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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Subsídio Lição 8 - Nossa luta não é contra carne e sangue



INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo sobre a batalha espiritual, começaremos a analisar a passagem mais explícita a respeito dela, constante de Ef.6:10-18.
- A primeira afirmação que o apóstolo Paulo faz de tal batalha é que ela é espiritual, ou seja, não é “contra carne e sangue”.

I – O CONTEXTO DA EXPLICITAÇÃO DA BATALHA ESPIRITUAL

- Desde o início do trimestre, estamos a dizer que o texto mais explícito a respeito da batalha espiritual se encontra em Ef.6:10-18, quando o apóstolo Paulo nos fala de uma luta que o salvo terá contra as hostes espirituais da maldade e, inclusive, descreve qual a armadura de Deus com a qual temos de nos revestir para sermos vencedores nesta guerra.
- Torna-se, então, necessário saber em que contexto exsurge este tema na epístola aos efésios, porquanto sabemos, claramente, que não se pode interpretar o texto bíblico fora do contexto.
- A perícope, ou seja, o texto completo, com começo, meio e fim, retirado das Escrituras começa com a expressão “no demais, irmãos meus”, expressão que revela que o apóstolo iniciava a conclusão da sua epístola.
- A epístola aos efésios é uma das chamadas “epístolas da prisão”, pois foi escrita pelo apóstolo enquanto ele se encontrava preso em Roma, a sua primeira prisão, da qual ele saiu livre (cfr. Fp.2:24). Éfeso era a principal cidade do Império Romano depois de Roma, naquela época, e o apóstolo tinha ali feito um trabalho extraordinário, que durou cerca de três anos (At.20:31), tendo sempre um cuidado com esta igreja, a ponto de, na sua viagem a Jerusalém, onde viria a ser preso, ter feito questão de se encontrar com os obreiros de lá
(At.20:17).
- Nesta carta, o apóstolo procura fazer um retrato do que é a Igreja, para que os efésios bem soubessem o que significava ser cristão e, depois de uma exposição doutrinária, fala da prática cristã, demonstrando que o comportamento do salvo é diferente daquele do incrédulo.
- Assim, depois de discorrer sobre esta parte prática, o apóstolo inicia a conclusão da epístola, dizendo que, “no demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do Seu poder” (Ef.6:10).



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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Subsídio Lição 7 - Tentação - a batalha por nossas escolhas e atitudes



INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo sobre a batalha espiritual, estudaremos o comportamento que se deve ter nas tentações, uma realidade de que o cristão, enquanto estiver neste mundo, não pode fugir.
- O teólogo americano Lewis Sperry Chafer afirma que todos os cristãos lutam numa batalha simultânea em três frentes - o mundo, a carne e o diabo (Teologia sistemática, t.1, v.2, p.722), numa luta que é diária e sem tréguas. Destarte, ao falarmos em tentação, estamos falando do que é próprio do cotidiano, do dia-adia da vida do crente e, como neste trimestre, estamos a falar de batalha espiritual, não se poderia deixar de analisar o que é a tentação e como podemos vencê-la em nome do Senhor.

I – O QUE É TENTAÇÃO

- A palavra "tentação" tem, em português, a mesma origem da palavra "tentativa", ou seja, vem do verbo "tentar", que envolve a ideia de se sugerir algo, de se projetar e planejar alguma coisa que não se realizou ainda. É o emprego de meios para se conseguir algo. Desta maneira, a tentação é apenas uma disposição de ânimo, não é uma alteração da realidade. Por isso, o tentado não é pecador, como nos indica, claramente, o texto de Hb.4:15.

OBS: "…A tentação ainda não é pecado, pois Cristo foi tentado, tal como nós o somos, mas permaneceu impecável (Hb.4:15; cf. Mt.4:1 e segs., Lc.22:28). A tentação só se torna pecado quando e conforme a sugestão ao mal é aceita e se acede à mesma." (PACKER, J.I. Tentação. In: J.D. DOUGLAS (org.). O novo dicionário da Bíblia, v.II, p.1581).

- A "tentação" é uma sugestão, um projeto, uma proposta para a prática de algum pecado, para uma atitude de desobediência aos preceitos estabelecidos pelo Senhor. É por isso que Deus não pode tentar pessoa alguma nem pode ser tentado por quem quer que seja, porquanto ninguém pode fazer Deus pecar nem tampouco Deus, diante de Seu caráter moral, pode fazer com que alguém peque (Tg.1:13).

- Não podemos confundir, portanto, a noção de tentação com a de provação, esta, sim, com origem em Deus. Deus, no Seu propósito de promover a contínua edificação espiritual do homem, ser que tanto ama, estabelece, dentro de Seus desígnios que o homem não consegue discernir (Is.55:8; I Co.3:11). Tudo o que Deus estabelece na vida do homem fiel é para seu bem (Rm.8:28). Por isso, a passagem narrada nem Gn.22:1 (aliás, a expressão "tentou" da versão Almeida Revista e Corrigida, foi substituída por "pôs à prova"
na versão Almeida Revista e Atualizada, expressão repetida na NVI). A tentação nunca tem objetivos de edificação, mas, simplesmente, destrutivos, motivo pelo qual é distinta da provação.

