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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

Fotos 19º SEMINÁRIO

terça-feira, 27 de setembro de 2016

17º Seminário de EBD - Curitiba



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Lição 01: A Sobrevivência em tempos de crise (Adulto)

Tema: O Deus de toda provisão – Esperança e sabedoria divina para a igreja em meio às crises

- Capa:
O que vemos?
Uma plantação de trigo
Uma mão acima da plantação de trigo
O que isto tem a ver com o tema?
O trigo nos remete a pão – o alimento mais comum no mundo
A mão vinda de cima nos faz lembrar da providência de Deus
- Comentarista: Pastor Elienai Cabral
Apresentem informações sobre ele, vejam na sessão “Interagindo com o Professor” da lição 01.
Se possível, mostrem uma foto dele.
- Lições do trimestre - apresentem da seguinte forma:
Apresentem o título da lição e os alunos leem a verdade prática
07 – Agora, trabalhem a lição 01: A Sobrevivência em tempos de crise.
- Trabalhem o conteúdo da lição, oportunizando a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para esta aula, utilizem o método do Debate, através da seguinte indagação retirada da revista:
“Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar. Por que olhas para os que procedem aleivosamente, e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?”(Habacuque 1:13).
“Muitas vezes, como Habacuque, diante do caos também nos perguntamos: “Por que Senhor?” O profeta ficou perturbado ao ver que os ímpios prosperavam e os justos iam mal”(pg. 7 da lição).
Observem o posicionamento dos alunos quanto à perturbação do profeta, que certamente deve ser a de muitos deles.
Depois, afirmem que está no controle de tudo e que não estamos sozinhos em meio às crises.
Observação:
Para saber como utilizar o método do Debate, leiam o texto pedagógico Em discussão: O Método do Debate nas aulas da EBD”.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “No Deserto”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Dinâmica: No Deserto
Objetivo: Refletir sobre as dificuldades que enfrentamos no deserto da vida, mas com a confiança de que Deus é soberano e provedor.

Material:
01 saco ou 01 caixa, que caiba os objetos abaixo relacionados:
Uma bússola, uma vela, fósforo ou lanterna
Uma Bíblia
Uma borracha
Um sachê de chá de camomila ou erva-doce
Um clip
Uma liga(elástico)
Um bandaid
Uma bala
Uma peça de um quebra-cabeça
Uma cópia da oração do Pai Nosso
Um relógio

