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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

20 Seminário

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

SUBSÍDIO Lição 4 - Os atributos do ser humano




INTRODUÇÃO

- O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus.

- Como toda criatura, o homem foi criado perfeito e com atributos que o faziam semelhante a seu Criador.

I – HOMEM: IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS

- O homem foi criado à imagem e semelhança de Deus. Foi este o propósito divino, como se verifica de Gn.1:26, quando se salienta que o projeto do Senhor era criar um ser que fosse “Sua imagem e semelhança”,

um reflexo do Criador entre as criaturas terrenas.
- Deus é bom (Mt.19:17; Mc.10:18; Lc.18:19) e tudo quanto criou, por conseguinte, é bom (Gn.1:31), incluído nisto o próprio ser humano, que as Escrituras afirmam ter sido criado reto (Ec.7:29).

- Ser “imagem e semelhança” é ser “reflexo”, é reproduzir, trazer à lembrança o próprio Deus na criação terrena. Foi este o propósito de Deus ao criar o ser humano: ter um ser que refletisse a glória de Deus na criação terrena, que mostrasse a presença do Senhor de forma palpável num universo físico.

- Este propósito divino foi plenamente realizado, pois o querer divino se equipara ao efetuar (Fp.2:13). Verdade é que o homem pecou e teve a sua queda, passando a ter uma natureza decaída, depravada, mas o fato é que não foi criado assim e se faz mister sabermos como Deus criou o homem, pois a salvação nada mais é que a restauração deste estado inicial do ser humano, ainda que, efetivamente, a salvação não só restaura como eleva a própria dignidade do ser humano.

- Esta condição de ser imagem e semelhança de Deus é, a propósito, a própria dignidade da pessoa humana, dignidade esta que é hoje plenamente reconhecida no direito internacional, como, por exemplo, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, que afirma, no seu introito, que “…o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo…” ou, mesmo, a nossa Constituição, que diz serem um dos fundamentos de nosso país precisamente a dignidade da pessoa humana.

- Os seres humanos têm um valor intrínseco, merecem ser respeitados pelo simples fato de existirem exatamente porque cada pessoa é “imagem e semelhança de Deus”. Foi assim que Deus fez o homem e mesmo o pecado não tem o poder de destruir tal circunstância, uma vez que nenhum pecado é maior do que o Criador. Verdade é que tal imagem hoje se encontra distorcida, enfraquecida, desvirtuada por causa do pecado, mas nunca pode ser considerada como completamente destruída.

- É este homem criado por Deus, imagem e semelhança de Deus, que se apresenta como o homem que é buscado, querido e almejado pelos seres humanos, que, como parte da criação, também está gemendo para que haja a “manifestação dos filhos de Deus” (Rm.8:19), que nada mais é que a completa restauração do estado anterior ao pecado (At.3:21).

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DINÂMICA Lição 04: Os Atributos do Ser Humano



Dinâmica: Convivência em Revisão!

Objetivos:
Reafirmar que o ser humano é um ser sociável.
Analisar as ações no âmbito familiar, quanto à convivência.

Material:
01 caixa
01 tesoura
01 prego
01 lixa
01 chave
01 cotonete
Observação: coloquem todos os objetos, apontados acima, dentro da caixa

Procedimento:
- Apresentem a caixa.
- Falem que dentro da caixa há vários objetos, que poderão ou não ser utilizados, dependendo tão somente de nossa iniciativa.
- Então, comecem a mostrar cada um deles, perguntando para que servem.
Por exemplo:

Tesoura: cortar, separar, dividir, retirar excessos.
Prego: Fixar, unir.
Lixa: Retirar as asperezas, os excessos.
Chave: Abrir ou fechar.
Cotonete: Limpar ouvido.

- Agora, perguntem: Como estes objetos, figuradamente, podem ser utilizados para que o relacionamento na família seja melhorado?
Exemplos:
Tesoura: Cortar, separando o que deve permanecer daquilo que deve ser rejeitado.
Prego: Fixar a Palavra de Deus nas nossas mentes, unindo o que lemos com as ações que executamos.
Lixa: Retirar o que está em excesso, deixando limpo sem “asperezas”.
Chave: Abrir espaço para ações benéficas. Fechar espaço para atitudes destrutivas promotoras de desavenças.
Cotonete: Retirar aquilo que nos impede de escutar o outro.
- Para finalizar, façam um breve comentário sobre os benefícios e malefícios causados pelas atitudes dos membros familiares, proporcionando ou não ambiente de boa convivência, respeitando uns aos outros. Deus nos fez serem sociáveis, mas precisamos ter cuidado com as palavras e ações nos relacionamentos em família e com os amigos.
Ideia original desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

SUBSÍDIO Lição 3 - A natureza do ser humano




INTRODUÇÃO - O ser humano é tricotômico.

