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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Vem aí o 20º SEMINÁRIO de EBD Curitiba








PALAVRA DO COORDENADOR GERAL DA EBD


Vivemos em novos tempos. Tempos de rapidez, de tecnologia, de mídias digitais...
Por um lado, celebramos a praticidade que passamos a desfrutar ao acessarmos informações, acionarmos um meio de transporte através de um aplicativo de celular, mantermos comunicações em tempo real independentemente de localização geográfica, realizarmos trabalhos e estudos a distância e até mesmo acessarmos cultos on-line...
Por outro lado, lamentamos o distanciamento físico das pessoas, das famílias...os relacionamentos passam a ser virtuais...as brincadeiras de rua deram lugar ao vício tecnológico...o relacionamento com Deus vem dando lugar a uma corrida desenfreada...
A sociedade evolui intelectualmente...os valores e referenciais passam a ser constantemente questionados... A “verdade”, segundo alguns, é algo pessoal...relativismo...tentativas de imposição social de ideologias diversas, consumismo desenfreado...são os novos tempos...
Nesse cenário de tantas mudanças e de tantos questionamentos, os fundamentos da fé cristã também são alvo de reflexão. Nossas crianças, adolescentes e jovens estão crescendo em meio a tudo isso. Nossos novos convertidos vem buscando sedentos a essência da vida cristã. E pessoas deixam nossa comunidade, passando para o segmento dos desigrejados...
Pesa sobre nós, educadores cristãos, uma grande responsabilidade... Que requer de nós mais unção do alto, mais preparo, mais dedicação e uma postura de vida exemplar, de vida verdadeiramente renovada, fundamentada nas sagradas Escrituras. São novos tempos, que trazem consigo novos desafios...Os desafios da educação cristã numa sociedade pós-moderna.
Professores de Escola Bíblica Dominical, o Senhor conta convosco!
Líderes, o Senhor conta convosco!
Pais, o Senhor conta convosco!
E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.2)
Sejam muito bem-vindos ao 20° Seminário de Escola Bíblica Dominical da IEADC!

Ev. Jorge Augusto Martins

Coordenador Geral da EBD















Subsídio Lição 8 - A mordomia do tempo




INTRODUÇÃO
- O homem, como temos visto neste trimestre, é um mordomo e, como tal, deve cumprir as tarefas que lhe foram confiadas pelo Senhor.
Como criaturas, somos submetidas ao tempo, mormente depois que entrou o pecado na humanidade, de modo que a administração do tempo é um dos importantes desafios que o homem tem para poder servir fielmente ao seu Senhor.
- O tempo que vivemos é um tempo de multiplicação da iniquidade e de esfriamento do amor (Mt.24:12). Uma das grandes armas de nosso adversário está, precisamente, na tarefa de roubar o nosso tempo. O tempo é precioso e devemos remi-lo, como nos recomendam as Escrituras (Ef.5:16; Cl.4:5).

I - DEUS, O SENHOR DO TEMPO
-
Quando Deus criou todas as coisas, fê-lo sobre a perspectiva do tempo. Com efeito, as Escrituras indicam, logo no seu início, que "No princípio, criou Deus os céus e a terra" (Gn.1:1), revelando, portanto,que o tempo é algo próprio e adequado para as criaturas. Somente Deus é eterno, porque é o único que não tem começo, nem fim. Até mesmo os anjos, embora vivam eternamente, tiveram um princípio de existência, o que os vincula ao tempo.

-
Na Terra, entretanto, esta limitação temporal é ainda mais intensa. Enquanto os seres celestiais têm um princípio de existência, na terra, tudo tem princípio e fim de existência. O homem não era para ter fim de existência, na sua qualidade de mordomo, mas, diante do pecado, o próprio Deus determinou a morte física (Gn.3:19), submetendo a parte material do homem à mesma limitação temporal das demais criaturas terrenas. Assim, ao menos no que se refere ao corpo, o homem também está completamente limitado pelo tempo, tendo começo e fim de existência física sobre a terra. Daí porque Salomão ter, com a sabedoria que Deus lhe deu, chegado à conclusão de que " tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec.3:1).

