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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

20 Seminário

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

SUBSÍDIO Lição 13 - A velhice de Davi

http://www.mediafire.com/file/ikkostq3u3l7ocg/LI%25C3%2587%25C3%2583O_13_Slides.pptx/file





INTRODUÇÃO - Terminando o estudo dos livros de Samuel, estudaremos a fase final da vida de Davi.

- As últimas palavras de Davi foram proféticas, prova de que dormiu no Senhor, que perseverou em ser um homem segundo o coração de Deus.

I – O EPÍLOGO DO SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL

- Estamos a terminar o estudo dos dois livros de Samuel e, nesta última lição, o tema posto para nós é sobre a velhice de Davi.

- Na verdade, se formos rigorosos, em se tratando de um trimestre bíblico, ou seja, de estudo dos livros de Samuel, veremos que estes livros poucos detalhes dão sobre a velhice de Davi, tema que é mais minudentemente tratado no primeiro livro dos Reis e no primeiro livro das Crônicas, de modo que o tema proposta foge um pouco da proposta apresentada.

- O segundo livro de Samuel, depois de narrar a rebelião de Absalão (e é o único livro das Escrituras a fazêlo, pois, no primeiro livro das Crônicas, não há a narrativa do negócio de Urias, o heteu e de suas consequências), trata da sedição de Seba, de que já tratamos, ainda que mui sucintamente na lição anterior, uma outra rebelião contra o rei Davi, que foi sufocada pelos irmãos Joabe e Abisai, dois dos três comandantes do exército de Davi, sendo que Joabe era o principal comandante (II Sm.20).

- Segundo Edward Reese e Frank Klassen, cronologistas bíblicos, a rebelião de Absalão ocorreu em 993 a.C., ou seja, no 32º ano do reinado de Davi, tendo retornado ao trono no ano seguinte, ou seja, após a recuperação do reino, Davi ainda reinou 7 anos, tendo sido neste mesmo ano a rebelião de Seba, logo sufocada.

- Completamente consolidada a retomada do poder por Davi, teve ele de enfrentar um outro problema, desta feita, um problema causado por Saul e que foi posto à tona pelo próprio Deus. Iniciou-se uma fome, que durou três anos.

- Tudo indica que esta fome, no início, foi tratada por Davi como um fenômeno natural, já que, sabemos, tais ocorrências eram cíclicas na terra de Canaã, como vemos na história dos patriarcas Abraão (Gn.12:10), Isaque (Gn.26:1) e Jacó (Gn.42:5). - No entanto, quando a fome entrou no seu terceiro ano, Davi percebeu que as coisas estavam além do natural e consultou ao Senhor, tendo, então, Deus informado o rei que a causa da fome era o fato de Saul ter matado os gibeonitas (II Sm.21:1,2), quebrando, assim, a aliança que Israel firmara com eles nos dias de Josué (Js.9:3,15-17).

- Davi, então, chamou os gibeonitas a fim de que pudesse repará-los, tendo, então, eles pedido que lhes fossem dados sete homens, descendentes de Saul, para que fossem enforcados, tendo Davi os atendido, 


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https://drive.google.com/file/d/1CLm7w8tLP747W6dd0RkHMtgafHA8BArd/view?usp=sharing
 

Dinâmica Lição 13: A velhice de Davi


Dinâmica: Terceira Idade
 
Objetivo:
Refletir sobre a condição da pessoa idosa e o relacionamento com o idoso.
 
Material:
Cópia do texto “A Tigela de Madeira”(veja no procedimento)
01 folha de papel ofício e caneta para cada grupo
 
Procedimento:
1 - Leiam o texto “A Tigela de Madeira”.
 
