Bem Vindo!

Seja bem vindo(a) ao blog oficial da Escola Bíblica Dominical da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Curitiba. Sua participação e interação através deste blog é muito importante para o nosso trabalho. Deus abençoe!

Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Subsídio Lição 14 - Entre a Páscoa e o Pentecostes




INTRODUÇÃO
- Na conclusão do estudo do livro de Levítico, analisaremos a tipologia das festas da Páscoa e de Pentecostes.
- As festividades previstas na lei tipificam as verdades espirituais da vida cristã.

I – O ANO ACEITÁVEL DO SENHOR
- Na conclusão do estudo do livro de Levítico, analisaremos duas das festividades previstas na lei, a saber, a Páscoa e o Pentecostes, que têm suas prescrições no capítulo 23 do livro de Levítico.
- Israel estava prestes a ser liberto da escravidão no Egito. O Senhor havia, com mão forte, mostrado que era o único Deus verdadeiro e que as divindades egípcias nada mais eram que fruto da imaginação humana.
- Para demonstrar que estava a surgir um tempo novo na história de Israel, determinou a Moisés que desse ciência aos israelitas que, doravante, eles estavam numa nova época, determina a instauração de um novo calendário, pois, a partir de então, se passaria a contar o tempo a partir desta nova realidade espiritual, da consolidação da formação da nação que seria propriedade peculiar de Deus entre os povos.
- Por isso, o mês de Abibe (também chamado de Nisã) (correspondente, em nosso calendário, aos meses de março e abril, início da primavera no hemisfério norte) passou a ser o primeiro dos meses (Ex.12:2), o dia em que se começou a contar o novo tempo para Israel, o tempo em que passou a ser um povo como tal.
- A determinação divina para que se instaurasse um novo calendário era mais uma medida de formação deste novo povo, que se distinguiria das outras nações, que eram resultado da dissolução da comunidade única pós-diluviana que havia se rebelado contra Deus no episódio da torre de Babel. Isto porque, naquele tempo, cada povo tinha o seu próprio calendário, a sua própria contagem dos tempos.
- Ao estabelecer um calendário, o Senhor estava a dizer, portanto, a Israel que ele era uma nação distinta das demais, um povo à parte dos demais e, simultaneamente, que quem deveria determinar o tempo para aquele povo era o próprio Deus, pois era Ele quem estava a instituir o calendário. Deus Se afirmava como o governante deste povo e que deveria este povo seguir o Seu tempo, a Sua contagem.

OBS: “…A Torá foi dada para trazer santidade ao mundo. Cada vez que uma mitsvá [mandamento, observação nossa] é observada, esta meta é trazida a um patamar mais próximo, quando mais outro lugar e mais outro momento ficam santos. A mitsvá faz com que a santidade seja sentida em duas dimensões: espaço e tempo, mas a maioria das mitsvot é limitada a um lugar ou temo específicos. Porém, a mitsvá de estabelecer um novo mês é a santificação do próprio tempo, pois todo o momento dentro de um determinado mês é dependente da hora exata em que aquele mês começa. Tempo é até mais geral e abrangente que espaço, já que a) Tempo foi cirado antes de espaço e, b) Nenhum lugar pode existir fora do tempo(…). Então, a mais genérica de todas as mitsvot é o estabelecimento do novo mês, razão pela foi escrita primeiro…” (A primeira mitsvá –
estabelecer o novo mês. In: CHUMASH: o livro de Êxodo, p.69).


Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.




segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Subsídio Lição 13 - As orações dos santos no altar de ouro



I – INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo do livro de Levítico, estudaremos hoje o altar do incenso e a sua tipologia.
- Pela oração chegamos à presença de Deus.