- Como podemos observar, portanto,
o tempo foi uma limitação criada por Deus às Suas criaturas. Deus, portanto, não está vinculado ao tempo e é, por isso, que podemos afirmar que Deus é um ser "atemporal", ou seja, o tempo simplesmente não existe para Deus, que está acima do tempo. Tal situação é de difícil entendimento para nós, seres humanos, pois nosso pensamento funciona em termos de espaço e de tempo, como têm constatado médicos, psicólogos e filósofos, mas devemos, pela fé, crer nisto, ainda que não possamos compreendê-lo muito bem. Para Deus há um eterno presente. Para Ele, algo que ocorreu há milhares de anos, o que está acontecendo neste exato momento e o que acontecerá daqui a mil anos são a mesma coisa e estão acontecendo simultaneamente, ao mesmo tempo. Não é por outra razão que o salmista afirmou que o nome de Deus é Já (Sl.68:4), texto, aliás, que tem sido muito mal interpretado.



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https://drive.google.com/file/d/1h40y-fL-2rBFm_JbyXS0bCJGlVItkXAZ/view?usp=sharing



 

Dinâmica Lição 08: A Mordomia do Tempo


 
Dinâmica: O Tempo e eu!
 
Objetivos:
Refletir sobre a mordomia do tempo.
Enfatizar a importância do tempo destinado a leitura e estudo da Bíblia, a oração e comunhão com Deus.

Material:
01 desenho de relógio grande
01 borracha e lápis grafite para cada aluno.
 
Procedimento:
- Perguntem: Como estamos organizando o nosso tempo?
- Entreguem para cada aluno uma figura de um relógio para que escreva entre os intervalos das horas as atividades que executa por dia.
- Perguntem:
 Quais as ações que demandam mais tempo?
Quais as ações são prioritárias?
Quanto tempo para o serviço do Reino de Deus?
Qual foi tempo destinado para a leitura e estudo da Palavra de Deus?
E para a oração?
E para os cultos?
- Leiam:
  “Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Ec 3.1
- Falem: Temos muitas ocupações, mas precisamos reservar um tempo de qualidade para buscar ao Senhor. O que precisamos modificar no nosso relógio?
- Entreguem a borracha e o lápis grafite e solicitem para que reorganizem o tempo destinado a leitura bíblica, oração, aos cultos e para o serviço no Reino.
- Para finalizar, leiam:
 “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios”. Sl 90.12
 
Por Sulamita Macedo.
fonte:  http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Subsídio Lição 7 - A mordomia dos dízimos e ofertas



INTRODUÇÃO

- Quando se fala em mordomia cristã, logo nossas mentes são voltadas para o dízimo, a décima parte da remuneração que o cristão entrega na casa do Senhor para a Sua obra, como reconhecimento do senhorio de Deus e para o sustento da Igreja do Senhor.

- Temos visto que a mordomia é muito mais do que dízimo, mas não resta dúvida de que o dízimo é uma das demonstrações mais eloquentes da conduta de um verdadeiro e fiel mordomo do Senhor.

- Ao lado dos dízimos, as ofertas também são elemento importante para esta demonstração da mordomia na vida material, notadamente a econômico-financeira, do cristão.

I - DEUS FALA SOBRE A RESTAURAÇÃO DA MORDOMIA
- O texto bíblico mais conhecido a respeito do dízimo encontra-se no livro do profeta Malaquias. Com efeito, a mensagem de Malaquias é uma das mais contundentes com respeito a este assunto. A mensagem profética, entretanto, lança-nos muito mais do que uma admoestação para que sejamos dizimistas, como tem sido costumeiro ver entre os ensinadores da Palavra de Deus.

- Segundo a maior parte dos estudiosos da Palavra de Deus, Malaquias foi o último profeta do Antigo Testamento, cujo ministério teria ocorrido cerca de quatrocentos anos antes do nascimento de Jesus Cristo. Após o ministério de Malaquias, teria começado o chamado "período interbíblico", ou seja, o período entre os dois Testamentos, um período em que Deus não levantou profeta algum no meio do povo de Israel.

- Malaquias apresenta uma mensagem dura, pois o povo vivia um período de decadência espiritual. O avivamento experimentado nos dias de Zacarias, Ageu, Esdras e Neemias, quase cem anos antes, havia cessado e, pouco a pouco, o povo judeu estava se envolvendo numa rotina religiosa e formalista.

- A idolatria, que havia sido o grande mal espiritual de Israel antes do cativeiro da Babilônia, havia, agora, cedido seu espaço como grande obstáculo à comunhão com Deus à indiferença, ao formalismo religioso.

