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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Subsídio Lição 3 - O crescimento do Reino de Deus



INTRODUÇÃO
- Na continuidade do estudo das parábolas, estudaremos a terceira e quarta parábolas narradas em Mateus 13, igualmente mencionada em Marcos 4, a saber, as parábolas do grão de mostarda e do fermento, onde Jesus, ainda tratando do reino de Deus, fala, agora, acerca de seu crescimento.
- O crescimento do reino de Deus é uma realidade, mas que tem de ser analisada sob o aspecto espiritual, pois o reino de Deus não é deste mundo (cfr. Jo.18:36a). O servo do Senhor não pode ser levado pela aparência enganosa.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DAS PARÁBOLAS E AS PARÁBOLAS PROPRIAMENTE DITAS
(PARÁBOLAS DO GRÃO DE MOSTARDA E DO FERMENTO)
- Continuamos no capítulo 13 do evangelho segundo escreveu Mateus, onde Jesus continua a falar a respeito do reino de Deus, num instante em que começa a sofrer oposição dos judeus, a começar por Sua família. Ainda que não seja necessário vincular cronologicamente estes fatos com o momento do ensino da parábola, o evangelista, inspirado pelo Espírito Santo, quer nos fazer observar que a noção do reino de Deus é absolutamente necessária para o crente, que tem de ter consciência de que está no mundo, mas que não é do mundo (Jo.17:16).
- A terceira parábola registrada neste capítulo é a parábola do grão de mostarda, que também é reproduzida pelos dois outros evangelistas sinóticos (Mc.4:30-34 e Lc.13:18-21). Esta parábola está intimamente relacionada com a parábola do fermento (Mt.13:33; Lc.13:20,21), razão pela qual também a estudaremos nesta oportunidade, até porque não há lição especificamente sobre ela neste trimestre.
- A parábola do grão de mostarda começa com uma pergunta de Jesus, que é registrada por Marcos e por Lucas: a que assemelharemos o reino de Deus ou com que o compararemos? Vemos, pois, que a parábola tem em mira dar uma ideia do que é o reino de Deus. Jesus, então, diz que o reino de Deus é como um grão de mostarda que, sendo a menor das sementes entre as hortaliças, torna-se a maior de todas elas, fazendo-se árvore e na qual vão se aninhar as aves dos céus debaixo da sua sombra.
- Com relação à parábola do fermento, temos, novamente, a mesma indagação de Jesus feita na parábola do grão de mostarda: a que compararei o reino de Deus (Lc.13:20)? Para responder a esta questão, Jesus diz que o reino de Deus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e esconde em três medidas de farinha, até que tudo seja fermentado.


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Dinâmica Lição 03: O Crescimento do Reino de Deus


Dinâmica: Passaporte
 
Objetivo: Oportunizar estudo sobre a mensagem do Reino de Deus, a forma de ingresso e permanência nele.
 
Material:
01 passaporte com visto de permanência ou uma figura
 
Procedimento:
- Perguntem: Qual a forma de ingresso para o Reino de Deus?
- Aguardem as respostas.
- Resuma as respostas com a leitura de Jo 3. 3: “Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus”.  Então, digam este é o passaporte para a entrada no Reino de Deus.
- Acrescentem que a mensagem do reino proclama o arrependimento (Mc 1.15)” ... O tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho”.
- Falem que o visto de permanência no Reino de Deus ocorre com a observância dos princípios deste reino. Leiam com os alunos as bem-aventuranças (Mt 5.3 a 11) de forma compartilhada, para dinamizar a leitura.
- Leiam também Gl 5. 22. Falem também que no Fruto do Espírito, encontramos outros valores para serem exercitados pelos integrantes do reino.
- Leiam ainda:
“Produzi pois frutos dignos de arrependimento” (Mt 3.8).
"Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado (Jo 15. 2,3).
"Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora..." (Jo 15:4-6).
- Para concluir, falem da necessidade da divulgação da mensagem do Reino de Deus para que outros sejam resgatados do reino das trevas.
 
Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Subsídio Lição 2 - Para ouvir e anunciar a Palavra de Deus


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INTRODUÇÃO
- Uma das parábolas mais conhecidas de Jesus é a parábola do semeador, que encerra uma lição preciosíssima a respeito da natureza do reino de Deus e de como se dá a salvação das almas.
- A parábola do semeador é uma das chamadas “parábolas do reino de Deus”, que se encontram reunidas, no evangelho segundo escreveu Mateus, no capítulo 13, um conjunto de sete parábolas que têm como propósito esclarecer os servos do Senhor a respeito do que significa o reino de Deus, estudo que, na teologia sistemática, envolve a chamada “basileilogia”, disciplina raramente encontrada, hodiernamente, nos cursos teológicos.
- Na parábola do semeador, Jesus mostra, claramente, o que é o processo da salvação e a participação divina e humana correspondentes.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA
- Como vimos na primeira lição deste trimestre, as parábolas surgem explicitamente, no evangelho segundo escreveu Mateus, no capítulo 13, quando o evangelista descreve um momento particularmente difícil no ministério de Jesus, quando começa a tomar corpo a oposição por parte dos judeus, partindo da Sua própria família (Mt.12:46-50).
- Após ter mencionado este fato, Mateus registra sete parábolas de Jesus, inclusive vinculando o episódio à profecia do livro de Isaías (Mt.13:14), dentro do propósito principal do evangelista que é o de mostrar aos judeus que Jesus é o Messias prometido. Estas sete parábolas dizem respeito ao reino de Deus, que é o tema da pregação do Senhor, como nos revela Marcos no introito de seu evangelho (Mc.1:14).
- Ao ensinar a respeito do reino de Deus nas primeiras parábolas explícitas do evangelho, quando, deliberadamente, o Senhor anuncia que assim passaria a ensinar, é-nos mostrado que a prioridade para os discípulos do Senhor é ter consciência do que é o reino de Deus, que, afinal de contas, é o que será anunciado aos homens. A importância, pois, deste assunto está demonstrada não só por ter sido o primeiro tema tratado pelo Senhor por meio de parábolas, como também pelo número de parábolas que tiveram como tema o reino de Deus.
- Não devemos achar que Jesus tenha falado todas as sete parábolas do capítulo 13 de Mateus de uma só vez, partilhando, neste ponto, do pensamento de Russell Norman Champlin a respeito. Parece mais provável que o evangelista tenha, por uma questão de estilo, reunido num só capítulo todos os ensinamentos a respeito do reino de Deus, todas as parábolas proferidas por Jesus a este respeito. Todavia, esta circunstância não retira
o fato de Jesus ter dado prioridade a este assunto, bem assim ter mostrado que a realidade do reino de Deus é


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Dinâmica Lição 02: Para Ouvir e Anunciar a Palavra de Deus



Dinâmica: Mais doce que o mel
 
Objetivo: Refletir sobre qual o tipo de coração está sendo lançado o ensino da Palavra de Deus.
 
Material:
Desenho de um caminho com aves, pedras e figura de sol, espinhos, terra fértil e sementes.
Figuras das 4 situações apresentadas na parábola do Semeador
01 figura de coração
01 sachê de mel ou bala de mel
 
Procedimento:
- Leiam a parábola do semeador – Mt 13. 3 a 8.
À medida que a leitura for efetuada, vocês apresentam figuras que dizem respeito as 4 situações da parábola(semelhante a esta abaixo).
Se preferir, vocês podem utilizar material, como: desenho de um caminho com aves, pedras e figura de sol, espinhos, terra fértil e sementes.
- Dividam a turma em 04 grupos e passem o material ou a figura referente a cada situação (uma para cada grupo).
- Orientem para que cada grupo reflita sobre a situação da parábola, associando-a ao ensino da Palavra de Deus nos dias atuais.
- Em seguida, os grupos devem apresentar o resultado de forma objetiva.
- Apresentem a figura do coração e falem: Que o nosso coração esteja com solo preparado e fértil para receber a semente que é a Palavra de Deus.
- Depois, leiam Sl 119.103: “Oh! Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais doces do que o mel à minha boca”.
- Para finalizar, entreguem para cada aluno 01 sachê de mel ou bala de mel.
 
Por Sulamita Macedo.
fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Subsídio Lição 1 - Parábola: uma lição para a vida



B) LIÇÃO Nº 1 – PARÁBOLA: UMA LIÇÃO PARA A VIDA
Ao ensinar por parábolas, Jesus não somente nos ensina as verdades espirituais com simplicidade, como também nos ensina a como devemos ensinar.