I – O ALTAR DE OURO
- Na sequência do estudo do livro de Levítico, analisaremos hoje o altar de ouro e a sua tipologia.
- O altar de ouro era uma peça do tabernáculo que ficava no lugar santo. Tinha comprimento de um côvado e largura de um côvado, sendo, portanto, quadrado, tendo dois côvados de altura. Era de madeira de cetim e devia ser coberto de ouro (Ex.30:1,2), o que o diferenciava, de pronto, do outro altar, o altar de sacrifícios, que ficava no pátio e era coberto de cobre (Ex.27:1,2).
- O altar de ouro deveria ser coberto de ouro, inclusive suas paredes e pontas, também tendo uma coroa de ouro ao redor. Deveria ter, também, duas argolas de ouro debaixo da sua coroa, duas argolas de cada lado, a fim de que nelas pudessem ser postos os varais, que seriam de madeira de cetim e também cobertos de ouro, a serem utilizados quando de sua locomoção (Ex.30:3,4).
- Mais uma vez, vemos aqui uma peça que tipifica o Senhor Jesus. A dupla natureza de Cristo é evidenciada no altar, que era de madeira mas coberto de ouro, a revelar o Cristo que é, a um só tempo, homem e Deus.
- O altar tinha uma função: era nele que se deveria queimar o incenso (Ex.30:1). Ora, o incenso simboliza as orações dos santos (Ap.5:8; 8:4) e o fato de o altar tipificar a Cristo já nos mostra que o Senhor Jesus é nosso exemplo maior de oração.
- As Escrituras mostram-nos que o Senhor Jesus, no exato instante em que deixou a Sua glória para Se fazer carne, fez uma oração (Hb.10:5-9), a nos mostrar que a oração é indispensável quando não nos encontramos na glória do Senhor e é o meio pelo qual podemos nos manter unidos à glória, mesmo dela não fazendo parte integralmente.
- Para Se manter unido com o Pai, mesmo Se humanizando, o Senhor Jesus passou a orar, ensinando-nos que é pela oração que nos manteremos unidos a Deus e conseguiremos adentrar na glória divina.
- Jesus estava a ponto de Se tornar um embrião no ventre de Maria, mas o simples fato de Se humanizar já criava a necessidade de ter a prática da oração. E nós, que nunca desfrutamos, como o Cristo, da glória eterna, mas cuja natureza nos destitui dela (Rm.3:23), como podemos pensar em manter uma vida de comunhão com o Senhor sem a oração?


Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.




Dinâmica Lição 13: As Orações dos Santos no Altar de Ouro


Dinâmica: Caminhando em Oração

Objetivos:
Enfatizar que o incenso é uma simbologia da oração.
Compartilhar motivos de oração e agradecer as bênçãos recebidas.

Material:
01 tapete
Rosas
Pedras grandes e pequenas
Versículos bíblicos sobre oração.

Procedimento:
- Organizem o material da dinâmica, no meio da sala de aula da seguinte forma: tapete no chão, e sobre ele as rosas, as pedras e os versículos bíblicos.
- Expliquem o que cada objeto representa:
Tapete: caminho da vida cristã
Rosas: bênçãos recebidas
Pedras: as dificuldades que enfrentamos
Os versículos: a Palavra de Deus, na qual confiamos
- Peçam para que cada aluno passe pelo tapete e escolha dois objetos que representam o que ele está vivenciando, por exemplo:
Ele pode pegar uma pedra grande, por considerar o seu problema de difícil solução e ainda escolher um versículo, representando sua fé em Deus, que tudo pode.
Ele pode pegar uma pedra e uma rosa, o primeiro indica um problema que já teve e o segundo a vitória já alcançada.
- Para finalizar, façam uma oração de intercessão pelas dificuldades apresentadas e agradeçam pelas bênçãos já alcançadas.
Observações:
- Se sua classe funcionar dentro da Igreja e não houver outro espaço para realizar a dinâmica com o material já descrito, sugiro que utilize figuras de pedras e de rosas, coloque-as dentro de uma cesta, acrescentando os versículos. E mesmo sentados, passem a cesta e façam o mesmo procedimento anterior.
Ideia original desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Subsídio Lição 12 - Os pães da proposição



INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo do livro de Levítico, analisaremos as disposições a respeito dos pães da proposição.
- Precisamos nos alimentar de Cristo, o pão da vida.

