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terça-feira, 26 de julho de 2016

Dinâmica da Lição 05: A Evangelização Urbana e suas Estratégias (Adultos)




Dinâmica: Evangelização urbana e suas estratégias    
                  
Na lição 5, os alunos vão estudar a respeito da necessidade de estabelecermos estratégias para a evangelização urbana. Estratégia é a "parte da arte militar que trata das operações e movimento de um exército", um plano de ação para vencer uma barreira ou inimigo. Estamos em uma guerra espiritual e precisamos de estratégias para vencer o Inimigo.

Objetivo:
 Mostrar aos alunos a necessidade de estabelecer estratégias de evangelismo para alcançar as cidades.

Materiais didáticos:
Folha de papel ofício
caneta,
quadro,
potes com as tiras de papel com as estratégias.

Atividade didática:
Esta dinâmica vai ajudar a trabalhar a introdução da lição e o primeiro tópico. Escreva no quadro uma definição de estratégia ("Parte da arte militar que trata das operações e movimento de um exército"). Em seguida peça, que os alunos formem três grupos. Cada grupo deverá tirar uma tira de papel do pote com a estratégia que terá que ser debatida e explicada pelo grupo. Para concluir, peça a seus alunos que formem um único grupo. Cada grupo terá dez minutos para explicar a estratégia que contida na tira de papel que tirou do pote.
ESTRATÉGIAS
1- A estratégia de Jonas;
2- A estratégia de Pentecostes;
3- A estratégia de Daniel Berg e Gunnar Vingren.

Fonte: Revista Ensinador cristão Nº 67




Dinâmica: Estratégias para os desafios da evangelização urbana

Objetivo:
Encontrar estratégias específicas para os grandes desafios da evangelização urbana.

Material didático:
Caneta
Papel ofício ou A4
O texto sugerido

Atividade didática:
Entregue aos alunos o texto: Os desafios de Evangelizar na realidade urbana, em seguida leiam juntos e reflitam sobre os desafios apresentados no texto (É importante que nesse momento inicial os alunos discutam apenas sobres esses desafios e não sobre as estratégias para resolvê-los). Para isso é importante que seja entregue a cada grupo caneta e papel a fim de que tudo fique registado no papel. Após a discussão divida a turma em grupos de três. Dê-lhes a seguinte tarefa: Os grupos deverão discutir entre si quais as melhores estratégias para conseguirmos vencer esses desafios da realidade urbana atual? Estipule um tempo para os grupos discutirem entre si. Esgotado tempo proposto, solicite a cada grupo que vá a frente para expor e discutir com a turma as estratégias que eles conseguiram registar no papel. Após a apresentação de todos os grupos, recolha os papeis com as estratégias apresentada, e informe à turma que o material irá ser reorganizado em um só arquivo e em seguida será impresso e entregue ao pastor da igreja ou ao líder de evangelização, como proposta apresentada pela classe.

Texto: Os desafios de Evangelizar na realidade urbana

Dentro da chamada modernidade líquida ou Pós-Modernidade, estamos vivendo o fenômeno de uma “mudança de época” dos fatos, envolvendo culturas, costumes, pessoas etc. Nesse contexto social e religioso, o desafio é evangelizar as cidades, as quais, com seus habitantes, vivem realidades dinâmicas: com relação ao deslocamento rápido das pessoas para o trabalho e lazer e os espaços físicos diversificados com relação à moradia. Nesse ambiente urbano os desafios para a evangelização são os prédios, com os muitos apartamentos, os aglomerados nas periferias, os condomínios, com suas leis e exigências, e as típicas favelas urbanas. Aliado a esse fato, hoje, o ser humano moderno e urbano está sendo bombardeado por tantas informações que o deixam indiferente àqueles valores inerentes ao próprio ser humano, como pessoa constitutiva dessa realidade social e religiosa. Esse novo ser humano vive no isolamento, apesar de estar no meio de tanta gente, cultivando um relativismo religioso; sem compromisso com Deus, com a religião, com sua fé e com o social. Este é o grande desafio para a religião e para a evangelização nos múltiplos ambientes das grandes cidades. Na questão urbana, notamos ainda as grandes massas que se formam nessas megalópoles, nas quais as pessoas perdem sua identidade e os valores humanos, parte importante de sua cidadania social e religiosa. Por isso, no processo de evangelização, é preciso confiar na ação do Espírito Santo e aplicar estratégias diferenciadas.
Fonte do texto: http://www.a12.com

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Por Roberto José

http://www.ensinadorcristao.com.br 




Dinâmica: Evangelização urbana

Objetivo: Introduzir o estudo sobre “Evangelização urbana”.

