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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

terça-feira, 26 de junho de 2018

Subsídio Lição 01: Levítico, Adoração e Serviço ao Senhor


ESBOÇO Nº 1

A) INTRODUÇÃO AO TRIMESTRE

Neste trimestre, teremos mais um trimestre bíblico, desta feira estudando o livro
de Levítico. A escolha do Setor de Educação Cristã da Casa Publicadora das Assembleias de Deus é, uma vez mais, oportuna, pois estaremos a estudar o “livro da santidade”, o “livro do culto”, pois Levítico é, dos livros da lei, o que mais se ocupa dos rituais e cerimoniais do culto da dispensação da lei.
Por isso mesmo, é, sem dúvida, o livro de menor índice de leitura e o de mais difícil
compreensão do Pentateuco, havendo, mesmo, quem, diante do seu conteúdo altamente cerimonial, entenda que nada se teria de aprender com a sua leitura, já que estamos na dispensação da graça. Nada mais equivocado, porém. Como disse o escritor aos hebreus, a lei é a sombra dos bens futuros (Hb.10:1) e todos os rituais e regras constantes do livro de Levítico são mandamentos que indicam os princípios divinos para a santidade, princípios estes que, por serem provenientes do Senhor, são imutáveis e válidos em todos os tempos e em todas as dispensações. Quando estudamos o livro de Levítico, portanto, estamos a aprender o que é a santidade, o que significa ser santo e isto é essencial para os servos do Senhor, uma vez que, sem a santificação, ninguém verá o Senhor (Hb.12:14), tanto assim que o próprio Senhor Jesus, ao interceder por nós em Sua oração sacerdotal, pediu pela nossa santificação (Jo.17:17). A capa da revista do trimestre mostra alguém lavando as mãos, a nos remeter, precisamente, à santidade, pois o lavar mãos é uma atitude de purificação, precisamente o que buscava fazer todo o conjunto de mandamentos constantes do livro de Levítico, pois não se poderia adorar ao Senhor nem tampouco Lhe prestar culto se não se estivesse em santidade, se não se estivesse puro. Daí porque se dizer que todo o livro de Levítico se resume numa expressão que é repetida por três vezes no terceiro livro da Bíblia Sagrada (Lv.11:44,45; 20:7): “Sede santos, porque Eu, o
Senhor vosso Deus, sou santo”. E esta santidade não está adstrita à dispensação da lei, pois é repetida pelo apóstolo Pedro para a Igreja em I Pe.1:15,16. Esta “lavagem da água”, que era indispensável para que o sacerdote pudesse ministrar (Ex.30:17-21) simboliza a “lavagem da água” produzida pela salvação em Cristo Jesus, o “nascimento da água” (Jo.3:5), a santificação pela Palavra de Deus (Ef.5:26), a regeneração e a renovação do Espírito Santo (Tt.3:5). O papel da água como purificação e santificação cerimonial e ritual foi extremamente exacerbado ao longo da história de Israel, atingindo seu clímax no farisaísmo, onde havia uma verdadeira obsessão pela purificação por meio da água (Jo.2:6), que foi combatida pelo Senhor Jesus, uma vez que o que se tinha de buscar não era uma purificação meramente exterior, mas, sim, uma purificação interior, a purificação do coração (Mt.15:1-20).

Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.




Dinâmica Lição 01: Levítico, Adoração e Serviço ao Senhor


Dinâmica: Com a Mão na Massa

Objetivos:
Refletir sobre o serviço cristão.
Realizar auto-avaliação do serviço que prestamos como despenseiros do Senhor.

Material:
½ folha de papel ofício e caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Entreguem a metade da folha de papel ofício para cada aluno.
- Solicitem para que façam o desenho de uma de suas mãos, contornando-a com a caneta.
- Falem que a mão representa “trabalho, serviço, ação, atividade”.
- Peçam para que os alunos escrevam:
Dentro da mão: Aquilo que estão realizando na obra do Senhor.
Fora da mão: Aquilo que deseja realizar.
- Leiam ou cantem com os alunos a 1ª estrofe do hino da Harpa Cristã no. 394:
“Quem sua mão ao arado já pôs, constante precisa ser; o sol declina e, logo após, vai escurecer. Avante, em Cristo pensando, em oração vigiando, com gozo e amor trabalhando, p’ra  teu Senhor”.
- Leiam ainda: I Co 12.5 a 7, I Co 4.2 e Sl 100.02
- Para concluir, façam uma oração pelos alunos apresentando o desejo de cada aluno em servir na obra do Mestre e que sejam capacitados pelo Espírito Santo.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Subsídio Lição 13 - Ética Cristã e Redes Sociais


INTRODUÇÃO

Devido ao avanço tecnológico, várias mudanças ocorreram na sociedade. A rede mundial de computadores, conhecida como Internet, conecta o mundo todo. Com o surgimento das redes sociais tudo o que acontece é divulgado e comentado instantaneamente. As informações são transmitidas com rapidez surpreendente; mas em contrapartida, vivemos um estágio em que as pessoas se relacionam mais virtual que presencialmente. Nesta lição, veremos o conceito e o perigo das redes sociais, bem como o desafio de a igreja evangelizar as pessoas por meio das novas tecnologias.

