Bem Vindo!

Seja bem vindo(a) ao blog oficial da Escola Bíblica Dominical da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Curitiba. Sua participação e interação através deste blog é muito importante para o nosso trabalho. Deus abençoe!

Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Subsídio Lição 3 - A natureza dos demônios - agentes da maldade no mundo espiritual




INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo da angelologia, estudaremos sobre os anjos maus.

- Os anjos decaídos ou demônios, sob o comando de Satanás, opõem-se a Deus.

I – A ORIGEM DO MAL

- Para tratarmos a respeito dos anjos maus, torna-se, antes, necessário enfrentar uma das mais intrigantes e profundas questões da doutrina cristã, que é o problema do mal.

- A doutrina cristã crê que existe um único Deus (Dt.6:4; Mc.12:29), que é Senhor de todas as coisas (Sl.24:1). As Escrituras, ademais, indicam que este Deus é bom (Sl.73:1; Mt.19:17; Mc.10:18; Lc.18:19) e, além disto, que tudo quanto Deus fez foi muito bom (Gn.1:31).

- Ora, se Deus é bom, se tudo quanto fez é bom, como explicar que exista o mal? Será que o mal realmente existe? Eis a questão que se põe não somente perante os estudiosos das coisas sagradas, mas, também, para todo ser humano.


terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Subsídio Lição 2 - A natureza dos anjos - a beleza do mundo espiritual




INTRODUÇÃO
- A Bíblia Sagrada ensina-nos que os anjos são seres reais, plenamente espirituais, que, embora superiores aos homens, não têm qualquer função na salvação do homem.
- Na atualidade, há ensinos falsos a respeito dos anjos, fruto do desconhecimento da verdadeira doutrina bíblica a respeito.

I – A NATUREZA DOS ANJOS
- Os anjos são seres celestiais criados por Deus. A palavra “anjo” vem do grego “ângelos” (άγγελος), cujo significado é “mensageiro”, “portador de notícias” (note-se que a raiz é a mesma de “evangelho”), palavra que encontramos tanto na versão grega do Antigo Testamento (a Septuaginta) quanto em o Novo Testamento para designar estes seres celestiais e que corresponde ao hebraico “mal’ãkh” ( ,)מלאךcujo significado etimológico é, também, o de “mensageiro”.


- Logo no primeiro versículo da Bíblia Sagrada, em Gn.1:1, temos conhecimento de que há duas ordens de criações: a celestial e a terrena. “No princípio, criou Deus os céus e a terra”. Esta afirmação bíblica não diz respeito à criação do firmamento, isto é, deste céu azul que vemos quando levantamos nossas cabeças, azul este que não é do céu mas da própria Terra, como nos deu conta o astronauta russo Yuri Gagarin, o primeiro homem a rodear o planeta em uma espaçonave.

- Quando a Bíblia se refere aos “céus”, está a nos falar da dimensão celestial, da dimensão espiritual da criação, formada por Deus, o Criador, que é o único Deus mas que também são as Três Pessoas Divinas, bem como pelos anjos, precisamente estes seres celestiais que, com Deus, formam os “céus” e para onde, aliás, está prometido ir o “povo dos santos do Altíssimo” (Dn.7:18), o local onde Jesus já está e para onde nos levará (Jo.14:2,3).

- Ao falar a Bíblia que Deus criou os céus e a terra, dá-nos não só conta de que existem duas dimensões de existência, como também que os céus precederam à criação da terra. Não se trata de uma afirmação descuidada, mas bem definida. Deus criou primeiro os céus e só depois a terra, a nos indicar que os anjos foram criados antes do homem. Esta mesma ordem de criação vemos em Cl.1:16, onde o apóstolo Paulo, aliás, diz quais seriam estes seres celestiais, denominando-os de tronos, dominações, principados e potestades, que, como veremos infra, são classes de anjos.

- No livro que é considerado o mais antigo da Bíblia, qual seja, o livro de Jó, também verificamos que os anjos foram criados antes dos homens. Na série de perguntas que o Senhor faz a Jó, este é indagado onde estava o homem quando Deus lançava os fundamentos da terra, oportunidade em que, ao testemunhar este ato, as “estrelas da alva juntas alegremente cantavam e os filhos de Deus rejubilavam” (Jó 38:7), texto que



Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.





fonte: http://www.portalebd.org.br/classes/adultos/3361-licao-2-a-natureza-dos-anjos-a-beleza-do-mundo-espiritual-i



Dinâmica Lição 02: A Natureza dos Anjos – A Beleza do Mundo Espiritual




Dinâmica: Um Anjo em minha vida

Objetivo:
Concluir o estudo sobre anjos.

