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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 8 – O LUGAR SANTÍSSIMO




INTRODUÇÃO

- Na continuidade do estudo sobre o tabernáculo, analisaremos o lugar santíssimo.

- O lugar santíssimo ensina-nos sobre nossa comunhão íntima com o Senhor.

I – O LUGAR SANTÍSSIMO
- Na continuidade do estudo do tabernáculo, analisaremos hoje o lugar santíssimo, que é o segundo compartimento da parte coberta do tabernáculo, chamado de lugar santíssimo ou santo dos santos.

- De pronto, devemos observar que, ante a divisão feita dos temas neste trimestre, esta lição deve falar tão somente do lugar santíssimo, deixando para a próxima lição o estudo a respeito da arca da aliança, que é a única peça que ocupava este compartimento do tabernáculo.

- O lugar santíssimo era separado do lugar santo por um véu de pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino torcido, com querubins de obra prima (Ex.26:31,33).
- Este véu seria posto sobre quatro colunas de madeira de cetim cobertas de ouro, sobre quatro bases de prata, com colchetes eram de ouro (Ex.26:32). O véu deveria ser pendurado debaixo dos colchetes e, no lugar santíssimo seria ser posta uma única peça, a arca da aliança (Ex.26:33).

- O véu que separava o lugar santo do lugar santíssimo era muito semelhante tanto à primeira camada da cobertura do tabernáculo, onde se tinha uma cortina de linho fino torcido também com pano azul, púrpura, carmesim e, igualmente, com querubins de obra esmerada (Ex.26:1) quanto à entrada do tabernáculo, onde também se tinha uma coberta de vinte côvados de pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino torcido, de obra de bordador (Ex.27:16).

- O fato de o véu que separava o lugar santo do lugar santíssimo ter as mesmas cores seja da entrada do tabernáculo seja da primeira camada de cobertura do santuário (parte coberta do tabernáculo) mostra-nos que o Evangelho é a via de acesso tanto à salvação, representada pela entrada do tabernáculo, como também pela a intimidade com o Senhor, representada pelo véu.

- O Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Rm.1:16) e este poder é manifestado tanto na entrada do tabernáculo, pelo qual se ia até o altar de sacrifícios, onde o pecado era coberto, como também no véu que separa o lugar santo e o lugar santíssimo, pois este véu simboliza o pecado que faz separação entre Deus e os homens, tanto que foi o véu que se rasgou quando Jesus Cristo Se entregou por nós, tirando o pecado do mundo (Mt.27:51; Mc.15:38; Lc.23:45).

- O Evangelho é a mensagem da salvação do homem na pessoa de Jesus Cristo, salvação que não só é libertação do pecado como também entrada em comunhão com Deus.

- O fato de o teto do lugar santo ter a mesma configuração do véu que separava o lugar santo do lugar santíssimo reforçava, dentro do lugar santo, a ideia aos sacerdotes, que eram as pessoas que podiam frequentar o lugar santo, de que se estava diante de Deus, representado ali pela arca da aliança, que se encontrava dentro do lugar santíssimo, que era inacessível.

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Dinâmica Lição 08: O Lugar Santíssimo

 Trabalhem o conteúdo da lição, utilizando ilustrações do Tabernáculo:
01 – Figura do Tabernáculo para mostrar o Lugar Santíssimo.

02 – Figura da Arca da Aliança, o único móvel do Lugar Santíssimo, que será tema da lição 09:
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Livre Acesso”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!
Dinâmica: Livre acesso

Objetivo:
Refletir sobre o amor de Deus pelo homem pecador, enviando seu filho para nascer, viver e morrer para que tivéssemos salvação e livre acesso a presença de Deus.
Material:
01 giz