PONTO CENTRAL
As redes sociais são um fenômeno social.

I – REDES SOCIAIS

1. O que é a rede social?
A expressão é usada para uma aplicação da rede mundial de computadores (web), cuja finalidade é conectar e integrar pessoas. Os que aderem a um site de relacionamentos podem conectar-se entre si, criar um perfil, adicionar amigos e conhecidos, enviar mensagens, fazer depoimentos, trocar informações, fotos e vídeos, além de estabelecer vínculos. A rede social moderna surgiu no início do século XXI e viabilizou aos usuários o encontro de amigos do passado e a ampliação do círculo social.

2. Uma oportunidade para o Evangelho.
A Bíblia mostra que o ser humano é por natureza um ser social e gregário (Gn 1.28,29). Tal sociabilidade também se manifesta intensamente na rede social, sendo, por isso mesmo, uma grande e rica oportunidade para se pregar o Evangelho. Uma vez que temos, da parte do Senhor Jesus Cristo, a ordem de levar o Evangelho por todo o mundo (Mt 28.19,20), os contatos que a rede social proporcionam devem ser ocasiões de discipular pessoas, momentos de se falar do amor de Deus bem como oferecer consolo com base na Palavra do Senhor aos desesperançados.


3. O uso da Rede Social.
Como tudo na Internet, bem como nas tecnologias da informação, as redes sociais apresentam não apenas benefícios, mas também podem trazer danos para seus usuários. Lamentavelmente, não são poucos os que dizem professar o nome de Cristo, mas não o honram com seu perfil na rede social. Uns a utilizam como uma fonte de ostentação, outros se envolvem em discussões intermináveis que nenhuma edificação traz. A Bíblia, porém, nos recomenda que devemos evitar tais discussões (Tt 3.9). Tendo "a mente de Cristo" (1Co 2.16b) e cientes de que "todas as coisas" nos "são lícitas", devemos viver o princípio de não permitir que nenhuma delas nos domine (1Co 6.12). Mais do que nunca, devemos usar de discernimento nesse mundo virtual, avaliando todas as coisas sob a ótica cristã.

SÍNTESE DO TÓPICO l
As redes sociais são um fenômeno do nosso tempo, mas precisam ser utilizadas com sabedoria.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

"Você consegue imaginar, na atualidade, uma pessoa que não esteja conectada ao Whatsapp, Facebook, Twitter ou instagram? Não conseguimos nem idealizar, pois nunca o acesso as redes sociais foi tão amplo. Entretanto quando o assunto é redes sociais, em geral os crentes ficam preocupados e es opiniões se dividem quanto ao seu uso. Alguns até creem que é pecado. Outros questionam:
O cristão pode utilizar as redes sociais?
Você não vai encontrar na Bíblia nenhum texto bíblico que fale a respeito deste assunto, pois é uma atividade da vida moderna. Por não conhecerem o universo online, muitas pessoas acabam tendo um excesso de zelo, preocupação e enxergam somente os aspectos negativos do mundo virtual.

Houve um tempo que o rádio também foi muito criticado, e algumas igrejas, proibiam seus membros de ouvi-lo. Tudo que é novo assusta, contudo como cristãos devemos evitar todo e qualquer radicalismo, pois o crente deve ser prudente, equilibrado em suas atitudes, palavras e até ponto de vista em relação ao uso das redes sociais não é diferente; precisamos utilizá-las com sabedoria, prudência e equilíbrio. A cada dia o número de brasileiros online vem aumentado e grande parte deste número é de crentes e que frequentam a Escola Dominical.

A questão a ser discutida Hoje pelos professores e alunos da Escola Dominical é mais ampla: Como as pessoas estão se comportando nas redes sociais? Como você se comporta? O problema não são as redes sociais, mas como as pessoas se comportam nelas.

Para o cristão, todas as coisas são lícitas, mas nem tudo é proveitoso ou edificante (1Co 10.23;16.12). Devemos fazer uso do universo online com prudência e discernimento; sejamos cuidadosos e tenhamos limites. Michael Palmer, no livro Panorama do Pensamento Cristão, diz que os cristãos que veem a cultura de mídia de entretenimento têm de aprender a ler essas imagens e rejeitar as que são incompatíveis com os padrões cristãos e a Escritura'. Esse é o problema. Muitos crentes não conseguem fazer essa leitura. Precisam ser ensinados a fazer isso. Será que você faz essa leitura? Ou você ingere tudo sem questionamento? (BUENO, Telma. Adolescentes Vencedores: Vivendo em Sociedade, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p. 45).


II - O PERIGO DA RELAÇÃO DESCARTÁVEL E AS NOVAS TECNOLOGIAS
A velocidade da informação e a efemeridade nos relacionamentos virtuais têm provocado sérios danos às relações sociais.