Material:
04 cartolinas
04 pincéis atômicos

Procedimento:
- Inicialmente procure conceituar o que é “Evangelização urbana”, partindo daquilo que os alunos já conhecem.
- Depois reflitam sobre as características positivas e negativas da região urbana para a evangelização.
- Dividam a turma em 04 grupos e peçam para cada grupo apresente 02 estratégias de evangelização urbana que já conhecem e 02 sugestões novas.
Entreguem para cada grupo 01 cartolina e 01 pincel atômico para que escrevam as respostas.
- Depois cada grupo deve apresentar suas sugestões.
- Em seguida, cada aluno deve escolher 01 estratégia de evangelização para realizar durante a semana.
No domingo seguinte, eles devem relatar como aconteceu o evangelismo.

Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Dinâmica da Lição 04: O Trabalho e Atributos do Ganhador de Almas (Adultos)


Dinâmica: Preparados para evangelizar

Na quarta lição do trimestre, vamos estudar a respeito do evangelista. A Palavra de Deus nos ensina que o Espírito Santo confere o dom de evangelista a algumas pessoas (Ef 4.11). Este é um dom ministerial. Todavia, de maneira geral, todos os crentes têm a incumbência de pregar

Objetivo:
Ressaltar a importância de estarmos aptos para fazer a obra de Deus.

Material didático:
Caixa de fósforo
Iodo
1/3 do copo com água normal
1/3 do copo com água sanitária

Atividade didática:
Peça que os alunos formem um círculo. Em seguida apresente os dois copos: um com água normal e o outro com água sanitária (Deixe que eles pensem que os dois copos tem água normal). Diga que um copo representa Deus (escolha o copo com água sanitária) e o outro representa os crentes. Explique que para se fazer a obra de Deus é preciso que o meu copo esteja na mesma cor que o de Deus. Logo após, diga que você vai passar a caixa de fósforos e cada um deverá retirar um fósforo e acendê-lo. Enquanto o fósforo estiver aceso, a pessoa deverá dizer o que pode manchar a minha água fazendo com que eu não esteja apto para fazer a obra de Deus. A pessoa só poderá parar de falar quando o fósforo apagar. Agora coloque alguns pingos de iodo na água normal e diga o cristão que deseja fazer a obra de Deus, no entanto tem uma vida reprovável é igual a água que estava limpa, no entanto decidiu se manchar com os pecados desse mundo. Neste momento pergunte: E agora o que ele deve fazer? Ouça as respostas dos seus alunos atentamente. Em seguida, coloque a água sanitária, que representa Deus, junto com a água que representa os crentes, unindo as duas águas. A água voltará a ficar clara mais uma vez. Leia neste momento  1 João 1.9 e Provérbios 28.13. Conclua enfatizando que,  após o perdão divino o cristão estará apto mais uma vez para fazer a obra de Deus

Por Roberto José

http://www.ensinadorcristao.com.br



Dinâmica: Procura-se
Objetivos:
 Introduzir o estudo sobre as características do evangelista.
Refletir sobre a importância do evangelista para a proclamação do evangelho.

Material:
¼ da folha de papel ofício, contendo 01 das 11 características abaixo:
Amor as almas
Conhecimento da Palavra de Deus
Preparado
Mansidão
Temor
Oração
Jejum
Comunhão com Deus
Exemplo de caráter cristão
Disponibilidade
Conhecimento de métodos diferenciados para abordar o pecador
Procedimento:
- Entreguem para os alunos ¼ da folha de papel ofício, contendo as 11 características abaixo:
Amor as almas
Conhecimento da Palavra de Deus
Preparado
Mansidão
Temor
Oração
Jejum
Comunhão com Deus
Exemplo de caráter cristão
Disponibilidade
Conhecimento de métodos diferenciados para abordar o pecador
- Falem: Vocês podem ler o que consta nos papéis que receberam.
- À medida que cada aluno for lendo, vocês devem dizer:
Procura-se alguém com esta característica.
- Perguntem:
Que tipo de pessoa possui estas características?
Aguardem as respostas.
Espera-se que os alunos falem que é de um evangelizador ou um evangelista.
- Perguntem: Vocês conhecem alguém com estas características?
Aguardem as respostas.
- Depois falem da importância do evangelista para a proclamação do evangelho.
Por Sulamita Macedo.
Texto Pedagógico
Aprimoramento do professor

