Bem Vindo!

Seja bem vindo(a) ao blog oficial da Escola Bíblica Dominical da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Curitiba. Sua participação e interação através deste blog é muito importante para o nosso trabalho. Deus abençoe!

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Dinâmica Lição 10: A Mordomia das Finanças



Dinâmica: O Dinheiro
 
Objetivo:
Refletir sobre o uso equilibrado do dinheiro.
 
Material:
01 saco do tipo metalizado de tamanho médio
 
Procedimento:
– Falem:
Contrair dívidas de forma equilibrada e pagá-las, não há problema. Entretanto, o consumo exagerado, sem limites, chegando ao endividamento pode causar sérios danos a pessoa e sua família, como perdas de bens, bom convívio familiar, perda da saúde etc.
– Em seguida, leiam: I Tm 6. 9 a11:
“Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão”.
– Depois, apresentem um saco sem fundo, cortado de forma que os alunos não percebam essa retirada(aconselho aquele tipo de saco metalizado para presente, cortem a borda que fecha o saco – façam isto em casa, antes da aula).
– Peguem uma cédula de 20, 00 reais ou de outro valor, mostrem para a turma e solicitem que um aluno se ponha de pé diante da classe e coloquem a nota de 20,00 reais dentro do saco.
Segurem o saco de forma que não apareça a parte de baixo aberta. O que vai acontecer? A cédula vai cair no chão, passando pelo espaço aberto do saco(aquela parte retirada do fundo).
Isto vai causar surpresa e alguns alunos vão achar que o dinheiro não foi colocado dentro do saco.
Repitam a operação e depois leiam Ageu 1.6 “Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado”.
 
Por Sulamita Macedo.
fonte:  http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Vem aí o 20º SEMINÁRIO de EBD Curitiba








PALAVRA DO COORDENADOR GERAL DA EBD


Vivemos em novos tempos. Tempos de rapidez, de tecnologia, de mídias digitais...
Por um lado, celebramos a praticidade que passamos a desfrutar ao acessarmos informações, acionarmos um meio de transporte através de um aplicativo de celular, mantermos comunicações em tempo real independentemente de localização geográfica, realizarmos trabalhos e estudos a distância e até mesmo acessarmos cultos on-line...
Por outro lado, lamentamos o distanciamento físico das pessoas, das famílias...os relacionamentos passam a ser virtuais...as brincadeiras de rua deram lugar ao vício tecnológico...o relacionamento com Deus vem dando lugar a uma corrida desenfreada...
A sociedade evolui intelectualmente...os valores e referenciais passam a ser constantemente questionados... A “verdade”, segundo alguns, é algo pessoal...relativismo...tentativas de imposição social de ideologias diversas, consumismo desenfreado...são os novos tempos...
Nesse cenário de tantas mudanças e de tantos questionamentos, os fundamentos da fé cristã também são alvo de reflexão. Nossas crianças, adolescentes e jovens estão crescendo em meio a tudo isso. Nossos novos convertidos vem buscando sedentos a essência da vida cristã. E pessoas deixam nossa comunidade, passando para o segmento dos desigrejados...
Pesa sobre nós, educadores cristãos, uma grande responsabilidade... Que requer de nós mais unção do alto, mais preparo, mais dedicação e uma postura de vida exemplar, de vida verdadeiramente renovada, fundamentada nas sagradas Escrituras. São novos tempos, que trazem consigo novos desafios...Os desafios da educação cristã numa sociedade pós-moderna.
Professores de Escola Bíblica Dominical, o Senhor conta convosco!
Líderes, o Senhor conta convosco!
Pais, o Senhor conta convosco!
“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.2)
Sejam muito bem-vindos ao 20° Seminário de Escola Bíblica Dominical da IEADC!

Ev. Jorge Augusto Martins

Coordenador Geral da EBD
















Subsídio LIÇÃO Nº 9 – A MORDOMIA DO TRABALHO





INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo sobre a doutrina da mordomia cristã, analisaremos a mordomia do trabalho.
- O trabalho é indispensável para que tenhamos recursos necessários à nossa sobrevivência sobre a face da Terra.

I – O PRINCÍPIO DO TRABALHO NA ÉTICA BÍBLICA
- Na sequência do estudo sobre a doutrina da mordomia cristã, analisaremos hoje o que as Escrituras falam a respeito do trabalho e da sua necessidade sobre a face da Terra para que nós aqui sobrevivamos.

- Para tanto, é importante verificarmos o que as Escrituras Sagradas falam a respeito deste assunto. 