Procedimento:
- Desenhem com giz 02 círculos separados, com uma comunicação entre eles como se fosse uma ponte.
Cada círculo deve caber todos dos alunos.
- Coloquem dentro de um dos círculos todos os alunos. No outro círculo, escrevam a palavra “DEUS”.
- Falem, apontado para os alunos: O pecado separa a humanidade de Deus. Vejam que vocês estão separados de Deus.
- Depois, apresentem o que Deus fez para restabelecer o relacionamento com a humanidade, após o pecado.
Leiam: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(João 3:16).
- Lemos que Deus com seu grande amor providenciou uma solução para que não houvesse mais esta separação.
Em seguida, escrevam na ligação entre os dois círculos a palavra “JESUS”.
- Falem: Jesus encarnou-se, isto é, nasceu para que tivéssemos através dele o acesso ao Pai.
- Falem: E agora, vocês continuam separados de Deus! Mas, comecem a citar os nomes dos alunos, falando: Deus amou tanto “Fulano de tal” que...(citando o versículo de João 3. 16)
Nesse momento, o aluno deve passar pela “ponte” que é Jesus e entrar no outro círculo, à medida que o nome dele for citado dentro do versículo.
- Depois, leiam: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”(Romanos 5:8).
- Quando todos os alunos estiverem dentro do círculo “Deus”, falem que esta é uma demonstração do grande amor de Deus para com eles e a humanidade. Seu filho ao morrer, o véu de separação rasgou-se de alto a baixo, por meio da obra redentora de Cristo e temos livre acesso a Deus.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 7 – O LUGAR SANTO




INTRODUÇÃO

- Na continuidade do estudo sobre o tabernáculo, analisaremos o lugar santo.
- O lugar santo ensina-nos sobre o nosso múnus sacerdotal.

I – O SANTUÁRIO: VÉU E TÁBUAS

- Na continuidade do estudo sobre o tabernáculo, analisaremos o primeiro compartimento da tenda da congregação (a parte coberta do tabernáculo), que se costuma chamar de lugar santo.

- O lugar santo era a primeira parte da tenda da congregação, separada do pátio por um véu e no qual somente podiam entrar os sacerdotes, não antes de se lavarem na pia de cobre. Ali ficavam três peças: o candelabro ou castiçal, a mesa dos pães da proposição e o altar de incenso, também chamado de altar de ouro, já que, ao contrário do altar de sacrifícios, este era revestido de ouro e não de cobre, como aquele.

- A entrada do lugar santo era um véu, uma coberta de pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino torcido, de obra de bordador, coberta esta que era sustentada por cinco colunas de madeira de cetim, cobertas de ouro, cujos colchetes eram de ouro e com cinco bases de cobre (Ex.26:36,37).

- Este véu impedia que se pudesse ver o que havia no lugar santo, demonstrando uma nítida separação entre o pátio e a parte coberta do tabernáculo, a quem podemos propriamente chamar de “santuário”, como, a propósito, é chamado pelo escritor aos hebreus (Hb.9:2).

- Este véu era muito semelhante à entrada do tabernáculo, porque também servia de “porta da tenda da congregação”, e, como “porta, também simbolizava Cristo, que disse ser a porta (Jo.10:7,9).

- Ocorre que Jesus afirmou ser a porta, tanto por ser o único meio de salvação da humanidade (At.4:12), como também, por ser o único que medeia a divindade com a humanidade (I Tm.2:5), permitindo que passemos a pertencer ao aprisco do Senhor, onde “achamos pastagens”.

- Por isso mesmo, o véu que separava o lugar santo do pátio era, também, composto de azul, púrpura, carmesim e linho, que, conforme já vimos ao estudar a entrada do tabernáculo, fala-nos do Evangelho de Jesus Cristo nas quatro perspectivas inspiradas pelo Espírito Santo nas Escrituras. O mesmo Jesus, anunciado pelo Evangelho, que promove a salvação, também promove o crescimento e o desenvolvimento espiritual do salvo, pois é quem nos leva às “pastagens”. É o Senhor Jesus que nos torna povo Seu e ovelhas do Seu pasto (Sl.100:3).

- Este véu era sustentado por cinco colunas, ao contrário da entrada do tabernáculo, onde as colunas eram quatro. Se as quatro colunas da entrada do tabernáculo tipificam o Evangelho, as cinco colunas do véu do tabernáculo falam dos cinco ministérios que Cristo distribui na Igreja a fim de que haja o aperfeiçoamento dos santos (Ef.4:11-16).

- O lugar santo era acessível apenas aos sacerdotes e, quando cremos em Jesus, somos feitos reis e sacerdotes (Ap.1:6). Assim, o lugar santo fala do nosso serviço ao Senhor e tal serviço há de ser realizado com tendência à perfeição, com contínua aproximação a Deus e concomitante afastamento do pecado, tendo como meta o alcance da estatura completa de Cristo, de varão perfeito, com o aumento do corpo a ser edificado em amor.


