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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Lição 06: Jônatas, um exemplo de lealdade

Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 6 – JÔNATAS, UM EXEMPLO DE LEALDADE

INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter cristão, estudaremos hoje Jônatas, o filho de Saul.
- Jônatas é exemplo de leadade na Bíblia.

I – JÔNATAS, O FILHO DE SAUL
- Na continuidade do estudo de personagens bíblicas, estudaremos hoje a vida de Jôntas, o primogênito de Saul, que é um exemplo de lealdade nas páginas sagradas.
- O nome “Jônatas” significa “Jeová tem dado”, “Deus nos deu” ou, ainda, “dado por Deus” nome muito elucidativo, pois, em toda a sua vida, esta personagem tinha pleno discernimento daquilo que Deus tinha dado e a quem o tinha feito, sempre buscando satisfazer e corresponder à vontade do Senhor.
- Jônatas era o filho primogênito de Saul (I Cr.9:39) e, quando seu pai se tornou rei de Israel, naturalmente passou ele a ser o herdeiro presuntivo do trono, ou seja, o príncipe herdeiro e esta condição se verifica logo no aparecimento desta personagem no texto sagrado, vez que ele exsurge nas Escrituras como sendo o responsável por um dos dois batalhões de soldado do recém-formado exército israelita, cuidando da segurança do país em Gibeá de Benjamim (I Sm.13:2).
- T.H. Jones, em o Novo Dicionário da Bíblia, entende que o fato de Jônatas ter sido posto por seu pai como comandante de um dos batalhões do exército de Israel é um indício de que ele já se destacara na primeira ação militar de Saul, quando foi acudir os moradores de Jabes-Gileade contra os amonitas (I Sm.11:1-15), pois não teria sido o mero parentesco que faria com que Saul pusesse Jônatas em posição tão excelente. O próprio pranto de Davi pela morte de Saul e Jônatas dá a entender que sempre estiveram juntos na batalha desde o início até o fim (II Sm.2:23)
OBS: “…Jônatas aparece pela primeira fez no registro bíblico como vitorioso em Geba, o baluarte filisteu, embora a estratégia de seu pai, naquela ocasião, sugira por analogia que ele talvez tivesse feito parte no alívio de Jabes de Gileade (I Sm.11:11;13:2).…” (JONES, T.H. Jônatas. In: DOUGLAS, J.D.(org.). O Novo Dicionário da Bíblia, p.858).
- Encarregado de comandar parte do exército de Israel em Gibeá de Benjamim, Jônatas já demonstrou todo o seu senso de dever e dedicação. Não se contentou em apenas ficar aguardando um eventual ataque dos filisteus, mas sabendo que a presença dos filisteus em Geba, uma aldeia, pertencente a tribo de Benjamim, cerca de 11 km ao norte de Jerusalém e 5 km de Gibeá e havia sido dada em sorte aos levitas (Js.21:17; I Cr.6:60), era algo que não era razoável nem se encontrava na vontade de Deus, resolveu atacar aquela guarnição e, assim, entregar aquela terra a quem deveria possuí-la, que eram os levitas, aqueles que tinham como missão servir ao Senhor.

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Lição 06: Jônatas, um exemplo de lealdade (Adultos)


Dinâmica: A amizade é como Matemática

Objetivo:
Refletir sobre a importância das amizades, as influências positivas e o cuidado com as negativas.
Material:
Sinais matemáticos de adição, diminuição, multiplicação e divisão, de preferência, feitos de cartolina, cada sinal de uma cor diferente.
01 cartolina para escrever alguns versos(postado abaixo no procedimento)
02 cartolinas(01 para cada grupo)
01 rolo de fita adesiva

