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Escola Bíblica Dominical

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Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

20 Seminário

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Subsídio LIÇÃO Nº 9 – O PERIGO DA INDIFERENÇA ESPIRITUAL



INTRODUÇÃO

- Na parábola dos dois filhos, Jesus, diante da alta cúpula da elite religiosa judaica, retoma a lição da parábola dos dois alicerces, que havia concluído o sermão do monte, reiterando que o importante, na vida espiritual, não são as intenções ou as palavras, mas as atitudes, o comportamento real do indivíduo.

- Nesta parábola, o Senhor mostra a necessidade de se obedecer à Sua Palavra e o nenhum valor que tem a religiosidade aparente, desmascarando a cúpula da elite religiosa judaica, mas revelando qual será o fim daqueles que, nos nossos dias, se apegam a um formalismo religioso e vazio.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA
- A parábola dos dois filhos é registrada apenas por Mateus, sendo a primeira de três parábolas que se encontram nos capítulos 21 e 22 deste evangelho, que seguem a narrativa do apóstolo concernente à entrada triunfal de Jesus e da consequente purificação do Templo, episódios que marcam a última viagem de Cristo a Jerusalém, onde morreria para nos salvar.

- Nesta passagem, Mateus, cujo evangelho, como já sabemos, foi dirigido aos judeus, mostra os eventos que demonstram a rejeição de Jesus por Israel (Jo.1:11), rejeição esta que se inicia pela própria cúpula religiosa do país, que, teoricamente, deveria ser a primeira a reconhecer Jesus como o Messias, já que o Senhor estava a cumprir tudo o que havia sido registrado nas Escrituras a Seu respeito (Jo.5:39). Esta temática do evangelho segundo escreveu Mateus terá seu clímax no capítulo 23, onde Jesus proferirá o seu mais duro discurso contra os fariseus.

- Após ser aclamado como rei pelos judeus ao entrar em Jerusalém (Mt.21:1-10), episódio que põe fim à sexagésima nona semana de Daniel, o Senhor entrou no templo e de lá expulsou os vendilhões (Mt.21:12,13), demonstrando, assim, que a aclamação de Cristo como rei exige, antes de tudo, a purificação, a santificação. O Templo de Jerusalém era apenas o símbolo de cada um dos salvos, que viriam a ser o templo do Espírito Santo (I Co.6:19) e que, assim como o Segundo Templo, tem de ser purificado pelo Senhor Jesus.
OBS: “…a 69ª semana terminou no dia 10 de Nisã (abril) — segunda-feira, quando Jesus entrou em Jerusalém montado em um jumentinho e ‘chorou sobre ela’ (ver Lc.19.41)…” (SILVA, Severino Pedro da. Daniel versículo por versículo, p.181).

- Em seguida a este ato corajoso de enfrentamento das distorções existentes no local mais sagrado do povo judeu, Jesus curou várias pessoas (Mt.21:14), o que causou admiração do povo, que passou a aclamar o Senhor (Mt.21:15). Tudo isto motivou a reação das autoridades religiosas que, primeiramente, pediram a Jesus que mandasse o povo se calar, com o que o Senhor não consentiu.

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Dinâmica Lição 09: O Perigo da Indiferença Espiritual


Dinâmica: Coma o Chocolate!

Objetivo: Refletir os resultados da obediência.

Materiais:
01 caixa com tampa
01 chocolate
Fita adesiva para fixar o chocolate dentro da caixa
A Expressão digitada “Coma o chocolate”. Este papel deverá ser colocado dentro da caixa, encobrindo o chocolate.