1. A distorção da felicidade.
A Palavra de Deus nos adverte quanto aos que vivem uma vida de dissimulação e se ufanam de si mesmos (Is 5.20,21). A Bíblia mostra que esse é um caminho perigoso. Nas redes sociais, em geral, as pessoas publicam uma vida perfeita e um mundo repleto do felicidades. As redes estimulam a prática narcisista, ou seja, o indivíduo que admira exageradamente a própria imagem e que nutre uma paixão excessiva por si mesmo - a Bíblia condena essa atitude (Mc 12.30,31). Essas pessoas tendem 6 buscar uma felicidade fútil, em meio a fotos montadas e a sorrisos falsos. Muitas vezes é uma vida de "faz de conta". Apresentam o que não ê verdadeiro. A Palavra de Deus não compactua com tal prática (Fp 4.8).

2. O isolamento e a solidão.
Na década de 1990 pesquisadores chamaram atenção para o mal social denominado de "paradoxo da internet. Trata-se da contradição de alguém ler vários relacionamentos virtuais o, ao mesmo tempo, a ausência de contato humano. Estudos recentes demonstram quanto maior a frequência no uso da Internet, aumenta o sentimento de solidão, problema acentuado pelas redes sociais - a Bíblia mostra a importância do companheirismo (Lc 10.1). O ser humano está sendo integrado à tecnologia, mas tratado como se fosse uma máquina. Essa falta de equilíbrio tem desencadeado crises emocionais, ansiedades e isolamentos. É uma "bolha" em que a realidade dá lugar à fantasia, como acontecia nos dias do profeta Jeremias (Jr 6.14).

3. Relações sociais efémeras.
Segundo um sociólogo polonês, a sociedade vive um momento de frouxidão nas relações sociais. Ele chama este fenômeno social de "modernidade Líquida". Os tempos são "líquidos" porque tudo muda tão rapidamente e nada é feito para durar, para ser "sólido" (Sl 90.9). Nas redes sociais, com apenas um clique é possível bloquear, deletar ou excluir as pessoas. E com outro clique, podemos aceitar, comentar e curtir as atividades de outras pessoas. Esse fenômeno representa um declínio das sólidas relações humanas, uma vez que por meio das tecnologias, a amizade, o amor e o respeito entre as pessoas são facilmente descartáveis. A vida de fato passa a ser vaidade de vaidades (Ec 1.2).

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

"Você consegue imaginar, na atualidade, uma pessoa que não esteja conectada ao Whatsapp, Facebook, Twitter ou instagram? Não conseguimos nem idealizar, pois nunca o acesso as redes sociais foi tão amplo. Entretanto quando o assunto é redes sociais, em geral os crentes ficam preocupados e es opiniões se dividem quanto ao seu uso. Alguns até creem que é pecado. Outros questionam:
O cristão pode utilizar as redes sociais?
Você não vai encontrar na Bíblia nenhum texto bíblico que fale a respeito deste assunto, pois é uma atividade da vida moderna. Por não conhecerem o universo online, muitas pessoas acabam tendo um excesso de zelo, preocupação e enxergam somente os aspectos negativos do mundo virtual.

Houve um tempo que o rádio também foi muito criticado, e algumas igrejas, proibiam seus membros de ouvi-lo. Tudo que é novo assusta, contudo como cristãos devemos evitar todo e qualquer radicalismo, pois o crente deve ser prudente, equilibrado em suas atitudes, palavras e até ponto de vista em relação ao uso das redes sociais não é diferente; precisamos utilizá-las com sabedoria, prudência e equilíbrio. A cada dia o número de brasileiros online vem aumentado e grande parte deste número é de crentes e que frequentam a Escola Dominical.

A questão a ser discutida Hoje pelos professores e alunos da Escola Dominical é mais ampla: Como as pessoas estão se comportando nas redes sociais? Como você se comporta? O problema não são as redes sociais, mas como as pessoas se comportam nelas.

Para o cristão, todas as coisas são lícitas, mas nem tudo é proveitoso ou edificante (1Co 10.23;16.12). Devemos fazer uso do universo online com prudência e discernimento; sejamos cuidadosos e tenhamos limites. Michael Palmer, no livro Panorama do Pensamento Cristão, diz que os cristãos que veem a cultura de mídia de entretenimento têm de aprender a ler essas imagens e rejeitar as que são incompatíveis com os padrões cristãos e a Escritura'. Esse é o problema. Muitos crentes não conseguem fazer essa leitura. Precisam ser ensinados a fazer isso. Será que você faz essa leitura? Ou você ingere tudo sem questionamento? (BUENO, Telma. Adolescentes Vencedores: Vivendo em Sociedade, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p. 45).