Procedimento:
- Falem: Há momentos na vida que temos certeza de que estamos no deserto, sofrendo com a aridez da situação que pode ser material e/ou espiritual.
- Perguntem: O que pode causar a nossa permanência temporária no deserto da vida?
Observem as respostas dos alunos.
- Falem: Precisamos de alguns objetos e também realizar ações para que a nossa sobrevivência neste deserto seja amenizada ou garantida.
- Agora, falem: Aqui está um kit de sobrevivência para quem está nesta situação.
Então, comecem a retirar, do saco ou caixa, os objetos e falem sobre a finalidade de cada um:
Uma bússola, uma vela, fósforo ou lanterna: para indicar e mostrar o caminho para sair da situação.
Uma Bíblia: Para fortalecimento da nossa fé e confiança em Deus, útil para o ensino, repreensão e correção.
Uma borracha: para apagar as ações negativas e perdoar
Um sachê de chá de camomila ou erva-doce: Para relaxar e esperar com paciência e esperança
Um clip: Para juntar as experiências
Uma liga(elástico):  Para se lembrar de ser flexível e adaptar-se a situação
Um bandaid: Para curar as mágoas, as feridas
Uma bala: Para adoçar a difícil situação
Uma peça de um quebra-cabeça: Para lembrar que você não está sozinho
Uma cópia da oração do Pai Nosso: Para lembrar que a oração do justo muito pode em seus efeitos.
Um relógio: Para lembrar que Deus é soberano, que o tempo lhe pertence e que devemos persistir em oração.
- Depois, perguntem: Vocês indicariam outros objetos para compor este Kit?
Aguardem as respostas. Escrevam num papel e coloquem no saco ou caixa.
- Depois, falem: Quem está passando por um período difícil, como estiagem ou seca ou no deserto, precisa que haja uma solução – a chuva.
- Leiam I Rs 18.41 “Então disse Elias a Acabe: Sobe, come e bebe, porque há um ruído de uma grande chuva”
- Para concluir, cantem o hino “Som da Chuva” de Soraya Moraes ou apenas leiam a letra com os alunos.
Deixa Tua glória encher este lugar
Deixa o céu descer sobre nós
O som da chuva eu já posso ouvir
E com ela vem o novo de Deus
Derrama sobre nós a chuva, Senhor
Derrama sobre nós a chuva, Senhor
Abundantemente e sem cessar
Teu povo espera o derramar
Da chuva, da chuva!
Da chuva, da chuva!
Chuva de poder!
Chuva de unção!
Chuva de benção!
Chuva de louvor!
Chuva de cura!
Chuva de glória!
Chuva de vitória!
Faz chover, faz chover, Senhor! 2X
Chuva de poder...
Faz chover, faz chover, Senhor! 4X
Derrama sobre nós a chuva, Senhor! 4X
Senhor!
Ideia original do uso de um kit de sobrevivência desconhecida.
Elaboração da versão deste kit com suas finalidades e da dinâmica por Sulamita Macedo.
Texto Pedagógico
Em discussão: O Método do Debate nas aulas da EBD
            O Método do Debate ou Discussão em grupo, no aspecto pedagógico, consiste em lançar uma pergunta ou uma proposição polêmica ou instigadora para que os alunos se posicionem contra ou a favor.
             A utilização do debate requer a formulação de um questionamento bem elaborado pelo professor, que provoque nos alunos a participação, fazendo com que eles exponham suas ideias, seus posicionamentos.
            Pode ser usado na introdução de uma aula, para dar início ao estudo de um tema, com o objetivo de analisar vários pontos de vista sobre a situação proposta, partindo das ideias diferentes do grupo, obtendo assim uma aprendizagem cruzada entre os participantes.
            No momento das falas dos alunos, é interessante uma observação atenta, por parte
do professor, ao que está sendo debatido, como também manter controle sobre a discussão, pois podem ocorrer alguns excessos verbais e de atitudes, devido a ânimos mais acirrados por parte de alguns alunos, que perdem o equilíbrio e o bom senso no momento de se colocar diante de uma fala contrária a sua.

            Então, é recomendável fazer um alerta para os alunos, antes do início do debate, para que haja respeito ao outro que tem um posicionamento oposto ao seu, lembrando-lhes que o debate não é uma briga, nem um ringue de competição de conhecimento nem de pontos de vista contrários, mas, sobretudo, um momento de estudo sobre um tema, partindo inicialmente das ideias dos alunos. Lembre-lhes da mansidão e temor apontados no versículo de I Pe 3.15: “... estai preparados para responder com mansidão e temor...”.
            É comum num debate que alguns alunos se sobressaiam mais que outros, por ter conhecimento sobre o tema, por ter mais facilidade para expor suas ideias. Então, é importante que o professor estimule os demais alunos a se posicionarem, não deixando que fiquem apenas assistindo, para que não haja um debate entre 02 ou 03 alunos, monopolizando a discussão.
            Existe outra forma de debate conhecida como Discussão em Painel, que consiste em 02 pessoas diante de um grupo se posicionarem, um contra e outro a favor, sobre um tema, enquanto os demais apenas assistem. Depois do debate, poderá ou não haver a discussão com o grupo maior, com intervenção de um líder ou professor. Os debatedores neste caso devem ser comunicados a tempo de se prepararem com antecedência, como também o mediador da discussão deve estar qualificado e ser conhecedor dos pontos de vista diferentes sobre o tema.
            Numa aula de EBD, após o debate, o professor deve expor o que a Palavra de Deus apresenta sobre o problema em discussão. Dessa forma, diante dos argumentos bíblicos, é possível trabalhar de forma equilibrada qual a posição mais acertada diante do tema discutido pelos alunos.
            Alguns cuidados devem ser observados: nem toda lição pode ser utilizado o debate, pois é requerido um assunto no qual haja polêmica. Quando houver um tema que provoque a discussão, elabore uma proposição ou uma pergunta que facilite o entendimento e estimule o debate. Não confunda o método do Debate com o de Perguntas e Respostas.
            O Método do Debate pode ser agregado à aula expositiva, possibilitando a participação do aluno de forma efetiva. Então, que tal utilizá-lo? Para isto, observe as orientações expostas.


Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Lição 13: A evangelização integral nesta última hora (Adulto)


Dinâmica: O Corpo de Cristo

Objetivos:
Refletir sobre o trabalho em equipe e a importância da unidade e comunhão no Corpo de Cristo.
Enfatizar a importância de integrar o novo convertido ao corpo de Cristo.

Material:
Para o grupo 01: 01 folha de papel ofício e coleção de lápis colorido.
Para o grupo 02: 04 tesouras, 02 tubos de cola, 11 lápis coloridos e 11 folhas de papel ofício, estando escrito nelas as seguintes indicações para desenhar, conforme descrição abaixo:
Folha 01: Cabeça
Folha 02: Pescoço
Folha 03: Tronco (humano)
Folha 04: Braço direito
Folha 05: Braço esquerdo
Folha 06: Mão direita
Folha 07: Mão esquerda
Folha 08: Perna direita
Folha 09: Perna esquerda
Folha 10: Pé direito
Folha 11: Pé esquerdo
Procedimento:
1- Dividam a turma em dois grupos e forneçam as seguintes orientações:
Para o grupo 01:
- Desenhar um boneco, utilizando uma folha de papel ofício e uma coleção de lápis colorido, mas trabalhando em equipe. Para isso, esta atividade deverá ser executada sem que as pessoas do grupo 02 vejam o que está sendo desenvolvido.
 Para o grupo 02(com 11 pessoas):
- Cada componente desenhará uma parte do boneco, individualmente, sem que os colegas vejam, para isso é recomendado que os membros deste grupo estejam separados.
- Montar o boneco, recortando as partes desenhadas e colando-as.
2 – Peçam ao grupo 01 e 02 para apresentar os dois bonecos.
3 – Solicitem para que observem o resultado de cada grupo.
O grupo 01 tem um boneco com partes proporcionais e uniformes.  O grupo 02, embora apresentem um boneco com as características semelhantes ao boneco 01, tem um resultado disforme, desorganizado e desproporcional.
 Perguntem: Por que são diferentes?
O Grupo 01 tem um resultado melhor porque trabalharam em equipe, houve unidade para o desenvolvimento do trabalho.
O Grupo 02 tem um mau resultado porque não trabalharam com união, não trabalharam de forma coletiva.
Quais conclusões podemos extrair dessa dinâmica para nossa vida cristã? Falem da importância da unidade e a comunhão que deve haver no Corpo de Cristo.
4 – Para concluir, leiam: I co 12. 12 e 27; Sl 133.01; Fp 2. 1 a 5.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Texto Pedagógico
Discipulado e a EBD

            Fazer discípulo é parte constante da Grande Comissão, conforme Mt 28. 19 e 20: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”(grifo nosso). Além do verbo “ir”(Ide),  há também o “fazer” discípulo, batizando e  ensinando a guardar os ensinamentos de Jesus. Assim, percebe-se que o importante não é somente ganhar alguém para Cristo, mas ensiná-lo. E a classe da EBD, denominada de Discipulado, cumpre o objetivo de orientar e ensinar a Palavra de Deus.
A classe do Discipulado na EBD é composta por pessoas que aceitaram a Cristo como seu salvador pelo menos há um ano. Nela os recém-convertidos vão conhecer os fundamentos da fé de acordo com a Bíblia, para que os seus primeiros passos sejam orientados e seguros no caminho em que devem andar. Dessa forma, eles estarão sendo cuidados nesta nova etapa da vida e eles podem afirmar de modo diferente do salmista, quando disse: “Olhei para a minha direita, e vi; mas não havia quem me conhecesse. Refúgio me faltou; ninguém cuidou da minha alma”(Sl 142:4).
            Para que haja alunos nesta sala é recomendável que as pessoas que integram o
departamento de Discipulado e os professores, estejam atentos a aqueles que aceitam a Cristo nos cultos, para que sejam convidados a participar da classe do Discipulado, entregando-lhes um convite contendo o local, horário e endereço da igreja ou de outro local onde se realizam as aulas, como também presenteá-los com uma Bíblia(existem exemplares a venda com preços razoáveis) e fazer o registro do nome, endereço, telefone etc.

