Bem Vindo!

Seja bem vindo(a) ao blog oficial da Escola Bíblica Dominical da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Curitiba. Sua participação e interação através deste blog é muito importante para o nosso trabalho. Deus abençoe!

Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quarta-feira, 28 de março de 2018

Subsídio Lição 1 - O que é ética cristã


ESBOÇO Nº 1

A) INTRODUÇÃO AO TRIMESTRE
Neste trimestre, após termos estudado durante um ano livros da Bíblia Sagrada, voltamos a efetuar um estudo propriamente temático, ou seja, a um tema amplo, não circunscrito a um determinado livro da Bíblia.
A escolha da Divisão de Educação Cristã da Casa Publicadora das Assembleias de
Deus não poderia ser mais oportuna. Ao escolher os valores cristãos, ou seja, a ética cristã como tema, estaremos tratando de uma questão que tem atormentado o mundo atual, de norte a sul do planeta, em todos os campos da vida humana.

Seja na política, seja nas artes, seja na ciência, seja na economia, todos os povos
estão observando um clamor, uma exigência por padrões de ética. Cada vez um maior número de pessoas está a exigir dos líderes, dos cientistas, dos empresários, dos trabalhadores, enfim, de todos os segmentos da população, que haja uma atitude ética nos relacionamentos humanos. Este clamor por ética reflete o grande vazio espiritual que tem sido vivido pela humanidade, pois a discussão sobre a falta de ética que hoje se verifica em todos os setores da vida humana, nada mais é que uma universal constatação de que os homens perderam o rumo, o norte, que andam de um lado para outro, como ovelhas desgarradas que não têm pastor (Mt.9:36), exatamente porque se recusaram a seguir a Deus e a observar os Seus mandamentos.

Com efeito, quando se fala em ética, fala-se em "conduta ideal do indivíduo". A ética é o conjunto de padrões, de condutas, de atitudes que devem ser observados pelos indivíduos. Toda atividade humana tem um padrão a ser observado, tem a sua ética.
A discussão a respeito de como deve o homem se comportar é algo que vem sendo
efetuado desde os primórdios da civilização humana, pois Deus fez o homem como um ser moral, ou seja, como um ser responsável, que tem consciência do que deve, ou não, fazer, porque e para que deve agir num determinado sentido. Tanto assim é que, logo após ser colocado no jardim do Éden, por Deus, o primeiro casal recebeu logo uma determinação de Deus: " De toda a árvore do jardim, comerás livremente; mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás, porque, no dia em que dela comeres, certamente, morrerás." (Gn.2:16b,17).

Como se percebe, portanto, o homem foi feito um ser eminentemente moral, ou seja,
um ser ético (pois a palavra "mos, moris" em latim nada mais é que a tradução da palavra grega "ethos") e, desde então, a história da humanidade tem refletido este embate entre o comportamento exigido por Deus e o comportamento que o homem escolhe, dentro de seu livre-arbítrio, para si, independentemente da vontade humana.
O resultado da desobediência do homem e da sua tentativa de construir para si
padrões de conduta alheios à vontade de Deus resultou nos grandes dilemas que hoje, como em nenhum outro momento da história humana, vivemos nesta "grande aldeia global" em que se tornou o nosso planeta, dilemas estes que, não raro, abalam a fé de muitos servos de Deus que, à revelia da própria Palavra de Deus,

Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.







Dinâmica Lição 01: O que é Ética Cristã


- Capa:

O que vemos?
Uma Bíblia aberta, luz saindo da Bíblia e prédios altos.

O que a figura tem a ver com o tema?
A igreja no mundo atual, representado pelos prédios altos na figura, tem sido desafiada por causa da ética bíblica que professa, pelas questões e valores morais mundanos distorcidos, mas que devem ser confrontados pela palavra de Deus, que é lâmpada e luz(Sl 119.105).

- Comentarista: Pastor Douglas Baptista
Apresentem informações sobre ele, vejam na sessão “Interagindo com o Professor” da lição 01.
Se possível, mostrem uma foto dele.