Material:
½ folha de papel ofício
01 tubo de cola
01 rolo de fita adesiva
01 cartolina colorida
01 figura ou 01 escultura de anjo
Papel pequeno para cada aluno
01 saco ou 01 caixa pequena
Cartão de mensagem para cada aluno

Procedimento:
- Entreguem para os alunos ½ folha de papel ofício e peçam para que desenhem um anjo.
Aguardem e depois coloquem os desenhos fixados numa cartolina ou quadro.
- Depois, apresentem uma figura ou uma escultura de anjo, que são encontradas a preços módicos.
- Reflitam sobre as características destes desenhos.
Normalmente, os anjos desenhados ou esculpidos possuem asas, vestem roupas longas, a expressão facial é serena, cabelos cacheados etc.
- Depois, perguntem:
Por que temos estas ideias sobre anjos?
Alguns de vocês já viram um anjo?
Aguardem as respostas.
Certamente as respostas vão girar em torno de que nunca viram anjos, mas o que sabem diz respeito ao que observam em figuras ou esculturas ou o que já leram na Bíblia.
- Em seguida, trabalhem o que significa a palavra anjo.
Falem que significa “mensageiro”, lemos no Antigo Testamento que uma das funções dos anjos era levar mensagens para as pessoas.
- Agora, entreguem para cada aluno um papel pequeno em branco, peçam para escrever o nome dele.
Recolham todos os papéis, dobre-os e coloquem dentro de um saco ou caixa.
- Peçam para que os alunos retirem um papel e abram. Caso tenha tirado seu próprio nome, o aluno deverá trocar por outro.
- Entreguem um cartão com mensagem para cada aluno, pode ser do tipo que já se compra pronto ou o professor elabora uma mensagem ou deixa a critério do aluno.
Peçam para que os alunos coloquem no cartão o nome do colega que ele tirou da caixinha.
- Falem: Vimos que a palavra anjo significa mensageiro, então vamos ser neste momento um mensageiro que leva uma mensagem para seu colega(aquela pessoa que tirou o nome).
- Então, peçam para que os alunos se levantem e façam a entrega dos cartões.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 1 – BATALHA ESPIRITUAL - A REALIDADE NÃO PODE SER SUBESTIMADA



INTRODUÇÃO
- Iniciamos o ano letivo da Escola Bíblica Dominical estudando sobre batalha espiritual.
- O salvo na pessoa de Cristo Jesus, enquanto peregrina nesta terra, está num incessante conflito contra as forças espirituais da maldade.

I – A REALIDADE DO MUNDO ESPIRITUAL
- Estamos dando início a mais um ano letivo da Escola Bíblica Dominical e teremos um trimestre temático, abordando o tema “batalha espiritual”.

- A expressão “batalha espiritual” designa uma luta que há entre uma pessoa salva por Cristo Jesus e as “hostes espirituais da maldade”, ou seja, o diabo e seus anjos, algo que é clara e explicitamente apresentado pelo apóstolo Paulo em Ef.6:11-18, que é o texto-base para o estudo desta doutrina e que, também, é a base da chamada “teologia da batalha espiritual”, que contém diversas distorções em relação à verdade bíblica.

- Quando se fala em “batalha”, está-se a falar de “combate”, de “luta”, pois a palavra tem origem na raiz “bat-“, de onde vem “bater”. A “batalha” é o combate entre forças oponentes.

- Ao se falar em “batalha espiritual”, estamos a dizer de um combate espiritual, ou seja, de uma luta entre adversários no campo espiritual, ou seja, que envolva espíritos, que abranja uma dimensão não material, que nada tenha que ver com a matéria.

- Para tanto, é preciso observar o que as Escrituras nos dizem a respeito deste “mundo espiritual”, desta dimensão não material.

