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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

20 Seminário

segunda-feira, 25 de março de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 13 – ORANDO SEM CESSAR



INTRODUÇÃO

- Terminando o estudo sobre a batalha espiritual, abordaremos a questão da oração que, ao lado da vigilância, são as duas atitudes que deixam o salvo em “forma espiritual” para ter sucesso na batalha espiritual.

- A oração é “exercício espiritual” indispensável para estarmos em forma na luta contra o mal.

I – A COMUNHÃO COM DEUS EXIGE UMA VIDA DE ORAÇÃO

- Na vida agitada dos nossos dias, no corre-corre do nosso cotidiano, é quase certo que se não administrarmos o nosso tempo, estaremos correndo sério risco de não fazermos tudo o que necessitamos no dia. Faz-se preciso, entretanto, que não só administremos bem o tempo, mas que impeçamos que esta má administração seja uma arma utilizada em detrimento de nosso relacionamento com Deus.

- Não podemos permitir, de forma alguma, que os dias maus em que vivemos sejam uma grande arma do adversário para nos impedir de ter uma vida espiritual saudável conforme os ditames bíblicos. Que possamos seguir o conselho do apóstolo e remir o tempo, porquanto os dias em que vivemos são maus (Ef.5:16).

- A vida espiritual, como qualquer vida, não é algo que se manifeste de vez em quando, mas é algo que tem uma determinada permanência, é algo que necessita de uma continuidade, de um desenvolvimento que não permite qualquer paralisação. Todos nós sabemos que não podemos, no sentido físico, viver um dia por semana, ou alguns dias no mês.

- Se isto é uma realidade no ponto-de-vista físico, onde o homem é comparado a uma flor da erva, que, pela manhã, está viçosa e ao entardecer já está seca e sem qualquer esplendor (I Pe.1:24), que dirá a vida espiritual, que é a melhor parte, aquela que está relacionada com a eternidade e que se constitui na própria razão das coisas? Portanto, o nosso cuidado diário no nosso relacionamento com Deus deve ser prioridade e devemos lutar incansavelmente para que esta porção não nos seja roubada, pois, via de regra, o ladrão age sutilmente, na nossa falta de vigilância e este tem sido um dos aspectos que mais tem colaborado para o fracasso espiritual de muitos, ainda mais diante da realidade de que estamos em luta contra as forças malignas.

- A vida espiritual é uma vida de comunhão com Deus. Ora, a comunhão é, como nos diz o Dicionário Koogan-Larousse, entre outras coisas, "união no mesmo estado de espírito". Com efeito, quem está em comunhão com Deus discerne a vontade de Deus, segue a direção de Deus, sabe perfeitamente como agradar a Deus, tem condições de apresentar o seu corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, ou seja, de lhe prestar o culto racional (Rm.12:1).



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Dinâmica Lição 13: Orando sem cessar


Dinâmica: Perseverando em Oração

Objetivo:
Compartilhar motivos de oração e agradecer bênçãos recebidas como resultado da perseverança.

Material: um tapete, rosas, pedras grandes e pequenas, versículos bíblicos sobre oração.

Procedimento:
- Organizem o material da dinâmica, no meio da sala de aula da seguinte forma: tapete no chão, e sobre ele as rosas, as pedras e os versículos bíblicos.
- Expliquem o que cada objeto representa:
Tapete: caminho da vida cristã
Rosas: bênçãos recebidas
Pedras: as dificuldades que enfrentamos
Os versículos: a Palavra de Deus, na qual confiamos
- Peçam para que cada aluno passe pelo tapete e escolha dois objetos que representam o que ele está vivenciando, por exemplo:
Ele pode pegar uma pedra grande, por considerar o seu problema de difícil solução e ainda escolher um versículo, representando sua fé em Deus, que tudo pode.
Ele pode pegar uma pedra e uma rosa, o primeiro indica um problema que já teve e o segundo a vitória já alcançada.
- Para finalizar, façam uma oração de intercessão pelas dificuldades apresentadas e agradeçam pelas bênçãos já alcançadas.
Observações:
- Se sua classe funcionar dentro da Igreja e não houver outro espaço para realizar a dinâmica com o material já descrito, sugiro que utilize figuras de pedras e de rosas, coloque-as dentro de uma cesta, acrescentando os versículos. E mesmo sentados, passem a cesta e façam o mesmo procedimento anterior.
Ideia original desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 20 de março de 2019

AULÃO com o resumo do Trimestre

Com o próprio comentarista da Lição de Jovens da CPAD


Subsídio Lição 12 - Vivendo em constante vigilância




INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo sobre batalha espiritual, abordaremos hoje a vigilância, um dos “exercícios espirituais” indispensáveis para manter o crente em forma na luta contra o mal.
- A vigilância é indispensável para podermos usar a armadura de Deus.