- Lições do trimestre – apresentem da seguinte forma:
Distribuam estes 12 nomes para 12 alunos(o número entre parênteses corresponde ao número da lição:
Ideologia de Gênero(2), Direitos Humanos(3), Aborto(4), Pena de Morte e Eutanásia(5), Suicídio(6), Doação de Órgãos(7), Sexualidade(8), Planejamento Familiar(9), Vida Financeira(10), Vícios e Jogos(11), Política(12), Redes Sociais(13).
Depois, falem: Neste trimestre, vamos estudar sobre Ética Cristã, contrapondo vários aspectos da ética anticristã. Vamos conhecer quais são estas questões?
Agora, peçam para que os alunos que estão com os papéis leiam na ordem numérica de 2 a 13.
07 – Agora, trabalhem a lição 01: O que é Ética Cristã.
- Para iniciar o estudo do tema, apliquem a dinâmica “Os Dez Mandamentos”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais
Tenham uma excelente e produtiva aula!
Atenção! Professores da classe dos novos convertidos:
Vocês encontram sugestões para a revista Discipulando do 1o. ao 4o. ciclo, no marcador "Discipulando", deste blog.
Para a revista 1 e 2 do Discipulado, vocês encontram no marcador "Subsídio Pedagógico Discipulado 1" e "Subsídio Pedagógico Discipulado 2", do currículo antigo. Façam bom proveito!
Dinâmica: Os Dez Mandamentos

Objetivo: Iniciar o estudo sobre ética do reino de Deus, através dos 10 mandamentos.

Material:
01 caneta para cada aluno
01 cartaz com a relação dos 10 mandamentos
01 pincel atômico

Procedimento:
- Façam uma lista dos 10 mandamentos numa cartolina.
- Falem que os dez mandamentos foram escritos pelo dedo de Deus numa tábua de pedra e entregue para Moisés para que divulgasse para o povo.
- Peçam para que os alunos leiam os 10 mandamentos em voz alta.
- Retirem o cartaz.
- Agora, peçam para que eles escrevam pelo menos 05 mandamentos nos dedos de sua mão direita ou esquerda.
- Coloquem o cartaz e falem que agora ninguém pode acrescentar nenhum
- Depois, eles devem compartilhar com os colegas os mandamentos que cada um escreveu nos dedos da mão. À medida que eles vão falando, vocês devem colocar um tracinho ao lado do mandamento citado.
Analisem com os alunos quantas vezes cada mandamento foi citado e depois enfatizem a importância de cada um deles como valores do reino de Deus.
- Agora, trabalhem os outros pontos da ética cristã apontados no sermão do Monte.


Por Sulamita Macedo.
http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 21 de março de 2018

Subsídio Lição 12 - Exortações finais na grande maratona da fé


INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo da carta aos hebreus, analisaremos os capítulos 12 e 13.
- O autor aos hebreus termina o livro com diversas exortações aos destinatários da carta.

I – O EXEMPLO DE JESUS
- Na sequência do estudo da carta aos hebreus, analisaremos os capítulos 12 e 13 do livro.
- Como afirma o comentarista bíblico Matthew Henry (1662-1714), a epístola aos hebreus passa, a partir do capítulo 10, versículo 19 tem a sua “parte prática”, ou seja, após o autor ter demonstrando a supremacia de Cristo e a total irrazoabilidade da ideia dos destinatários da carta de abandonarem a fé em Cristo Jesus e retornarem ao judaísmo, passa a fazer exortações àqueles crentes para que tivessem uma sadia vida cristã.

- Assim, após ter dito como devemos nos dirigir a Deus, ante a supremacia de Cristo, tendo ousadia para entrar no santuário, chegando em inteira certeza de fé e com o coração lavada com água limpa, alertando, uma vez mais, contra os perigos da apostasia e demonstrando a necessidade de termos fé, tendo, então, apresentado a “galeria dos heróis da fé”.

- Após dar uma importantíssima lição de que os grandes nomes do Antigo Testamento venceram pela fé, o autor aos hebreus passa a trazer o exemplo principal que devemos seguir, qual seja, o exemplo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo que, em relação a todos aqueles servos de Deus mencionados, é superior.