SÍNTESE DO TÓPICO II
As novas tecnologias aproximam as pessoas, mas também podem tornar os relacionamentos descartáveis.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

Que somos seres sociáveis não temos dúvida, mas o desejo de socialização é um projeto de Deus que talvez não seja tão conhecido. Essa premissa está inserida em Gênesis 1.27,28, quando no relato da criação Deus disse ao casal progenitor que crescesse e se multiplicasse.
[...] Mas a última descoberta que vem arrebanhando milhares de pessoas à solidão, é a www ponto com, a Internet através da rede mundial dos computadores.

Horas e horas são gastas diante do aparelho, privando as pessoas de se comunicar com seus familiares. Mas o problema da Internet é que ela oferece uma suposta comunicação - que nem de perto substitui a versatilidade de uma conversa cara a cara - mas, que tern gerado sérios transtornos com sites eróticos, salas de bate-papo entre aventureiros sexuais (sexo virtual) e outras tantas coisas nocivas à vida natural do ser humano.

O homem acaba sendo globalizado com o mundo e alienado localmente de si mesmo e do convívio familiar. É a inversão de valores como disse o Senhor Jesus Cristo em Mateus 16.26: "Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?".

Portanto, a estratificação social não é à vontade de Deus para a humanidade, pois inequivocamente as evidências bíblicas mostram que Deus nos criou para O adora-lo, e não há possibilidade de isso acontecer se não desfrutarmos de comunhão uns com os outros (Mt 5.23,24), ou seja, é impossível ser cristão antes de sermos completamente humanos, isto é relacionais" (CARVALHO, César Moisés, Marketing para a Escola Dominical: Como atrair, conquistar e manter alunos na Escola Dominical. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.34,35).

Ill - A REDE SOCIAL A SERVIÇO DO REINO DE DEUS
A Igreja de Cristo precisa estar consciente quanto ao potencial das redes sociais e deve usá-la na propagação do Reino de Deus.

1. O bom testemunho nas redes sociais.
Cristo ensinou que o cristão é a luz do mundo (Mt 5.14). Que essa luz deve resplandecer por meio das boas obras a fim de glorificar o nosso Pai que está nos céus (Mt 5.16). Desse modo, para o bom testemunho nas redes sociais o cristão não deve postar comentários negativos ou fazer pré-julgamento das pessoas. Deve tomar todo o cuidado, tendo a precaução com as fotos e os vídeos que publicar (seja vídeos ou fotos pessoais ou de terceiros). É importantíssimo avaliar o conteúdo, a coerência, o vocabulário e a ética cristã das mensagens antes de postar, comentar ou curtir em sua rede.

2. O uso correto da evangelização.
A Internet é uma grande aliada na divulgação do Evangelho, porém alguns cuidados são necessários para não tornar a mensagem inócua. As postagens não podem ser grandes e os vídeos não podem ser demorados. A mensagem precisa ser clara, concisa e objetiva (Hb 2.1,2). Antes de compartilhar qualquer conteúdo com os amigos, devemos analisar a veracidade bíblica daquela mensagem e seu teor teológico-doutrinário. Em lugar de postagens com frases de efeito, ou de autoajuda e de confissões positivas, devem-se priorizar os versículos bíblicos. Ao reproduzir áudios e vídeos devemos verificar se não existe algo que possa causar escândalos. Também não se deve atacar a ninguém, apenas anunciar e confessar a Cristo (1Co 1.23,24).

SUBSÍDIO DIDÁTICO

Professor (a), reproduza o esquema ao lado no quadro. Em seguida peça que os alunos citem alguns malefícios das redes sociais. À medida que forem falando vá relacionando no quadro. Depois peça que relacionem alguns dos benefícios. Explique que os benefícios também são muitos. Através das redes ajudamos pessoas a encontrarem emprego, evangelizamos, divulgamos as atividades da nossa igreja, etc. Quantas coisas boas e úteis podem ser feitas para o crescimento do Reino de Deus mediante o uso correto das redes sociais.

REDES SOCIAIS

Malefícios

Benefícios


















CONCLUSÃO

Estatísticas indicam que mais de um terço da população mundial está conectada à web e interage por meio de redes sociais. Diante desses fatos a igreja precisa instruir seus membros no uso das novas tecnologias e buscar métodos de evangelização por meio das redes sociais. Para tanto, dizem as Escrituras "antes, rejeitamos as coisas que, por vergonha, se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade" (2 Co 4.2).

PARA REFLETIR

A respeito do tema "Ética Cristã e Redes Sociais", responda:

• Como que a expressão "rede social" é usada?
R.A expressão é usada para uma aplicação da rede mundial de computadores (web), cuja finalidade é conectar e integrar pessoas.

• Quais os principais danos associados ao uso das redes sociais?
R. A distorção da felicidade, isolamento, solidão e relações sociais efémeras.

• Quanto à distorção da realidade, o que as redes sociais estimulam?
R. As redes estimulam a prática narcisista, ou seja, o indivíduo que admira exageradamente a própria imagem e que nutre uma paixão excessiva por si mesmo - a Bíblia condena essa atitude (Mc 12.30,31).

• O que ilude a maioria dos usuários de redes sociais?
R. Diversos usuários das redes sociais iludem-se com a sensação de privacidade e ficam expostos a toda espécie de constrangimentos.