- A tricotomia mostra a natureza do homem como imagem e semelhança de Deus, elo entre o mundo material e o mundo espiritual.

I – A ESTRUTURA TRICOTÔMICA DO SER HUMANO

- Na sequência do estudo sobre a doutrina do homem, veremos hoje a sua natureza, ou seja, qual a estrutura criada por Deus para o ser humano.

- Já vimos na primeira lição que um dos fatores que faz do homem imagem e semelhança de Deus é a “tricotomia”. O pastor Elienai Cabral, consultor teológico da CPAD, assim afirma: “O homem é um ser tricótomo (1Ts 5.23; Hb 4.12). O termo tricotomia significa aquilo que é dividido em três ou ‘que se divide em três tomos’. Em relação ao homem, o termo tricotomia refere-se às três partes do seu ser: corpo, alma e espírito. Há divergência neste ponto entre alguns teólogos. Há aqueles que entendem o homem como apenas um ser dicótomo, ou seja, que se divide em duas partes: corpo e alma (ou espírito). Os defensores da dicotomia do homem unem alma e espírito como sendo uma e a mesma coisa. Entretanto, parece-nos  mais aceitável o ponto de vista da tricotomia. Esse conceito da tricotomia crê que o homem é uma triunidade composta e inseparável. Só a morte física é capaz de separar as partes: o corpo de sua parte imaterial.…” (A tricotomia do homem. Disponível em: http://www.cpadnews.com.br/blog/elienaicabral/fe-e-razao/22/atricotomia-do-homem.html Acesso em 12 nov. 2019).

- Esta tricotomia reflete, assim, no ser humano, a triunidade divina. Deus é três em um, ou seja, um único Deus em três Pessoas distintas (I Jo.5:7). O ser humano, também, é apenas um ser, um indivíduo, mas cada indivíduo é dotado de três partes: o corpo, a alma e o espírito.

- Evidentemente que temos aqui uma semelhança. Cada Pessoa divina não é uma parte, é uma Pessoa completa, embora as três Pessoas não sejam três deuses, mas o único Senhor e Deus (Dt.6:4), enquanto que corpo, alma e espírito são, sim, partes de um mesmo indivíduo, tanto que há a separação entre a parte material, o corpo, e a parte imaterial, alma e espírito, quando da morte física, separação que findará por ocasião da ressurreição. De qualquer modo, lembremos sempre, o homem é “semelhante” a Deus, jamais igual a seu Criador. - Esta tricotomia fica evidenciada no relato da criação do homem. Ali é dito que o Senhor formou o homem do pó da terra (Gn.2:7), mostrando, assim, que o homem é composto de uma parte material, retirada do universo físico que o próprio Deus havia criado. Com efeito, a ciência no-lo tem mostrado, o homem possui, em seu corpo, todos os elementos químicos naturais da Terra, elementos estes que são em número de 92, a mostrar que o homem é a síntese da própria natureza. Esta parte material é chamada de “corpo” ou “homem exterior” (II Co.4:16). 



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https://drive.google.com/file/d/1SPVcJgvabeWARVOWNENUlDcai-WdlMgn/view?usp=sharing



 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Subsídio Lição 2 - A criação de Eva, a primeira mulher




INTRODUÇÃO - A mulher foi criada de modo especial.

- As Escrituras mostram serem homem e mulher complementares, iguais diante de Deus mas diferentes entre si.

I – A DESCRIÇÃO DA CRIAÇÃO DA MULHER

- No prosseguimento do estudo sobre a origem da raça humana, que é o primeiro bloco deste trimestre em que estamos a perquirir sobre a doutrina do homem, a chamada Antropologia Teológica, hoje iremos minudenciar a criação da mulher.

- Cumpre observar, portanto, que “Adão”, o primeiro homem, é o ancestral de toda a raça humana e, por isso mesmo, é ele conhecido como o “pai da humanidade”, o representante de toda a humanidade, já que todos os demais seres humanos provêm dele, inclusive a própria mulher (I Co.11:8).

- Depois de ter criado o homem, posto o mesmo no jardim e lhe dado instruções, o Senhor verificou que o homem não podia viver solitário, era um ser social. Por isso, afirmou para Si mesmo: “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele” (Gn.2:18).

- É evidente que esta consideração divina não decorreu de um “erro de cálculo”. Trata-se tão somente de uma forma de expressão que permita a nós entendermos o que foi a deliberação divina. 