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
Observação: O nome da dinâmica não deve ser mencionada para o alunos, pois perderá toda a surpresa e expectativa.
- Apresentem a caixa e falem: Dentro desta caixa tem uma ordem a ser cumprida por apenas uma pessoa, sem reclamações e sem ajuda dos colegas.
- Continuem falando: Esta caixa vai passar de mão em mão, ao sinal de um comando ou quando a música começar.
Ao sinal do comando (bater palma, palavra pare) ou a música parar, quem estiver com a caixa na mão, deverá obedecer a orientação ou ordem contida dentro da caixa.
- Então, comecem o procedimento conforme já descrito acima.
Perguntem para o aluno que ficou com a caixa:
E aí, vai abrir? Está com medo? Ou quer que continue?
- Façam este procedimento pelo menos 3 vezes. Na última vez, vocês falam: agora não tem jeito, quem ficar com a caixa, vai ter que abri-la e obedecer a ordem ali contida.
- O aluno abrirá a caixa e encontrará a seguinte ordem: “Coma o Chocolate”.
Observação: O aluno deverá comer o chocolate, salvo havendo restrições médicas, como por exemplo, diabéticos.
- Falem: O chocolate representa o resultado positivo decorrente da obediência.  Quando obedecemos a Deus, somos agraciados por Ele.
Observação:
Pode ter acontecido 02 situações descritas abaixo:
Algum aluno pode ter dito que ia abrir e depois desistiu.
Algum aluno pode ter dito que não ia abrir e depois quis abrir ou abriu.
Então, aproveitem e falem sobre estas situações correlacionando-as com as atitudes dos dois filhos da parábola.
Ideia original desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Subsídio Lição 7 - Perdoamos porque fomos perdoados


- Voltamos a estudar mais uma parábola registrada apenas por Mateus e que nos mostra mais um aspecto do reino de Deus. Desta feita, Jesus ilustra o dever de perdoar, que é um dever indispensável de cada filho do reino.
- Nesta parábola, Jesus mostra-nos a realidade da natureza transformada do crente, que, animado pelo amor divino, perdoa ilimitadamente. Quem não tem condição de perdoar, mostra, com este gesto, que não nasceu de novo e que não pertence, pois, ao reino de Deus.

I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA
- Embora retornemos ao evangelho segundo escreveu Mateus, embora voltemos a falar de mais um aspecto do reino de Deus, temos uma nova circunstância, diversa das oito parábolas estudadas anteriormente neste livro. Esta parábola encontra-se no capítulo 18 de Mateus, num outro instante da narrativa do evangelista.
- No capítulo 16, Mateus revela o grande mistério divino, qual seja, a Igreja, que, fundada por Jesus, haveria de prosseguir a Sua obra durante a dispensação da graça. Alicerçada sobre o Cristo, o Filho de Deus vivo (Mt.16:16-18), a Igreja, após o sacrifício vicário de Jesus, deveria ser o instrumento da reconciliação entre Deus e os homens, por intermédio de Cristo. A partir de então, o evangelista começa, em sua narrativa, a indicar características desta Igreja, da agência do reino dos céus, de que tanto já se falara em seu livro.
- Logo após anunciar a Igreja, dizendo, inclusive, que o inimigo estaria sempre a batalhar contra ela (prova disso é que Satanás tomou ocasião com relação ao próprio Pedro, aquele mesmo cuja declaração proporcionara a revelação da Igreja-Mt.16:18-23), Jesus ensinou os discípulos sobre a renúncia como condição para uma vida de comunhão com Deus(Mt.16:24-28), como também, a um pequeno grupo de discípulos, mostrou-lhes a Sua glória, na transfiguração, para comprovar que a Igreja estaria sob o manto da glória divina (Mt.17:1-13). Em seguida, o evangelista relata mais um milagre do Senhor (Mt.17:14-23), bem como o pagamento do tributo pelo próprio Jesus, ainda que de forma miraculosa, para comprovar que o reino dos céus não nos dispensa das obrigações cívicas (Mt.17:24-27).
- Na continuidade da narrativa de Mateus, vem, então, a discussão a respeito do comportamento dos cristãos entre si, o que levou Jesus a fazer uma ilustração (veja bem, trata-se de uma ilustração, de uma imagem, de um esclarecimento e não de uma parábola), comparando o cristão a uma criança (Mt.18:1-14), tendo, então, ensinado como se deveria proceder à disciplina na Igreja (Mt.18:15-20). É então que é confrontado por Pedro sobre o limite do perdão dentro da comunidade edificada por Ele, Jesus, o que leva o Senhor a dizer que o perdão é ilimitado (é este o significado da expressão “setenta vezes sete”) (Mt.18:20,21).

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https://drive.google.com/file/d/1zLauXDOa72TKkSdujNgetTZZ273Zp7z2/view?usp=sharing
 




 

Dinâmica Lição 07: Perdoamos Porque Fomos Perdoados


Dinâmica: Abrindo o Coração
 
Objetivo: Refletir sobre a importância e a eficácia do perdão.
 
Material:
01 chave de metal ou confeccionada de cartolina com tamanho ampliado.
 