- O povo estava "servindo" a Deus por mero hábito, por mero costume, como uma simples tradição cultural, sem qualquer sentimento de amor ou de reverência para com o Senhor. O povo, no tempo de Malaquias, estava totalmente indiferente às coisas de Deus. A primeira queixa de Deus ao povo é a falta de reciprocidade por parte do povo com relação ao amor de Deus ao povo. "Eu vos amei", dizia o Senhor a Israel (Ml.1:2), mas, em troca deste amor, o povo simplesmente respondia: "Em que nos amaste?" (Ml.1:2).

- É importante esta consideração, pois, como podemos observar, o profeta Malaquias deixa bem claro que todas as mazelas existentes no seu tempo, toda a decadência espiritual decorria da falta de amor do povo a Deus. O amor é a essência do relacionamento entre Deus e o homem. Deus é amor (I Jo.4:8) e, se nos tornamos participantes da natureza divina (II Pe.2:4), devemos também amar a Deus (I Jo.4:7).

- Assim, a falta de amor a Deus está na raiz de todos os problemas concernentes ao relacionamento entre Deus e o homem. É este o cerne da mensagem do profeta Malaquias, que, em meio a esta triste realidade, começa a admoestar o povo quanto a diversas condutas, consequências desta falta de amor.


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Dinâmica Lição 07: A Mordomia dos Dízimos e Ofertas


Dinâmica: Gratidão e Privilégio

Objetivo: Introduzir o estudo sobre o dízimo.

Material:
03 cartolinas
03 pincéis atômicos

Procedimento:

Antes da aula:
- Dividam as 03 cartolinas em várias partes, como se fosse uma tabela, utilizando um pincel atômico.

Durante a aula:
- Apresentem uma cartolina para a turma.
- Falem: Vocês estão vendo que esta cartolina está dividida em várias partes. Vamos supor que isto represente tudo que você ganha, isto é, seu salário.
- Dividam a turma em 03 grupos e solicitem que preencham cada parte da tabela com aquilo que se gasta com o dinheiro recebido mensalmente.
Depois, forneçam as seguintes orientações, para cada grupo, sem que os demais saibam:
Para o grupo 01: peçam para que coloquem a palavra dízimo no 1º quadrado.
Para o grupo 02: peçam para que coloquem a palavra dízimo no último quadrado.
Para o grupo 03: peçam para que não coloquem a palavra dízimo.
- Estipulem um tempo de no máximo 10 minutos para a atividade.
- Em seguida, peçam para que cada grupo apresente, de forma objetiva, a tabela preenchida.
- Depois, analisem com os alunos os 03 tipos de comportamento do cristão com seu salário, os gastos e o dízimo.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 6 – A MORDOMIA DA ADORAÇÃO




INTRODUÇÃO

- A adoração é o ato pelo qual o homem reconhece que Deus é o Senhor de todas as coisas, inclusive do adorador.

- A adoração, embora envolva o culto formal a Deus numa igreja, não se confunde com esta prática, pois é algo que deve estar presente em todas as ações do ser humano, tanto que Jesus nos ensinou que os verdadeiros adoradores adoram a Deus em espírito e em verdade(Jo.4:23), ou seja, em todo o tempo, independentemente de local ou ocasião.

I - MORDOMIA DE ADORAÇÃO A DEUS

- A primeira vez que a palavra "adorar" aparece na Bíblia é em Gn.22:5, quando Abraão avisa seus servos que iria ao monte Moriá, juntamente com Isaque, para adorar e, depois, voltaria, com o seu filho, até o pé do monte, onde os servos deveriam esperar. Entretanto, não é esta a primeira vez que vemos um homem adorando a Deus nas Escrituras, ainda que a palavra não estivesse registrada antes no texto sagrado. Com efeito, o primeiro casal tinha um momento peculiar com Deus na viração do dia (Gn.3:8), um instante em que se dirigiam a Deus e a Ele prestavam contas por tudo que tinham feito durante o dia. Era um momento em que se reconhecia a soberania divina e em que o homem se dedicava a um encontro mais íntimo com o seu Senhor.