• Antes de compartilharmos qualquer conteúdo, o que devemos fazer?
R. É importantíssimo avaliar o conteúdo, a coerência, o vocabulário e a ética cristã das mensagens antes de postar, comentar ou curtir em sua rede.

Fonte: Lições Bíblicas 2° trimestre de 2018, Adultos – CPAD

Subsídio Lição 12 - Ética Cristã e Política





INTRODUÇÃO 

As Escrituras registram a liderança política de grandes personagens bíblicos, entre eles, José, o governador do Egito (At 7.9,10); e Ester, a rainha da Pérsia e da Média (Et 5.2). Contudo, apesar desses exemplos, por muitas décadas a política foi satanizada no meio evangélico. Como resultado, e com sua omissão, a igreja permitiu que o Poder Público fosse exercido muitas vezes por ateus, ímpios e imorais. Esse comportamento contribuiu com a eleição, por exemplo, de governos contrários à cultura judaico-cristã. Para mudar esse quadro faz-se necessário que a igreja amadureça e aprofunde sua “consciência política”. 


A política é atividade necessária ao bom ordenamento e desenvolvimento da vida de uma nação, na qual a Igreja está inserida.
(Revista Lições Bíblicas - 3T - 2002 - Pr.Elinaldo Renovato - Pág.92).



I – UMA PERSPECTIVA BÍBLICA DA POLÍTICA 


1. Deus governa todos os aspectos da vida humana, inclusive o político. 
As Escrituras mostram que Deus se relaciona diretamente conosco em todos os aspectos da vida (Mt 6.33). Isso significa que Ele intervém em nossa jornada diária, pois o Pai Celeste “trabalha para aquele que nele espera” (Is 64.4). Nesse aspecto, a Bíblia mostra que o Altíssimo “remove os reis e estabelece os reis” (Dn 2.21), “porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus” (Rm 13.1). Sim, o Deus Altíssimo governa o aspecto político da vida no mundo. 

2. Deus levanta homens que o glorifiquem na política. Os exemplos da Bíblia são abundantes. Mas destacamos três deles: José, filho de Jacó (Gn 41.37-57); Ester, a rainha (Et 2.12-20); Daniel, o jovem (Dn 2.46-49). Essas três pessoas se colocaram à disposição do Senhor, e por intermédio dEle, providenciaram o escape para o povo de Deus (Gn 42.46-49; Et 7.1-10; Dn 2.1-45). A história da Igreja também mostra um homem chamado William Wilberforce (1759 - 1833), que por influência do Evangelho, e impactado pelo ministério de John Wesley, foi quem liderou o fim do tráfico de escravos no reino britânico. Sim, Deus usa pessoas para glorificar o seu nome na política. 

3. O Estado e a Política. O Estado tem como função garantir, por meio de políticas públicas, as condições necessárias para a vida digna da sociedade. A Palavra de Deus diz que as autoridades instituídas são para disciplinar as obras más e enaltecer quem faz o bem (Rm 13.3,4). Assim, como vivemos num estado democrático de direito, onde tanto cidadãos quanto autoridades instituídas têm direitos e deveres mediante a carta constitucional do país, isto é, vivemos no império das leis, e por isso, devemos exercer o mesmo princípio de submissão ao Estado esposado pelo apóstolo Paulo em Romanos 13.1,2. 

4. O Estado e a Bíblia. O Novo Testamento retrata o Estado como instrumento ordenado por Deus (Rm 13.1), assim, os que resistem ao Estado afrontam a Deus (Rm 13.2). Nesse contexto, o Estado é servo do Altíssimo para aplicar a justiça (Rm 13.4), logo, ele não é problema para os que fazem o bem, mas para os que praticam o mal (Rm 13.4; 1 Pe 2.14). Assim, é lícito pagar tributos e impostos ao Estado (Rm 13.6,7), bem como temos a recomendação de orar pelas autoridades públicas (1 Tm 2.1,2). 

II – A SEPARAÇÃO DO ESTADO DA IGREJA: UMA HERANÇA PROTESTANTE 
O conceito de Estado Laico é compreendido como a separação entre o Estado e a Igreja. Significa que um não pode interferir nas atividades do outro e vice-versa.

1. A união entre a Igreja e o Estado. No ano 313, Constantino e Licínio, imperadores romanos do Ocidente e do Oriente respectivamente, promulgaram o Édito de Milão. O decreto outorgou liberdade e tolerância religiosa aos cristãos no Império Romano. O imperador Teodósio decretou em 380 d.C. o Édito de Tessalônica, estabelecendo o Cristianismo como religião oficial do Império. O Édito prometia vingança divina e castigo do Estado aos que não aderissem à lei. A partir de então a união entre a Igreja e o Estado passou a ser indiscutível. À exemplo da deformação da nação de Israel, o início dessa união trouxe até benefícios, mas em seguida, essa mistura foi trágica (1 Sm 10.1; cf. 8.10-19). 

