosso exemplo, o nosso modelo.
- O apóstolo Pedro foi incisivo ao afirmar que Ele é o nosso exemplo e que devemos seguir as Suas pisadas (I Pe.2:21), palavras que simplesmente reproduzem o que o próprio Senhor Jesus ensinou aos Seus discípulos, apresentando-Se como o exemplo a ser seguido (Jo.13:15). Paulo, também, tinha a Jesus como exemplo, dizendo-se Seu imitador (I Co.11:1).
- A palavra “exemplo” vem do latim “exemplum”, que significa “o objeto distinguido dos outros e posto à parte para servir de modelo”. Ser “exemplo”, portanto, é alguém que é distinguido dos outros e posto à parte para servir de modelo, o que nos faz lembrar do cordeiro ou cabrito pascal, que era escolhido do rebanho, no décimo dia do primeiro mês do calendário judaico, o mês de Abibe, e posto à prova, verificado se tinha algum defeito ou mancha e, então, depois de ter sido analisado devidamente, levado ao sacrifício para ser consumido durante a noite da Páscoa (Ex.12:5,6).
- A palavra mencionada no grego quando o Senhor Jesus diz que o que Ele havia feito servia de exemplo para Seus discípulos é “hypodeigma” (ὑπόδειγμα), cujo significado é, segundo a Bíblia de Estudo Palavra Chave, “exibição para imitação ou aviso” (verbete 5262, p.2440), que é precisamente o sentido já referido na língua latina e que bem traduz o momento em que o Senhor Se revelou como o exemplo a ser seguido pelos Seus discípulos, pois Ele havia acabado de lavar os pés dos apóstolos, tendo sido uma exibição, uma demonstração de como deveria ser o comportamento dos cristãos, a ser caracterizado pela humildade e pelo serviço.
- A propósito, a utilização desta palavra nos mostra, claramente, que não se estava ali a instituir uma “cerimônia de lavapés”, como fazem algumas denominações religiosas, mas, sim, se estava diante de um “padrão”, de um “aviso”, de uma demonstração de humildade, sendo este o verdadeiro significado da lição que estava sendo dada, ou seja, de que todos os seguidores de Cristo Jesus deveriam ser humildes e dispostos a servir, assim como o seu Mestre.


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Lição 13: Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter


Dinâmica: Quem é Jesus?

Objetivo: Introduzir o estudo sobre Jesus.

Material:
Palavra JESUS digitada
½ folha de papel ofício para cada aluno
Pincel atômico
05 Envelopes
Expressões digitadas: Personagem mais importante da História, Grande Filósofo, Comunista, Revolucionário Político, Idealista Religioso, Homem polêmico.
Digitar esta pergunta: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?”
Digitar estas respostas: Uns João Batista, Outros Elias, Outros Jeremias, Um dos profetas
Digitar esta pergunta: “E vós, quem dizem que eu sou?”
Digitar esta resposta: Uns João Batista, Outros Elias, Outros Jeremias, Um dos profetas
Digitar esta pergunta: “E vós, quem dizem que eu sou?”
Digitar esta resposta: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”(Mt 16.16)
Digitar: a.C(antes de Cristo) e d.C(depois de Cristo).

Procedimento:
Antes da aula:
Enumerar os envelopes de 01 a 05
Colocar no envelope 01 as expressões: Personagem mais importante da História, Grande filósofo, Comunista, Revolucionário Político, Idealista Religioso, Homem polêmico.
Colocar no envelope 02 a pergunta: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” (Esta pergunta deve estar escrita num balão de diálogo, daquele tipo de história em quadrinho).
Colocar esta resposta no envelope 03: Uns João Batista, Outros Elias, Outros Jeremias, Um dos profetas.
Colocar a pergunta a seguir no envelope 04: “E vós, quem dizem que eu sou?”
Colocar esta resposta no envelope 05: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”(Mt 16.16)