I – A MESA E OS PÃES DA PROPOSIÇÃO
- Na sequência do estudo do livro de Levítico, analisaremos as disposições a respeito dos pães da proposição, que se encontram em Lv.24:5-9.
- Quando o Senhor deu o modelo do tabernáculo para Moisés, no monte Sinai, determinou que fosse feita uma mesa de madeira de cetim, com comprimento de dois côvados e largura de um côvado e altura de um côvado e meio, que seria coberta de ouro puro, com uma coroa de ouro ao redor e moldura ao redor, de largura de u’a mão, com quatro argolas de ouro, nos quatro cantos, nos seus quatro pés, sendo que, diante da mesa, deveriam ficar os varais que a levariam na locomoção, varais de madeira, igualmente cobertos de ouro (Ex.25:23-28; 37:10-16).
- Além da mesa, deveriam ser também feitos partos, colheres, cobertas e tigelas, tudo de ouro puro, para que fossem utilizados nas ministrações, inclusive no derramamento de licores (Ex.25:29).
- Nesta mesa, deveriam ser postos os pães da proposição perante a face do Senhor continuamente (Ex.25:30).
- Como ensina o pastor Abraão de Almeida: “…Essa mesa, que também se chamava Mesa da Presença, tinha um metro de comprimento, por 50 centímetros de largura e 75 de altura. Sobre ela ficavam os 12 pães da presença, representando todo o povo de Deus…” (O tabernáculo e a igreja: entrando com ousadia no santuário de Deus, p.25. Digitaliz. por Levita).
- Esta mesa, como tudo no tabernáculo, tipifica o Senhor Jesus. A começar pelo fato de ser de madeira de cetim coberta de ouro, a indicar a dupla natureza de Nosso Senhor e Salvador: a madeira representa a humanidade de Cristo, enquanto que o ouro, a Sua divindade.
- A humanidade, surgida quando da encarnação (Jo.1:14), foi coberta pela divindade, ou seja, Deus Se fez homem, como homem viveu, sendo a expressa imagem e semelhança de Deus, já que não pecou, tendo, então, tomado o lugar do pecador e obtido a salvação pela Sua morte e, como tal, ressuscitado, em corpo glorificado, subindo aos céus, assentando-se à destra da majestade nas alturas (Hb.1:3), numa clara demonstração de que aqueles que crerem em Cristo, também serão feitos à imagem e semelhança de Deus
por força do novo nascimento e, ao final, serão glorificados, passando a ser semelhantes ao Senhor Jesus (I Jo.3:2,3).


 Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.


https://drive.google.com/file/d/1oWHZEVhrLKjUwER6pRR3za0qRVfIDZ-7/view?usp=sharing






Dinâmica Lição 12: Os Pães da Proposição


Dinâmica: Tesouro Escondido
Objetivos:
Enfatizar que a Palavra de Deus é o pão que alimenta espiritualmente o cristão.
Incentivar a leitura bíblica e a observância da Palavra de Deus.
Material:
01 Bíblia pequena
01 caixa em forma de coração.
Observação: A Bíblia deve caber dentro da caixa.
Procedimento:
Antes da aula: Coloquem a Bíblia dentro da caixa.
Durante a aula:
- Falem que dentro da caixa há um objeto. Passem a caixa para cada aluno, para que descubram o que há dentro; orientem que podem balançar a caixa, mas não podem abri-la.
- Se alguém descobrir, abram a caixa, mostrem a Bíblia e leiam Salmo 119:11: “Escondi a Tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”.
- Se não descobrirem o conteúdo da caixa, façam o mesmo procedimento do item anterior.
- Reflitam sobre a expressão do versículo lido “escondi a tua palavra”.
- Para concluir, falem sobre a importância da leitura bíblica e da obediência a Palavra de Deus, além do seu ensino, pois é alimento espiritual para o cristão.
Por Sulamita Macedo.
fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

Lição 12 - O movimento pentecostal no Brasil - Adolescentes

https://drive.google.com/file/d/15-tzN8Gwqh2Y8FR3Hqquyl1v0wTqWPF2/view?usp=sharing


Lição 12 - Elias, um profeta de milagres - Juniores

https://drive.google.com/file/d/1--HPyUoOQaiiLzz1WHrPtJxKJQVoyWOQ/view?usp=sharing


Lição 12 - Os amigos que cantaram na prisão - Jardim de Infância

https://drive.google.com/file/d/1JfXUcRxtt4OzPrVO31cZuilAGfouUc_L/view?usp=sharing



terça-feira, 4 de setembro de 2018

Subsídio Lição 11 - A lâmpada arderá continuamente



INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo do livro de Levítico, falaremos a respeito do ardor contínuo das lâmpadas e do fogo do altar.
- A perseverança é condição para a salvação.