- Com efeito, diante do testemunho dos antigos, que havia sido mencionado anteriormente, o autor concita os seus leitores a deixar o embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e correr com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé (Hb.12:1,2).

- O testemunho dos antigos deve produzir no cristão uma atitude importantíssima, que é a de deixar o embaraço. No texto original grego a palavra traduzida na Versão Almeida Revista e Corrigida por é “ogkos” (ογκος), cujo significado é de “peso”, “carga”, “empecilho”, ou seja, algo que torna mais dificultoso o caminhar, algo que pode determinar a queda.

- “…Visto que o apóstolo se utiliza da metáfora de uma pista de corrida, ele solicita a que estejamos desembaraçados, pois não há maior obstáculo à rapidez do que nos encontrarmos sobrecarregados com excesso de bagagem. Deparamo-nos com todo gênero de cargas que nos atrasam e embaraçam nossa corrida espiritual, ou seja, o apego a esta presente vida, os deleites que o mundo proporciona, os apetites da carne, as preocupações ter- renas, as riquezas e as honras, bem como outras coisas desse gênero. Todo aquele que porventura queira competir na corrida de Cristo deve antes desvencilhar-se de todo e qualquer entrave;


Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.





Dinâmica Lição 12: Exortações Finais na Grande Maratona da Fé


Dinâmica: O Prêmio dos Vencedores

Objetivo: Realizar a conclusão do trimestre, através de uma competição, utilizando o exemplo do atleta cristão que corre a maratona da fé.

Material:
Medalhas de ouro e prata(A quantidade dependerá do número de alunos)
Observação: Pode ser outro tipo de premiação.

Procedimento:

Antes da aula:
- Organizem perguntas sobre as lições estudadas.
- Algumas atividades lúdicas, se possível e tiver espaço apropriado.

No final da aula:
- Para iniciar, leiam Hebreus 12:1-3, enfatizando a frase em negrito no texto abaixo:
 “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.
Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos”.
- Falem: O autor da carta aos Hebreus, refere-se a uma maratona, uma competição.
- Depois, realizem com os alunos uma competição, afirmando para eles que esta é uma forma de fazer o fechamento do tema estudado no trimestre.
- Dividam a turma em 02 grupos.
- Orientem os alunos sobre o comportamento dos grupos entre si, com respeito e equilíbrio nas atitudes no momento de responder as perguntas, como também no momento da premiação.
- Façam as perguntas, ora para um grupo e ora para o outro.
O grupo que responder corretamente a maior quantidade de perguntas será o vencedor.
- Os dois grupos devem ser premiados com as medalhas ou outro tipo de premiação.
- Ao término da competição, comentem sobre a atividade relacionando-a com as atitudes do atleta cristão diante do tema deste trimestre.
- Para concluir, leiam:
“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.
E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível”(1 Coríntios 9:24,25).


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

terça-feira, 13 de março de 2018

Subsídio LIÇÃO Nº 11 – OS GIGANTES DA FÉ E O SEU LEGADO PARA A IGREJA


Os heróis da fé são exemplos que devemos imitar.

INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo da Carta aos Hebreus, analisaremos o capítulo 11.
- Os heróis da fé são exemplos que devemos imitar.

I – O QUE É FÉ
- Na sequência do estudo da Carta aos Hebreus, analisaremos o capítulo 11, conhecido como “a galeria dos heróis da fé”.
- Como vimos na lição anterior, após repetir o grande perigo da apostasia espiritual, o autor aos Hebreus estimula os crentes judeus a manterem a mesma conduta que tinham tido até ali, suportando as perseguições e aflições, como também demonstrando seu amor fraternal para com os irmãos, lembrando-lhes de que é necessário manter a confiança em Deus até porque o justo viverá da fé. 
OBS: “…Quem quer que faça desta sentença apenas o início do capítulo onze, terá equivocadamente quebrado a sequência do contexto. O propósito do apóstolo é buscar reforço para sua discussão anterior sobre a necessidade de se cultivar a paciência.1 Ele já citou o testemunho de Habacuque, dizendo que o justo viverá por sua fé. Agora mostra o que faltava, isto é: que a fé não pode separar-se da paciência, da mesma forma que não pode separar-se de si própria. Eis a sequência de suas ponderações: jamais alcançaremos a meta da salvação, a menos que estejamos munidos de paciência. O profeta declara que o justo viverá por sua fé, porém a fé nos impele para as coisas distantes que ainda não alcançamos; portanto, é necessário que a fé inclua a paciência. A proposição menor no silogismo é: “A fé é a substância”, etc. Disso se faz evidente que estão muito equivocados aqueles que creem que aqui se oferece uma definição exata de fé. O apóstolo não está discutindo a natureza da fé como um todo, senão que seleciona aquela parte que se encaixa ao seu propósito, a saber: que a paciência está sempre relacionada com a fé.…”
(CALVINO, João. Comentário de Hebreus. Trad. de Válter Graciano Martins, p.283).