INTRODUÇÃO
- Jesus é o Mestre por excelência. O próprio Senhor reconheceu, mais de uma vez, durante o Seu ministério, esta Sua condição (Jo.13:13). Tanto assim é que Lucas resumiu o ministério de Jesus como sendo composto de ações e de ensinos (At.1:1). O uso das parábolas é uma das maiores demonstrações da capacidade extraordinária do Mestre Jesus.
- As parábolas de Jesus são um método e exemplo que nos mostram, claramente, que, no ensino da Palavra de Deus, jamais devemos menosprezar ou desprezar o ambiente cultural do ouvinte, como também nunca poderemos deixar de lado a necessidade extrema de nos fazer entendidos pelo auditório.

I – O QUE É PARÁBOLA
- A palavra “parábola” é grega. Vem de “parabolé” (παραβολή) que, por sua vez, é uma palavra composta de duas outras palavras, “para”(παρα) que quer dizer “ao lado de” e “bolé” (βολή), que era uma medida de distância correspondente um tiro de pedra (cfr. Lc.22:41). Na verdade, “bolé” é derivado de “ballo” (βαλλω), que significa lançar, jogar, arremessar. A palavra “parábola”, portanto, tem o sentido de “lançamento ao lado”, “arremesso ao lado”, um “lançamento feito com desvio de alvo”, ou seja, uma “aproximação”, uma “comparação”.
- No Antigo Testamento, a palavra traduzida por parábola é “mashal” ( משל ), que sempre designa uma comparação, uma ilustração que é feita para trazer ensinamentos espirituais, quase sempre vinculados a profecias, como nos ditos de Balaão (Nm.23:7,18;24:3,15,20), de Jó (Jó 27:1 e 29:1) ou nas profecias de Ezequiel(Ez.17:2; 18:2) e de Habacuque (Hc.2:6) ou pelo salmista (Sl.49:4). O salmista, aliás, deixou registrado o uso de parábolas pelo Messias (Sl.78:2).
- Por isso, no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é dito que a parábola “…é uma narrativa alegórica que transmite uma mensagem indireta, por meio de comparação ou analogia .…”. A Bíblia On-Line da Sociedade Bíblica do Brasil define parábola como sendo “…geralmente história curta ou comparação baseada em fatos verdadeiros, com o fim de ensinar lições a respeito do Reino de Deus ou de sabedoria e moral.…” Diante da dificuldade ou da profundidade da mensagem que se quer transmitir, a pessoa acaba usando de algo aproximado, de uma comparação com elementos conhecidos pelos receptores da mensagem, fazendo, assim, com que a mensagem não seja transmitida com as ideias exatas, muitas vezes inatingíveis e incompreensíveis, mas através de uma aproximação, de uma comparação que consegue transmitir as ideias sem que a dificuldade delas impeça o conhecimento por parte do ouvinte. Por isso, há um “desvio”, fica-se “ao lado” das ideias, mas o “lançamento” é feito, a transmissão é efetuada.

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Subsídio Lição 14 - Entre a Páscoa e o Pentecostes




INTRODUÇÃO
- Na conclusão do estudo do livro de Levítico, analisaremos a tipologia das festas da Páscoa e de Pentecostes.
- As festividades previstas na lei tipificam as verdades espirituais da vida cristã.

I – O ANO ACEITÁVEL DO SENHOR
- Na conclusão do estudo do livro de Levítico, analisaremos duas das festividades previstas na lei, a saber, a Páscoa e o Pentecostes, que têm suas prescrições no capítulo 23 do livro de Levítico.
- Israel estava prestes a ser liberto da escravidão no Egito. O Senhor havia, com mão forte, mostrado que era o único Deus verdadeiro e que as divindades egípcias nada mais eram que fruto da imaginação humana.
- Para demonstrar que estava a surgir um tempo novo na história de Israel, determinou a Moisés que desse ciência aos israelitas que, doravante, eles estavam numa nova época, determina a instauração de um novo calendário, pois, a partir de então, se passaria a contar o tempo a partir desta nova realidade espiritual, da consolidação da formação da nação que seria propriedade peculiar de Deus entre os povos.
- Por isso, o mês de Abibe (também chamado de Nisã) (correspondente, em nosso calendário, aos meses de março e abril, início da primavera no hemisfério norte) passou a ser o primeiro dos meses (Ex.12:2), o dia em que se começou a contar o novo tempo para Israel, o tempo em que passou a ser um povo como tal.
- A determinação divina para que se instaurasse um novo calendário era mais uma medida de formação deste novo povo, que se distinguiria das outras nações, que eram resultado da dissolução da comunidade única pós-diluviana que havia se rebelado contra Deus no episódio da torre de Babel. Isto porque, naquele tempo, cada povo tinha o seu próprio calendário, a sua própria contagem dos tempos.
- Ao estabelecer um calendário, o Senhor estava a dizer, portanto, a Israel que ele era uma nação distinta das demais, um povo à parte dos demais e, simultaneamente, que quem deveria determinar o tempo para aquele povo era o próprio Deus, pois era Ele quem estava a instituir o calendário. Deus Se afirmava como o governante deste povo e que deveria este povo seguir o Seu tempo, a Sua contagem.