Procedimento:
- Coloquem no quadro ou numa cartolina os sinais matemáticos de adição, diminuição, multiplicação e divisão, de preferência, feitos de cartolina, cada sinal de uma cor diferente.
 - Depois, apresentem para os alunos os seguintes versos, escritos numa cartolina:
A amizade é como Matemática:
A alegria é somada.
A tristeza é diminuída.
A confiança é multiplicada.
E felicidade é dividida. (autoria desconhecida).
- Agora, dividam a turma em 02 grupos.
- Entreguem para os alunos a seguinte pergunta, numa cartolina:
Utilizando os símbolos matemáticos, o que vocês desejam que haja na amizade com os colegas?
Se houver dificuldade, peçam para que eles sigam o exemplo dos versos lidos anteriormente, e ainda assim falem:
O que vocês desejam que seja somado na amizade?
O que vocês desejam que seja diminuído na amizade?
O que vocês desejam que seja multiplicado na amizade?
O que vocês desejam que seja dividido(compartilhado) na amizade?
- Deem um tempo de 05 minutos para esta atividade. Depois, cada grupo vai apresentar de forma objetiva o que escreveram na cartolina.
- Para finalizar, reflitam sobre o que os alunos apontaram e enfatizem a importância quanto ao cuidado com as amizades e suas influências positivas e negativas.
Por Sulamita Macedo.
Dinâmica: Árvore dos Amigos

Objetivo: Refletir sobre os laços de amizades e as consequências positivas e negativas desses relacionamentos com os amigos.
Material:
01 desenho de um tronco de uma árvore
Desenho de uma folha de uma árvore para cada aluno
01 rolo de fita adesiva
01 tubo de cola
Desenho de fruto para cada aluno
01 cesta

Procedimento:
- Apresentem um desenho de um tronco de uma árvore.
- Falem que vocês precisam montar uma árvore dos amigos. O que está faltando?
Aguardem as respostas. Certamente, vão dizer que faltam as folhas, os frutos, os nomes dos amigos.
- Então, entreguem o desenho de uma folha de uma árvore para cada aluno e solicitem que escrevam o nome deles.
- Depois, cada um deve colar estas folhas formando a copa da árvore.
- Agora, falem: Agora, sim nossa árvore da amizade está quase pronta. Faltam os frutos!
- Então entreguem o desenho de fruta para cada aluno e peçam para que escrevam nele os resultados de suas amizades.
- Agora, recolham os frutos utilizando a cesta, leiam o que foi escrito e depois colem os frutos na árvore. Pode haver frutos bons e ruins. Aproveitem e trabalhem cada ponto levantando.
- Para concluir falem sobre a amizade e o cuidado de Paulo com Onésimo e depois leiam Pv 17.17 “Em todo tempo ama o amigo e na angústia nasce o irmão”.


Por Sulamita Macedo.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

LIÇÃO Nº 5 – JACÓ, UM EXEMPLO DE UM CARÁTER RESTAURADO

Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 5 – JACÓ, UM EXEMPLO DE UM CARÁTER RESTAURADO