- A Bíblia já tem seu início com o Senhor trabalhando, como se verifica de Gn.1:1, quando vemos o Senhor criando os céus e a terra. Assim, não é surpresa que, ao formar um jardim para o homem no Éden, homem que foi criado à Sua imagem e semelhança, tenha, também, determinado que ele trabalhasse naquele local (Gn.2:15).

- O homem, ao ser criado, foi feito para o trabalho, pois tinha de ser, em tudo, semelhante ao seu Criador, que é um ser trabalhador. Não foi por outro motivo que Aquele que é a expressa imagem de Deus (Hb.1:3), ou seja, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, apresentou-Se como um trabalhador, precisamente porque o Pai também é trabalhador (Jo.5:17).

- O trabalho, portanto, é uma atividade que faz com que o homem se torne semelhante a Deus, e é por isso que se costuma dizer que “o trabalho dignifica o homem”, precisamente porque é através do trabalho que o homem demonstra um dos aspectos de Sua semelhança com Deus. Por isso mesmo, quando atingirmos a glorificação e estivermos para sempre com o Senhor, seremos como os anjos (Mt.22:30), anjos que não cessam de servir ao Senhor, de trabalhar (Sl.103:20,21).

- Mesmo antes do pecado, pois, o homem já era chamado a trabalhar, devendo lavrar e guardar o jardim do Éden. Temos aqui, aliás, as duas espécies de trabalho: o trabalho manual (lavrar) e o trabalho intelectual (guardar), a demonstrar que todo o ser do homem (espírito, alma e corpo) está envolvido nesta suprema tarefa que Deus deu, com exclusividade, ao ser humano.

- O trabalho, portanto, nada mais representa uma atividade que faz com que o homem se aproxime de Deus, demonstre sua semelhança com Ele e, deste modo, possa, por intermédio dele, glorificar ao Senhor, pois são as obras realizadas pelo homem que produzem a glorificação a Deus (Mt.5:16).

OBS: No tratado “Pirke Avot” (a”Ética dos Pais”), considerado o “livro de Provérbios” do Talmude, o segundo livro sagrado do judaísmo, assim está escrito: “…Ama o trabalho, não queiras postos de mando e não te faças íntimo dos governantes” (1:10)

- Vemos, portanto, que o trabalho é um dos princípios estabelecidos por Deus para a ordenação ética da humanidade, uma das bases para a construção da conduta que todo ser humano deve ter sobre a face da Terra.

- Com a entrada do pecado no mundo, o trabalho, como tudo o que compõe a ordem estabelecida por Deus ao homem, sofreu uma alteração. Por causa do pecado, o trabalho mudou a sua característica e, em virtude da transgressão, passou a ser penoso e necessário para a própria sobrevivência da humanidade.



Quer continuar lendo? Para continuar lendo este artigo baixe os anexos nos links abaixo.Bons estudos.




Dinâmica Lição 09: A Mordomia do Trabalho


Dinâmica: Observando as formigas

Objetivos:
Observar o exemplo das formigas quanto ao combate da preguiça e seus malefícios.
Destacar a importância do trabalho.

Material:
03 cópias da fábula “A Cigarra e a Formiga”.

Procedimento:
- Falem: Vocês já observaram como trabalham as formigas?
Aguardem as respostas.
- Depois, falem:  Vamos fazer uma encenação da fábula “A Cigarra e a Formiga”.
- Falem: 01 aluno será o narrador e 02 alunos vão representar a cigarra e a formiga.
A Cigarra e a Formiga
Num dia de quente de verão, uma alegre cigarra estava a cantar e a tocar o seu violão, com todo o entusiasmo. Ela viu uma formiga a passar, concentrada na sua grande labuta diária que consistia em guardar comida para o inverno.
- Dona Formiga, venha e cante comigo, em vez de trabalhar tão arduamente.
 Desafiou a cigarra:
          - Vamos nos divertir.
-Tenho de guardar comida para o Inverno, respondeu a formiga, sem parar, e aconselho-a a fazer o mesmo.
- Não se preocupe com o inverno, está ainda muito longe, disse a outra.
          Despreocupadamente, a cigarra falou:
- Como vê, comida não falta.
Mas, a formiga não quis ouvir e continuou a sua labuta. Os meses passaram e o tempo arrefeceu cada vez mais, até que toda a natureza em redor ficou coberta com um espesso manto branco de neve.
Chegou o inverno. A cigarra, esfomeada e enregelada, foi a casa da formiga e implorou humildemente por algo para comer.
Se você tivesse ouvido o meu conselho no verão, não estaria agora tão desesperada, ralhou a formiga.
E dizendo isto, fechou a porta, deixando a cigarra entregue à sua sorte.
Moral da história: Não pense só em diversão. Trabalhe e pense no futuro.  É melhor estar preparado para os dias de necessidade.
Esopo, em “Fábulas de Esopo”.
- Depois da encenação, perguntem:
Qual relação há entre a fábula e o tema da aula: A Mordomia do Trabalho?
Aguardem as repostas.
- Falem: Na Bíblia, encontramos uma advertência para os preguiçosos, quando o escritor de Provérbios falou sobre a formiga.
O que a Bíblia fala sobre isto?
Aguardem as respostas.
- Depois, peçam para que um aluno leia Provérbios 6. 6 a 10.
“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio. Pois ela, não tendo chefe, nem guarda, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? Um pouco a dormir, um pouco a tosquenejar; um pouco a repousar de braços cruzados.”(Provérbios 6:6-10).
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Subsídio Lição 8 - A mordomia do tempo