            Ensinar na Escola Bíblica Dominical requer do professor  aprimoramento constante. De acordo com o dicionário, “aprimorar” é melhorar a qualidade, aperfeiçoar. Para isto, é necessário vontade, esforço e administração do tempo.
            A Palavra de Deus adverte: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Timóteo 2:15).
            Duas palavras chamam a atenção neste versículo: “procura” e “aprovado”. Procurar por algo, requer esforço e tempo. O professor da EBD deve destinar tempo para buscar subsídios para que se aprimore e possa ser julgado como obreiro aprovado, por Aquele que lhe vocacionou. Ser aprovado está relacionado a ter passado por uma análise e ter sido considerado aceitável, ter obtido aprovação.
            Outro ponto para o aprimoramento é a dedicação que o docente deve ter para que ensine de forma que a aprendizagem seja mais significativa para os alunos.
            Observe estes alguns exemplos de personagens bíblicos que passaram por aprimoramento na sua função ou profissão:
            Os sidônios são mencionados como aqueles que sabiam cortar madeira de forma que eram reconhecidos por este feito:
             “Dá ordem, pois, agora, que do Líbano me cortem cedros, e os meus servos estarão com os teus servos, e eu te darei o salário dos teus servos, conforme a tudo o que disseres; porque bem sabes tu que entre nós ninguém há que saiba cortar a madeira como os sidônios”(I Reis 5:6 – grifo nosso).
            O professor de Escola Dominical pode também ser reconhecido por seus alunos como um excelente professor, que sabe ensinar como ninguém, porque busca o aprimoramento.
            Setecentos homens canhotos, filhos de Benjamim, escolhidos, se destacaram por atirar com uma funda em um cabelo e não erravam:
“E contaram-se naquele dia os filhos de Benjamim, das cidades, vinte e seis mil homens que tiravam a espada, afora os moradores de Gibeá, de que se contaram setecentos homens escolhidos. Entre todo este povo havia setecentos homens escolhidos, canhotos, os quais atiravam com a funda uma pedra em um cabelo, e não erravam”(Juízes 20:15,16 – grifo nosso).
Treinar os escolhidos, os chamados para obra do ensino cristão, trará grandes resultados para o crescimento da obra de Deus. Quando isto acontece a probabilidade de acontecer ações inadequadas, por parte do professor,  são pequenas.
Hirão, da cidade de Tiro, foi convidado pelo rei Salomão para realizar uma obra em cobre, pelo fato de ter sabedoria, entendimento e ciência neste ramo:
“E enviou o rei Salomão um mensageiro e mandou trazer a Hirão de Tiro. Era ele filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali, e fora seu pai um homem de Tiro, que trabalhava em cobre; e era cheio de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda a obra de cobre; este veio ao rei Salomão, e fez toda a sua obra”(I Reis 7:13,14 – grifo nosso).
Observa-se que Hirão destacou-se por saber fazer com conhecimento e prática, que certamente aprendeu com seu pai. É, pois, um exemplo para os professores da EBD, que devem buscar informação, transformá-lo em conhecimento e transmiti-lo com sabedoria. A prática docente requer esta atitude.
Bezalel foi escolhido, chamado por Deus, cheio do Espírito de Deus, de sabedoria, de entendimento, de ciência para elaborar projetos, e trabalhar em ouro, em prata, e em cobre, e em lapidar pedras para engastar, e em entalhes de madeira:
“Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Eis que eu tenho chamado por nome a Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o enchi do Espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência, em todo o lavor, para elaborar projetos, e trabalhar em ouro, em prata, e em cobre, e em lapidar pedras para engastar, e em entalhes de madeira, para trabalhar em todo o lavor. E eis que eu tenho posto com ele a Aoliabe, o filho de Aisamaque, da tribo de Dã, e tenho dado sabedoria ao coração de todos aqueles que são hábeis, para que façam tudo o que te tenho ordenado”(Êxodo 31:1-6).
O Espírito Santo de Deus também pode capacitar os professores da EBD no ensino da Palavra, enchendo-lhes de sabedoria e entendimento para ministrar de forma adequada.
Apolo é mencionado como aquele que era eloquente, poderoso nas escrituras, fervoroso de espírito, falava e ensinava de forma cuidadosa:
“E chegou a Éfeso um certo judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloquente e poderoso nas Escrituras. Este era instruído no caminho do Senhor e, fervoroso de espírito, falava e ensinava diligentemente as coisas do Senhor, conhecendo somente o batismo de João”(Atos 18:24,25).
Ensinar de forma diligente deve ser algo que todo professor deve buscar, para que seja apto na função que exerce, com dedicação para o crescimento do reino de Deus, não correndo o risco de ser considerado desqualificado por Deus. Vale ainda acrescentar que o personagem bíblico Apolo traz um exemplo espiritual para o professor, pois ele era fervoroso de espírito, instruído no caminho do Senhor.
Aprimorar-se requer do professor preparo espiritual, teológico, secular e pedagógico. Que tal espelhar-se nos exemplos dos personagens bíblicos citados?


Por Sulamita Macedo.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Dinâmica da Lição 03: Igreja, Agência Evangelizadora (Adultos)



Dinâmica: Pão para quem tem fome

Objetivo:
Saber que a humanidade está faminta de Deus, e só a Igreja pode saciar a sua fome;
Compreender que evangelizar deve ser a tarefa prioritária da Igreja.

Material didático:
Uma sacola com vários pães

Atividade didática:
Divida a turma em três grupos. Distribua 1 pão para cada membro do primeiro e do segundo grupo. O terceiro grupo deve ficar sem pão. Oriente os grupos da seguinte forma: O primeiro grupo será o grupo dos comilões, pois eles vão comer os seus pães sozinhos sem dividir com o terceiro grupo que não tem pães. O segundo grupo será o grupo dos compartilhadores, pois eles ao receber o pão irão dividir com o terceiro grupo que é o grupo dos famintos.