I – O QUE SIGNIFICA VIGIAR
- Quando o apóstolo Paulo fala a respeito da armadura de Deus, depois de mencionar cada um de seus elementos, diz que o salvo deve orar em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito e vigiar nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos (Ef.6:18).

- Ora, sabemos que, em uma força armada, não basta o soldado ter armas e saber usá-las, mister se faz, notadamente nos dias do apóstolo Paulo, que estivesse em boa forma física, a fim de que pudesse bem se movimentar, correr, enfim, ter condições físicas para não só atacar o inimigo mas dele também se livrar. Por isso, até hoje, a educação física é essencial na vida de um soldado.

- O apóstolo, como vimos, ao descrever a armadura de Deus, tinha em mente o soldado romano e, depois de ter feito a correspondência de cada peça da armadura do exército romano com as armas espirituais, também fez uma analogia entre a necessidade dos exercícios corporais que tinham de ser realizados pelo integrante do exército do Império com as atividades espirituais que devem ser desempenhadas pelo cristão, a saber: a oração e a vigilância., Nesta lição, trataremos desta última, deixando para a próxima o estudo a respeito da oração.

- Quando proferiu o Seu sermão escatológico, Jesus o concluiu com severas advertências a respeito da vigilância (Mc.13:32-37), demonstrando, assim, que a perseverança que se exige para a vitória sobre as forças do mal e, por conseguinte, para a salvação (Mt.24:13) necessita fundamentalmente da presença deste “exercício espiritual”. Por isso, foi tão enfático ao dizer: “E as coisas que vos digo digo-as a todos: vigiai” (Mc.13:37). Mas o que é vigiar?

- Se formos ao Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, perceberemos que a palavra “vigiar” tem diversos significados, mas todos eles devem ser enfrentados para que entendamos o que o Senhor Jesus tem a dizer a respeito do tema, pois as Escrituras devem ser conhecidas em cada detalhe. Neste dicionário, há seis principais acepções de “vigiar”, a saber:

1 observar com atenção; estar atento a
2 observar secreta ou ocultamente; espreitar, espionar
3 cuidar com atenção, olhar por; velar


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Dinâmica Lição 12: Vivendo em constante vigilância


Dinâmica: A Ratoeira

Objetivo: Enfatizar a importância da vigilância que família deve ter quanto aos ataques do inimigo.

Material:
01 ratoeira ou uma figura dela
01 cópia da Fábula do Rato(veja no procedimento)

Procedimento:
1 – Apresentem a ratoeira ou a figura dela para os alunos.
2 – Perguntem: O que uma ratoeira tem a ver com o tema vigilância?
Aguardem as respostas e anotem no quadro ou cartolina.
3 – Depois, distribuam para cada aluno uma cópia da Fábula do Rato e façam uma leitura dialogada.
A fábula do Rato
Um Rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A Galinha disse:
- Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
Então o rato foi até o Porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me, Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à Vaca. E ela lhe disse:
- O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal - a Galinha.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente foi para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da Estória: “Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.”
Autoria do texto desconhecida.
4 – Agora, dividam a turma em 05 grupos e entreguem a seguinte situação para cada grupo:
Para o grupo 01: O rato numa casa pode trazer incômodo e causar problemas de saúde.
O que pode representar o “rato” dentro do ambiente familiar?
Para o grupo 02: O fazendeiro e a esposa compraram uma ratoeira, para pegar o bicho que incomodava.
Reflitam sobre a atitude do pai e mãe providenciar formas de livrar a família dos “bichos” indesejáveis dentro da família.
Para o grupo 03: O rato anunciou para os colegas que estavam fora da casa que havia uma ratoeira dentro da residência, mas eles não se incomodaram, pois tinham certeza que não seriam atingidos.
Reflitam sobre os problemas que acontecem no lar que interferem na Igreja, na escola etc.
Para o grupo 04: A ratoeira era para o rato, mas o animal que foi pego foi a serpente.
O que pode significar a serpente que foi pega? E o rato que ficou solto?
Para o grupo 05: A mulher do fazendeiro foi picada pela cobra e morreu.
O que pode significar o fato de um elemento do grupo familiar ser sido atingido e ter morrido?
5 – Os grupos devem apresentar a atividade para os demais colegas.
6 – Para finalizar, enfatizem a importância da vigilância que família deve ter quanto aos ataques do inimigo.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 11 de março de 2019