A Tigela de Madeira
Um senhor idoso foi morar com seu filho, nora e o netinho de 4 anos de idade. As mãos do senhor eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e  a visão falha do senhor o atrapalharam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão.
Quando pegava o copo, o leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritavam-se com a bagunça.
– Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai, disse o filho.
- Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa com satisfação.
Desde que o senhor quebrara um ou dois pratos, sua comida era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes com lágrimas nos olhos, mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair no chão.
O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente ao filho:
- O que você está fazendo?
O menino respondeu:
- Ah, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem quando eu crescer.
O garoto sorriu e voltou a fazer o trabalho. Aquelas palavras tiveram grande impacto nos pais e eles ficaram chocados, pensativos, refletiram suas atitudes.
Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite, o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão o marido e a mulher não se importavam mais com um garfo e com a colher quando caiam ou quando o leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
Autoria do texto desconhecida.
2 – Após a leitura, reflitam com os alunos sobre a convivência desse idoso com seu filho, nora e neto.
Que pontos chamou mais sua atenção?
Falem: Lemos uma situação que pode ter acontecido ou não, mas que nos traz grandes ensinamentos.
3 - Falem: Mas, há situações reais que vocês devem ter presenciado. Então, dividam a turma em 02 grupos e peçam que eles anotem fatos que conhecem, tanto positivos e negativos com relação ao tratamento do idoso por outras pessoas, em vários lugares, como ônibus, fila de banco, no volante de um carro etc.
Estipulem um tempo de 5 minutos para esta atividade.
4 - Depois, os grupos devem apresentar e refletir sobre estas ações.
5 - Para concluir, contextualizem o tema, refletindo sobre a convivência com os idosos, enfatizem a necessidade de atitudes promotoras de respeito e paciência, pois os mais jovens são ágeis, rápidos e os idosos estão em situação de desvantagem, neste aspecto, mas há muito que aprender com eles.
6 – Que tal agora, mudarmos a história que foi lida! Como ficaria a história?
Deixem os alunos falarem e observem o posicionamento deles diante da situação contada 
na história.
 
Por Sulamita Macedo.
 https://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

SUBSÍDIO LIÇÃO Nº 12 – A REBELIÃO DE ABSALÃO





INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, veremos hoje a rebelião de Absalão.

- A rebelião de Absalão foi a maior crise do reinado de Davi.

I – A PÉSSIMA VIDA FAMILIAR DE DAVI: A ORIGEM DA REBELIÃO DE ABSALÃO

- Na continuidade do estudo dos livros de Samuel, veremos hoje a rebelião de Absalão, a maior crise vivida por Davi em todo o seu reinado e que é uma das principais consequências de seus pecados revelados pelo profeta Natã.

- Para bem entendermos esta rebelião comandada pelo filho que era, à época da revolta, o herdeiro presuntivo do trono de Israel, é preciso fazer uma análise da vida familiar de Davi que, apesar de ser um homem segundo o coração de Deus, jamais deve ser tido como exemplo de vida familiar, pois não foi nem bom pai, nem bom marido.

- A principal falha de Davi narrada nas Escrituras diz respeito ao seu comportamento familiar. Davi não é um exemplo para se seguir em termos familiares, tanto na forma como se casou como também na forma como criou os seus filhos. Não é de se surpreender, portanto, que, quando da sentença divina sobre Davi, tenha sido a sua família a principal vítima (II Sm.7:10-12).

- Pelo que observamos do texto sagrado, Davi foi criado num ambiente familiar que não o levava muito em conta. Quando Samuel vai a casa de Jessé para ungir um dos filhos deste como novo rei de Israel, Davi, por ser “o menor”, nem sequer foi convidado para participar dos sacrifícios pacíficos oferecidos pelo velho profeta e sacerdote nem tampouco do banquete que se lhe seguiu (I Sm.16:5,11,12). Vemos, pois, que Davi já teve uma criação de menosprezo durante sua infância e início de adolescência, o que, certamente, teve influência decisiva para o seu comportamento familiar no desenrolar de sua vida.

- Davi foi menosprezado como filho em sua casa. Apesar de obediente a Jessé e zeloso em suas tarefas domésticas, era carente de afeto e de companhia, circunstância que muito explica seu comportamento ao longo de sua vida. A psicologia mostra-nos que o ser humano forma o seu caráter nos três primeiros anos de vida e que tudo o que aprender e acrescer após este período é tão somente complemento daquele núcleo que permanece inalterado até o final da sua existência, salvo, obviamente, a alteração promovida pelo “novo nascimento”. No entanto, quão poucas pessoas, na atualidade, preocupam-se com este dado e desprezam completamente a educação de suas crianças, deixando-as à mercê de uma doutrinação satânica.