- Em Gn.1:26, já vimos que o Senhor quis criar o homem sexuado, macho e fêmea, e aqui, em Gn.2:18, há apenas uma expressão que nos permita vislumbrar este projeto divino.

- Deus já sabia que o homem que criara era um ser social, que dependia de companhia para poder não só sobreviver como cumprir o propósito que Deus dele queria, mas, como havia feito o homem como um ser racional, capaz de pensar e de se relacionar com seu Criador, o Senhor, de modo pedagógico, quis que o homem tivesse consciência de sua potencialidade e, por isso mesmo, antes de criar a mulher, quis que o homem sentisse a necessidade que tinha de companhia, tivesse consciência de sua natureza social.

- Assim, o Senhor leva todos os animais criados à presença de Adão e lhe manda que desse nome a todos eles (Gn.2:19). Ao fazê-lo, o Senhor quis mostrar ao homem que ele era o dominador de toda a criação terrena, pois o gesto de dar nome a alguém é uma demonstração de autoridade sobre aquele ser que é nomeado. 

- Nossos pais revelam o domínio que tem sobre nós precisamente porque são eles que nos dão o nome que temos, lembrando que, na cultura oriental, o nome não é apenas uma designação, como é na cultura ocidental, mas um sinal de identidade, uma demonstração do caráter do ser.
 

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https://drive.google.com/file/d/1ZRl3mcb0mJ5V4Lcv9HZrB8fY0LbfP9VO/view?usp=sharing
 
 

DINÂMICA Lição 02: A Criação de Eva, a Primeira Mulher



Dinâmica: Super Virtuosa
 
Objetivo: Refletir sobre as inúmeras atividades que a mulher exerce, que devem ser acompanhadas das virtudes descritas em Provérbios 31.
 
Material:
01 espelho grande
01 pincel atômico
 
Procedimento:
- Apresentem um espelho grande e deixem que elas se olhem.
- Falem: Cada uma de vocês é uma mulher que tem sua individualidade, suas características próprias.
Falem ainda: cada mulher é única, mas precisa se dividir em várias funções para cumprir sua tarefa de mulher.
- Então, com o pincel atômico comecem a dividir o espelho em várias partes para demonstrar a multiplicação de atividades que a mulher exerce.
- Solicitem que elas falem escrevam o nome das diversões atividades que elas exercem dentro de cada parte dividida.
- Depois, falem: Não temos superpoderes, mas temos a grande capacidade de ser múltiplas sendo apenas uma, realizando várias coisas ao mesmo tempo.
- Para realizar tantas tarefas com qualidade, precisamos observar algumas virtudes, que encontramos descritas em Provérbios 31: 10 a 30.
10 A mulher é preciosa
11 A mulher é confiável
12 A mulher é abençoadora
13, 19, 22a, 27 A mulher é trabalhadora
14, 15, 18b, 21 A mulher é administradora organizada
16, 24  A mulher é negociadora
17 A mulher é forte
18a A mulher é boa produtora de bens
20 A mulher é generosa
22b A mulher é elegante
23 A mulher é refletida no seu marido
26 A mulher é sábia e prudente
28 A mulher é bem aventurada
30 A mulher teme ao Senhor
- Depois, leiam com todas as alunas Pv 31.10a “Mulher virtuosa quem a achará?
 
Por Sulamita Macedo.
FONTE:  https://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

SUBSÍDIO Lição 13 - A velhice de Davi

http://www.mediafire.com/file/ikkostq3u3l7ocg/LI%25C3%2587%25C3%2583O_13_Slides.pptx/file





INTRODUÇÃO - Terminando o estudo dos livros de Samuel, estudaremos a fase final da vida de Davi.

- As últimas palavras de Davi foram proféticas, prova de que dormiu no Senhor, que perseverou em ser um homem segundo o coração de Deus.

I – O EPÍLOGO DO SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL

- Estamos a terminar o estudo dos dois livros de Samuel e, nesta última lição, o tema posto para nós é sobre a velhice de Davi.

- Na verdade, se formos rigorosos, em se tratando de um trimestre bíblico, ou seja, de estudo dos livros de Samuel, veremos que estes livros poucos detalhes dão sobre a velhice de Davi, tema que é mais minudentemente tratado no primeiro livro dos Reis e no primeiro livro das Crônicas, de modo que o tema proposta foge um pouco da proposta apresentada.

