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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

20 Seminário

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Subsídio Lição 7 - Davi é ungido rei




INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, estudaremos a respeito da escolha de Davi por Deus para ser o novo rei de Israel.

- Davi era o homem segundo o coração de Deus escolhido pelo Senhor para reinar sobre Israel.

I – A ESCOLHA DE DAVI COMO REI DE ISRAEL

- O rei Saul apresentara-se como um rebelde contra o Senhor e, diante disso, não poderia mais continuar reinando sobre Israel, sob pena de levar todo o povo à perdição. Espiritualmente, pois, o reino caminhava muito mal e Deus já revelara ao seu profeta, Samuel, o desejo de escolher um outro rei, que fizesse a Sua vontade. Ciente desta disposição e estando afeiçoado a Saul, Samuel começou a interceder pelo rei, a fim de que Deus pudesse modificar a sua triste sorte (I Sm.16:1).

- Estes fatos mostram-nos como devemos ter muito cuidado na obra do Senhor. Assim como Deus queria o bem-estar espiritual de Seu povo e isto não era possível com Saul à frente, diante de seu espírito rebelde, do mesmo modo, nos dias hodiernos, Deus também não tem prazer em ver “capitães” rebeldes à frente da Igreja do Senhor. Não é por outro motivo, aliás, que o apóstolo Paulo diz que os que presidem devem fazê-lo com muito cuidado (Rm.12:8), pois o Senhor a tudo observa e não admite que rebeldes fiquem à frente de Seu povo.

- Em resposta à oração intercessória de Samuel, o Senhor lhe manda até a casa de Jessé, em Belém de Judá, pois ali Se tinha provido de um rei entre os filhos de Jessé. Samuel, numa lição que nos dá, ao saber qual tinha sido a resposta de Deus a seus pedidos por Saul, prontamente obedeceu, não ficou insistindo nem teimando. Que possamos todos, ao receber de Deus uma resposta a nossas súplicas, conformarmo-nos à Sua vontade, pois não se ganha coisa alguma em contender contra o Senhor.

- Samuel, porém, sabia que Saul era um rei duro e impiedoso. Ao receber a ordem divina para ungir a um dos filhos de Jessé, o profeta, que desfrutava de intimidade com Deus, temeu por sua vida, pois sabia que Saul não hesitaria em mandar matá-lo, caso soubesse que ele havia ungido outrem para reinar sobre Israel. O Senhor, então, dá-lhe uma estratégia, qual seja, a de fosse realizar um sacrifício pacífico em Belém e que convidasse a Jessé e a sua família e, após o sacrifício, quando estivessem todos para comer a refeição, Deus indicaria quem deveria ser ungido (I Sm.16:2,3).

- Vemos como Deus trabalha. O receio de Samuel era justificado. Saul já dera mostra de sua impulsividade e de seu caráter violento, o que muito explicava a sua rebeldia contra o Senhor. No entanto, Deus não Se irou contra Samuel nem viu nesta atitude do profeta uma recusa a realizar a Sua vontade. Prontamente, deu-lhe uma estratégia em que a ordem divina seria prontamente cumprida e o risco de perseguição por parte de Saul senão completamente, sensivelmente diminuído.

- O mesmo hoje ainda acontece. Devemos levar ao Senhor as nossas dúvidas e dificuldades quando somos convocados para o Senhor para realizarmos alguma obra. O que não podemos é desprezar as reais


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Bons estudos.








Dinâmica Lição 07: Davi é ungido rei



Dinâmica: Vencendo o Gigante

Objetivos:
Contextualizar o tema de vencer desafios como fez Davi diante de Golias com a vida dos alunos.
Refletir sobre as condições para vencer os obstáculos, os problemas e aflições.

Material: ½ folha de papel ofício e caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Entreguem ½ folha de papel ofício para cada aluno.
- Solicitem que cada aluno desenhe uma figura humana grande e outra pequena, que representarão um gigante e ele(o aluno) respectivamente.
- Peçam para que o aluno reflita sobre qual o “gigante” que está perturbando sua vida, isto é, aquilo que está causando dor, sofrimento etc.
- Leiam: I Sm 17. 23,24,37,40,41,42,48,49.                                                  
- Solicitem que desenhe 05 pedras ao lado da figura pequena, que representarão as atitudes que ele dever ter para vencer o gigante(o problema, a dificuldade).
Por exemplo: paz, confiança em Deus, oração, jejum, conselho etc.
- Para concluir, leiam Salmo 34.19 e João 16.33.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 6 – A REBELDIA DE SAUL E A REJEIÇÃO DE DEUS




INTRODUÇÃO 

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, veremos a rebeldia de Saul e a consequente rejeição de Deus.

- Saul é o tipo daquele que apostatou da fé.