I – O FOGO DO ALTAR
- Na sequência do estudo do livro de Levítico, analisaremos hoje a questão da perseverança, que é tipificada por duas disposições do culto da antiga aliança, quais sejam, as que dizem respeito ao fogo do altar de cobre e às lâmpadas do candelabro, que ficava no lugar santo.
- Ambas as disposições têm em comum a ordem para que houvesse o ardor contínuo, ou seja, o fogo deveria queimar ininterruptamente no altar de cobre, onde eram feitos os sacrifícios, como também as lâmpadas deveriam ser alimentadas com azeite de modo contínuo, para que, igualmente sem interrupção, fosse iluminado o lugar santo.
- Esta continuidade tipifica a perseverança, que é uma condição para a salvação, pois o Senhor Jesus, em Seu sermão profético, disse que só aquele que perseverar até o fim será salvo (Mt.24:13), tipificação que mostra, com absoluta clareza, que se faz necessária a contribuição humana para que se tenha a manutenção da iluminação espiritual que nos adveio da parte do Espírito Santo quando cremos em Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador de nossas vidas.
- Na Versão Almeida Revista e Corrigida, esta continuidade exigida em ambas as disposições da lei mosaica que estaremos a analisar é expressada pelo uso do advérbio “continuamente”, que, em Levítico, aparece em cinco oportunidades, uma com referência ao fogo do altar (Lv.6:13) e quatro, com relação às lâmpadas do candelabro (Lv.24:2,3,4,8).
- Trata-se da palavra hebraica “tâmîdh” ( תמיד ) , “…de uma raiz desusada que significa estender; (propriamente) continuação (como extensão indefinida); mas é usada apenas como (atributivamente como adjetivo) constante ou (como advérbio) constantemente; elipticamente, o sacrifício (diário) regular;
continuamente, perpetuamente, (de) contínuo, sempre, incessantemente, sem cessar, contínuo, vitalício, constantemente, diário. Substantivo masculino que significa continuidade. Esta palavra normalmente se refere a ações concernentes a rituais religioso: Deus ordenou que os israelitas apresentassem continuamente o pão da proposição sobre uma mesa no Tabernáculo (Ex.25:30). Semelhantemente, o pão especial deveria ser colocado sobre a mesa continuamente a cada sábado (Lv.24:8). A hora das refeições também podia ser vista como seguindo um padrão definido: Davi ordenou que Mefibosete sempre comesse com ele (II Sm.9:7). Sob outra ótica, o salmista se referiu a Deus como aquele a quem ele podia continuamente recorrer em momento de necessidade (Sl.71:3)” (Bíblia de Estudo Palavras-Chave. Dicionário do Antigo Testamento, verbete 8548, pp.2005-6) (destaques originais).

Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.




Dinâmica Lição 11: A Lâmpada Arderá Continuamente


Dinâmica: Luz do Mundo

Objetivo: Refletir sobre a atitude do crente como luz do mundo.

Material:
01 prato
01 copo transparente
 01 vela
Água
01 caixa de palito de fósforos ou isqueiro.

Procedimento:
- Falem que o crente é luz do mundo e acendam a vela e a coloquem no centro do prato, em posição vertical, observando se a mesma está firme.
- Coloquem a água no prato, tendo cuidado para não transbordar. Falem que o crente, representando pela vela acesa, é luz do mundo. O meio em vivemos está simbolizado pelo prato e a água é a Palavra de Deus. Leiam Ef. 5.26.
- Falem ainda, que estamos no mundo, mas temos a Palavra de Deus como guia na vida cristã, além de gozarmos da purificação, santificação. Leiam Sl. 119.105.
- Falem ainda, que o copo representará aquilo que pode apagar nossa luz, como: a desobediência, não vencer as tentações, a prática de coisas ilícitas etc. Então, em seguida, coloquem o copo emborcado sobre a vela.
- Perguntem: O que aconteceu? Mostrem para os alunos as reações ocorridas.
Além da vela ter se apagado, toda a água foi sugada para dentro do copo! Que lições podemos tirar deste procedimento?
- Para finalizar, leiam: Mt 5. 14 a 16 e Rm 12. 2.
Ideia original desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macêdo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/