- Após a queda do homem, apesar da impossibilidade de uma comunhão com Deus, pois o pecado fez uma divisão entre Deus e o homem (Is.59:2; Ef.2:14), o primeiro casal ensinou a seus filhos que havia a necessidade de se render a Deus um tributo, um louvor, de reconhecer que Deus é o Senhor de todas as coisas e que, portanto, devemos dar a Ele satisfação e Lhe render graças. Por isso, vemos Caim e Abel apresentando ofertas a Deus, numa atitude nítida de adoração a Deus (Gn.4:3,4). Podemos observar nesta passagem algumas características da adoração, no limiar da história humana, a saber:

a) A adoração é uma prática que acompanha a própria existência do homem - Como vimos, o primeiro casal tinha um instante diário de adoração e, diante desta prática, havia ensinado seus filhos a procederem da mesma maneira. O homem, portanto, foi feito para adorar a Deus. 

b) A adoração é necessária, mas espontânea - A adoração é uma atividade que era considerada necessária por parte da primeira família, tanto que Caim, mesmo não estando interiormente disposto a fazê-lo, não ousou negar-se a oferecer algo a Deus, pois tinha consciência da necessidade deste gesto. Embora necessária, a adoração é espontânea, tem de partir do homem. Não confundamos a adoração com a sujeição, que é o ato pelo qual Deus, por Sua soberania, imporá, num tempo por Ele determinado, Seu senhorio sobre todos os seres, através de Cristo Jesus (I Co.15:27,28; Ef.1:22; Hb.2:8). Isto é sujeição, não adoração.

c) A adoração consiste de atos externos - A adoração é demonstrada através de gestos concretos, visíveis por todos os demais homens. Caim trouxe uma oferta de vegetais, enquanto Abel sacrificou animais.

d) A adoração também se faz no interior do homem - Embora se manifeste por atos exteriores, a adoração começa no homem interior, é uma atitude que tem seu nascimento no espírito, que é a parte do homem que mantém o canal com Deus. Por isso, a oferta de Abel foi aceita, mas não a de Caim.

e) A adoração é acompanhada e observada por Deus - A disposição para a adoração partiu do homem, mas foi atentamente observada pelo Senhor. Quando nos dispomos a adorar a Deus, jamais nos esqueçamos de que o Senhor a tudo está observando e conhece quais são nossas intenções e os nossos atos, tanto que aceitou a oferta de Abel, mas rejeitou a de Caim.

f) A adoração permite uma comunicação entre Deus e o homem - Mediante a adoração, Deus aceita, ou não, o gesto do homem, mas é através dela que Deus Se manifesta ao homem, mesmo àquele que não teve aceita a sua oferta, de modo que se estabelece o necessário relacionamento entre Deus e o homem. Através da adoração, o homem tem condições de entender que o pecado é o responsável pela ruptura da comunhão entre o ser humano e o seu Criador.

g) A adoração, para que seja aceita por Deus, exige um ato de fé e uma prévia justificação dos pecados - A Bíblia afirma-nos que Abel era uma pessoa dotada de fé e de justiça (Mt.23:35; Hb.11:4), enquanto que Caim era do maligno (I Jo.3:12). Reside, então, aí a razão por que a adoração de Abel foi aceita e não a de Caim. Para que possamos adorar a Deus, devemos ter fé, pois sem ela é impossível agradar-Lhe (Hb.11:6).

Tendo fé, poderemos ser justificados diante de Deus, passando a ter paz com ele (Rm.5:1) e, deste modo, livres do pecado, poderemos ser aceitáveis diante do Senhor. Como diz conhecido cântico, "em altar quebrado, não se oferece sacrifício a Deus". (cfr. I Rs.18:30).


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Dinâmica Lição 06: A Mordomia da Adoração


Dinâmica: Adoradores em Ação

Objetivo:  Finalizar o estudo sobre a mordomia da adoração, com uma atividade prática.

Material:
Bíblia – Salmo 9
Quadro branco, papel madeira ou cartolina
 Marcador de quadro branco ou pincel atômico

Procedimento:
- Solicitem aos alunos que abram a Bíblia no Salmo 9.
- Leiam o Salmo 9 e apontem os motivos pelos quais Davi estava louvando a Deus e sua atitude no momento de adoração, como:
Abrir seu coração(V1)
Lembrar do que Deus fez(V2)
Alegrar-se e louvar (V2)
Reconhecer que Deus nos defende(V 3 a 5)
Confiar que temos refúgio em Deus(V9)
Expressar confiança no Senhor(V 11)
Pedir misericórdia a Deus(V 13)
Regozijar-se na providência divina(V 14,16).
- Agora, perguntem: E nós, que expressões poderíamos também falar para louvar e adorar a Deus?
- Em seguida, elaborem um Salmo coletivo de louvor e adoração a Deus, com ajuda dos alunos.
Utilizem o quadro branco, papel madeira ou cartolina para que todos os alunos vejam as expressões que estão sendo escritas para a composição do Salmo.
- Para concluir, todos os alunos devem ler o salmo de forma compartilhada.
- Se possível, na aula seguinte, distribuam o salmo elaborado para cada aluno.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/