Aplicação:
Explique que o pão representa Jesus, o pão vivo que desceu do céu. Esse pão nós recebemos devemos oferecer às pessoas através da pregação do evangelho.
O grupo que come o pão sem reparti-lo com ninguém são as pessoas da igreja que já aceitaram Jesus como Salvador, mas não evangelizam, não levam as “boas novas” da salvação.
O segundo grupo que que reparte o seu pão com quem não tem são as pessoas da igreja que já aceitaram Jesus como Salvador, e que evangelizam, levam as “boas novas” da salvação, saciando a fome espiritual dos famintos por Jesus.
As pessoas que não tem pão, representando as pessoas que não conhecem o evangelho de Cristo e que precisam ser alimentadas com o pão espiritual do Evangelho.

Encerre mostrando que Jesus veio ao mundo a fim de suprir as mais profundas necessidades espirituais da humanidade, especialmente a salvação. Como pregadores, fomos incumbidos de anunciar o evangelho. Assim, carregando no estômago a própria palavra de Deus, com a vida marcada pela convocação para sermos dele e degustando o sabor do pão que restaura a vida, Jesus nos chama para si e nos envia ao mundo para distribuirmos o pão espiritual a um mundo faminto.
Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Por: Roberto José
http://www.ensinadorcristao.com.br 

terça-feira, 5 de julho de 2016

Dinâmica da Lição 02: Deus, o Primeiro Evangelista (Adultos)

Dinâmica: Deus, evangelista por amor

Um dos atributos de Deus é o amor. Seu amor pela humanidade fez com que Ele se tornasse o primeiro evangelista. O Senhor foi à busca do homem perdido e fez a primeira promessa de redenção já no livro de Gênesis (Gn 3.15). Deus também fez do seu único Filho um missionário.
Objetivo:
Mostrar que o amor que o crente tem em seu coração procede tão somente de Deus. Esse amor precisa ser demonstrado em atitudes.
Material didático:
Tiras de papel ofício e caneta.
Atividade didática:
Converse com os alunos a respeito do amor de Deus. Ele nos amou tanto que enviou o seu Filho para morrerem nosso lugar(Jo 3.16). O amor de Deus é incondicional. Precisamos amar as pessoas como Ele nos amou. Quem já experimentou do amor de Deus tem um coração amoroso e missionário. Em seguida, distribua as tiras de papel ofício e a caneta. Peça que os alunos formem duplas. Depois, cada aluno deverá escrever, na tira de papel, uma tarefa para que seu irmão cumpra (cantar um hino, falar um versículo, fazer uma careta etc). Após todos terminarem, diga que eles serão surpreendidos. É que cada um vai ler o que escreveu para o outro, só que quem escreveu é que vai executar a tarefa que designou para o outro. Mostre que o amor de Deus em nossos corações nos leva a desejar ao próximo aquilo que queremos para nós. Se desejamos que toda nossa família seja salva e nos esforçamos para isso, precisamos também nos esforçar para que outras famílias conheçam o amor de Deus e sejam alcançadas pela Sua graça.
Fonte: Revista Ensinador Cristão
Adaptado por Roberto José
Dinâmica: A Evangelização do mundo
A mensagem do evangelho deve ir a todas as extremidades da Terra, porque a Salvação que Cristo consumou no calvário é para toda a humanidade. A classe não pode negligenciar sua missão principal: alcançar o homem com a mensagem do Evangelho.
Objetivo:
Estimular uma reflexão sobre a necessidade de cumprir a missão evangelística iniciada por Deus.
Material didático:
Uma espiga de milho madura
copos descartáveis.
Atividade didática:
Faça a leitura em classe de Marcos 16.15-20 e, em seguida, explique que A missão da igreja é espiritual: Propagar a mensagem de salvação do evangelho. Distribua copos descartáveis para toda a turma e apresente uma espiga de milho madura com casca. Explique que o milho só existe porque um grão foi semeado, produzindo assim o fruto. Em seguida, diga que nós também iremos semear “os grãos” (a Palavra de Deus) durante a semana no coração dos não-evangélicos. Então, peça que cada aluno retire grãos de milho de espiga madura, coloque-os dentro do copo descartável que recebeu e passe a espiga adiante. Os alunos só deixaram de tirar os grãos quando não tiver mais nenhum no sabugo. Depois disso, peçam que todos contem os números de grãos que conseguiram colocar no copo. Encerre dizendo que os alunos deverão evangelizar durante a semana o número de pessoas representado através dos grãos que ficaram nos seus copos. Pode ser por meio de folhetos, telefonemas, e-mails, redes sociais, de casa em casa. O importante é que se esforcem para atingir o número de sementes do copo. Durante os três domingos seguintes, separe alguns minutos para cada aluno relatar as bênçãos recebidas e expor o seu relatório evangelístico. Cremos que muitas almas poderão chegar-se a Cristo através da semeadura de cada aluno.
Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.
Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!
Por Roberto José
http://www.ensinadorcristao.com.br


Dinâmica: O alcance da bênção de Abraão
Objetivo: Refletir sobre o alcance da bênção de Abraão.