- Esta afirmação do autor aos Hebreus não era gratuita. Havia o entendimento, como ainda hoje há, entre os doutores da lei, os mestres judeus de que a expressão do profeta Habacuque, a única vez em que aparece a palavra “fé” no Antigo Testamento, era como que uma síntese de todos os mandamentos. Tal pensamento, aliás, seria reproduzido no segundo livro sagrado o judaísmo, o Talmude, que foi a redução por escrito da chamada “lei oral”, aquilo que os Evangelhos denominam de “tradição dos anciãos” (Mt.15:2).

- Com efeito, assim está escrito no Talmude: “…“…Rabi Simlai explicava: Seiscentos e treze mandamentos foram ditos a Moisés. Trezentas e sessenta proibições de acordo com os dias do ano solar. E duzentos e quarenta e oito mandamentos positivos de acordo com os membros de uma pessoa. Rav Hamnuya disse:
qual é o significado do versículo (Dt.33:4):”Moisés nos ordenou uma lei (“Torah”) como herança? “Torah” tem o valor numérico de seiscentos e onze. “Eu sou…” e “Não terás…” foram diretamente do Todo Poderoso. Davi veio e os estabeleceu em onze, como está escrito (Sl.15:1): “Um Salmo de Davi. Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade; o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; o que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas
honra aos que temem ao Senhor; o que jura com dano próprio e não se retrata; o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado.”(…) Isaías veio e os estabeleceu em seis, como está escrito (Is.33:15):


Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.





Dinâmica Lição 11: Os Gigantes da Fé e o seu Legado para a Igreja


Dinâmica: Galeria

Objetivo:
Incentivar os alunos a relatar experiências que façam referência ao exercício da fé.

Material:
02 cartolinas para montar 02 cartazes

Procedimento:
- Apresentem um cartaz com os nomes dos heróis da fé de Hebreus 11: Abel, Enoque, Noé, Abraão, Sara, Isaque, Jacó, José, Moisés, Raabe.
- Depois, leiam o texto bíblico de Hebreus 11, conhecido como Galeria dos Heróis da Fé, observando o acontecimento referente ao nome citado.
- Depois, solicitem para que os alunos relatem fatos que façam referência a fé exercitada por eles.
- Continuem a galeria, organizando outro cartaz com os nomes dos alunos que relatarem suas experiências.
- Para concluir, leiam: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se veem”(Hb 11.1).


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quinta-feira, 8 de março de 2018

Subsídio Lição 10 - Dádivas, privilégios e responsabilidades na nova aliança



INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo da carta aos Hebreus, analisaremos o capítulo 10.
- A nova aliança em Cristo Jesus traz-nos privilégios e responsabilidades.