OBS: “…A Torá foi dada para trazer santidade ao mundo. Cada vez que uma mitsvá [mandamento, observação nossa] é observada, esta meta é trazida a um patamar mais próximo, quando mais outro lugar e mais outro momento ficam santos. A mitsvá faz com que a santidade seja sentida em duas dimensões: espaço e tempo, mas a maioria das mitsvot é limitada a um lugar ou temo específicos. Porém, a mitsvá de estabelecer um novo mês é a santificação do próprio tempo, pois todo o momento dentro de um determinado mês é dependente da hora exata em que aquele mês começa. Tempo é até mais geral e abrangente que espaço, já que a) Tempo foi cirado antes de espaço e, b) Nenhum lugar pode existir fora do tempo(…). Então, a mais genérica de todas as mitsvot é o estabelecimento do novo mês, razão pela foi escrita primeiro…” (A primeira mitsvá –
estabelecer o novo mês. In: CHUMASH: o livro de Êxodo, p.69).


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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Subsídio Lição 13 - As orações dos santos no altar de ouro



I – INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo do livro de Levítico, estudaremos hoje o altar do incenso e a sua tipologia.
- Pela oração chegamos à presença de Deus.

I – O ALTAR DE OURO
- Na sequência do estudo do livro de Levítico, analisaremos hoje o altar de ouro e a sua tipologia.
- O altar de ouro era uma peça do tabernáculo que ficava no lugar santo. Tinha comprimento de um côvado e largura de um côvado, sendo, portanto, quadrado, tendo dois côvados de altura. Era de madeira de cetim e devia ser coberto de ouro (Ex.30:1,2), o que o diferenciava, de pronto, do outro altar, o altar de sacrifícios, que ficava no pátio e era coberto de cobre (Ex.27:1,2).
- O altar de ouro deveria ser coberto de ouro, inclusive suas paredes e pontas, também tendo uma coroa de ouro ao redor. Deveria ter, também, duas argolas de ouro debaixo da sua coroa, duas argolas de cada lado, a fim de que nelas pudessem ser postos os varais, que seriam de madeira de cetim e também cobertos de ouro, a serem utilizados quando de sua locomoção (Ex.30:3,4).
- Mais uma vez, vemos aqui uma peça que tipifica o Senhor Jesus. A dupla natureza de Cristo é evidenciada no altar, que era de madeira mas coberto de ouro, a revelar o Cristo que é, a um só tempo, homem e Deus.
- O altar tinha uma função: era nele que se deveria queimar o incenso (Ex.30:1). Ora, o incenso simboliza as orações dos santos (Ap.5:8; 8:4) e o fato de o altar tipificar a Cristo já nos mostra que o Senhor Jesus é nosso exemplo maior de oração.
- As Escrituras mostram-nos que o Senhor Jesus, no exato instante em que deixou a Sua glória para Se fazer carne, fez uma oração (Hb.10:5-9), a nos mostrar que a oração é indispensável quando não nos encontramos na glória do Senhor e é o meio pelo qual podemos nos manter unidos à glória, mesmo dela não fazendo parte integralmente.
- Para Se manter unido com o Pai, mesmo Se humanizando, o Senhor Jesus passou a orar, ensinando-nos que é pela oração que nos manteremos unidos a Deus e conseguiremos adentrar na glória divina.
- Jesus estava a ponto de Se tornar um embrião no ventre de Maria, mas o simples fato de Se humanizar já criava a necessidade de ter a prática da oração. E nós, que nunca desfrutamos, como o Cristo, da glória eterna, mas cuja natureza nos destitui dela (Rm.3:23), como podemos pensar em manter uma vida de comunhão com o Senhor sem a oração?


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