Subsídio Lição 11 - Discernimento de espíritos - um dom imprescindível




INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo sobre batalha espiritual, abordaremos o papel do dom de discernimento de espíritos. 

- Na batalha espiritual, o dom de discernimento de espíritos é importantíssimo 

I – OS DONS ESPIRITUAIS 

- Na sequência do estudo sobre batalha espiritual, analisaremos o papel do dom de discernimento de espíritos. 

- Antes de mais nada, há que se ressaltar que, como pentecostais que somos, cremos na atualidade dos dons espirituais. É este, aliás, o item 12 do nosso  Cremos, “in verbis”: “Cremos na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme Sua soberana vontade para o que for útil (I Co.12:1-12)”. 

- Ainda a respeito dos dons espirituais, assim se expressa a Declaração de Fé das Assembleias de Deus: “CREMOS, professamos e ensinamos que os dons do Espírito Santo são atuais e presentes na vida da Igreja. O batismo no Espírito Santo é um dom: “e recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2.38) e é para todos os crentes: “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar” (At 2.39); mas os dons do Espírito Santo, ou “espirituais” na linguagem paulina: “Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes” (1 Co 12.1) são restritos. Esses dons são capacitações especiais e sobrenaturais concedidas pelo Espírito de Deus ao crente para serviço especial na execução dos propósitos divinos por meio da Igreja: “Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil” (1 Co 12.7). São recursos sobrenaturais do Espírito Santo operados por meio dos seres humanos, os crentes em Jesus, enquanto a Igreja estiver na terra, pois, no Céu, não precisaremos mais deles. É por meio da Igreja que o Espírito Santo manifesta ao mundo o poder de Deus, usando os dons espirituais. Eles são dados à Igreja para sua edificação espiritual, seu conforto e seu crescimento espiritual. Os dons espirituais são vários, e nenhuma lista deles no Novo Testamento pretende ser exaustiva; e nem mesmo existe a expressão “estes são os dons espirituais”. Em Romanos, aparece uma lista deles, mas não são os mesmos da lista dos nove dons, exceto o dom de profecia, que aparece em ambas as listas. Há outra lista que repete os dons de variedade de línguas e os dons de curar.…” (Cap.XX, pp.171/2). 

- Notamos, portanto, que as Escrituras demonstram, claramente, que os dons espirituais são uma necessidade para a edificação, consolação e exortação da Igreja e são concedidos a alguns salvos com este propósito, de promover o crescimento espiritual do povo de Deus e auxiliá-lo na jornada rumo aos céus.

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Dinâmica Lição 11: Discernimento de Espíritos – Um Dom Imprescindível


Dinâmica: Dom de Discernimento de Espíritos

Objetivo: Introduzir o estudo sobre o dom de discernimento de Espíritos.

Material:
Não é necessário

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Falem que vamos fazer a brincadeira “O mestre e o detetive”.
Como funciona?
Escolhe-se um aluno para ser o detetive, que deve sair do círculo e ficar em algum lugar que não possa ver os demais colegas.
Em seguida, um aluno é escolhido para ser o mestre. A escolha não pode ser feita em voz alta, para que o detetive não escute.
O mestre faz os comandos e os demais colegas repetem os movimentos.
O detetive deve ser chamado para descobrir quem é o mestre. Ele terá 03 tentativas.  Se não conseguir, outro aluno vai ser o detetive.
O mestre deve trocar de movimentos várias vezes. Se o mestre for descoberto, ele passará a ser o detetive.
- Após a realização da brincadeira, falem que o dom de discernimento de Espírito e a brincadeira têm característica semelhante, a grosso modo, quanto a algo que está oculto e que vai ser descoberto, revelado por alguém.
- Falem: Na brincadeira, alguém pode descobrir quem comanda os movimentos através dos sentidos naturais. O dom de discernimento de Espírito é um dom espiritual, quando Deus atua na mente de quem possui esse dom revelando algo oculto. E é sobre este dom que vamos estudar na aula de hoje.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

sexta-feira, 8 de março de 2019

Subsídio LIÇÃO Nº 10 – PODER DO ALTO CONTRA AS HOSTES DA MALDADE




INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo sobre a batalha espiritual, abordaremos a questão da plenitude do Espírito Santo.