I – A CONCLUSÃO DA SUPERIORIDADE DO SACRIFÍCIO E SACERDÓCIO DE CRISTO FRENTE

À LEI – A DÁDIVA DA NOVA ALIANÇA
- Na sequência do estudo da Carta aos Hebreus, analisaremos o capítulo 10, que, na verdade, possui duas partes: uma que é a conclusão do argumento relativo à supremacia do sacrifício e do sacerdócio de Cristo em relação ao sacerdócio levítico a partir das ordenanças do culto divino e outra que nos falam das consequências deste argumento, demonstrando os privilégios e responsabilidades do novo pacto, do novo testamento estabelecido por Jesus, que termina com mais uma exortação aos crentes judeus para que não trilhassem o caminho da apostasia espiritual, cujo perigo é novamente lembrado pelo escritor.
- O autor aos hebreus, após mostrar que o novo testamento implantado pelo Senhor Jesus é superior, visto que se tratou de um único sacrifício, que realmente tirou o pecado do mundo, feito pelo próprio sangue de Nosso Senhor e que teve sua apresentação no santuário celestial, volta a afirmar a seus leitores que a lei é apenas a “sombra dos bens futuros”, não a imagem exata das coisas e, por isso mesmo, os sacrifícios que continuamente se oferecem a cada ano podem aperfeiçoar os que a eles se chegam (Hb.10:1).
OBS: “…Alguém já fez uma definição curiosa no tocante à função da Lei até que Cristo viesse, dizendo: • O pecado deforma; • A filosofia reforma; • A religião conforma; • A Lei informa; • Cristo transforma.…” (SILVA, Severino Pedro da. Hebreus: as coisas grandes e novas que Deus preparou para você, p.178).
- Esta afirmação do autor aos hebreus, que, lembremos, é fruto de entendimento dado pelo Espírito Santo (Hb.9:8), o único que pode discernir as coisas de Deus (I Co.2:9-11). Temos aqui, aliás, uma demonstração explícita das Escrituras que corrobora plenamente a chamada teologia dispensacionalista, bem como confirma toda a tipologia dela adveniente, a desmentir cabalmente aqueles que veem esta linha interpretativa, adotada pelas Assembleias de Deus, como uma “inovação” ou “invenção” do século XIX.
- A lei, com suas cerimônias e ordenanças, apenas prefigurava, de modo pedagógico mostrava, através de elementos visíveis e perceptíveis, o que estava por vir, ou seja, a salvação na pessoa de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A lei veio por Moisés para servir de remédio, de paliativo até que a “posteridade de Abraão” viesse realizar o cumprimento cabal das promessas feitas a Abraão, a de fazer benditas todas as famílias da terra (Gl.3:16,22-29).
- Devemos, portanto, compreender todas as ordenanças da lei como sendo uma figura, um tipo da graça vinda com Cristo, interpretando, assim, tipologicamente tudo quanto foi ordenado na antiga aliança, pois tudo que lá há apontada para Cristo. O autor aos hebreus é enfático: “a lei não é a imagem exata das coisas”, mas Cristo, a “expressão imagem de Deus”, a plena realização de tudo quanto estava prescrito na lei, até porque são as Escrituras que testificam de Jesus (Jo.5:39).

Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.





Dinâmica Lição 10: Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança


Dinâmica: Tapando a Brecha

Objetivo: Refletir sobre a vigilância.

Material:
Recursos humanos – os alunos.

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo, deixando apenas 01 aluno de fora.
- Orientem para que o círculo esteja bem fechado, isto é, os alunos devem ficar bem próximos, para que não haja espaço para o inimigo penetrar no círculo.
- Orientem o aluno que está fora do círculo que ele será o “inimigo” e seu objetivo será o de penetrar no círculo, mas não precisa derrubar nem machucar ninguém.
- Depois, falem para os demais alunos quem é o “inimigo” e que ele vai procurar entrar no círculo, mas que eles devem resistir a estas investidas, mas tenham cuidado para não machucar o colega.
- Então, peçam para que comecem a atividade.
- Observem as tentativas do “inimigo” e a resistência dos alunos do círculo.
- Vocês podem fazer outras tentativas, trocando o “inimigo” por outro aluno que está no círculo.
- Pode haver dois resultados:
O inimigo não conseguir entrar no círculo
O inimigo conseguir entrar no círculo
Mas, qualquer que seja o resultado, falem que esta demonstração nos alerta quanto a importância de estarmos vigilantes aos ataques do inimigo.
Autoria da Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Texto Pedagógico