- Não podendo a tentação ter origem em Deus, como se vê, percebemos que sua origem se encontra ou no próprio homem, ou no adversário de nossas almas e suas hostes espirituais ou, ainda, na combinação de ambas as forças. A tentação, embora seja uma realidade presente e que pode nos impedir de alcançar a vida eterna, se bem sucedida em seus intentos malévolos de afastamento da presença de Deus nas nossas vidas, é algo que não é vindo da parte de Deus e, portanto, não é algo impossível de ser vencido.

Esta já é uma esperança que temos: a de que podemos vencer a tentação!


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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Subsídio Lição 6 - Quem domina a sua mente




INTRODUÇÃO - Na sequência do estudo sobre batalha espiritual, analisaremos a mente e que papel desempenha na luta contra as hostes espirituais da maldade. 

- A mente humana é o campo da batalha espiritual. 

I – O QUE É A MENTE - Vimos, na lição anterior, que um dos pressupostos para podermos ser vitoriosos na batalha espiritual, é conseguirmos vencer a luta interna que existe entre a carne e o espírito em nosso interior. 

- Neste ponto, encontra grande relevância a questão relacionada com o domínio da mente, pois o apóstolo Paulo disse, em II Co.4:4, que o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, a indicar, portanto, que existe um domínio do inimigo sobre os entendimentos dos homens que não alcançaram ainda a salvação. 

- Como se isto fosse pouco, o Senhor Jesus, ao repreender a investida de Satanás através de Pedro, em Mt.16:22,23, afirmou que o diabo conhece as “coisas que são dos homens”, embora desconheça as “coisas que são de Deus”, a indicar, portanto, que o diabo tem condições de manipular a lógica humana, de dominar o ser humano por meio dela, que nada mais é que a “mente”. 

- Destarte, para que não venhamos a ser derrotados na batalha espiritual, temos de enfrentar esta questão da “mente”, que é, precisamente,  o tema desta nossa lição. 

- O apóstolo Paulo chama os salvos de “homens espirituais” e afirma que tais pessoas tudo discernem espiritualmente e de ninguém é discernido (I Co.3:15) e a característica destas pessoas é que elas possuem a mente de Cristo (I Co.3:16). 

- De pronto, percebemos que o apóstolo afirma que ter a “mente de Cristo” é ser “espiritual” e isto nos remete, obviamente, ao ensino de Jesus a Nicodemos, onde é dito que para ver e entrar no reino de Deus é necessário antes “nascer de novo” e “nascer da água e do Espírito”, como também  que há uma diferença entre os que são “nascidos da carne” e os “nascidos do Espírito” (Jo.3:3,5,6), nascidos estes que são como o vento, que assopra onde quer e ouvimos a sua voz, não sabendo donde vem nem para onde vai (Jo.3:8). 

- Assim sendo, logo verificamos que,  para ter a “mente de Cristo”, faz-se necessário nascer de novo, nascer do Espírito e, deste modo, temos já a lição de que, como afirma a Declaração de Fé da CGADB, “…A salvação em Jesus Cristo não é um mero assentimento intelectual e, sim, um renascimento espiritual [I Pe.1:21] que se dá na vida do pecador arrependido [Ef.2:4-6; Cl.2:13]…” (X,2, p.111). 

- O salvo não é uma pessoa que se conduza pela lógica humana, por um raciocínio oriundo da própria racionalidade que Deus nos deu, mas, sim, alguém que está acessível à “lógica divina”, ao “raciocínio de Deus”, algo que está muito além do que podemos imaginar, pois os pensamentos e caminhos de Deus são muito mais altos que nossos pensamentos e caminhos (Is. 55:8,9), razão pela qual o Senhor Jesus disse ao 


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Dinâmica Lição 06: Quem Domina a sua Mente


Dinâmica: A Fonte da Alegria

Objetivo: Estudar sobre a alegria cuja fonte está em Deus.

Material:
02 bexigas

Procedimento:
- Dividam a turma em 03 grupos, distribuam para cada grupo uma das perguntas abaixo:
Em que momentos vocês se sentem alegres?
O que a alegria proporciona?
O que pode servir de impedimentos para sentir alegria?
 Estipulem um tempo de 05 minutos para os grupos.
- Depois, organizem a turma em círculo e solicitem que cada grupo leia a pergunta e apresentem as respostas de forma objetiva.
- Falem: Existe uma alegria ocasionada por situações diversas e há outra diferente, que é aquela proporcionada pelo Espírito Santo, que permanece mesmo em situações difíceis.
- Para exemplificar, utilizem duas bexigas(bolas de aniversário).
Encham uma e vão soltando o ar devagar, enquanto vocês falam:
Há pessoas que ficam alegres, isto é, com a bola cheia, mas o que sentem é algo passageiro(neste momento a bola já deve estar vazia) e depois estão assim com a bola murcha.
Encham outra bola e deem um nó e falem: Há pessoas que estão sempre alegres, em qualquer circunstância (neste momento, brinquem com a bola, jogando para cima e depois batam nela, demonstrando situações de alegria e tristeza).
- Para concluir, falem: Aqui nesta demonstração há dois tipos alegria. Ambas são importantes, mas há uma alegria superior, cuja fonte está em Deus.
Leiam:
“Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor.” (Fp 3.1).
“Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos”(Fp 4:4).


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/