ESBOÇO Nº 5
Jacó é um exemplo de transformação de caráter por Deus
INTRODUÇÃO
- Em continuidade do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter do cristão, estudaremos, hoje, Jacó, cujo nome foi mudado para Israel.
- Jacó é um exemplo de transformação de caráter por Deus.
I – JACÓ, O SUPLANTADOR
- Isaque orou instantemente por vinte anos para que Deus abrisse a madre de sua mulher Rebeca, que era estéril (Gn.25:20,21,26) e Deus ouviu a sua oração. Rebeca engravidou e logo notou que havia gêmeos em seu ventre, que lutavam entre si (Gn.25:22), tendo, então, o Senhor, em resposta à oração de Rebeca, dito que havia duas nações no seu ventre e que o maior serviria o menor (Gn.25:23).
- Portanto, antes mesmo do seu nascimento, Jacó já fora escolhido por Deus para ser o herdeiro da promessa de Abraão (Ml.1:2; Rm.9:13). Deus usou da Sua soberania para escolher Jacó para ser o terceiro patriarca. Tal escolha, porém, não significa, em absoluto, que haja uma predestinação incondicional,que Deus seleciona previamente quem será salvo e quem não o será. Aqui, a escolha dizia respeito à formação da nação de onde viria o Salvador e, como a nação era formada diretamente por Deus, tinha Ele o pleno direito de escolher quem quisesse, sem que isto representasse parcialidade ou injustiça. Já a ideia da predestinação incondicional é incompatível com a assertiva bíblica de que Deus não faz acepção de pessoas (Dt.10:17; At.10:34).
- No nascimento, Esaú nasceu primeiro, tendo sido chamado Esaú porque era cabeludo, sendo também chamado Edom, porque era ruivo, enquanto que o caçula foi chamado de “Jacó”, porque nasceu segurando no calcanhar de seu irmão. Por isso, recebeu o nome de “Jacó”, que significa “suplantador” ou “aquele que segura pelo calcanhar” ou, ainda, “Deus protege”. ‘Suplantar” tem vários significados, entre os quais, segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, “fazer (alguém)perder um favor, um emprego etc., tomando-lhe o lugar; conseguir vantagem sobre (outrem ou si mesmo); sobrepujar(-se), superar(-se); vencer (um obstáculo ou dificuldade); superar”.
- Isaque e Rebeca, portanto, já sabiam de antemão que Jacó era o escolhido para dar seguimento à formação da grande nação prometida a Abraão e na qual seriam benditas todas as famílias da terra (Gn.12:1-3) e as circunstâncias do nascimento que levaram, inclusive, à concessão dos nomes aos filhos gêmeos, também já mostravam que Jacó ocuparia o lugar que, por direito, seria de seu irmão primogênito, mas, infelizmente, se esqueceram de tal afirmação divina e se deixaram inclinar por suas predileções pessoais. Isaque preferia Esaú, porque seu comportamento lhe agradava, assim como Rebeca preferia Jacó também por causa daconduta de seu filho caçula. Como já vimos na lição 12, esta atitude acabou levando à própria destruição do lar do segundo patriarca.
- O fato é que, num certo dia, quando Esaú voltava do campo, cansado, Jacó estava preparando um guisado vermelho. Esaú, então, pediu o guisado a Jacó e este, ardilosamente, resolveu vendê-lo, trocando o prato de lentilhas pela primogenitura de Esaú e este, desprezando a bênção espiritual que tinha, alienou-o, demonstrando, com isso, que era uma pessoa profana (Hb.12:16), ou seja, que desprezava as bênçãos espirituais, sendo mais guiado pelo instinto, pela carnalidade (Gn.25:30-34).
- Jacó demonstrava, assim, ser realmente um “suplantador”, pois conseguira obter para si a bênção que, por direito, pertencia a Esaú, tomando-lhe o lugar. No entanto, é preciso observar que Jacó dava valor à bênção da primogenitura, à promessa divina de constituição de uma nação que faria benditas todas as famílias da terra, enquanto que Esaú simplesmente desprezava esta bênção espiritual, sendo pessoa presa às coisas desta vida, sendo pessoa que não tinha qualquer consideração pela eternidade, pelo relacionamento com Deus.
- Jacó, portanto, desde o início de sua vida, mostrava-se apto para ser um patriarca, porque dava valor às coisas espirituais, porque, como diz o escritor aos hebreus, não tinha como alvo este mundo terreno, mas, sim, a cidade celestial, a vida eterna com Deus (Hb.11:9,10,13-16). Neste sentido, aliás, temos aqui o outro significado de “suplantador”, ou seja, “aquele que se supera”, aquele que quer ir além da posição onde se encontra. Na Sua presciência, Deus amou Jacó precisamente por causa do valor que Jacó dava ao relacionamento com o Senhor.
- Quando Isaque adoeceu e achou que iria morrer, mesmo sabendo que Jacó era o escolhido de Deus, quis dar a sua bênção para Esaú e, por isso, mandou que seu primogênito lhe preparasse uma caça. Rebeca, sabendo disto, resolveu enganar o seu marido, a fim de que a bênção fosse dada a Jacó e instigou seu filho a participar deste engodo. Jacó, mediante engano, obteve a bênção de seu pai (Gn.27:1-29).

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Lição 5 - Jacó, um exemplo de um caráter restaurado - Ev. Caramuru Afonso Francisco

Lição 05: Jacó, um exemplo de caráter restaurado (Adultos)


Dinâmica: Semeadura e Colheita

Objetivo: Refletir sobre o princípio da semeadura e da colheita.
Material:
01 cesta pequena com sementes variadas.
01 copo descartável pequeno(tipo cafezinho) para cada aluno.