- Nos dias hodiernos, é com tristeza que vemos como se mantém a mesma mentalidade dos discípulos de Cristo. Há uma completa ausência de preocupação para com os pequeninos. Os pais omitem-se totalmente não só na educação doutrinária de seus filhos, achando que as Escolas Bíblicas Dominicais é que têm a obrigação de ensinar-lhes a Palavra de Deus, como também na própria educação secular, relegando a creches, escolas e tantas outras instituições o dever, que é dos pais, de educar e socializar os filhos. Com a desculpa da necessidade de trabalharem, os pais limitam-se a dar o pão físico a seus filhos, não os instruindo


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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

SUBSÍDIO LIÇÃO Nº 11 – AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO DE DAVI






INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, estudaremos as consequências do pecado de Davi.

- As consequências do pecado de Davi mostram que a lei da ceifa está em pleno vigor.

I – A LEI DA CEIFA ATINGE DAVI

- Terminamos a lição anterior, com a sentença divina exarada na revelação do pecado de Davi pelo profeta Natã. Apesar do perdão, o pecado de Davi teria consequências e são estas consequências que iremos estudar.

- Imediatamente após o perdão do pecado, o profeta avisou Davi de que, para que não houvesse blasfêmia por parte dos inimigos do Senhor, o filho nascido de Bate-Seba morreria e, logo em seguida, a criança adoeceu e, posteriormente, morreu (II Sm.12:14).
- Davi, já arrependido, tentou interceder pela criança, jejuando e orando em seu favor, mas a justiça de Deus tinha de ser feita e, como já dissemos na lição anterior, o “quádruplo” deveria ser pago, conforme a lei. Assim, a criança morreu e Davi, ao saber de sua morte, cessou com seu jejum e oração, sabendo que não havia razão alguma para chorar mais a criança, já que a sentença de Deus havia sido devidamente executada.

- Com Davi, percebemos bem o que muitos crentes não entendem: o pecado é perdoado, mas as suas consequências permanecem. Não se trata de qualquer “maldição hereditária” ou coisa semelhante, como alguns desavisados têm pregado ou ensinado erroneamente, ou, mesmo, de um “carma” ou qualquer outra coisa parecida, como ensinam os espiritualistas, budistas, hinduístas ou outras seitas e religiões de origem oriental.

- Trata-se da justiça divina: o pecado é perdoado, porque Jesus já pagou o seu preço na cruz do Calvário. Por isso, podemos, sim, alcançar a salvação na pessoa de Jesus e não há outro meio de salvar-se, a não ser por Cristo. No entanto, as consequências do pecado no campo social, biológico, psíquico, enfim, em tudo que não se refira ao relacionamento entre Deus e o homem, deverão ser devidamente colhidas pelo pecador, para que o nome do Senhor não seja blasfemado por seus inimigos.

- Deus mostra Seu amor para conosco porque Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores (Rm.5:8), mas também não Se deixa escarnecer e o que o homem semear, isto também ceifará (Gl.6:7,8).

- Quando Paulo fala que Deus não Se deixa escarnecer, traz um ensino profundo. A palavra grega, em questão, é “mukterízo” (μυκτηρίζω), cujo significado literal é “torcer o nariz”, “andar de nariz empinado”, ou seja, tratar com desprezo ou demonstrar arrogância, soberba. Trata-se de uma afronta à soberania divina e isto jamais poderia ficar impune.


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Dinâmica Lição 11: As consequências do pecado de Davi


Dinâmica: O salário do pecado

Objetivo:
Refletir sobre o pecado e suas consequências.