Material:
Papel pequeno e colorido para cada aluno com a seguinte frase: “...em ti serão benditas todas as famílias da terra”(Gn 12.3).
Procedimento:
- Leiam Gênesis 12:1-3:
“Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.
E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”.
- Falem: Acabamos de ler que através de Abraão todas as famílias da terra seriam abençoadas, inclusive a minha e a sua família. Mas de que forma?
Através da proclamação do evangelho, que nos alcançou! Isto já foi explicado na lição.
- Entreguem para cada aluno um papel pequeno com a seguinte frase: “...em ti serão benditas todas as famílias da terra”(Gn 12.3).
- Agora, oportunizem aos alunos um momento para que eles contem como foram alcançados pelo evangelho e também sua família. Para tanto, forneçam as seguintes orientações:
O aluno ler o conteúdo do papel que recebeu e conta de forma bem objetiva como foi alcançado pelo evangelho como também sua família.
E assim até que todos que desejem falar sobre a bênção da salvação.
Por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico

Aprimoramento do professor

            Ensinar na Escola Bíblica Dominical requer do professor  aprimoramento constante. De acordo com o dicionário, “aprimorar” é melhorar a qualidade, aperfeiçoar. Para isto, é necessário vontade, esforço e administração do tempo.
            A Palavra de Deus adverte: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Timóteo 2:15).
            Duas palavras chamam a atenção neste versículo: “procura” e “aprovado”. Procurar por algo, requer esforço e tempo. O professor da EBD deve destinar tempo para buscar subsídios para que se aprimore e possa ser julgado como obreiro aprovado, por Aquele que lhe vocacionou. Ser aprovado está relacionado a ter passado por uma análise e ter sido considerado aceitável, ter obtido aprovação.
            Outro ponto para o aprimoramento é a dedicação que o docente deve ter para que ensine de forma que a aprendizagem seja mais significativa para os alunos.

            Observe estes alguns exemplos de personagens bíblicos que passaram por aprimoramento na sua função ou profissão:
            Os sidônios são mencionados como aqueles que sabiam cortar madeira de forma que eram reconhecidos por este feito:
             “Dá ordem, pois, agora, que do Líbano me cortem cedros, e os meus servos estarão com os teus servos, e eu te darei o salário dos teus servos, conforme a tudo o que disseres; porque bem sabes tu que entre nós ninguém há que saiba cortar a madeira como os sidônios”(I Reis 5:6 – grifo nosso).
            O professor de Escola Dominical pode também ser reconhecido por seus alunos como um excelente professor, que sabe ensinar como ninguém, porque busca o aprimoramento.
            Setecentos homens canhotos, filhos de Benjamim, escolhidos, se destacaram por atirar com uma funda em um cabelo e não erravam:
“E contaram-se naquele dia os filhos de Benjamim, das cidades, vinte e seis mil homens que tiravam a espada, afora os moradores de Gibeá, de que se contaram setecentos homens escolhidos. Entre todo este povo havia setecentos homens escolhidos, canhotos, os quais atiravam com a funda uma pedra em um cabelo, e não erravam”(Juízes 20:15,16 – grifo nosso).
Treinar os escolhidos, os chamados para obra do ensino cristão, trará grandes resultados para o crescimento da obra de Deus. Quando isto acontece a probabilidade de acontecer ações inadequadas, por parte do professor,  são pequenas.
Hirão, da cidade de Tiro, foi convidado pelo rei Salomão para realizar uma obra em cobre, pelo fato de ter sabedoria, entendimento e ciência neste ramo:
“E enviou o rei Salomão um mensageiro e mandou trazer a Hirão de Tiro. Era ele filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali, e fora seu pai um homem de Tiro, que trabalhava em cobre; e era cheio de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda a obra de cobre; este veio ao rei Salomão, e fez toda a sua obra”(I Reis 7:13,14 – grifo nosso).
Observa-se que Hirão destacou-se por saber fazer com conhecimento e prática, que certamente aprendeu com seu pai. É, pois, um exemplo para os professores da EBD, que devem buscar informação, transformá-lo em conhecimento e transmiti-lo com sabedoria. A prática docente requer esta atitude.
Bezalel foi escolhido, chamado por Deus, cheio do Espírito de Deus, de sabedoria, de entendimento, de ciência para elaborar projetos, e trabalhar em ouro, em prata, e em cobre, e em lapidar pedras para engastar, e em entalhes de madeira:
“Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Eis que eu tenho chamado por nome a Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o enchi do Espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência, em todo o lavor, para elaborar projetos, e trabalhar em ouro, em prata, e em cobre, e em lapidar pedras para engastar, e em entalhes de madeira, para trabalhar em todo o lavor. E eis que eu tenho posto com ele a Aoliabe, o filho de Aisamaque, da tribo de Dã, e tenho dado sabedoria ao coração de todos aqueles que são hábeis, para que façam tudo o que te tenho ordenado”(Êxodo 31:1-6).
O Espírito Santo de Deus também pode capacitar os professores da EBD no ensino da Palavra, enchendo-lhes de sabedoria e entendimento para ministrar de forma adequada.
Apolo é mencionado como aquele que era eloquente, poderoso nas escrituras, fervoroso de espírito, falava e ensinava de forma cuidadosa:
“E chegou a Éfeso um certo judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloquente e poderoso nas Escrituras. Este era instruído no caminho do Senhor e, fervoroso de espírito, falava e ensinava diligentemente as coisas do Senhor, conhecendo somente o batismo de João”(Atos 18:24,25).
Ensinar de forma diligente deve ser algo que todo professor deve buscar, para que seja apto na função que exerce, com dedicação para o crescimento do reino de Deus, não correndo o risco de ser considerado desqualificado por Deus. Vale ainda acrescentar que o personagem bíblico Apolo traz um exemplo espiritual para o professor, pois ele era fervoroso de espírito, instruído no caminho do Senhor.
Aprimorar-se requer do professor preparo espiritual, teológico, secular e pedagógico. Que tal espelhar-se nos exemplos dos personagens bíblicos citados?