            Tanto o departamento de Discipulado como os professores devem de forma equilibrada manter contato com os recém-convertidos, através de telefone, e-mail, rede social, visita em domicílio com agendamento prévio, com a intenção de mantê-los unidos, informados. Dessa forma, perceberão que são lembrados, queridos e cuidados.  Sendo assim, eles terão vontade e prazer de estar na classe para aprender da Palavra de Deus. Paulo alerta: “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo(I Pe 2:2).
A receptividade dos alunos recém-convertidos à classe deve ser de forma prazerosa para que eles se sintam integrados e acolhidos pelos professores e alunos, que da mesma forma que eles, também ingressaram recentemente no evangelho e na classe. Na primeira aula, eles devem receber uma revista de lições bíblicas para que possam ler e acompanhar os temas a serem estudados. É interessante também uma conversa particular com os alunos que chegam para explicar como funciona a EBD e orientá-los a participar dos cultos, mostrando a importância da frequência aos trabalhos da igreja, pois necessitam de alimento para que possa haver desenvolvimento espiritual, conforme lemos em II Pe 3.18: “Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo”.
            É interessante também que o professor da classe oportunize aos alunos momento para que perguntem e tirem dúvidas, pois desta forma se sentirão mais confiantes tendo em vista que as respostas dadas pelo docente vão firmando novas ideias de conformidade com a Palavra de Deus. O ensinamento para este tipo de classe pode ser comparado ao alimento fornecido para uma criança recém-nascida, isto é, como “meninos em Cristo” de acordo com as palavras do apóstolo Paulo: “E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas[...] como a meninos em Cristo. Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis”(I Co 3:1 e 2). Daí a importância deste tipo de classe para um crescimento progressivo e adequado, através de uma alimentação espiritual correta e sistemática, para que o evangelho seja gerado neles. Esta ideia é confirmada por Paulo quando escreveu aos Galátas: “Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós”(Gl 4:19).
Apresentar para os novos convertidos a importância de estar reunidos é de fundamental importância para que percebam a necessidade de ser frequentes aos trabalhos do discipulado e da igreja. Para exemplificar isto, pode ser realizada uma dinâmica, na qual se entrega 01 palito de churrasco para cada pessoa e pedir para que quebrem. Eles vão quebrar com facilidade. Depois, pegar uma quantidade de palitos correspondente a quantidade de pessoas, entregar para alguém do grupo e pedir que ele quebre o conjunto de palitos. Ele não vai conseguir. Depois, comentar sobre as lições que podem ser tiradas deste procedimento: o novo convertido isolado pode ter mais dificuldade para se manter em pé, as dúvidas e as críticas que recebe pode enfraquecer sua fé, e ser quebrado como aconteceu com o palito. Mas, ele estando integrado, se sentirá mais forte e com orientação se sentirá fundamentado e seguro para prosseguir, como na demonstração de todos os palitos juntos. Em seguida, apresentem este versículo para enfatizar a importância da integração do novo discípulo as atividades já mencionadas: “E ajunta um ao outro, para que se unam, e se tornem uma só vara na tua mão”(Ez 37:17).
Finalmente, a resposta do mordomo-mor etíope “Como poderei entender, se alguém não me ensinar?”(At 8. 31) para Felipe demonstra a real necessidade do ensino e da orientação para que o novo convertido entenda os valores do Reino de Deus, contidos na Palavra de Deus.


Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Lição 12: A evangelização real na era digital (Adultos)



Dinâmica: Evangelizando na Mídia Virtual

Objetivos:
Refletir sobre o uso da Internet.
Enfatizar a utilização da internet para evangelizar

Material:
½ de uma cartolina de cor verde e vermelha
02 pincéis atômicos

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo. O professor também deve fazer parte do círculo.
- Perguntem: De que modo vocês acessam a internet?
As respostas devem girar em torno do acesso em casa, na escola, na rua, através de celular, computador, tablet etc.
- Aproveitem este momento e falem sobre a facilidade de acesso com tantas possibilidades.
- Agora, apresentem para os alunos ½ de cartolina, uma de cor verde e outra vermelha, contendo duas perguntas:
Na verde: Quais os pontos positivos da Internet?
Na vermelha: Quais os pontos negativos da Internet?
Entreguem a folha verde(dos pontos positivos) para um aluno que está a sua direita e falem:
Cada um vai responder e passar a folha para o colega do lado direito.
Entreguem a folha vermelha(dos pontos negativos) para um aluno que está a sua esquerda e falem:
Cada um vai responder e passar a folha para o colega do lado esquerdo.
Fiquem observando a atividade e orientem os alunos para que tenham pressa e cuidado ao responder.
- Após a conclusão desta parte, leiam para os alunos os pontos positivos e negativos da Internet, reflitam com eles sobre as respostas e acrescentem outras informações se necessário.
Reflitam sobre as cores utilizadas – verde e vermelha em relação aos pontos negativos e positivos. A cor verde significa algo positivo, bom e que pode ter livre acesso, mas a cor vermelha nos remete a cuidado, proibição.
- Enfatizem que nos pontos positivos, podemos acrescentar a evangelização na internet.
- Para concluir, falem: É sobre este assunto que vamos estudar na aula de hoje.
Por Sulamita Macedo.


 Texto Pedagógico
Tecnologias na EBD

            A comunicação é algo imprescindível na vida do ser humano, tendo em vista viver em sociedade. Conviver com seus pares requer que haja o ato comunicativo e dessa forma conhecemos, deste os tempos idos, formas diferenciadas deste processo e que com o passar do tempo foi se desenvolvendo de forma vasta e rápida.
Mecanismos e tecnologias foram desenvolvidos, e, na era moderna e pós-moderna, com a introdução dos computadores e internet, constata-se o elevado sistema de informações e comunicação abrangendo as diversas áreas do relacionamento humano, quer seja na economia, na saúde, na educação e tantos outros.
As TICs (Tecnologia da Informação e da Comunicação) estão presentes na Educação como uma estratégia pedagógica adicional para que haja melhoria na transmissão dos conteúdos.

Na EBD(Escola Bíblica Dominical) também as tecnologias devem ser inseridas no processo de ensino e aprendizagem. Para isto, alguns pontos devem ser observados para a utilização:
- Local disponível: é interessante que os recursos tecnológicos sejam utilizados em local apropriado. É inadequado o uso dentro do templo, pois chama atenção de outras classes. Caso a Igreja não disponibilize um local reservado para este fim, procure outro espaço, organizando para a aula, com antecedência. Procure agendar previamente o espaço e o equipamento com o superintendente.
- Saber utilizar a ferramenta ou pedir ajuda: o professor deve investigar o potencial da tecnologia e como manuseá-la. Saiba como utilizar as ferramentas da internet, como email, blog, facebook etc para manter-se conectado ao mundo virtual com seus alunos, explorando estes elementos a favor do ensino da EBD e formação de vínculos. Caso você vá usar algum equipamento e não tem segurança, peça ajuda a alguém que conheça (outro professor, os alunos) – fazer esta parceria é um sinal de sabedoria.
- Trocar experiências: converse com colegas que já utilizam as tecnologias, procurando saber os pontos positivos e negativos, as dificuldades, os resultados na aprendizagem.
- Inserção no Planejamento de Aula: o professor precisa avaliar qual tipo de tecnologia deve utilizar em determinado assunto e variar a forma de utilização.
- Tenha sempre outra atividade em caso de falta de energia, problemas no equipamento: é muito importante que o professor tenha um plano B, isto é, outra forma de trabalhar o conteúdo, pois na falta de energia ou equipamento que não funciona, você não será pego de surpresa e já terá outra  estratégia  planejada  para ministrar a aula.
- Aprofundar no conhecimento da tecnologia: há muitos cursos que são oferecidos, inclusive a preços módicos. Inscreva-se e tome posse deste conhecimento, mergulhe e aprofunde-se. Na internet é possível também encontrar os tutoriais, que explicam o passo a passo de como utilizar programas e recursos. Se você já sabe utilizar, encoraje outros a fazê-lo.
A tecnologia não substitui o professor, nem a participação dos alunos na aula, sua utilização deve ser entendida como facilitador da aprendizagem. Se você julga ou tem certeza que a tecnologia atrapalha a tarefa de ensinar, é porque você ainda não sabe utilizá-la ou ainda não entendeu para que serve como estratégia de ensino.
Então, fique atento as observações expostas neste texto. Procure dinamizar o ensino, utilizando estratégias diferenciadas para que haja maior retenção da aprendizagem da Palavra de Deus.


Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Lição 11: A evangelização das pessoas com deficiência (Adultos)

Apresentem as figuras abaixo e reflitam com os alunos sobre as dificuldades da pessoa com deficiência e falta de informação daqueles que não possuem deficiência.





- Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Inclusão
Objetivos:
Refletir sobre a importância da evangelização aos portadores de deficiência.
Enfatizar que o evangelho é inclusivo.
Material(humano): Quantidade de pessoas em número ímpar.
Procedimento:
1 - Organizem os alunos em círculo. A quantidade deve ser ímpar.
2 - Solicitem que os alunos formem duplas, quando vocês disserem: Agora! ou Já! Sobrará sempre uma pessoa.
3 - Perguntem para a pessoa que ficou sozinha:
- Como você se sentiu por não está formando uma dupla?
- É ruim não está incluído?
4 - Perguntem a 01 ou 02 pessoas que formaram duplas:
Como se sentiu formando duplas, isto é, não ficar excluído?
5 - Continuem fazendo o mesmo procedimento pelos menos 05 vezes, com a mesma quantidade de pessoas em número ímpar. Falem que a cada comando(dizer Agora! ou Já!), as duplas devem ser formadas por pessoas diferentes.
6 - Lembrem-se de que poderão ocorrer várias situações:
- Haverá alguém que conseguiu fazer duplas em todos momentos.
- Haverá alguém que conseguiu ora formar dupla ora ficar “excluído”.
- Haverá alguém que desistiu de tentar formar duplas.
7 – Finalizem, enfatizando a importância:
- Da inclusão dos portadores de necessidades especiais no evangelho de Cristo.
- Da Igreja oferecer condições para que os portadores de deficiências se sintam integrados e que tenham acessibilidade.
8 – Para concluir, leiam:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(João 3:16).
“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas”(Atos 10:34).
“Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos”(Lucas 14:21).
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

Sugestão para a conclusão do 3º.Trimestre de 2016:

Listar os tipos de grupos para evangelizar apresentados nas lições;
Lembrar quais as estratégias de evangelização para os grupos estudados no trimestre;
Cada aluno ou mais de um aluno escolher um ou mais grupos para evangelizar durante a semana;
Apresentar o resultado da evangelização no próximo domingo.