Durante aula:
– Organizem os alunos em círculo.
– Coloquem no centro do círculo a palavra JESUS.
– Perguntem para os alunos: Para vocês quem é Jesus?
Entreguem para cada aluno meia folha de papel ofício e peçam para que eles escrevam as respostas.
– Coloquem estas respostas ao redor da palavra JESUS.
– Entreguem para um aluno o envelope 01 e peçam para que abra e leia o conteúdo e coloquem ao redor da palavra JESUS.
Personagem mais importante da história, Um grande filósofo, Um comunista, Um revolucionário político, Idealista religioso, Homem polêmico
– Falem: Estas palavras ou expressões representam aquilo que muitas pessoas sabem ou entendem sobre Jesus.
– Entreguem o envelope 02 para um aluno e peçam para que ele abra e leia.
“Quem dizem os homens ser o Filho do homem?”(Mt 16.13b)
Esta pergunta deve estar escrita num balão de diálogo, daquele tipo de história em quadrinho.
Coloquem esta pergunta bem perto do nome JESUS, para indicar que foi realizada por Jesus.
– Falem: Esta pergunta Jesus dirigiu aos seus discípulos.
– Agora, entreguem o envelope 03 outro aluno e peçam para que leia a resposta dos discípulos(Mt 16.14)
Uns João Batista, Outros Elias, Outros Jeremias, Um dos profetas
Coloquem estas palavras ao redor do nome JESUS.
– Agora, entreguem o envelope 04 para outro aluno e peçam para que abra.
Ele vai ler: “E vós, quem dizem que eu sou?”(Mt 16.15)
– Agora, entreguem o último envelope(05) para outro aluno e peçam para que leia.
“Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”(Mt 16.16)
Falem que esta resposta foi de Simão Pedro, um dos discípulos de Jesus.
– Falem: Estamos vendo aqui várias opiniões sobre quem é Jesus.
– Depois, façam uma breve reflexão sobre as respostas que estão ao redor do nome JESUS.
– Depois, perguntem: Por que o nome JESUS está no centro destas palavras?
Aguardem as respostas.
Espera-se que os alunos falem que a influência de Jesus sobre as pessoas é muito grande e importante e tão significativa que a História está dividida assim: a.C(antes de Cristo) e d.C(depois de Cristo).
– Coloquem abaixo do nome JESUS: a.C(antes de Cristo) e d.C(depois de Cristo).
– Agora, falem: Vamos aprofundar o nosso conhecimento sobre Jesus através da lição de hoje.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 14 de junho de 2017

LIÇÃO Nº 12 – JOSÉ, O PAI TERRENO DE JESUS - UM HOMEM DE CARÁTER

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 12 – JOSÉ, O PAI TERRENO DE JESUS - UM HOMEM DE CARÁTER


ESBOÇO Nº 12

INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter do cristão, estudaremos José, o pai social de Jesus.
- José, o guardião do Redentor, era um homem justo.
I – JOSÉ, O MARIDO DE MARIA
- Na sequência dos estudos de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter do cristão, estudaremos José, o pai social de Jesus.
- José é uma personagem silenciosa nas Escrituras Sagradas, pois, apesar de mencionado em 26 versículos da Bíblia, não ficou registrada nenhuma fala dele, sendo, pois, uma personagem que se caracteriza pelo silêncio, pelo calar, mas cujas atitudes falaram muito mais alto do que quaisquer palavras, a nos dar, de pronto, uma lição, qual seja, a de que o caráter cristão se evidencia essencialmente pela conduta, não pelo falar.
- O nome “José” significa “Ele acrescenta” e era um nome muito comum entre os judeus, já que era o nome do filho mais proeminente de Jacó, aquele que foi usado por Deus para livrar o povo da fome e propiciar a sua multiplicação no Egito, como parte da formação daquela que seria a “propriedade peculiar dentre os povos”.
- José é mencionado, como dissemos, em 26 versículos das Escrituras, embora seu nome seja citado em apenas em 14 desses 26 versículos. Eis os versículos que fazem menção a José: Mt 1:16,18-20,24,25; 2:13,14,19-23; 13:55; Mc.6:3; Lc 1:27; 2:4-6,16,33,48; 3:23; 4:22; Jo.1:45; 6:42.

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

Dinâmica Lição 12: José, o pai terreno de Jesus – um homem de caráter


Dinâmica: Usando o controle

Objetivo:
Iniciar o estudo sobre o caráter de José, pai terreno de Jesus, sendo um dos aspectos a temperança.