INTRODUÇÃO
- O homem, como temos visto neste trimestre, é um mordomo e, como tal, deve cumprir as tarefas que lhe foram confiadas pelo Senhor.
Como criaturas, somos submetidas ao tempo, mormente depois que entrou o pecado na humanidade, de modo que a administração do tempo é um dos importantes desafios que o homem tem para poder servir fielmente ao seu Senhor.
- O tempo que vivemos é um tempo de multiplicação da iniquidade e de esfriamento do amor (Mt.24:12). Uma das grandes armas de nosso adversário está, precisamente, na tarefa de roubar o nosso tempo. O tempo é precioso e devemos remi-lo, como nos recomendam as Escrituras (Ef.5:16; Cl.4:5).

I - DEUS, O SENHOR DO TEMPO
-
Quando Deus criou todas as coisas, fê-lo sobre a perspectiva do tempo. Com efeito, as Escrituras indicam, logo no seu início, que "No princípio, criou Deus os céus e a terra" (Gn.1:1), revelando, portanto,que o tempo é algo próprio e adequado para as criaturas. Somente Deus é eterno, porque é o único que não tem começo, nem fim. Até mesmo os anjos, embora vivam eternamente, tiveram um princípio de existência, o que os vincula ao tempo.

-
Na Terra, entretanto, esta limitação temporal é ainda mais intensa. Enquanto os seres celestiais têm um princípio de existência, na terra, tudo tem princípio e fim de existência. O homem não era para ter fim de existência, na sua qualidade de mordomo, mas, diante do pecado, o próprio Deus determinou a morte física (Gn.3:19), submetendo a parte material do homem à mesma limitação temporal das demais criaturas terrenas. Assim, ao menos no que se refere ao corpo, o homem também está completamente limitado pelo tempo, tendo começo e fim de existência física sobre a terra. Daí porque Salomão ter, com a sabedoria que Deus lhe deu, chegado à conclusão de que " tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec.3:1).

- Como podemos observar, portanto,
o tempo foi uma limitação criada por Deus às Suas criaturas. Deus, portanto, não está vinculado ao tempo e é, por isso, que podemos afirmar que Deus é um ser "atemporal", ou seja, o tempo simplesmente não existe para Deus, que está acima do tempo. Tal situação é de difícil entendimento para nós, seres humanos, pois nosso pensamento funciona em termos de espaço e de tempo, como têm constatado médicos, psicólogos e filósofos, mas devemos, pela fé, crer nisto, ainda que não possamos compreendê-lo muito bem. Para Deus há um eterno presente. Para Ele, algo que ocorreu há milhares de anos, o que está acontecendo neste exato momento e o que acontecerá daqui a mil anos são a mesma coisa e estão acontecendo simultaneamente, ao mesmo tempo. Não é por outra razão que o salmista afirmou que o nome de Deus é Já (Sl.68:4), texto, aliás, que tem sido muito mal interpretado.



Quer continuar lendo? Para continuar lendo este artigo baixe os anexos nos links abaixo.Bons estudos.



https://drive.google.com/file/d/1h40y-fL-2rBFm_JbyXS0bCJGlVItkXAZ/view?usp=sharing



 

Dinâmica Lição 08: A Mordomia do Tempo


 
Dinâmica: O Tempo e eu!
 
Objetivos:
Refletir sobre a mordomia do tempo.
Enfatizar a importância do tempo destinado a leitura e estudo da Bíblia, a oração e comunhão com Deus.

Material:
01 desenho de relógio grande
01 borracha e lápis grafite para cada aluno.
 