Por Sulamita Macedo.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Curso Pré Vestibular!





Dinâmica da Lição 01: O que é Evangelização (Adultos)



Dinâmica: Anunciando

Objetivo: Refletir sobre a evangelização e o que estamos fazendo para anunciar o plano de Salvação.

Material:
Chocolate para uma parte da turma.

Procedimento:
- Dividam a turma em 03 grupos.
- Orientem cada grupo da seguinte forma:
Grupo 1: Vocês receberão chocolate e quando estiver no grande círculo, deverão comê-lo imediatamente.
Grupo 2: Será oferecido a vocês chocolate, quando estiver no grande círculo, mas não deverão aceitá-lo.
Grupo 3: Vocês não receberão chocolate, não será oferecido chocolate para vocês, mas deverão pedir bastante, quando estiverem no grande círculo.
- Juntem os 03 grupos, formando um grande círculo.
- Agora, realizem os comandos para cada grupo, já expostos acima.
- Depois, perguntem: O que podemos refletir sobre a evangelização nestas 03 situações? O chocolate pode representar quem ou o quê?
O chocolate pode representar Jesus, o plano da salvação, a palavra de Deus.
Situação 01: São as pessoas que aceitam o convite de salvação, porque alguém evangelizou.
Situação 02: São as pessoas que ouvem, mas não aceitam, rejeitam a palavra de Deus.
Situação 03: São as pessoas que não são evangelizadas, tem sede de salvação, mas ainda não foram alcançadas.
- Para finalizar, reflitam sobre a importância da evangelização e o que estamos fazendo para anunciar o evangelho.


Por Sulamita Macedo.




Dinâmica: Evangelismo, missão suprema da Igreja

Prezado professor, neste trimestre, estudaremos a respeito da missão mais importante e urgente da Igreja: a evangelização de todos os povos.
Objetivo:
Mostrar que evangelizar é a missão mais importante e urgente da Igreja de Cristo.
Material didático:
Palitos de churrasco.
Atividade didática:
Apresente a nova revista e o tema do trimestre. Em seguida, faça a seguinte indagação aos alunos: "Qual a missão suprema da Igreja?". Ouça as respostas e diga que é a evangelização. Explique que a evangelização é responsabilidade de todos os crentes, e não apenas do pastor, evangelista e missionário. Em seguida, entregue a um aluno um palito de churrasco e peça que ele o quebre ao meio. Com certeza, o(a) irmão(a) não terá dificuldade em quebrar o palito. Diga que para a igreja cumprir sua missão na localidade onde ela está inserida também não terá tanta dificuldade, se cada crente for uma testemunha de Jesus. Depois pegue três palitos de churrasco e peça que outro(a) irmão(a) quebre os três juntos. Com certeza, o grau de dificuldade será maior, mas com esforço é possível. Em seguida, pegue uns 15 palitos e peça que outro(a) aluno(a) tente quebrar todos de uma vez. Com certeza, ele(a) não conseguirá. Então, distribua os palitos entre os alunos e peça que cada um quebre um. Diga que a tarefa se tornou possível e mais fácil, pois todos deram a sua contribuição. Mostre que assim é a obra missionária — sozinho, ninguém conseguirá fazê-la com sucesso, mas unidos conseguiremos alcançar o nosso bairro, cidade, país e as nações.
Fonte: Revista Ensinador Cristão Nº 67
Adaptada por Roberto José