2. A separação entre a Igreja e o Estado. Ao fim da Idade Média, os ideais humanistas valorizavam os direitos individuais do cidadão e isso despertou nos cristãos a necessidade de reformar a Igreja, especialmente, o Clero (sacerdotes). Os abusos de Roma e a venda das indulgências deflagraram a Reforma em 1517, na Alemanha. O Monge Martinho Lutero rompeu com o catolicismo romano. Foi a partir da Reforma que, paulatinamente, os conceitos de liberdade, de tolerância religiosa, de democracia e de separação entre Igreja e Estado foram alçados ao status de direitos fundamentais. A Palavra de Deus mostra que a ideia de Estado e Igreja não dará bons resultados (At 4.1-7). Por isso, o Estado não deve interferir na Igreja nem a Igreja no Estado. Todavia, o povo de Deus jamais deve faltar com a sua voz profética diante das injustiças e pecados sociais. 

3. O Modelo de Estado Laico Brasileiro. A Constituição do Brasil outorga ao cidadão plena liberdade de crença e garante o livre exercício dos cultos e liturgias, além da proteção aos locais de adoração (Art. 5º). No artigo 19 está definida a separação entre o Estado e a igreja, mas ressalva na forma da lei, a colaboração de interesse público. Assim, embora o Estado brasileiro seja laico, ele não é ateu. Desde os primórdios, o ser humano tem a necessidade de cultuar a Deus (Sl 42.1), portanto, o Estado não pode negar a natureza religiosa do indivíduo. 

III – COMO O CRISTÃO DEVE LIDAR COM A POLÍTICA 
O cristão precisa tomar cuidado com a “politicagem” e definir com temor a Deus a sua atuação política. 

1. O perigo da politicagem. Os dicionários em geral conceituam politicagem como “política reles e mesquinha de interesses pessoais”. O perigo dos atos politiqueiros envolvendo os cristãos é colocar em descrédito o Evangelho e a Igreja. Assim, os políticos contrários às convicções cristãs não podem receber o apoio nem o voto da igreja. No cristianismo primitivo, a igreja em Corinto foi advertida a observar o seguinte princípio: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” (2 Co 6.14,15).

2. Como delimitar a atuação da igreja. Os princípios éticos devem ser estritamente observados. O púlpito da igreja não pode dar lugar ao “palanque eleitoreiro”. É verdade que a igreja precisa de conscientização política, mas isso não significa ocupar o espaço de adoração e pregação da Palavra com campanhas políticas. Conscientização política é uma coisa, campanha política é outra. Esta não cabe no espaço de culto do Corpo de Cristo. Nesse sentido, a conscientização política da igreja deve ser fundamentada em princípios cristãos. Isso significa que o cristão deve analisar as propostas e as ideologias dos partidos políticos sob a ótica cristã (cf. Is 5.20). 

3. Ajustando o foco da igreja. O povo de Deus não pode limitar-se a fazer oposição e oferecer resistência à iniquidade no poder temporal. Não pode depositar sua confiança e esperança nas decisões políticas. As lideranças devem incentivar o avivamento espiritual. O avivamento liderado por John Wesley (1703-1791) trouxe mudanças sociais significativas na Inglaterra, pois o mal realmente a ser combatido pela igreja é o pecado. Não podemos jamais perder a nossa consciência e natureza espiritual. Quando a mensagem de arrependimento for pregada ao mundo, então, vidas serão transformadas. O Espírito Santo terá liberdade para convencer os ouvintes do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). À medida que verdadeiras conversões a Cristo ocorrem, na mesma proporção, a nossa nação sofre transformações espirituais e sociais.

CONCLUSÃO 

Diante do cerceamento de algumas liberdades, a igreja começou a despertar para a realidade política. As mudanças e as transformações sociais passam pelo processo político. Por que então não eleger candidatos verdadeiramente vocacionados para a vida pública e que reproduzam a moral cristã? Por que não apoiar políticos que rejeitam as leis contrárias aos princípios cristãos? Para tanto, a Igreja precisa ocupar o seu espaço e influenciar positivamente a sociedade (Mt 5.13-16).

PARA REFLETIR 

A respeito do tema “Ética Cristã e Política”, responda:

Sobre o governo de todos os aspectos da vida humana, o que as Escrituras mostram? 
R. Mostram que Deus intervém em nossa jornada diária, pois Ele “trabalha para aquele que nele espera” (Is 64.4). Nesse aspecto, a Bíblia mostra que o Altíssimo “remove os reis e estabelece os reis” (Dn 2.21), “porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus” (Rm 13.1). 

Que tipo de Estado vivemos hoje?
R.Vivemos num estado democrático de direito, onde tanto cidadãos quanto autoridades instituídas têm direitos e deveres mediante a carta constitucional do país, isto é, vivemos no império das leis, e por isso, devemos exercer o mesmo princípio de submissão ao Estado esposado pelo apóstolo Paulo em Romanos (Rm 13.1,2). 