- O segundo livro de Samuel, depois de narrar a rebelião de Absalão (e é o único livro das Escrituras a fazêlo, pois, no primeiro livro das Crônicas, não há a narrativa do negócio de Urias, o heteu e de suas consequências), trata da sedição de Seba, de que já tratamos, ainda que mui sucintamente na lição anterior, uma outra rebelião contra o rei Davi, que foi sufocada pelos irmãos Joabe e Abisai, dois dos três comandantes do exército de Davi, sendo que Joabe era o principal comandante (II Sm.20).

- Segundo Edward Reese e Frank Klassen, cronologistas bíblicos, a rebelião de Absalão ocorreu em 993 a.C., ou seja, no 32º ano do reinado de Davi, tendo retornado ao trono no ano seguinte, ou seja, após a recuperação do reino, Davi ainda reinou 7 anos, tendo sido neste mesmo ano a rebelião de Seba, logo sufocada.

- Completamente consolidada a retomada do poder por Davi, teve ele de enfrentar um outro problema, desta feita, um problema causado por Saul e que foi posto à tona pelo próprio Deus. Iniciou-se uma fome, que durou três anos.

- Tudo indica que esta fome, no início, foi tratada por Davi como um fenômeno natural, já que, sabemos, tais ocorrências eram cíclicas na terra de Canaã, como vemos na história dos patriarcas Abraão (Gn.12:10), Isaque (Gn.26:1) e Jacó (Gn.42:5). - No entanto, quando a fome entrou no seu terceiro ano, Davi percebeu que as coisas estavam além do natural e consultou ao Senhor, tendo, então, Deus informado o rei que a causa da fome era o fato de Saul ter matado os gibeonitas (II Sm.21:1,2), quebrando, assim, a aliança que Israel firmara com eles nos dias de Josué (Js.9:3,15-17).

- Davi, então, chamou os gibeonitas a fim de que pudesse repará-los, tendo, então, eles pedido que lhes fossem dados sete homens, descendentes de Saul, para que fossem enforcados, tendo Davi os atendido, 


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https://drive.google.com/file/d/1CLm7w8tLP747W6dd0RkHMtgafHA8BArd/view?usp=sharing
 

Dinâmica Lição 13: A velhice de Davi


Dinâmica: Terceira Idade
 
Objetivo:
Refletir sobre a condição da pessoa idosa e o relacionamento com o idoso.
 
Material:
Cópia do texto “A Tigela de Madeira”(veja no procedimento)
01 folha de papel ofício e caneta para cada grupo
 
Procedimento:
1 - Leiam o texto “A Tigela de Madeira”.
 
A Tigela de Madeira
Um senhor idoso foi morar com seu filho, nora e o netinho de 4 anos de idade. As mãos do senhor eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e  a visão falha do senhor o atrapalharam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão.
Quando pegava o copo, o leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritavam-se com a bagunça.
– Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai, disse o filho.
- Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa com satisfação.
Desde que o senhor quebrara um ou dois pratos, sua comida era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes com lágrimas nos olhos, mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair no chão.
O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente ao filho:
- O que você está fazendo?
O menino respondeu:
- Ah, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem quando eu crescer.
O garoto sorriu e voltou a fazer o trabalho. Aquelas palavras tiveram grande impacto nos pais e eles ficaram chocados, pensativos, refletiram suas atitudes.
Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite, o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão o marido e a mulher não se importavam mais com um garfo e com a colher quando caiam ou quando o leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
Autoria do texto desconhecida.
2 – Após a leitura, reflitam com os alunos sobre a convivência desse idoso com seu filho, nora e neto.
Que pontos chamou mais sua atenção?
Falem: Lemos uma situação que pode ter acontecido ou não, mas que nos traz grandes ensinamentos.
3 - Falem: Mas, há situações reais que vocês devem ter presenciado. Então, dividam a turma em 02 grupos e peçam que eles anotem fatos que conhecem, tanto positivos e negativos com relação ao tratamento do idoso por outras pessoas, em vários lugares, como ônibus, fila de banco, no volante de um carro etc.
Estipulem um tempo de 5 minutos para esta atividade.
4 - Depois, os grupos devem apresentar e refletir sobre estas ações.
5 - Para concluir, contextualizem o tema, refletindo sobre a convivência com os idosos, enfatizem a necessidade de atitudes promotoras de respeito e paciência, pois os mais jovens são ágeis, rápidos e os idosos estão em situação de desvantagem, neste aspecto, mas há muito que aprender com eles.
6 – Que tal agora, mudarmos a história que foi lida! Como ficaria a história?
Deixem os alunos falarem e observem o posicionamento deles diante da situação contada 
na história.
 
Por Sulamita Macedo.
 https://atitudedeaprendiz.blogspot.com/