Material:
01 jarro
Papel
Caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Leiam para os alunos a seguinte história que me contaram. É lógico que não é verdadeira, mas nos traz algumas reflexões:
“Conta-se que o anjo Gabriel deu para Adão e Eva um jarro e disse-lhes:
- Enquanto vocês estiverem com este jarro vocês serão muito felizes.
O casal guardou com cuidado o presente do anjo. Mas... eles pecaram e foram expulsos do Paraíso.
Eva pegou o jarro e deu para Adão levá-lo, que colocou sobre a cabeça. E ao sair do Paraíso tropeçou e o jarro quebrou-se em muitas partes”.
 Autor desconhecido.
- Agora, façam algumas indagações:
1 - Neste contexto, o que pode significar o “jarro”?
O jarro significa a comunhão com Deus e a ausência de pecado.
2 - Que relação pode ter o jarro quebrado com o pecado e a expulsão do Paraíso?
O jarro quebrado pode ser comparado a quebra de comunhão com Deus, como consequência do pecado.
3 - Qual era o elemento que promovia a felicidade do casal?
 O jarro da história representava o cuidado do casal com a felicidade – a comunhão com Deus.
4 - Por que era importante guardá-lo com cuidado?
O jarro tinha que ser bem cuidado e guardado, porque representava a comunhão com Deus.
5 - O que pode simbolizar cada parte quebrada?
A soma das partes quebradas simboliza a total descontinuidade de comunhão com Deus, pois o pecado traz como consequência o distanciamento do homem com Deus, mas somente o oleiro pode reconstruir o jarro, quando o homem aceita Jesus como seu salvador, restaurando a vida espiritual.
- Depois dos questionamentos e respostas, apresentem um jarro. Mostrem que está vazio.
- Perguntem:
O que podemos colocar dentro deste jarro como partes representantes da nossa felicidade em comunhão com Deus?
O que preenche o homem interior?
Que ações podemos ter para não sofrer as consequências do pecado?
Distribuam papel para os alunos escreverem e em seguida solicitem que coloquem dentro do jarro.
- Depois retirem cada papel e leiam para a turma. Reflitam e analisem o que foi apontado pelos alunos.
- Para concluir leiam:
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”(Rm 6.33).

Por Sulamita Macedo.
Tendo em vista o estudo de alguns personagens bíblicos, que tal fazer a conclusão do trimestre organizando a biografia deles?
Os personagens principais foram: Samuel, Saul e Davi.
Coloquem o nome do personagem no quadro e depois os alunos vão falando sobre a parte pessoal, funções e atitudes dele.
Acrescentem outras informações, se necessário.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Subsídio Lição 10: O pecado do homem segundo coração de Deus





INTRODUÇÃO

- Estudaremos, nesta lição, o “negócio de Urias, o heteu” (I Rs.15:5), certamente o episódio mais lamentável da biografia de Davi, um vergonhoso conjunto de atos pecaminosos que mancharam para sempre a biografia deste rei, já que seu pecado foi expressamente mencionado, no versículo já referenciado, texto escrito depois da cativeiro da Babilônia e quando se relatava fatos ocorridos no reinado de Abião, rei de Judá, bisneto de Davi.

- Esta grande falha de Davi, que é até hoje apontada por muitos pregadores, estudiosos e leitores das Escrituras, não deve servir para criticarmos e injuriarmos aquele grande homem de Deus, mas para nos lembrar que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm.3:23; 5:12) e que, assim como Davi, mesmo cheios do Espírito Santo, necessitamos vigiar para não cometermos atos de igual ou até maior gravidade que Davi.

I – A GUERRA NÃO DESEJADA CONTRA AMOM

- Deixamos Davi no ápice de seu poder político-militar. Havia subjugado os filisteus, os siros, os moabitas, os zobitas, como também havia feito aliança com os fenícios, os gesuritas e os hamatitas, de forma que não tinha qualquer adversário na região da Palestina, entre o Mar Mediterrâneo e o rio Eufrates.

- Conta-nos, então, o texto sagrado que morreu o rei de Amom, Naás, tendo, então, Davi mandado uma comitiva para consolar o novo rei, Hanum, visto que Naás havia usado de beneficência com Davi, pois havia dado asilo aos seus familiares quando da perseguição sofrida nos dias de Saul (I Sm.22:3; II Sm.10:2; I Cr.19:1,2). Davi demonstra, com este gesto, toda sua gratidão para com aqueles que lhe haviam feito bem.

- Devemos ser gratos a todos quantos nos fazem benefícios. A gratidão é uma característica que não pode faltar na vida daqueles que servem a Deus (Cl.3:12-15). Davi, mesmo no trono e numa posição de superioridade sobre o novo rei de Amom, não deixou de demonstrar sua gratidão pelo bem que tinha recebido quando ainda era um fugitivo de Saul, mostrando que não havia se esquecido de suas origens. Quantos, na atualidade, se comportam desta maneira, mesmo se dizendo cristãos? Devemos ser agradecidos a todos quantos nos fizeram bem no passado, mesmo que as circunstâncias atuais nos sejam amplamente favoráveis.