A partir do exemplo da nação de Israel, qual foi o resultado da união entre Igreja e Estado?
R. Á exemplo da deformação da nação de Israel, o início dessa união trouxe até benefícios, mas em seguida, essa mistura foi trágica.

O que implica o conceito de Estado Laico?
R. O conceito de Estado Laico é compreendido como a separação entre o Estado e a Igreja. Significa que um não pode interferir nas atividades do outro e vice-versa.

Qual o mal a ser combatido pela igreja? R.O mal realmente a ser combatido pela igreja é o pecado.

BIBLIOGRAFIA 

Bíblia Sagrada - Thompson - Edição Contemporânea - Editora VIDA, 2000
Fonte: CPAD, Revista, Lições Bíblicas Adultos, Valores Cristãos - Enfrentando as questões morais de nosso tempo, Comentarista Pr. Douglas Baptista, 2 Trimestre 2018.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

Subsídio Lição 11 - Ética cristã Vícios e Jogos




INTRODUÇÃO

A Bíblia Sagrada enaltece a vida moderada, o trabalho honesto e a boa administração da família (1Co 10.23; 1 Tm 5.8). Desse modo, as Escrituras eliminam a possibilidade de o cristão envolver-se na prática dos vícios ou jogos de azar. No entanto, as estatísticas indicam dados alarmantes acerca dos prejuízos provocados pela prática desse mal em nossa sociedade.

I – VICIOS: A DEGRADAÇÃO DA VIDA HUMANA
Tudo o que escraviza o homem e o faz perder seus valores é denominado de vícios que resultam na degradação da essência humana.

1. O pecado do alcoolismo.
O consumo do álcool é tanto um vício como um pecado (Lc 21.34; Ef 5.18; 1Co 6.10). Como consequência, a embriaguez altera o raciocínio e o bom senso (Pv 31.4,5). Além de retirar a inibição da pessoa, o álcool faz com que ela perca "a motivação para fazer o que é certo" (Os 4.11), levando-a a pobreza e a graves problemas de saúde (Pv 23.21,31,32). Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam o alcoolismo como a terceira causa de morte no mundo. Pesquisas de 2015 indicam que no Brasil a cada 36 horas um jovem morre vítima do consumo abusivo do álcool. Cerca de 60% dos índices de cirrose hepática entre os brasileiros têm relação com o álcool. Diante desses fatos a igreja deve posicionar-se contra o alcoolismo e trabalhar na prevenção ao vício. O problema é de ordem espiritual, médica e psicológica. Infelizmente, muitas pessoas fazem uso da bebida alcoólica como um meio de fugir de seus problemas. Por isso, precisamos sair da clausura dos templos e anunciar que Cristo produz vida (Jo 10.10) e concede paz à alma (Jo 14.27).

2. A escravidão das drogas.
As drogas são substâncias químicas que provocam alterações no organismo. Essas substâncias causam dependência e o consumo excessivo provoca morte por overdose. As drogas afetam também o funcionamento do coração, do fígado, dos pulmões e até mesmo do cérebro. As drogas ilícitas mais comuns são a maconha, a cocaína, o crack e o ecstasy. As chamadas drogas lícitas ramo o álcool e o cigarro são igualmente prejudiciais à saúde.

Em 2016, 3 Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime divulgou que quase 200 pessoas morrem anualmente em todo o mundo devido ao consumo de drogas. O Brasil apresenta uma média de 30 mil mortes por ano devido ao tráfico de drogas. As pessoas usam drogas principalmente para alterar o estado de espírito em busca de paz. Entretanto, as drogas agridem o corpo, que é templo do Espírito Santo (1Co 5.19,20). O cristão não deve usar nem participar de movimentos que visam legalizar as drogas. Seria uma tragédia generalizada!

II – JOGOS DE AZAR: UMA ARMADILHA PARA A FAMÍLIA
Tudo o que abarca investimento sem retorno garantido, descomprometido com a ética e a moral, resulta em sérios prejuízos para a família.

1. A ilusão do ganho fácil.
A sedução dos jogos de azar ocorre pela esperança de se obter lucro instantâneo. As pessoas são atraídas pela ilusão de ganhar dinheiro rápido e fácil sem o esforço do trabalho. Jogam na expectativa de tirar a sorte grande e, assim, resolver problemas financeiros. Ciente dessa realidade, o Estado não consegue ser eficaz no combate à jogatina. E ainda existem os jogos eletrônicos, bem como os ilegais como caça-níqueis e o jogo do bicho, entre outros. É um sistema que lucra e lucra muito. Mas os jogadores tornam-se compulsivos, endividam-se, arruínam a família e a própria vida. Depositar a esperança na sorte é pecado e implica não confiar na providência divina (Jr 17.5-7).