Dinâmica: O Bombom da salvação
Objetivo:
Conscientizar os alunos da necessidade de pregarmos a mensagem da salvação todos.
Material didático:
Uma caixa de bombom
Atividade didática:
Previamente, abra a caixa e retire alguns bombons, deixando apenas uma quantidade que dê apenas para metade da classe. Diga aos alunos que você trouxe um prêmio para eles. Todos serão premiados pelo esforço, dedicação e participação nas aulas. Entregue a caixa a um dos alunos e permita que cada um pegue o bombom que preferir. É evidente que faltarão alguns bombons. Então, os que ganharam certamente irão reclamar. Pergunte o porquê das reclamações. Comente que é desagradável ver os outros se deliciarem com o chocolate enquanto apenas se observa. Diga-lhes que na vida espiritual é isso que vem acontecendo, enquanto muitos se deliciam com a mensagem da salvação, outros estão tristes desanimados, vivendo uma vida de pecados, pois não receberam, como vocês, o bombom espiritual do Evangelho. Se vocês ficaram chateados por não terem acesso a um simples bombom, imaginem se não tivéssemos o direito de ouvir a mensagem de salvação? Deus é justo e jamais procederia dessa forma. Ele não faz acepção de pessoas. Em seguida, pegue os bombons que você retirou e entregue aos alunos que não receberam. Enquanto você distribui os bombons conscientize seus alunos que a mensagem de salvação deve ser entregue a todos e não apenas a alguns.
Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.
Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!
Por Roberto José
http://www.ensinadorcristao.com.br 

terça-feira, 21 de junho de 2016

Dinâmica da Lição 13: O cultivo das relações interpessoais (Adultos)


Dinâmica: Paz nos relacionamentos

Objetivos:
Refletir sobre a paz nos relacionamentos
Promover momento de descontração

Material:
- Texto “O Garotinho chamado amor”, ver no procedimento.
- Cartaz com o seguinte conteúdo:
AMOR - UM ABRAÇO
PAZ - APERTO DE MÃO
SORRISO - GARGALHADA
GARRA - TROCA DE LUGAR
BEM VINDOS - PALMAS
- 01 rolo de fita adesiva
- 01 cartolina ou mais se necessário
- 01 coleção de lápis hidrocor
- 01 pincel atômico

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Coloquem o cartaz em local bem visível.
- Falem: nós vamos ler um texto e (apontem para o cartaz) vocês deverão realizar os seguintes gestos correspondentes quando estas palavras forem lidas.
- Vamos fazer um ensaio?
Então, leiam a palavra e os alunos seguem a orientação ao lado do vocábulo.
Repitam pelo menos duas vezes.
- Depois, leiam o texto  “O garotinho chamado Amor”:
Era uma vez um garotinho chamado AMOR.
O AMOR sonhava sempre com a PAZ.
Certo dia descobriu que a vida só teria sentido quando ele descobrisse a PAZ e foi justamente nesse dia que o AMOR saiu a procura da PAZ.
Chegando ao colégio onde ele estudava, encontrou os seus amigos que tinham um SORRISO nos lábios e foi nesse momento que o AMOR passou a perceber que o SORRISO dos amigos, transmitia a PAZ. Pois percebeu que a PAZ existe no interior de cada um de nós e para isso basta dar um SORRISO.
E nesse instante, interferindo os pensamentos do garotinho AMOR, a turma gritou bem forte:
- AMOR, AMOR, você encontrou a PAZ que procurava?
O AMOR respondeu com muita GARRA:
- Sim! Sim! Encontrei. Vocês querem saber? Tragam a PAZ, um SORRISO bem bonito e sejam BEM-VINDOS!
Autoria desconhecida.
- Depois, perguntem:
Onde o garotinho chamado AMOR encontrou a PAZ?
Aguardem as respostas. Certamente as respostas vão apontar que a paz estava no interior dos colegas, demonstrada através do sorriso.
- Em seguida, falem que isto significa que cada um é responsável em promover a paz no ambiente no qual está, demonstrando bons relacionamentos com atitudes promotoras de paz.
- Agora, peçam para que cada aluno faça o contorno de uma de suas mãos numa cartolina e escrevam nela um atitude para promover a paz com os colegas e amigos da igreja, da rua e da família. Depois, coloquem este cartaz num lugar visível, com o título da lição, nome da turma e dos professores e a data.
- Para concluir, leiam “Segui a paz com todos...” Hb 12.14a.
Autoria desconhecida da dinâmica original



Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/



Dinâmica: Revisão da Lição Maravilhosa Graça

Aproveite a última lição do trimestre para saber se os alunos compreenderam algumas ideias importantes da Epístola aos Romanos. Esta atividade vai dar a oportunidade de saber se seus alunos realmente compreenderam essas ideias. Caso perceba que eles estão com dificuldades, reforce as ideias. Aproveite também para perguntar o que mais gostaram e o porque.
Objetivo:
Revisão do trimestre.
Material didático:
Folhas e caneta.
Atividade didática:
Sente-se com seus alunos em círculo e faça um comentário geral a respeito de toda a Epístola aos Romanos. Depois, peça que os alunos formem grupos. Distribua as folhas e as canetas. Solicite que os componentes dos grupos coloquem os nomes nas folhas. Estabeleça um tempo de no máximo 10 minutos para que os alunos enumerem corretamente e leiam as referências. Recolha as folhas e corrija os exercícios. O grupo que tiver mais acertos será o vencedor.
1) A recompensa pelo pecado é a morte. Jesus morreu em nosso lugar.
2) Deus removeu a punição do pecado mediante o sacrifício de Jesus Cristo na cruz do Calvário.
3) Deus escolhe pessoas para propósitos específicos.
4) Deus vai nos dar um novo corpo no céu, não mais sujeito ao pecado e à morte.
5) Mediante a fé no sacrifício de Jesus Cristo, fomos declarados "sem culpa".
6) O Espírito Santo que passa habitar em nós depois da conversão nos ajuda a ser parecidos com Jesus.
7) Somente ela destrói o domínio do pecado
(  ) Graça - Romanos 6.1.2
(  ) Santificação - Romanos 5.2; 15.16
(   ) Justificação - Romanos 4.25; 5.18
(   ) Glorificação - Romanos 8.18,19
(   ) Eleição - Romanos 9.10-13
(   ) Expiação - Romanos 3.25
(   ) Redenção - Romanos 3.24; 8.23
GABARITO
(7) Graça
( 6) Santificação
( 5 ) Justificação
( 4 ) Glorificação
( 3 ) Eleição
( 2 ) Expiação
( 1 ) Redenção
Fonte: Revista Ensinador Cristão Nº 66
Adaptado por Roberto José
Dinâmica: Construindo pontes nos relacionamentos
Objetivo:
Trabalhar Relacionamentos e conflitos no trabalho.
Material didático:
Folha de papel A4 ou ofício,
Lápis ou caneta
Quadro de giz ou cartolina
Giz ou pincel atômico
História: O Construtor de Pontes.
Atividade didática:
Explique ao grupo que será feito uma atividade para autoanálise e avaliação de como estamos nos relacionando no trabalho. Distribua uma folha de papel A4 e peça para cada aluno dividir ao meio com uma caneta no sentido vertical. Após todos terem dividido as folhas pedir para que. Do lado esquerdo coloque a característica de uma pessoa que você teria dificuldade em se relacionar no ambiente de trabalho, por exemplo: falso, mentiroso, metido, entrão, bajulador etc. Do lado direito algo que não conseguem aceitar em si próprios, por exemplo: ser estourado, briguento, ansioso, impaciente, precipitado etc. Quando tiverem terminado, pedir para que abaixo da característica da pessoa que tem dificuldade para se relacionar, escrevam em poucas linhas os motivos que levam a essa dificuldade. Agora,  abaixo da característica que não aceitam em si mesmos, expliquem o motivo da não aceitação e que efeitos essa característica pode acarretar nos seus relacionamentos de trabalho. Quando todos tiverem terminado, pedir para deixarem de lado a folha e escutar história: O Construtor de Pontes.
História: O Construtor de Pontes
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado.
O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta:
- Estou procurando trabalho, disse o homem que era carpinteiro.
- Talvez você tenha algum serviço para mim.
- Claro! disse o fazendeiro. - Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade é do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta. O carpinteiro disse, então: - Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão o martelo e os pregos.
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro voltou, não acreditou no que viu: em vez da cerca, uma ponte havia sido construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: - Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas, as surpresas não pararam neste momento. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão correndo, se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: - Você, realmente, foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse! De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho aprontou-se, então para partir levando sua caixa de ferramentas. - Espere, fique conosco! Disse o fazendeiro. - Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu: - Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir...
Autor: desconhecido
Discussão em classe.
Pergunte ao grupo:
-O que entenderam da história?
-O que costuma romper com as relações interpessoais?
- Podemos dizer que os principais problemas de relacionamentos são gerados por pequenas coisas ou coisas sem importância?
-Que lições podemos extrair da história? (Listar as respostas no quadro ou cartolina).
Depois de esgotada a discussão sobre os pontos acima, peça para que cada um retome sua folha e analise:
-No tópico: A importância das relações interpessoais. Procure mostrar que essa é uma relação de compartilhamentos de dores, alegrias, dissabores, confidências, bem como relações de amizade e respeito. Por isso, este tipo de relacionamento é tão importante na vida social do cristão. As relações interpessoais não seriam as mesmas se não houvesse o desenvolvimento de amizades entre as pessoas.
-No tópico As ameaças às relações interpessoais. Busque com os alunos alternativas de como solucioná-lo. Portanto busque uma forma de transformar essa característica em algo produtivo e melhor.
Concluir com o grupo que tudo seria mais fácil se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos e colegas do trabalho. Conversar, gostar, amar as pessoas com as quais temos afinidade é fácil. Mas como fazer com pessoas difíceis e com nossas próprias dificuldades? Como lidar com nossos desafetos? Como estender nossa mão amiga para ajudar a quem precisa em nossa convivência no sai a dia? Agindo assim poderíamos não mudar o mundo, entretanto, podemos e temos a autonomia de fazer do nosso mundo, nossa vida interior um lugar de paz e comunhão onde Cristo será glorificado.
Podemos começar agora!

Por Roberto José
http://www.ensinadorcristao.com.br