Escolhendo os professores para a Escola Bíblica Dominical

Geralmente, os professores da Escola Bíblica Dominical(EBD) são escolhidos por se destacarem na igreja quanto ao exemplo na conduta cristã e no conhecimento bíblico.
Estes dois critérios citados acima são muito importantes, mas outros itens precisam ser analisados para a escolha de professores para a EBD. O conjunto de todos eles, ao serem observados pela superintendência ou diretoria, revela cuidado e atenção para uma boa escolha dos docentes para exercitar o ensino da Palavra de Deus na maior escola bíblica do mundo.
Os critérios que devem ser observados são necessários para os que serão escolhidos e também para aqueles que já estão na atividade docente na educação cristã, a saber:
- Ter convicção de sua salvação: O professor deve ter certeza de sua salvação através de Jesus, apresentando evidências de uma nova criatura, com uma vida cristã ativa e frutífera, conforme João 15.5: “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto”.
- Ser crente fiel: A fidelidade a Deus e a Sua palavra deve ser de extremo cuidado no cotidiano do professor e também quando está ensinando. O cuidado com a interpretação bíblica deve ser um fator a ser considerado, pois ensinar o conteúdo sem desvios é algo que deve ser buscado com afinco, para não emitir erros doutrinários.
- Ter chamado para o ensino: O professor deve ser chamado para o ensino. Ensinar não é uma tarefa fácil de realizar, mas quando há o chamado, mesmo diante das dificuldades que podem levá-lo a desanimar, ele vai prosseguir. “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo”(Efésios 4:11,12).
- Ser dedicado: Um dos fatores importantíssimos para a atividade docente na EBD é a dedicação quanto ao estudo das lições e ao atendimento aos alunos nas suas dúvidas e perguntas, como também no relacionamento interpessoal.  A Palavra de Deus nos adverte: “...se é ensinar, haja dedicação ao ensino”(Romanos 12:7).
- Gostar de aprender: O professor deve estar em constante busca de informação para melhorar seu aprendizado. Ele deve ser estudioso da Palavra de Deus, da lição bíblica, buscando fontes diferentes para aprimorar o conhecimento que vai trabalhar com os alunos na classe. Dessa forma, vai se sentir confiante para ensinar e  ter capacidade de argumentação diante de alguma pergunta.
- Estar preparado: A preparação do professor abrange vários aspectos, a saber: a nível espiritual, teológico, pedagógico e secular. Ter uma vida de oração e comunhão, conhecimento bíblico, informações de como planejar uma aula, com metodologia diversificada e ter conhecimento secular são itens que não podem faltar na vida daquele professor que deseja alcançar a excelência no ensino. A Bíblia orienta: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Timóteo 2:15).
- Ser Sociável: O professor da EBD deve ser comunicativo, pois como poderá ensinar se ele ficar fechado em si mesmo, sem conversar com seus alunos e interagir com os demais colegas? O professor deve ter habilidade para escutar o aluno nos seus questionamentos, tirando suas dúvidas e nunca desprezar o que o aluno fala. A sociabilidade é um fator que deve ser observado, pois há professores que não se comunicam com seus alunos, consideram que estão a frente de uma sala apenas para ensinar sem ter qualquer vínculo com eles.
- Ter criatividade: O professor da EBD precisa ser criativo para poder ensinar de forma que os alunos aprendam mesmo diante da estrutura na qual as Escolas Dominicais se realizam. Daí, a importância da iniciativa por parte do professor para buscar alternativas que possibilitem melhoria do processo de ensino e aprendizagem, utilizando métodos e recursos didáticos variados para que haja melhor retenção do que está ensinado.
O professor não nasce pronto, isto é, ele se faz, se refaz, se inventa e reinventa no caminho que está trilhando. Ao ser chamado para o ensino na EBD, ele precisa ser orientado como pode proceder diante da classe, da escolha da metodologia que vai utilizar nas aulas e da importância do domínio dos conteúdos.
Afirmo isto para que os critérios adotados para a convocação do novo professor não tenham apenas o foco na qualidade espiritual, mas que ele seja formado no aspecto pedagógico e no aspecto integrador, mostrando-lhe a importância deles no exercício da atividade docente. Para que assim ocorra, a igreja deve investir na capacitação dos mestres, oportunizando momentos de orientação para que haja melhor condução do ensino na Escola Bíblica Dominical.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/