2. Os males dos jogos na família.
Os jogos de azar causam destruições irreparáveis no ambiente familiar. O jogo vicia e escraviza a ponto de migrar todos os recursos de uma família para o pagamento de dívidas contraídas pelo jogador. Nele, o benefício de um depende diretamente do prejuízo do outro e, normalmente, são as pessoas de baixa renda que sustentam a jogatina. Esses jogos fomentam a preguiça, a corrupção, a marginalidade, a agiotagem, a violência e a criminalidade. Os jogadores compulsivos descem ao nível mais baixo para continuar alimentando o vício da jogatina. Em muitos casos tais jogadores perdem seus empregos, o respeito de seus amigos e até o amor de suas famílias. As Escrituras nos advertem a zelar pela família (1Tm 3.4,5) e não cair em armadilhas, pois "um abismo chama outro abismo" (SI 42.7).

3. As consequências para a saúde.
Os jogos de azar, assim como o álcool, o cigarro e as demais drogas causam dependência psíquica e química respectivamente. Em 1992, a OMS concluiu que jogar os jogos de azar faz mal a saúde, incluindo o jogo compulsivo no Código Internacional de Doenças (CID). Quando em crise de abstinência, o jogador sofre com tremores, náuseas, depressão e graves problemas cardíacos. Cerca de 80% dos viciados em jogos de azar relatam algum tipo de ideação suicida como uma forma de fugir da vergonha moral e de suas dívidas. Tal como outros viciados, os jogadores compulsivos tendem ao desenvolvimento de doenças psiquiátricas. Maltratar o próprio corpo é insensatez e afronta contra o dom da vida outorgado por Deus (1 Sm 2.6; Ef 5.29,30).

III – VIVAMOS UMA VIDA SÓBRIA, HONESTA E FIEL A DEUS
A vitória do cristão contra os vícios e os jogos de azar engloba a sobriedade, a honestidade e a fidelidade ao autor da vida.

1. A bênção da sobriedade.
A ''expressão grega nephálios refere-se à sobriedade em relação ao consumo de bebidas alcoólicas.

O dicionário indica que, ao contrário de embriagado, a palavra se aplica a pessoa que está esperta, consciente e capacitada a discernir. O termo também é usado para identificar a vida equilibrada. Trata-se da virtude do que controla as paixões da carne (Gl 5.24). Desse a sobriedade abrange o comportamento moderado, a mente sã, o bom juízo e a prudência (Rm 12.3; 1Tm 1.5; 2 Tm 1.7).
A orientação bíblica é de abstinência de toda a imundícia, inclusive a dos vícios e a dos jogos de azar (Tt 2.12). Observemos a exortação do apóstolo quanto ao vinho (Ef 5.18).

2. Honestidade e fidelidade.
Uma pessoa honesta não explora o seu próximo, mas conduz seus negócios temendo no Senhor (SI 112.1-5). Não retira seu sustento da jogatina à custa de quem perde dinheiro nos jogos de azar, enganando-o e defraudando-o (1Ts 4.6).
O verdadeiro cristão não busca amparo na sorte, mas provê a si e sua família por meio do trabalho honesto, com o "suor do rosto" (Gn 3.19). A fidelidade do cristão é com a Palavra de Deus. Mesmo que alguns vícios e jogos de azar sejam lícitos pelas leis do Estado, o salvo em Jesus não se permite contaminar. Os ensinos e os princípios bíblicos devem pautar a vida dos que são fiéis ao Senhor (SI 119.105).

CONCLUSÃO

Os vícios e os jogos de azar, legais ou ilegais, são práticas reprováveis e prejudiciais à sociedade. Os vícios escravizam e destroem as vidas e as famílias. De igual modo o fazem os jogos de azar. Portanto, o cristão deve abster-se da prática de qualquer vício, dedicando-se ao trabalho honesto para o sustento de sua casa. Cabe ao salvo resistir ao pecado e não se deixar dominar por coisa alguma (1 Co 6.12).

PARA REFLETIR

A respeito do tema "Ética Cristã, Vício e Jogos", responda:

• Qual a consequência da embriaguez?
Como consequência, a embriaguez altera o raciocínio e o bom senso (Pv 31.4,5).

• As drogas causam alterações no organismo. Que alterações são essas?
Sim. Elas afetam também o funcionamento do coração, do fígado, dos pulmões e até mesmo do cérebro.

• O que motiva a sedução dos jogos de azar?
A sedução dos jogos de azar ocorre pela esperança de se obter lucro instantâneo. As pessoas são atraídas pela ilusão de ganhar dinheiro rápido e fácil sem o esforço do trabalho.

• O que os jogos de azar causam no ambiente familiar?
Os jogos de azar causam destruições irreparáveis no ambiente familiar.

• Complete: "Uma pessoa honesta não explora o seu próximo, mas conduz seus negócios temendo ao Senhor (SI 112.1-5)."

BIBLIOGRAFIA

Bíblia Sagrada - Thompson - Edição Contemporânea - Editora VIDA, 2000
Fonte: CPAD, Revista, Lições Bíblicas Adultos, Valores Cristãos - Enfrentando as questões morais de nosso tempo, Comentarista Pr. Douglas Baptista, 2 Trimestre 2018.


Editado por Josimar Gonçalo