I – O BOM COMEÇO DO REINADO DE SAUL

- Terminamos a lição anterior com a confirmação de Saul como rei de Israel diante do povo. Embora escolhido por Deus, Saul teve o consentimento popular por causa de seus dotes físicos.

- No entanto, Saul era um novo homem, havia tido mudança de coração por parte do Senhor e recebera o Espírito Santo (I Sm.10:9), tanto assim que o texto bíblico faz questão de dizer que recebeu a companhia dos homens de guerra que tinham sido tocados por Deus para acompanhá-lo a Gibeá (I Sm.10:26), enquanto que aqueles que o tinham desprezado são chamados de filhos de Belial (I Sm.10:27). 

- Temos aqui uma belíssima figura daquele que é salvo por Jesus Cristo, que tem um encontro com o Senhor e responde favoravelmente ao chamado divino para a salvação. Assim como Saul, aquele que recebe a Cristo como Senhor e Salvador é mudado em um novo homem, nasce de novo (Jo.3:3; II Co.5:17) e passa a ser habitação do Espírito Santo (Jo.7:38,39; 14:17; Rm.8:9), ainda que, sabemos todos, Saul não era habitação do Espírito Santo, já que ainda estávamos no tempo da lei, mas tinha sido visitado pelo Espírito e, por ter sido ungido como rei, teria sempre a possibilidade de receber tal visitação quando fosse necessário.

- Notamos, portanto, que, da parte de Deus, nada havia faltado para bem capacitar espiritualmente o primeiro rei de Israel. Saul era um ungido de Deus, havia sido escolhido por Ele para reinar sobre os israelitas e tinha todas as condições para bem realizar a sua missão. Observemos que até de um exército foi Ele provido pelo Senhor, não tendo qualquer necessidade de convocar o povo e fazer valer sua autoridade para a formação desta força armada.

- Estava Saul tranquilamente em sua cidade, Gibeá, quando o rei amonita Naás resolve guerrear contra a cidade de Jabes-Gileade, cidade pertencente à tribo de Gade. Cercada, os habitantes de Jabes-Gileade resolveram se entregar a Naás, mas o rei amonita não aceitou a oferta, mostrando que desejava, mesmo, a destruição daqueles israelitas.

- Diante desta posição, os habitantes de Jabes-Gileade pediram um prazo de sete dias aos amonitas e foram pedir socorro aos seus compatriotas, tendo chegado alguns mensageiros a Gibeá e, quando o povo soube desta notícia, lamentou e chorou.

- Saul, que estava no campo, ao saber da notícia, recebeu nova visitação do Espírito Santo, tomou um par de bois e os cortou em pedaços e os enviou a todos os termos de Israel pelas mãos de mensageiros, convocando o povo à guerra e dizendo, ainda, que quem não saísse atrás dele, Saul, e de Samuel, assim se faria aos seus bois, o que causou o temor do Senhor sobre todo o povo que saiu como um só homem: 300 mil de Israel e 30 mil de Judá (I Sm.11:1-8).


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Dinâmica Lição 06: A Rebeldia de Saul e a rejeição de Deus


Dinâmica: Jesus, Rei dos reis

Objetivos:
Oportunizar estudo sobre a mensagem do Reino de Deus, a forma de ingresso e permanência nele.
Relacionar Saul(que teve o reino rejeitado) com Jesus(que embora tenha sido rejeitado pelos seus), nós o aceitamos e é o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Material:
01 coroa

Procedimento:
- Leiam os versículos abaixo(João 18:36,37):
“Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.
Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz”.
- Perguntem: Qual a forma de ingresso para o Reino de Deus?
- Aguardem as respostas.
- Resuma as respostas com a leitura de Jo 3. 3: “Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus”. 
Então, digam este é o passaporte para a entrada no Reino de Deus.
- Acrescentem que a mensagem do reino proclama o arrependimento (Mc 1.15):
”... O tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho”.
- Falem: Ingressamos no Reino de Deus, quando cremos no evangelho e nos arrependemos dos nossos pecados.
- Peçam para que 02 alunos(as) falem sobre sua conversão. Ao relatar, o aluno segura a coroa e diz: Ingressei no reino de Deus no ano tal e foi assim...
Ao término, ele diz: Jesus é o meu Rei eterno.
- Falem que o visto de permanência no Reino de Deus ocorre com a observância dos princípios deste reino.
- Leiam com os alunos as bem-aventuranças (Mt 5.3 a 11) de forma compartilhada, para dinamizar a leitura.
- Leiam também Gl 5. 22. Falem também que no Fruto do Espírito, encontramos outros valores para serem exercitados pelos integrantes do reino.
- Para concluir, falem da necessidade da divulgação da mensagem do Reino de Deus para que outros sejam resgatados do reino das trevas.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 5 – A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL





INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, analisaremos a instituição da monarquia em Israel.
- Com a monarquia, Deus acolhe um desejo do povo de mentalidade gentílica para continuar a cumprir o Seu plano para a humanidade.