- Davi procurou levar consolo e ajuda a Hanum quando este passava por uma dificuldade, quando havia perdido o seu pai e tinha à frente um grande desafio, que era o de reinar sobre o seu povo. Também, como servos de Deus, devemos estar dispostos a ajudar aqueles que passam por dificuldades. É muito fácil aproximarmo-nos daqueles que passam por momentos de sucesso e de êxito em suas vidas, mas também temos de estar próximos daqueles que estão angustiados, tristes e desolados (Rm.12:15). A propósito, o pregador nos ensina que é bem melhor estarmos na casa onde há luto do que na casa onde há banquete (Ec.7:2) e que é na casa do luto que está o coração dos sábios (Ec.7:4).


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Dinâmica Lição 10: O pecado do homem segundo coração de Deus



Dinâmica: Fidexilina

Objetivo: Refletir sobre atitudes preventivas contra a infidelidade conjugal.

Material:
01 frasco de vidro transparente
Nome digitado: FIDEXILINA
Cópia da bula de FIDEXILINA para todos os alunos(vejam no procedimento)
Confetes coloridos

Procedimento:
– Apresentem um frasco de vidro transparente, com o nome FIDEXILINA, pregado neste depósito.
– Perguntem: O que este nome FIDEXILINA nos lembra?
Aguardem as respostas. Certamente alguém vai falar que parece nome de remédio.
– Então, falem: Realmente é nome de remédio, para combater a infidelidade conjugal, daí o nome FIDEXILINA.
– Peçam para que os alunos indiquem os elementos para a composição deste medicamento e escrevam no quadro ou cartolina.
Para cada elemento indicado, peçam para que um aluno coloque um confete dentro do frasco de vidro que vocês estão apresentando.
– Depois, falem: Vamos ler o que está descrito na bula de FIDEXILINA?
Observação: quando vocês falarem sobre a composição do medicamento, para cada palavra citada, o aluno deve colocar um confete dentro do vidro.
FIDEXILINA 1000mg
Apresentação: frasco com 60 comprimidos revestidos de amor.
Composição: cada comprimido de FIDEXILINA contém:
Respeito 100 %
Confiança 100 %
Oração 100 %
Vigilância 100 %
Encantamento 100 %
Sabedoria 100 %
Compromisso100 %
Diálogo 100 %
Comunhão 100 %
Companheirismo 100 %

Informações ao paciente:
FIDEXILINA tem ação preventiva.
Conservar o medicamento em local de fácil acesso para ambos os cônjuges.
Respeite sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Indicação:
FIDEXILINA é indicado no tratamento a curto, médio e longo prazo da seguinte condição: qualquer alteração por pequena que seja que conduza a infidelidade conjugal.

Contraindicação:
Não há contraindicação de FIDEXILINA 1000 mg.

Precauções:
A vigilância é essencial no aparecimento dos sintomas de infidelidade conjugal.
Durante o tratamento é recomendável a leitura de Filipenses 4.8.
Atenção especial deve ser mantida quando “o outro” está por perto.
Deve haver disposição, com mente e coração abertos, por parte dos cônjuges para o uso do medicamento.

Reações adversas:
Com o uso constante de FIDEXILINA, observa-se reação adversa no “outro”, que deseja introduzir-se no relacionamento conjugal, como: ansiedade, distúrbio do sono, irritabilidade, mau humor.

Posologia:
A dose diária recomendável é de 01 comprimido ao dia para cada cônjuge.
Se necessário, a dose pode ser aumentada para 02 ou 03 vezes ao dia, em caso de indícios que podem conduzir a infidelidade conjugal.
A ingestão de FIDEXILINA juntamente com um devocional na família aumenta a absorção do medicamento.

Superdosagem:
Não há conhecimento de intoxicação por superdosagem.  Mas, converse com seu cônjuge se está havendo cuidados excessivos, para que não se sinta sufocado com suas atitudes, lembre-se sempre é bom manter o equilíbrio e o bom senso.

Farmacêutico responsável: Espírito Santo

– Para cada item da bula de FIDEXILINA, perguntem aos alunos se desejam acrescentar alguma coisa.