Material:
01 caixa
01 controle(pode ser de TV)

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Mostrem uma caixa com várias situações referentes ao domínio próprio, como: o tempo, a fala, desejos, ideias, ações, hábitos etc.
- Falem: A sacola vai passar de mão em mão; cada aluno vai retirar uma palavra, mostrar para a turma e falar de uma situação que aconteceu com ele com relação a palavra e temperança.
- No momento, em que o aluno for começar a falar, entregue para ele o controle.
- O aluno deve dizer, ao iniciar, se usou o controle ou não na situação que vai relatar.
- Repitam este procedimento, com pelos menos uns 5 alunos. Os alunos devem ser objetivos na fala.
- Depois, enfatizem que há necessidade de controle, disciplina, e que isto deve ser um exercício constante.
- Falem: Nesta lição, vamos estudar vários aspectos do caráter de José, pai de Jesus. Um deles é a temperança, pois ele teve controle diante de uma situação que ocorreu sua noiva Maria.
Por Sulamita Macedo.
Sugestão para conclusão do 2º. Trimestre:
O Caráter do Cristão - Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro

Para fazer a conclusão sobre o caráter dos 12 personagens bíblicos estudados nas lições, organizem a seguinte atividade:
1 - Material:
12 nomes dos personagens bíblicos digitados
03 características de cada personagem bíblico digitadas
01 tesoura
01 rolo de fita adesiva
03 tubos de cola
Foto: Lucineide Medeiros
(Congregação Polo
Planalto - Natal - RN
02 quadros para fixar as cartolinas
02 cartolinas com cor rosa, vermelho ou verde
12 envelopes feitos de cartolina ou do tipo que se compra pronto
2 - Como fazer: vejam esta foto
Recortem as 36 características e os 12 nomes dos personagens bíblicos digitados
Misturem as características.
Colem na aba dos 12 envelopes os nomes dos personagens bíblicos – para cada envelope, um nome.
Colem 12 envelopes nas cartolinas, como no exemplo da foto.
3 - No momento da aplicação da atividade de conclusão:
Fixem as cartolinas num quadro
Coloquem as 36 características sobre uma mesa
Falem que vocês vão fazer a conclusão do trimestre com uma atividade, utilizando estes materiais(mostrem as cartolinas com os envelopes e as características do caráter dos 12 personagens)
Solicitem que os alunos observem as características e procurem associá-las aos personagens bíblicos.
Quando eles identificarem, devem apresentar para os colegas e em seguida colar uma característica mais evidente no envelope e as demais características devem ser colocadas dentro do envelope.
Depois, vocês falam: Da mesma forma que os personagens, nós também temos características de caráter. Umas de forma mais clara e outras menos, tal qual como estão expostas nestes envelopes. Aprendemos que o caráter do cristão deve ser moldado pela Palavra de Deus.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Lição 11: Maria, mãe de Jesus – uma serva humilde

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 11 – MARIA, MÃE DE JESUS, UMA SERVA HUMILDE

ESBOÇO Nº 11

INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter do cristão, estudaremos Maria, a mãe de Jesus.
- Maria, mãe de Jesus homem, é humilde serva do Senhor.