Texto Pedagógico

A Inclusão na Escola Bíblica Dominical

A Educação Inclusiva está fundamentada no direito ao acesso a escola para todos e no respeito às diferenças. O olhar para o aluno com deficiência deve ser de um sujeito capaz de responder as exigências do meio de acordo com as condições que lhe são oferecidas e com a maneira particular que lhe é específica.
            O evangelho anunciado por Jesus era inclusivo. Jesus demonstrou amor pelos portadores de deficiência, curando-os, pregando a salvação e ensinando os valores do reino.  A igreja precisa divulgar o evangelho para todos, incluindo os deficientes, cumprindo o ide de Jesus: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”(Marcos 16:15 – grifo nosso).
A inclusão de pessoas portadoras de deficiência pode e deve ser praticada nas classes de Escola Dominical.  Que atitudes devem ser observadas para a inclusão do aluno com deficiência na EBD? Observe estes itens:
- Não rejeitar o aluno com deficiência;
- Acolher e integrar o aluno, procurando socializa-lo com os demais colegas;
- Falar para os alunos que nós somos diferentes um dos outros e falar sobre mais uma diferença – a deficiência;
- Não se desesperar ao tomar conhecimento de que há na classe um aluno com deficiência;
- Fala com a família do aluno com deficiência sobre o comportamento dele, como reagir em situações inesperadas e aprendizagem;
- Procurar ajuda com quem já possui experiência nesta área;
- Ler sobre a deficiência do aluno e como ele aprende;
- Não ficar preso ao diagnóstico, a deficiência, ao problema;
- Entender que o aluno com deficiência intelectual aprende de forma diferente, mas aprende;
- Observar como o aluno aprende e fazer as intervenções, adaptando as atividades da aula;
- Organizar o planejamento de aula, com atividades para todos os alunos, inclusive para o portador de necessidade educativa especial.

Atentem agora para as atitudes que não podem ser aceitas por parte do professor, coordenador etc.:
- Rejeitar o aluno;
- Aceitar o aluno e fazer de conta que ele é invisível;
- Deixar que os outros alunos coloquem apelidos ou fazer imitações relacionadas a deficiência;
- Superproteger o aluno com deficiência;
- Não planejar atividades para o tipo de deficiência;
- Falar que o aluno deficiente não aprende, que ele não sabe.
Um aluno com deficiência física aprende como outro aluno sem deficiência, se ele não tiver comprometimento mental. A dificuldade do aluno será certamente a locomoção e a coordenação motora. Para melhor atender ao cadeirante é importante que a acessibilidade esteja adequada, para que não haja barreiras arquitetônicas que dificultem ou impeçam seu acesso às dependências da igreja.
Caso o aluno tenha deficiência intelectual, ele também aprenderá da forma que lhe é possível. Conteúdo abstrato é um fator de dificuldade para quem tem comprometimento cognitivo. O professor deve exemplificar o assunto com situações do cotidiano para favorecer a compreensão.
O aluno com deficiência auditiva se comunica com gestos ou Libras(Língua Brasileira de Sinais) ou  pela leitura labial do interlocutor. Se ele for oralizado, o professor deverá falar de frente para o aluno e articular bem as palavras.
O aluno com deficiência visual total ou parcial requer do professor o cuidado de detalhar o conteúdo e falar o que está contido nos recursos visuais, como mapa, cartaz, filme etc. O ideal seria o uso do Sistema Braille que serve para a escrita e leitura, uma linguagem em código, aceita mundialmente.
Como o professor deve agir, caso deseje exibir um filme e em sua classe há portadores de deficiência auditiva e visual?  O filme requer o uso da visão e da audição, há uma recomendação a ser observada quanto à presença de alunos com necessidades especiais, no caso dos deficientes auditivos(surdos) e dos deficientes visuais(cegos), para que eles sejam incluídos no processo da aula.
 Com alunos surdos na sala, o ideal é escolher filmes legendados, se ele for alfabetizado na segunda língua(Português). Se for alfabetizado em Libras(primeira língua), é interessante a presença de um intérprete. Mesmo que o surdo seja oralizado, fazer uso da leitura labial no filme é quase impossível, pois os atores não falam de frente para o ouvinte e de forma pausada.
Com a presença de alunos cegos ou de baixa visão, fazer um resumo oral ou em Braille do que vai ser exibido, detalhando imagens mais importantes de forma que ele entenda.
A igreja além de evangelizar os deficientes, também deve se organizar para discipular aqueles que aceitam a Cristo. A Escola Dominical é o espaço ideal para o ensino da Palavra de Deus, pois o recém-convertido participará de uma classe específica. Os professores devem estar preparados para receber e ensinar os alunos que tenham ou não deficiência. Mãos à obra!

Por Sulamita Macedo.
http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/