- Logo no limiar do texto sagrado, é dito que “no princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn.1:1) e tal afirmação não se refere, como muitos pensam, a uma dimensão puramente física, mas, bem ao contrário, está a indicar que o Senhor, ao criar todas as coisas, primeiramente criou os “céus”, esta dimensão imaterial, este Universo espiritual, que foi, desde logo, habitado pelos anjos, seres criados para este mister, que são espíritos criados para adorar e ser comandados pelo Senhor (Hb.1:14; Sl.103:20; 148:2)..

- Destarte, logo vemos que há, na criação efetuada por Deus, uma dupla dimensão: a dimensão espiritual, representada pelos “céus”, onde estavam os anjos e a dimensão material, denominada de “terra”, que é o Universo físico, onde existe a matéria e onde prevalecem as leis naturais descobertas pela física.


Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.




Dinâmica Lição 01: Batalha Espiritual – A Realidade não Pode Ser Subestimada


Dinâmica: Batalha Espiritual?

Objetivo: Introduzir o estudo sobre batalha espiritual.

Material:
01 Bíblia
01 caixa grande
03 caixas pequenas que caibam juntas dentro da caixa maior
Nomes digitados: Mapeamento Espiritual, Maldição Hereditária, Crentes com possessão demoníaca
 Estes nomes devem estar dentro das caixinhas(cada nome numa caixa)

Procedimento:
Durante a aula:
- No início da aula, apresentem a caixa e falem que ela tem um significado muito especial para a lição de hoje. Mas o que será?
Aguardem as respostas.
- Perguntem: O que pode ter dentro desta caixa? Alguém quer falar? Para facilitar, vocês podem pegar a caixa, balançar a caixa, só não pode abri-la.
Observem as respostas e as reações dos alunos.
- Depois, peçam para que um aluno abra a caixa e os demais alunos devem olhar o que tem dentro.
Eles vão encontrar as 03 caixas, que deverão ser retiradas e abertas, uma de cada vez.
Eles vão encontrar as seguintes expressões: Mapeamento Espiritual, Maldição Hereditária, Crentes com possessão demoníaca
Depois, coloquem estas expressões no quadro.
-Perguntem: Por que estas expressões estavam dentro da caixa, “escondidas”, “ocultas”?
Aguardem as respostas.
- Apontando para os nomes, afirmem que neles há a presença de características da pseudobatalha espiritual, permeada pelo ocultismo.
Aguardem as respostas.
- Para concluir, falem: Na caixa, estavam escondidos vários tipos de práticas ocultistas, mas vejamos o que a Bíblia nos ensina sobre isto(neste momento, apresentem a Bíblia).


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Subsídio Lição 12 - Esperando, mas trabalhando no reino de Deus


Resultado de imagem para trabalhando no reino de Deus

INTRODUÇÃO

- Depois de termos estudado as chamadas “parábolas do reino de Deus”, estudaremos mais duas parábolas que dizem respeito ao serviço exigido de cada filho do reino: as parábolas dos talentos (Mt.25:14-30) e das minas (Lc.19:11-27), que, por sua mensagem, chegaram mesmo a serem consideradas, por alguns estudiosos, como versões de uma mesma parábola de Jesus.
- Em ambas as parábolas, o Senhor Jesus enfatiza o aspecto de que os salvos, mais do que os demais homens, devem ter consciência de que são mordomos de Deus e, como tal, devem servir a Deus, cumprindo os Seus propósitos. Quem não vive para servir, não serve para viver.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DAS PARÁBOLAS DOS TALENTOS E DAS MINAS E AS PARÁBOLAS PROPRIAMENTE DITAS

-
A parábola dos talentos é mencionada apenas por Mateus e incluída no sermão escatológico de Jesus.
Como já temos vistos nas lições anteriores deste trimestre, o evangelista Mateus reuniu as parábolas em grupos, sem muita preocupação cronológica, dentro de um estilo tipicamente judaico de redação, como o demonstram os escritos hebraicos contemporâneos relativos à tradição oral judaica. Assim, não é desarrazoado entender que a colocação de parábolas no sermão escatológico de Jesus não queira significar que Jesus a tenha proferido no final do Seu ministério. Os dois principais sermões de Jesus constantes deste evangelho estão permeados de parábolas, a reforçar esta suposição. De qualquer maneira, a parábola dos talentos encontra-se inserida nos ensinos de Jesus a respeito da Sua vinda, tendo o objetivo de mostrar aos Seus discípulos a necessidade da fidelidade e da diligência na obra de Deus como aspectos da vigilância exigida para o Seu retorno.