– Para concluir, leiam “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério” Mt 5.
Ideia original desconhecida.

Esta versão da dinâmica  por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Subsídio Lição 09: O reinado de Davi




INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, veremos a subida de Davi ao trono e o início de seu reinado.

- Davi consolidou a unidade israelita e praticamente deu a Israel os limites prometidos por Deus a Abraão.

I – DAVI TORNA-SE REI DE JUDÁ

- Na lição anterior, havíamos deixado Davi na sua cidade de Ziclague, que havia ganhado de Áquis, rei de Gate, ainda sob os louros da vitória conquistada sobre os saqueadores, que haviam sido completamente derrotados (I Sm.30). Davi vencera o teste da oposição e da divisão de seus homens, conseguindo uni-los apesar de todas as dificuldades. Como dissemos naquela lição, ao conseguir unificar e pacificar os seus homens, Davi completou a sua formação como líder, pois teria, como rei, de unificar o povo de Israel, que ingressava numa profunda crise.

- Enquanto Davi perseguia os amalequitas e conseguia vencê-los e ganhar grande despojo como também recuperar não só seu patrimônio e familiares, como os de seus homens, ocorria a guerra entre israelitas e filisteus, aquela guerra que os filisteus não haviam permitido que Davi participasse ao lado do rei de Gate (I Sm.29:6-11).

- Enquanto Davi conseguia a união de seus homens e a vitória sobre os amalequitas, com grande despojo, Israel experimentava uma derrota acachapante. Saul, completamente desorientado, ao perceber que Deus não mais falava com ele, aprofundou-se ainda mais em sua impiedade e foi consultar uma feiticeira, numa verdadeira “sessão espírita”, que é descrita em I Sm.28, texto bíblico que, bem ao contrário do que fazem os espiritualistas, que nele buscam apoio para a invocação de mortos, é a cabal demonstração de que tal atitude é abominável aos olhos do Senhor, só pode ser praticada por quem não agrada a Deus e que, além de tudo, é um ambiente onde, apesar das manifestações sobrenaturais, só há mentira e, quando muito, repetição de palavras que o diabo e seus anjos conhecem por meio de profecias anteriormente divulgadas pelos homens de Deus.

- O fato é que, enquanto Davi tinha acesso ao Senhor, era dirigido por Deus e, apesar das dificuldades, saíase vitorioso, Saul, sem a direção de Deus, tendo consultado espíritos malignos, era completamente derrotado na montanha de Gilboa. Os filisteus, depois de muito tempo, obtinham uma grande vitória sobre Israel, tornando a ocupar parte do território israelita (I Sm.31:7).

- Como se não bastasse a grande vitória filisteia, tanto Saul quanto Jônatas foram mortos na batalha. Saul, temeroso e demonstrando uma covardia muito grande, pediu a seu pajem de armas que o matasse antes que caísse nas mãos dos flecheiros. Ante a recusa do pajem de armas, o próprio Saul tomou a espada e se lançou sobre ela, suicidando-se (I Sm.31:4), se bem que o golpe que se deu não foi suficiente para matá-lo de uma só vez, tendo, no mínimo, o “serviço” sido completado por um amalequita que por ali passava (II Sm.1:9,10), se é que o amalequita falou a verdade a Davi.


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Dinâmica Lição 09: O reinado de Davi



Dinâmica: Promessa de Deus

Objetivos:
Refletir sobre o cumprimento das promessas divinas.
Renovar a esperança e a fé nas promessas de Deus.
Entender que o reinado de Davi pautado numa promessa de Deus.