I – MARIA, A MÃE DE JESUS
- A primeira menção explícita a Maria, no texto sagrado, está em Mt.1:16, quando é dito que dela nasceu Jesus, que se chama o Cristo, ou seja, o evangelista, preocupado como está em mostrar aos judeus que Jesus era o Messias (é este o propósito do evangelho segundo Mateus), logo de pronto nos mostra Maria como sendo a virgem que seria o instrumento pelo qual viria ao mundo o Messias como predito em Is.7:14.
- Maria é apresentada aqui, em primeiro lugar, como mulher de José. José é seu marido, o herdeiro presuntivo da coroa de Davi e, por isso, o filho de Maria, legalmente filho de José, cumpre outra profecia messiânica, qual seja, o de ser integrante da casa de Davi com direito a reinar sobre Israel. Nesta apresentação, portanto, nota-se, claramente, que é dada uma ênfase ao aspecto biológico da maternidade de Maria, circunscrevendo-se a esta dimensão a sua participação no plano divino para a salvação, assim como José tem uma participação jurídica neste nascimento.
- Ao narrar como se deu o nascimento de Jesus, Mateus volta a reafirmar o cumprimento da profecia bíblica, mostrando que Maria concebeu do Espírito Santo antes que se tivesse ajuntado com José. A circunstância é reafirmada no sonho que José teve, em que o anjo diz que o que está gerado no ventre de Maria é do Espírito Santo (Mt.1:20). Verificamos, portanto, que é o que está gerado, o ser que se encontrava no ventre de Maria que era do Espírito Santo, que era divino, o Deus conosco (e aqui temos a terceira e última vez em que aparece o nome “Emanuel” na Bíblia – Mt.1:23). O que havia de miraculoso, de divino, de sobrenatural, portanto, era o ser que estava nas entranhas de Maria, não a própria Maria. A narrativa, portanto, mantém a mesma coerência do texto profético – divino e acima do humano é o ser que se encontrava no ventre de Maria, não a própria Maria.
- Neste ponto, interessante vermos como se dá a narrativa de Lucas, o outro evangelista que aborda o tema, evangelista este que não é judeu (é o único não israelita a escrever um livro da Bíblia) e que, além disto, é médico (Cl.4:14).
- Lucas introduz Maria na narrativa do evangelho do mesmo modo que Mateus, ou seja, como sendo a mulher de José, que pertencia à casa de Davi, ainda virgem (Lc.1:27). Como produto da sua meticulosa pesquisa para a escrita do evangelho (Lc.1:1-4), Lucas é mais minucioso que Mateus, relatando-nos a própria concepção do Cristo em Maria, o que foi anunciado pelo anjo Gabriel.


Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.

Lição 11: Maria, mãe de Jesus – uma serva humilde


Dinâmica: Vontade de Deus

Objetivo: Refletir sobre a confiança de ser guiado por Deus, de acordo com a vontade dEle.

Material: uma venda.

Procedimento:
- Escolham uma pessoa da classe ou outra que se apresente voluntariamente para representar um cego, para isto coloque uma venda sobre seus olhos.
- Mudem o aluno de posição e solicitem para que comece a caminhar até chegar a um determinado ponto da sala.
- Esperem que o aluno cego peça orientação e comecem a dar comandos para ele executar, como por exemplo: Siga em frente! Dobre à direita! Dobre à esquerda! Dê 03 passos para frente! Dê 02 passos para trás! etc.
- Retirem a venda do aluno e façam as seguintes perguntas:
Seria possível percorrer o caminho sem conhecer a orientação (a vontade) do guia?
Como você se sentiu sendo guiado?
Você entendeu de forma clara os comandos (a vontade) do guia?
O guia transmitiu confiança?
- Reflitam sobre as respostas do aluno “cego”, enfatizando a importância da segurança, da confiança que devemos ter em Deus e buscar Sua vontade.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Sugestão para conclusão do 2º. Trimestre: O Caráter do Cristão - Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
Para fazer a conclusão sobre o caráter dos 12 personagens bíblicos estudados nas lições, organizem a seguinte atividade:
1 - Material:
12 nomes dos personagens bíblicos digitados
03 características de cada personagem bíblico digitadas
01 tesoura
01 rolo de fita adesiva
03 tubos de cola
02 quadros para fixar as cartolinas
02 cartolinas com cor rosa, vermelho ou verde
12 envelopes feitos de cartolina ou do tipo que se compra pronto
2 - Como fazer: vejam esta foto
Foto: Lucineide Medeiros
(Congregação Polo
Planalto - Natal - RN)
Recortem as 36 características e os 12 nomes dos personagens bíblicos digitados
Misturem as características.
Colem na aba dos 12 envelopes os nomes dos personagens bíblicos – para cada envelope, um nome.
Colem 12 envelopes nas cartolinas, como no exemplo da foto ao lado.
3 - No momento da aplicação da atividade de conclusão:
Fixem as cartolinas num quadro
Coloquem as 36 características sobre uma mesa
Falem que vocês vão fazer a conclusão do trimestre com uma atividade, utilizando estes materiais(mostrem as cartolinas com os envelopes e as características do caráter dos 12 personagens)
Solicitem que os alunos observem as características e procurem associá-las aos personagens bíblicos.
Quando eles identificarem, devem apresentar para os colegas e em seguida colar uma característica mais evidente no envelope e as demais características devem ser colocadas dentro do envelope.
Depois, vocês falam: Da mesma forma que os personagens, nós também temos características de caráter. Umas de forma mais clara e outras menos, tal qual como estão expostas nestes envelopes. Aprendemos que o caráter do cristão deve ser moldado pela Palavra de Deus.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Lição 10: Maria, irmã de Lázaro, uma devoção amorosa

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2017

Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ESBOÇO Nº 10

INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter do cristão, estudaremos Maria, a irmã de Lázaro.
- A irmã de Lázaro é um exemplo de devição.