- A parábola das minas é mencionada apenas por Lucas e há quem entenda que seja uma versão da parábola dos talentos. Assim, porém, não entendemos porquanto, ainda que a mensagem seja muito similar em ambas as parábolas, não é este o único caso em que Jesus usa de parábolas distintas para transmitir mensagem muito semelhantes, como, aliás, observamos ao longo das chamadas “parábolas do reino de Deus”. Mas o mais importante é que, na parábola das minas, há nuanças diferentes, como ocorreu com a parábola do joio e do trigo e a parábola da grande rede, o que nos permite afirmar que se trata de duas parábolas distintas.

- A parábola das minas foi proferida por Jesus quando o Senhor deixou Jericó e se dirigiu para Jerusalém, onde participaria de Sua última páscoa e daria a Sua vida para salvar a humanidade. Lucas, ao contrário de Mateus, tem nítidas preocupações cronológicas e situa bem a ocasião em que esta parábola foi proferida, num instante em que os discípulos estavam esperançosos com relação à manifestação do reino de Deus


 Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.


https://drive.google.com/file/d/1ZeaBRHNA3b_Wuj0ahSzkT6Gssun0mJ58/view?usp=sharing


 

Dinâmica Lição 12: Esperando, mas Trabalhando no Reino de Deus


Dinâmica: Eis-me aqui!
 
Objetivo: Refletir sobre o serviço cristão e a motivação para realizá-lo, através do dons.
 
Material:
Palavras digitadas: Serviço Cristão, Deus, Próximo e Compromisso.
01 coração de tamanho médio (vermelho) feito de cartolina ou EVA
01 coração pequeno para cada aluno
01 quadro branco ou outro tipo
 
Procedimento:
– Coloquem no alto do quadro a expressão SERVIÇO CRISTÃO.
– Perguntem: A quem servimos?
Aguardem as respostas, que certamente serão: Deus(na sua maioria) e ao Próximo.  Então, coloquem as palavras DEUS e PRÓXIMO, logo abaixo de SERVIÇO CRISTÃO.
– Coloquem em seguida o coração e falem que o AMOR é o que nos motiva a servir a Deus e ao próximo. Leiam Mc 12.30 e 31.
– Falem que o serviço que fazemos para o próximo é uma evidência do nosso amor a Deus. Leiam I Jo 3. 17.
– Entreguem um coração pequeno para cada aluno e peçam para que eles troquem entre si o coração, simbolizando o amor que deve haver entre eles e ao próximo.
– Falem também que precisamos ter compromisso com a obra do reino. Leiam Lc 9.62. Coloquem a palavra COMPROMISSO ao lado do coração.
– Perguntem: O que temos realizado no serviço Cristão?
Aguardem as respostas. Incentivem aqueles que estão servindo a continuar nas suas atividades e conclamem aos que estão parados a levantar-se e dizer: Eis-me aqui!
– Concluam, afirmando que cada um de nós, enquanto parte integrante da igreja, colocando em prática o serviço cristão, estamos colaborando para a consecução da Missão Integral da Igreja, somando-se a pregação do evangelho, da comunhão e o cuidado de uns com os outros, através dos nossos dons.
 
Por Sulamita Macedo.
Finalizar o estudo sobre as parábolas de Jesus, estudadas nas 12 lições.
- Dividam a turma em 02 grupos.
- Apresentem figuras ou objetos que representem as parábolas estudadas.
O grupo, que responder corretamente a qual parábola se refere a figura ou objeto, ganhará pontos.
Solicitar para que falem um pouco sobre a parábola. Se fizerem corretamente, somarão outros pontos.
O grupo vencedor poderá ganhar uma premiação.
Sugestão de figuras ou objetos:
Lição 02: Sementes
Lição 03: Fermento e grão de mostarda
Lição 04: Mulher suplicando
Lição 05: Ovelha e dracma(moeda)
Lição 06: Pessoa menosprezando outra
Lição 07: Borracha escolar(representar o perdão)
Lição 08: Pessoa machucada ou pessoa cuidando de outra
Lição 09: 01 pai e 02 filhos
Lição 10: 02 olhos(representar a vigilância)
Lição 11: 10 velas pequenas
Lição 12: Dinheiro
Lição 13: Jesus lavando os pés dos discípulos
 
Por Sulamita Macedo.
fonte:  http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/