Material:
01 folha de papel ofício dividida ao meio por um traço e caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Perguntem o que significa a palavra “Promessa”.
Segundo o Dicionário Michaelis é “1. Ato ou efeito de prometer. 2 Declaração pela qual alguém se obriga, pela fidelidade e pela justiça, a fazer ou deixar de fazer alguma coisa”. Há outros significados.
- Falem acerca da importância do cumprimento das promessas a nível terreno. Também reflitam sobre do incômodo causado quando há falhas nas promessas e o estado de felicidade promovido por uma promessa cumprida.
Vocês já passaram por alguma dessas situações?
Vocês ocasionaram ou foram vítima?
- Agora, afirmem: O ser humano é falho, mas Deus não falha em suas promessas.
Leiam Nm 23.19: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?”
- Falem:
Vocês têm esperado por muito tempo por uma ou mais promessas divinas para sua vida?
Vocês encontram-se desencorajados? Sem fé? Sem forças? Calma!
Lembrem-se do que Deus já fez por vocês!
- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno divida ao meio por um traço.
- Solicitem aos alunos que escrevam do lado esquerdo as promessas que ainda não foram cumpridas.
- Falem: Lembrem-se do que Deus já fez por você! Façam do lado direito da folha, uma lista das situações que Ele cuidou e providenciou socorro para você! Observem o quanto Deus já fez por vocês. Firmem-se em Suas promessas!
- Concluam, lendo:
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia...”(2 Pedro 3:9a).
“Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”(Salmo 125:1).


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Subsídio Lição 8 - O exílio de Davi




INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo dos livros de Samuel, estudaremos hoje o antagonismo entre Saul e Davi. 

- O antagonismo entre Davi e Saul prefigura a luta que os salvos empreendem neste mundo. 

I – O CRESCIMENTO DE DAVI NA CORTE DE SAUL

- A vitória sobre Golias foi um divisor de águas na vida de Davi. Embora o rei Saul não tivesse cumprido a promessa de lhe dar a sua filha em casamento (I Sm.17:25; 18:19), fez de Davi um dos comandantes do exército de Israel (I Sm.18:5) e nasce, então, o guerreiro, o maior de todos os conquistadores da história de Israel. A vinculação de Davi com a guerra foi tanta que o próprio Deus não permitiu que Davi construísse o templo, precisamente para impedir que a ideia do sangue e da guerra fossem associadas ao nome do Senhor, que é o Deus da paz (I Cr.22:8). 

- Abner, o comandante do exército de Saul, trouxe Davi, após a vitória sobre o gigante, à presença do rei, tendo o jovem Davi trazido a cabeça do filisteu (I Sm.17:57). Saul perguntou ao jovem de quem era ele filho, tendo Davi dito que era filho de Jessé, o belemita (I Sm.17:58). Esta expressão bíblica, como dissemos na lição anterior, mostra que, apesar de Davi frequentar já a corte de Saul, periodicamente, a fim de expulsar o espírito maligno da presença de Saul e ser seu pajem de armas, não o fazia relevante na corte real, sendo mais um dos muitos serviçais que eram convocados pelo rei, dentro das leis vigentes quanto ao reino, estatuídas quando do estabelecimento da monarquia (I Sm.8:11-21), que ainda era incipiente e não possuía nenhuma infraestrutura burocrática, até porque nem capital Israel tinha naquela época. 

- Com a vitória sobre o gigante, porém, a situação mudava de figura. Davi se destacara e se tornara um verdadeiro “campeão” dos israelitas, de tal maneira que o rei Saul não mais deixou que retornasse para a casa de seu pai, requisitando seus serviços em caráter permanente (I Sm.18:2). 

- Assim que Davi foi levado ao rei Saul e determinado que se mantivesse servindo na corte, a Bíblia dá-nos conhecimento de que surgiu uma amizade à primeira vista entre Davi e Jônatas, filho de Saul, outro valoroso guerreiro de Israel e que, em teoria, era o herdeiro do trono.  

- Jônatas, cujo nome significa “Deus nos deu” ou “dado por Deus”, era o filho primogênito de Saul (I Cr.9:39) e, como tal, naturalmente era o herdeiro da coroa de Israel. Como se não bastasse isso, tratava-se de um valoroso guerreiro, que tinha sido o principal responsável pela vitória de Israel sobre os filisteus na primeira guerra que havia ocorrido entre estes povos sob o reinado de Saul, vitória este que fez com que Jônatas se tornasse extremamente popular entre os soldados, a ponto de ter o exército se voltado contra o próprio Saul quando este, por um voto atrevido, condenou seu próprio filho à morte (I Sm.14). 

- Assim como ocorrera com o mancebo que havia anunciado a Saul a respeito de Davi quando o rei estava a procurar alguém que o pudesse livrar do mau espírito que o afligia, Jônatas, também, que a Bíblia indica ter sido um homem fiel e temente a Deus, viu em Davi, logo no primeiro instante, um jovem que era valente, 


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