I – MARIA, A DEVOÇÃO NO APRENDIZADO JUNTO AO MESTRE
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter do cristão, estudaremos Maria, a irmã de Lázaro.
- Cinco são as passagens que enfocam diretamente esta personagem nas Escrituras Sagradas: o episódio da estada de Jesus na casa dela (Lc.10:38-42), o episódio da ressurreição de seu irmão Lázaro (Jo.11) e, por fim, o gesto dela em ungir os pés de Jesus, este retratado em três dos Evangelhos (Mt.26:6-13; Mc.14:3-9; Jo.12:1-8).
- O nome “Maria” era um nome muito comum entre os judeus, pois, na verdade, é a forma helenizada do nome da irmã de Moisés, “Miriã”, que, como todos sabemos, ocupa um papel de realce na história de Israel. O Novo Testamento, por exemplo, apresenta várias “Marias” em sua narrativa.
- Há disputa sobre o significado deste nome. Alguns acham que este nome tem origem egípcia e corresponderia ao vocábulo “Maryê”, que significa “amada”, mas não há muita certeza a este respeito. Outros, como Russell Norman Champlin, acham que este nome significa “rebelião”, derivado de uma raiz hebraica “miryam”, talvez fazendo lembrar a atitude rebelde de Miriã contra seu irmão por causa da mulher cusita (Nm.12:1-15).
- A primeira vez que o texto sagrado nomeia Maria, a irmã de Lázaro, é em Lucas, quando o evangelista, que dá realce à figura feminina em seu relato, conta que o Senhor Jesus entrou em uma aldeia, sendo recebida por uma certa mulher chamada Marta (Lc.10:38).
- Esta aldeia, sabemos pelos relatos de outros Evangelhos, era Betânia, distante cerca de 15 estádios de Jerusalém (Jo.11:18), ou seja, cerca de 3 km, no outro lado do monte das Oliveiras, na estrada para Jericó, onde havia muitas tamareiras e daí o nome dado à aldeia, cujo significado é “casa das tâmaras”. A aldeia até hoje existe e tem menos de mil habitantes e seu nome atual é ‘el’Aziryeh”, que, em árabe, significa “o lugar de Lázaro”, já que lá foi o cenário do maior milagre de Cristo Jesus, a ressurreição de Lázaro.

- Jesus estava viajando, certamente indo para Jerusalém, quando resolve parar nesta aldeia, onde acabou por travar uma amizade especial com uma família, formada por três irmãos, Marta, Maria e Lázaro. Conforme diz William Hendricksen em seu comentário sobre Lucas, tudo indica que Marta fosse a mais velha dos irmãos, pois é sempre ela que toma a iniciativa, além do que é mencionado que a casa era de Marta (Lc.10:38).

Dinâmica Lição 10: Maria, irmã de Lázaro, uma devoção amorosa



Dinâmica: O que você tem de melhor para oferecer?

Objetivo: Refletir sobre o que temos oferecido a Jesus como ato de adoração.

Material:
Metade de uma folha de papel ofício para cada aluno
01 vidro de perfume

Procedimento:
- Escolham uma aluna da classe e coloquem nas mãos dela o vidro de perfume.
- Falem: Maria ungiu Jesus com nardo puro, oferecendo o melhor para Jesus.
“Então Maria, tomando um arrátel de unguento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do unguento”(João 12:3).
 - Entreguem para os alunos a metade de uma folha de papel ofício e peçam para que façam o contorno de uma das suas mãos.
- Perguntem:
O que você tem de melhor para oferecer a Jesus como ato de adoração?
- Falem: Escrevam dentro do desenho da mão.
- Depois, leiam:
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”(João 4:23,24).


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/