Procedimento:
- Perguntem: Como estamos organizando o nosso tempo?
- Entreguem para cada aluno uma figura de um relógio para que escreva entre os intervalos das horas as atividades que executa por dia.
- Perguntem:
 Quais as ações que demandam mais tempo?
Quais as ações são prioritárias?
Quanto tempo para o serviço do Reino de Deus?
Qual foi tempo destinado para a leitura e estudo da Palavra de Deus?
E para a oração?
E para os cultos?
- Leiam:
  “Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Ec 3.1
- Falem: Temos muitas ocupações, mas precisamos reservar um tempo de qualidade para buscar ao Senhor. O que precisamos modificar no nosso relógio?
- Entreguem a borracha e o lápis grafite e solicitem para que reorganizem o tempo destinado a leitura bíblica, oração, aos cultos e para o serviço no Reino.
- Para finalizar, leiam:
 “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios”. Sl 90.12
 
Por Sulamita Macedo.
fonte:  http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Subsídio Lição 7 - A mordomia dos dízimos e ofertas



INTRODUÇÃO

- Quando se fala em mordomia cristã, logo nossas mentes são voltadas para o dízimo, a décima parte da remuneração que o cristão entrega na casa do Senhor para a Sua obra, como reconhecimento do senhorio de Deus e para o sustento da Igreja do Senhor.

- Temos visto que a mordomia é muito mais do que dízimo, mas não resta dúvida de que o dízimo é uma das demonstrações mais eloquentes da conduta de um verdadeiro e fiel mordomo do Senhor.

- Ao lado dos dízimos, as ofertas também são elemento importante para esta demonstração da mordomia na vida material, notadamente a econômico-financeira, do cristão.

I - DEUS FALA SOBRE A RESTAURAÇÃO DA MORDOMIA
- O texto bíblico mais conhecido a respeito do dízimo encontra-se no livro do profeta Malaquias. Com efeito, a mensagem de Malaquias é uma das mais contundentes com respeito a este assunto. A mensagem profética, entretanto, lança-nos muito mais do que uma admoestação para que sejamos dizimistas, como tem sido costumeiro ver entre os ensinadores da Palavra de Deus.

- Segundo a maior parte dos estudiosos da Palavra de Deus, Malaquias foi o último profeta do Antigo Testamento, cujo ministério teria ocorrido cerca de quatrocentos anos antes do nascimento de Jesus Cristo. Após o ministério de Malaquias, teria começado o chamado "período interbíblico", ou seja, o período entre os dois Testamentos, um período em que Deus não levantou profeta algum no meio do povo de Israel.

- Malaquias apresenta uma mensagem dura, pois o povo vivia um período de decadência espiritual. O avivamento experimentado nos dias de Zacarias, Ageu, Esdras e Neemias, quase cem anos antes, havia cessado e, pouco a pouco, o povo judeu estava se envolvendo numa rotina religiosa e formalista.

- A idolatria, que havia sido o grande mal espiritual de Israel antes do cativeiro da Babilônia, havia, agora, cedido seu espaço como grande obstáculo à comunhão com Deus à indiferença, ao formalismo religioso.

- O povo estava "servindo" a Deus por mero hábito, por mero costume, como uma simples tradição cultural, sem qualquer sentimento de amor ou de reverência para com o Senhor. O povo, no tempo de Malaquias, estava totalmente indiferente às coisas de Deus. A primeira queixa de Deus ao povo é a falta de reciprocidade por parte do povo com relação ao amor de Deus ao povo. "Eu vos amei", dizia o Senhor a Israel (Ml.1:2), mas, em troca deste amor, o povo simplesmente respondia: "Em que nos amaste?" (Ml.1:2).

- É importante esta consideração, pois, como podemos observar, o profeta Malaquias deixa bem claro que todas as mazelas existentes no seu tempo, toda a decadência espiritual decorria da falta de amor do povo a Deus. O amor é a essência do relacionamento entre Deus e o homem. Deus é amor (I Jo.4:8) e, se nos tornamos participantes da natureza divina (II Pe.2:4), devemos também amar a Deus (I Jo.4:7).

- Assim, a falta de amor a Deus está na raiz de todos os problemas concernentes ao relacionamento entre Deus e o homem. É este o cerne da mensagem do profeta Malaquias, que, em meio a esta triste realidade, começa a admoestar o povo quanto a diversas condutas, consequências desta falta de amor.


Quer continuar lendo? Para continuar lendo este artigo baixe os anexos nos links abaixo.Bons estudos.