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Dinâmica Lição 07: O Lugar Santo

01 – Figura do Tabernáculo para mostrar o Lugar Santo:
02 – Figura das 03 peças do Lugar Santo: o candelabro, o altar do incenso e a mesa dos pães da proposição.


Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir, utilizem a Dinâmica “Adoração e Serviço”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Adoração e Serviço

Objetivos:
Contextualizar o estudo sobre a função do Lugar Santo do Tabernáculo, refletindo sobre a adoração e o serviço cristão.
Realizar autoavaliação do serviço que prestamos como despenseiros do Senhor.
Material:
½ folha de papel ofício e caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Falem: Pelo sangue de Cristo temos acesso ao Lugar Santo para adoração e serviço.
- Depois, entreguem a metade da folha de papel ofício para cada aluno.
- Solicitem para que façam o desenho de uma de suas mãos, contornando-a com a caneta.
- Falem que a mão representa “trabalho, serviço, ação, atividade”.
- Peçam para que os alunos escrevam:
Dentro da mão: Aquilo que estão realizando na obra do Senhor.
Fora da mão: Aquilo que deseja realizar.
- Leiam ou cantem com os alunos a 1ª estrofe do hino da Harpa Cristã no. 394:
“Quem sua mão ao arado já pôs, constante precisa ser; o sol declina e, logo após, vai escurecer. Avante, em Cristo pensando, em oração vigiando, com gozo e amor trabalhando, p’ra teu Senhor”.
- Leiam ainda: I Co 12.5 a 7, I Co 4.2 e Sl 100.02
- Para concluir, façam uma oração pelos alunos apresentando o desejo de cada aluno em servir na obra do Mestre e que sejam capacitados pelo Espírito Santo.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 7 de maio de 2019

Dinâmica Lição 06: As Cortinas do Tabernáculo

Trabalhem o conteúdo da lição, utilizando 02 ilustrações do Tabernáculo:
01 – Figura do Tabernáculo para mostrar as cortinas do Tabernáculo:

02 – Figuras da cobertura e cortinas para apresentar detalhes de sua composição:
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir, utilizem a Dinâmica “O Salário do Pecado”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!
Dinâmica: O Salário do Pecado

Objetivos:
Refletir sobre o pecado que originou a morte física e espiritual, separando os pecadores de Deus.
Introduzir o estudo sobre a simbologia do cortinado branco do Tabernáculo.
Material:
02 alunos(01 do sexo masculino e 01 do feminino)
Frutas variadas
01 cartolina preta

Procedimento:
- Peçam para que o casal se posicione diante da turma.
- Falem que o casal representará Adão e Eva.
- Coloquem uma cesta com vários tipos de fruta diante dele.
- Leiam Gn 2. 15 a 17:
“E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.
- Falem: Lemos nestes versículos acerca da orientação de Deus sobre o que podiam ou não comer dos frutos do jardim.
Escolham 01 fruta e digam que ela vai representar a árvore do Conhecimento do Bem e do Mal.
– Falem: Mas, Adão e Eva desobedeceram:
Leiam: “E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela”(Gênesis 3:6).
Neste momento, “Eva” deve comer parte da fruta proibida e depois passar para “Adão”.
- Falem: Qual foi o pecado?
Certamente vão falar que foi a desobediência.
- Entreguem a metade da cartolina preta para o homem e a outra parte para a mulher e falem que representa o pecado.
- Depois, leiam: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram”(Romanos 5:12).
- Peçam para que o casal distribua pedaços de cartolina preta para todos os alunos, simbolizando que todos pecaram.
- Falem: Agora, temos um problema sério – o pecado e a morte.
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”(Rm 6.33).
- Falem: O pecado faz a separação entre Deus e os homens, porque Ele é santo.  Na lição de hoje, vamos estudar sobre as cortinas do Tabernáculo. O cortinado branco do pátio separava o profano do santo. O homem para entrar no pátio precisava oferecer uma oferta pelo pecado e assim aproximar-se de Deus através do sacerdote. Com o sacrifício de Jesus, fomos perdoados e temos acesso direto a Deus.

Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 30 de abril de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 5 – A PIA DE BRONZE: LUGAR DE PURIFICAÇÃO





INTRODUÇÃO

- Na continuidade do estudo do tabernáculo, analisaremos a pia de bronze.
- A pia de bronze revela a necessidade da santificação na vida espiritual.

I – A PIA DE BRONZE
- Na continuidade do estudo sobre o tabernáculo, nesta caminhada do exterior para o interior deste santuário, vamos hoje analisar a pia de cobre ou pia de bronze, a outra peça que ficava no pátio do tabernáculo.

- Por primeiro, devemos observar se a pia é de “cobre” ou de “bronze”, já que as traduções da Bíblia variam neste particular. A palavra encontrada em Ex.30:18 é “nhošeth” ( נְחשֶת ), que, por sua vez, é palavra derivada de “nhušath” ( נְחושָת ), que segundo a Bíblia de Estudo Palavras-Chave significa “cobre, bronze, aço”. Tem-se, portanto, que a palavra pode tanto ser traduzida por cobre ou por bronze.

- O bronze é uma liga metálica formada por cobre e estanho, que pode também conter outros elementos como zinco, alumínio, antimônio, níquel, fósforo, chumbo e, como tal liga aumenta a resistência mecânica do cobre e a sua dureza sem alterar a ductibilidade, daí porque se entender que fosse mais plausível que os objetos fossem de bronze e não de cobre, ainda que, saibamos, houve um período em que primeiro foi utilizado o cobre e só depois o bronze na confecção de objetos metálicos e o período da fabricação destas peças esteja bem na transição entre estes períodos.

- As duas peças do pátio eram revestidas de cobre (ou bronze), pois ambas tipificam a justiça divina, a necessidade de se enfrentar a problemática do pecado, de se reparar a desobediência e a transgressão da humanidade em relação a Deus, que criou uma situação de inimizade entre Deus e os homens, que trouxe divisão entre Deus e a coroa da criação terrena (Is.59:2).

- Já vimos, na lição anterior, que o altar de sacrifício é um tipo da cruz de Cristo, o altar onde Jesus pagou o preço dos nossos pecados, fez-Se pecado por nós, para que n’Ele fôssemos feitos justiça de Deus (II Co.5:21). Ali, os pecados dos israelitas eram cobertos pelo sangue das vítimas e a ira de Deus aplacada. Na verdade, não só os pecados dos israelitas, mas os de todo o mundo, já que o sacrifício contínuo (Nm.28:1-8) trazia a cobertura de todos os pecados até que o Cordeiro de Deus os tirasse do mundo (Jo.1:29).

- Mas, em seguida ao altar de sacrifícios, como pode muito bem ser visto na capa da revista deste trimestre, havia uma pia de cobre (ou bronze), cuja descrição se encontra em Ex.30:17-21.

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Dinâmica Lição 05: A Pia de Bronze: Lugar de Purificação

Trabalhem o conteúdo da lição, utilizando 02 ilustrações do Tabernáculo:
01 – Figura do Tabernáculo para mostrar o local da pia de bronze:

02 – Figura da pia de bronze: 
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir, utilizem a Dinâmica “Santificação”.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Santificação

Objetivo: Refletir sobre a necessidade de um posicionamento quanto à santificação.



Material:
01 caixa
01 chocolate ou bala para cada aluno
Versículo digitado: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver”(1 Pedro 1:15).
01 grampeador

Procedimento:
Antes da aula:
Prendam o versículo no chocolate utilizando o grampeador
Coloquem dentro da caixa
Na aula:
- Apresentem uma caixa, não falem o que tem dentro.
- Façam um certo suspense e depois perguntem se alguém tem coragem de colocar a mão dentro caixa.
Façam uma contagem, escrevendo a quantidade dos:
Que vão colocar a mão dentro da caixa
Que não vão colocar a mão dentro da caixa
Que estão indecisos
É interessante que haja estes 03 tipos de pessoas.
- Depois, peçam para que os alunos que decidiram colocar a mão dentro da caixa, para que com cuidado ponham a mão dentro dela.
Isto deve acontecer com todos os alunos que responderam afirmativamente. Orientem para que não falem sobre o que pegaram.
Neste momento, pode acontecer de algum aluno desistir. Tente convencê-lo, mas se houver resistência, não insista.
- Falem: Nesta atividade, vocês tiveram 03 posicionamentos. Dessa mesma forma, as pessoas possuem 03 ações diferentes quanto a santificação. Uns escolhem uma vida de santidade, outros não querem e outros ficam indecisos, cambaleantes. Mas, Deus requer de nós um posicionamento quanto a uma vida de santidade.
- Para concluir, abram a caixa e entreguem para eles um chocolate, com um versículo fixado com grampeador: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver”(1 Pedro 1:15).