- A plenitude do Espírito Santo é indispensável para a eficácia na batalha espiritual.

I – A BATALHA ESPIRITUAL NA EVANGELIZAÇÃO

- Prosseguindo o estudo sobre a batalha espiritual, veremos um dos principais lances em que ela se desenvolve, qual seja, a evangelização.

- O Pacto de Lausanne, em 1974, ao tratar da batalha espiritual, por ser um documento que cuidava sobretudo da evangelização, bem contextualizou esta realidade do mundo espiritual na evangelização.
Assim, afirmou que “…Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e potestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração.…” (item 18).

- O Manifesto de Manila, quinze anos depois do Pacto de Lausanne, repete esta constatação, “in verbis”: “…Toda evangelização envolve uma batalha espiritual com os principados e potestades do mal, sobre os quais somente as armas espirituais podem prevalecer, especialmente a Palavra e o Espírito de oração. Portanto, temos um chamado a todos os crentes para que sejam diligentes em suas orações, tanto pela renovação da Igreja como pela evangelização do mundo.…” (item 5).

- Por fim, o Compromisso da Cidade do Cabo, de 2010, retoma esta mesma ideia, afirmando: “…Reconhecemos tal luta contra o mal como uma dimensão da guerra espiritual, que só pode ser travada através da vitória da cruz e da ressurreição, no poder do Espírito Santo, e em constante oração.…” (item 7D).

- A batalha espiritual torna-se muito mais renhida quando a Igreja inicia a sua tarefa de
evangelização. Foi ela constituída pelo Senhor Jesus para evangelizar, é esta a sua razão de ser. Na tarde do domingo da ressurreição, Cristo foi bem claro ao dizer aos discípulos: …assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós” (Jo.20:21b).


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Dinâmica Lição 10: Poder do Alto contra as Hostes da Maldade


Dinâmica: O Resgate

Objetivo: Exemplificar o ato de evangelizar e refletir sobre os resultados.

Material:
Lanternas, velas ou isqueiros para uma parte da turma (grupo 01).
TNT preto em tiras para vendar os olhos de alguns alunos (grupo 02).

Procedimento:
- Após trabalhar o conteúdo da lição, dividam a turma em dois grupos.
O grupo 01 representará aquelas pessoas que já ingressaram no Reino de Deus, isto é, ouviram e aceitaram Sua palavra. Para este grupo, entreguem uma lanterna, vela ou isqueiros.
O grupo 02 representará aquelas pessoas que estão no reino das trevas. Para cada aluno entreguem uma faixa de TNT de cor preta.
- Façam as explicações expostas no item acima para os alunos.
- Apontando para o grupo 01, leiam Cl 1.12 a 14. Então, peçam aos alunos deste grupo para que acendam as lanternas, velas ou isqueiros.
- Agora, apontando para o grupo 02, leiam II Co 4.4. Solicitem para que os seus componentes coloquem a venda(TNT preto) sobre os olhos.
- Em seguida, perguntem para o grupo 01: O que podemos fazer para resgatar aqueles que estão no reino das trevas?
Certamente as respostas serão dirigidas para o evangelismo, a propagação da mensagem de salvação.
- Então, solicitem para que os membros grupo 01, com suas lanternas acesas, cheguem até o grupo 02 e falem da mensagem do Evangelho.
Observação muito importante: Combinem previamente com o grupo 02, para que alguns aceitem e outros não aceitem a mensagem de salvação. O grupo 01 não deverá saber desse combinado.
- Aqueles que aceitarem deverão retirar a venda dos olhos e entrar no Reino de Deus, isto é, no grupo 01.
- Concluam, falando que devemos ser evangelizadores e que não estamos sozinhos, pois temos a ajuda do Espírito Santo. Reflitam ainda sobre os resultados da evangelização. Leiam Rm 10.14.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/