I – O GOVERNO DE SAMUEL

- Deixamos a lição passada o povo de Israel recebendo de volta a arca da aliança, mas imerso numa mentalidade gentílica que era consequência de mais de três séculos de um “círculo vicioso” em que não havia o ensino da Palavra de Deus e a nefasta influência dos povos gentios sobre os israelitas, que os levava à idolatria.

- Como se isto fosse pouco, os dois filhos de Eli haviam comprometido a liderança sacerdotal, a ponto de Deus ter desamparado o tabernáculo em Siló e o sacerdócio não mais ser exercido em sua plenitude, tendo a arca permanecido em Quiriate-Jearim e alguns utensílios do tabernáculo sido levados para Nobe.

- Neste estado lamentável de coisas, Deus Se fazia presente graças ao profeta Samuel, a quem o Senhor Se manifestava e cuja palavra era a verdadeira demonstração da vontade do Senhor. Todos os israelitas sabiam que Samuel era profeta e que o que ele dizia fatalmente acontecia.

- Samuel, com a morte dos filhos de Eli e do próprio Eli, bem como com a irrelevância do novo sumo sacerdote, já que o tabernáculo se desfizera, passou a ser naturalmente a referência espiritual do povo de Israel.

- Politicamente, o país estava arrasado. Os filisteus haviam efetuado um grande estrago entre os israelitas e, assim, além de serem tecnologicamente mais avançados, pois tinham o domínio da metalurgia, o que os israelitas não tinham, ainda haviam dizimado boa parte dos homens de guerra de Israel.

- Samuel manteve-fiel ao Senhor, manifestando a Palavra de Deus para o povo e, também, detectando quais os fatores que tinham sido os responsáveis por tamanha derrocada espiritual.

- Entendemos que é neste tempo, que o texto sagrado diz que foram de 20 anos, que Samuel teve a inspiração do Espírito Santo para escrever o livro de Juízes, quando, então, detectou os dois principais motivos pelos quais o povo chegara a esta situação: a falta de ensino da Palavra de Deus nos lares e a má influência dos povos gentios que conviviam com os israelitas.

- Samuel, então, cria a “escola de profetas”, local onde reunia jovens que se dedicavam ao estudo da Palavra de Deus, visando, assim, suprir a deficiência da educação doutrinária doméstica e criar um grupo de pessoas que servisse a Deus e impedisse a apostasia generalizada.



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Dinâmica Lição 05: A Instituição da Monarquia em Israel



Dinâmica: Vontade de Deus 

Objetivos:
Analisar a atitude do povo israelita ao pedir um rei contrapondo a vontade de Deus.
Refletir sobre a confiança de ser guiado por Deus, de acordo com a vontade dEle.


Material: uma venda.

Procedimento:
- Escolham uma pessoa da classe ou outra que se apresente voluntariamente para representar um cego, para isto coloque uma venda sobre seus olhos.
- Mudem o aluno de posição e solicitem para que comece a caminhar até chegar a um determinado ponto da sala.
- Esperem que o aluno cego peça orientação e comecem a dar comandos para ele executar, como por exemplo: Siga em frente! Dobre à direita! Dobre à esquerda! Dê 03 passos para frente! Dê 02 passos para trás! etc.
- Retirem a venda do aluno e façam as seguintes perguntas:
Seria possível percorrer o caminho sem conhecer a orientação (a vontade) do guia?
Como você se sentiu sendo guiado?
Você entendeu de forma clara os comandos (a vontade) do guia?
O guia transmitiu confiança?
- Reflitam sobre as respostas do aluno “cego”, enfatizando a importância da segurança, da confiança que devemos ter em Deus e buscar Sua vontade.
- Pode acontecer que o aluno “cego” não execute alguns comandos que vocês falarem, porque pode confundir direita com esquerda e/ou não prestar atenção ao que está sendo orientado.
Esta atitude proporcionará a vocês a oportunidade de falar que as ovelhas precisam obedecer aos pastores e estar atentas se a voz representa comandos verdadeiros ou falsos, tendo como padrão a Palavra de Deus.
Para concluir, analisem a atitude do povo israelita ao pedir um rei contrapondo a vontade de Deus.
Ideia original desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Vídeos Seminário EBD 2019


Desafios da Educação Cristã Numa Sociedade pós-Moderna


Pr. Wagner Gaby



Estratégias Eficazes de Educação

 

Pr. Eliel Gaby




 Educadores Cristãos Diante dos Desafios desta geração
 

Pr. Lenito Beltrão