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 4 – O ALTAR DO HOLOCAUSTO




INTRODUÇÃO

- Na continuidade do estudo do tabernáculo, analisaremos o altar de sacrifícios.
- O altar de sacrifícios tipifica a morte vicária de Cristo.

I – O ALTAR DE SACRIFÍCIOS
Fonte: https://marcoscaetanoblog.wordpress.com/2016/07/07/o-tabernaculo-e-seus-objetos/ Acesso em 06 fev. 2019.
- Na continuidade do estudo do tabernáculo, analisaremos o altar de sacrifícios, que é uma das duas peças que se encontram no pátio, ao lado da pia de cobre, que será estudada na próxima lição.
- O altar de sacrifícios é a primeira peça do tabernáculo que é vista por quem entra em seu interior. “…Observe que o altar do holocausto é a peça que está logo à porta do átrio. Estava ali como sendo a oportunidade primeira para quem quisesse adentrar às profundezas de Deus, teria que primeiro aceitar o sacrifício.…” (MACHADO, Célio. Tabernáculo e sua tipologia. Disponível em:
https://www.estudosgospel.com.br/estudo-biblico-evangelico-diversos/tabernaculo-e-sua-tipologia.html Acesso em 06 fev. 2019).
- Ao se entrar no tabernáculo, encontrava-se este altar, que era de madeira de cetim, tendo cinco côvados de comprimento e cinco côvados de largura, ou seja, era um altar quadrado, tendo três côvados de altura (Ex.27:1), medidas que correspondem segundo a Nova Almeida Atualizada (NAA) a 2,10 metros de comprimento e largura e 1,30 m de altura.
- Embora fosse de madeira, o altar era revestido de cobre (ou bronze), metal que simboliza o juízo de Deus, pois ali eram feitos os sacrifícios, era pago o preço pelos pecados do povo.
- O fato de logo que se adentrava no pátio se tinha a visão do altar e se tinha de chegar a ele, necessariamente, é a demonstração de que não há como nos aproximarmos de Deus se, antes, não resolvermos a problemática do pecado. Não é por outro motivo que a mensagem do Evangelho é sempre um chamamento ao arrependimento (Mc.1:15; Lc.24:47; At.2:38; 3:19; 10:42,43; 13:38-41).
- Quando alguém ouve a mensagem do Evangelho, precisa reconhecer-se pecador e pedir perdão dos seus pecados, crendo que Jesus morreu em seu lugar, derramou o Seu sangue e, por isso, temos agora possibilidade de ter pleno acesso a Deus e de iniciar uma nova vida, libertos do poder e da natureza do pecado.
- Por isso, não tem qualquer fundamento o que se tem visto nos últimos tempos com muito maior intensidade, qual seja, a pregação de um Evangelho que não fala em pecado, que não aborda esta problemática, que se esquiva de afirmar em alto e bom som que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm.3:23), necessitando, assim, de um Salvador.

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Dinâmivca Lição 04: O Altar do Holocausto

- Trabalhem o conteúdo da lição, utilizando 02 ilustrações do Tabernáculo:
01 – Figura do Tabernáculo para mostrar o local do altar do sacrifício:


02 – Figura do altar do sacrifício para apresentar detalhes de sua composição:
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir, utilizem a Dinâmica “O Sacrifício Perfeito”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!
Dinâmica: O Sacrifício Perfeito
Objetivo: Demonstrar a religação do homem com Deus, através do sacrifício perfeito e único de Jesus.
Material:
4 folhas de papel ofício
01 tubo de cola branca
01 pincel atômico
01 rolo de durex colorido(vermelho)
Procedimento:
- Cole 4 folhas de papel ofício, formando um caminho e escreva, em um lado da folha, o versículo: “Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto” (Efésios 2.13).
- Apresente para os alunos este caminho sem mostrar o versículo, dizendo que o homem tinha livre acesso a Deus, porém este caminho foi destruído por causa do pecado; nesse momento rasgue o caminho.
- Entregue os pedaços para os alunos e peça para que eles colem as partes, com durex colorido vermelho. Ao terminarem, fale que somente através do sangue de Jesus o caminho pode ser restaurado, através do sacrifício perfeito e único de Cristo na cruz.
- Então, apresente o lado do caminho que contém o versículo(Ef 2.13) para que todos possam ler. Conclua, lendo João 14.06.
- Para concluir, leiam:
“Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção”(Hebreus 9:11,12).
Ideia original desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Subsídio Lição 3 - Entrando no tabernáculo: o pátio