Procedimento:
- Apresentem a chave e perguntem aos alunos: Para que serve uma chave?
- Aguardem as respostas. Normalmente, apenas é mencionado o ato de abrir, porém não se esqueçam que também a chave é utilizada para fechar.
- Falem que o perdão pode ser comparado a uma chave.
- Perguntem: O que a perdão pode abrir ou fechar?
Exemplos:
Abrir: reatar amizade, alívio de um peso, sentimento de liberdade, perdão de Deus, alegria etc.
Fechar: espaço para brigas, amarguras, ressentimentos, doenças, mente tranquila etc.
- Para finalizar leiam Mc 11.25 e 26.
“E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas.
Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas”.
 
Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Subsídio Lição 6 - Sinceridade e arrependimento diante de Deus



I – AS CIRCUNSTÂNCIAS DA PARÁBOLA E A PARÁBOLA PROPRIAMENTE DITA

- Na sequência do estudo das parábolas de Jesus, analisaremos a parábola do fariseu e do publicano, que é registrada somente por Lucas, em Lc.18:9-14.
- Já temos visto que Lucas é o evangelista que mais registra parábolas porque o uso de parábolas era uma demonstração eloquente da sabedoria de Cristo e apresentar Jesus como o homem perfeito para os gregos, que era o público visado pelo médico amado, era, sobretudo, mostrar que se tratava de um homem sábio e, mais do que isto, da própria sabedoria de Deus (Lc.11:49) e esta, dentro da cultura helenística, era uma condição “sine qua non” para que o Senhor Jesus fosse aceito como Senhor e Salvador (I Co.1:22)
- Daí porque haver parábolas que somente foram registradas por Lucas, registro este que bem denota a influência que as parábolas tiveram no desenvolvimento da Igreja em seus primeiros tempos, pois nunca devemos nos esquecer de que o médico amado somente registrou aquilo que pôde comprovar por um bom número de testemunhas (Lc.1:1-4).
- Assim, o fato de Lucas ter sido o evangelista que mais parábolas registrou permite-nos inferir quanto as parábolas trouxeram conhecimentos espirituais para os discípulos de Nosso Senhor e Salvador, a ponto de, décadas depois de suas ministrações, estarem elas ainda vívidas na mente das pessoas e, o que é mais importante, servindo de diretrizes para a vida espiritual de cada um.
- Tais circunstâncias revelam quanto é importante que nós, quase dois milênios depois, tenhamos o mesmo cuidado de nos debruçar nas parábolas que o Espírito Santo mandou que fossem registradas pelos evangelistas sinóticos, sabendo que, a exemplo dos discípulos dos tempos apostólicos, tais narrativas também nos desvendarão mistérios do reino dos céus (Mt.13:11), permitindo-nos ouvir, ver e compreender as coisas concernentes a Deus, a fim de que não endureçamos nossos corações e sejamos espiritualmente
curados (Mt.13:11-15).

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https://drive.google.com/file/d/1vVWweE9hObQf7vWjOzYmVbUP7T49b5e7/view?usp=sharing

 

Dinâmica Lição 06: Sinceridade e Arrependimento Diante de Deus


Dinâmica: Atitudes opostas
 
Objetivo:
Contextualizar o tema da parábola do Fariseu e do Publicano com a vida dos alunos.
 
Material:
01 lixeira
¼ da folha de papel ofício para cada aluno
01 caneta para cada aluno
 
Procedimento:
- Falem: Estudamos sobre atitudes opostas de dois homens, um fariseu e um publicano. Este apresentou atitude sincera diante de Deus com humildade, enquanto aquele se apresentou justiça própria e arrogância.
- Perguntem: Qual tem sido nossa atitude?
- Em seguida, Distribuam ¼ da folha de papel ofício para cada aluno.
- Peçam para que os alunos escrevam ações que precisam ser retiradas ou melhoradas quanto ao nosso relacionamento com Deus.
- Solicitem para que os alunos coloquem na lixeira os papéis contendo as atitudes apontadas por eles que são negativas. Eles não precisam ler para o grupo o que escreveram.
As atitudes positivas e aquelas que foram acrescentadas os alunos devem socializar para a turma, de forma objetiva.
- Para concluir, leiam:
“Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim”(João 15:2-4).
Ideia original desconhecida.
 
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/