INTRODUÇÃO

- Dando continuidade ao estudo tipológico do tabernáculo, analisaremos o pátio.

- O pátio do tabernáculo revela a acessibilidade de todos os homens a Deus por meio de Cristo Jesus.

I – SANTUÁRIO: LOCAL SEPARADO

- Tendo estudado os artesãos do tabernáculo, passaremos a analisar a estrutura do tabernáculo, começando pelo pátio, que é a parte descoberta do tabernáculo, acessível a todos os israelitas.

- O tabernáculo era uma construção móvel, ou seja, poderia ser deslocada, e era necessário que assim o fosse já que Israel estava se dirigindo à Terra Prometida. No entanto, de pronto, o Senhor disse a Moisés que o tabernáculo serviria de santuário e de habitação de Deus no meio dos filhos de Israel ((Ex.25:8).

- Ao afirmar que o tabernáculo seria um “santuário”, o Senhor estava a dizer a Moisés, entre outras coisas, que o tabernáculo deveria ficar separado do restante do arraial dos filhos de Israel. Embora fosse móvel, o tabernáculo não poderia se misturar com as demais habitações dos israelitas, que, também, habitavam em tendas, já que estavam em constante deslocamento, peregrinando para Canaã.

- Ser “santuário” significa estar “separado” do restante. Como bem definiu certa feita um obreiro a quem muito estimamos, é “estar no meio, porém à parte”. Era esta a situação do tabernáculo. Embora ele ficasse no centro do arraial dos filhos de Israel, tabernáculo não se misturava com as tendas dos israelitas (Nm.2:1,2), nem mesmo os levitas ou os sacerdotes (Nm.2:23,29,35,38).

- O tabernáculo estava no meio dos filhos de Israel, mas não se confundia com eles, pois era a “habitação de Deus” e o povo não havia entrado em perfeita comunhão com o Senhor, já que não esperara o longo sonido de buzina para subir e ali selar uma aliança de fé com o Senhor (Ex.19:13; 20:18,19). O pecado os impedia de ter um contato direto com o Senhor e, por isso, havia a necessidade desta separação.

- Tal separação era materializada por uma cerca formada por quarenta e oito colunas e bases, com colchetes e faixas de prata, sobre os quais eram postas cortinas, cortinas estas que serão estudadas numa lição posterior (Ex.27:9-19).

- É interessante observar que, ao mesmo tempo em que havia separação, também o tabernáculo falava de comunhão. Eis a lição de Abraão de Almeida: “…O Tabernáculo estava separado da congregação por uma cerca constituída de 60 colunas de bronze sobre os quais apoiava-se um cortinado de linho branco, de dois metros e meio de altura. Isto fala da separação de Deus e do pecador (Ex.38:10-15,19,31; Is.59:2). O número 6 e seus múltiplos, como no caso das colunas, associam-se ao número 7, que é o número de peças do Tabernáculo. Como o 6 relaciona-se com o homem e o 7 com Deus, temos no Tabernáculo a comunhão, ou o encontro do homem com a Divindade.…” (O tabernáculo e a Igreja, pp.14-5).

- A área descoberta em torno desta cerca era o que se denominou de “pátio”. Aliás, é este precisamente o significado da palavra emprega em Ex.27:9, “hāsēr” ( חָצֵר ), que, segundo a Bíblia de Estudo Palavras-Chave, é “um pátio (como rodeado por uma cerca), também uma aldeia (como similarmente cercada por muros)…” (Dicionário do Antigo Testamento, n. 2651, p.1651).

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fonte: https://portalebd.org.br/classes/adultos/3882-licao-3-entrando-no-tabernaculo-o-patio-i