Procedimento:
- Leiam Gl 6.7 “... tudo o que o homem semear, isso também ceifará”.
- Falem: Este é o princípio da semeadura e da colheita. Estudamos sobre o personagem Jacó que enganou e foi enganado. Semeou mentira colheu também o engano.
- Perguntem: Que tipo de sementes estamos semeando? O que estamos colhendo?
- Distribuam 01 copo descartável pequeno(tipo cafezinho) para cada aluno.
- Passem para os alunos a cesta com as sementes e solicitem para que eles retirem no máximo 05 unidades diferentes e coloque-as no copo.
- Depois, orientem para que os alunos falem sobre as ações, representadas pelas sementes, que eles desejam cultivar em suas vidas para que tenha êxito no seu relacionamento com Deus e com o próximo.
- Agora, repitam a leitura de Gl 6. 7.
- Reflitam ainda: Já imaginou a quantidade do que vocês podem receber de volta daquilo que estão plantando?
- Leiam II Co 9.6 “...O que semeia pouco, pouco também ceifará; o que semeia em abundância em abundância também ceifará.”
- Analisem ainda que há sementes que germinam com facilidade, mas há outras que precisam de cuidados especiais para que brotem.
Depois façam uma relação disto com as sementes que estamos cultivando, quais delas necessitam de maiores cuidados e tentativas para produzir frutos.
- Para finalizar, leiam Gl 5.22.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Lição 04: Isaque, um caráter pacífico

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 4 – ISAQUE, UM CARÁTER PACÍFICO

ESBOÇO Nº 4
LIÇÃO Nº 4 – ISAQUE, UM CARÁTER PACÍFICO
Isaque é um tipo do Príncipe da Paz.
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos mostram o caráter do cristão, estudaremos Isaque.
- Isaque é tipo do Príncipe da Paz.
I – ISAQUE, O FILHO DE ABRAÃO
- Na sequência deste estudo sobre personagens bíblicas que nos mostram como deve ser o caráter do cristão, estaremos a estudar hoje o segundo patriarca, Isaque, que é o protagonista do livro do Gênesis no trecho de Gn.25:19 – 27:46, trecho que é conhecido pelos estudiosos como sendo “o ciclo de Isaque”.
- Procuraremos traçar uma sucinta biografia de Isaque, salientando alguns pontos importantes e, conforme a proposta da lição, buscando revelar aqui o caráter pacífico desta personagem, ainda que, sabidamente, é este o patriarca que menor espaço ocupou nas Escrituras Sagradas, já que é uma personagem de transição entre Abraão e Jacó, que haveria de ser o exclusivo pai da nação israelita.
- Abraão teve Isaque quando tinha cem anos de idade (Gn.21:5), ou seja, trinta anos após ter sido chamado por Deus em Ur dos caldeus para que fosse o início de uma nova nação, na qual fossem benditas todas as famílias da terra (Gn.12:1-3).
- Isaque é, portanto, o primeiro herdeiro conforme a promessa (Cf.Gl.3:29), o primeiro a nascer já debaixo da aliança firmada entre Deus e Abrão (Gn.15:18), marcado pela circuncisão (Gn.17:1-14), tanto que a contagem dos quatrocentos anos para que se começasse a formar a nação de Israel inicia com seu nascimento (Cf. Gn.15:13) assim como é Isaque o primeiro descendente de Abraão a ser circuncidado ao oitavo dia de nascido (Gn.21:4).
- Isaque, assim, de pronto, já se apresenta como figura de Cristo Jesus, por ser o “filho da promessa”, por ser aquele que havia sido prometido por Deus para dar concretude e certeza à aliança que Deus havia firmado com Abraão. Nosso Senhor e Salvador, também, é a “semente da mulher” prometida no Éden, Aquele que veio confirmar a promessa da redenção da humanidade, torna-la concreta. Ademais, assim como Isaque veio já sob a aliança estabelecida e marcada pela circuncisão, o Senhor Jesus já Se fez carne por obra e graça do Espírito Santo, no qual estamos selados para a redenção (Ef.1:13; 4:30).
- Aqui já temos como o “signo da paz” estava já sobre a vida de Isaque. A aliança firmada entre Deus e Abraão era como que um “tratado de paz” entre Deus o patriarca, o reatamento de laços, laços estes que haviam se perdido por causa do pecado. Abraão se tornou “amigo de Deus”, ou seja, “inimigo do mundo”, pois a amizade de Deus representa a inimizade com o mundo (Tg.4:4), precisamente o que Deus prometeu fazer para salvar o homem quando anunciou a salvação mediante a “semente da mulher”, que haveria de restaurar a amizade entre Deus e o homem, a inimizade entre o maligno e a humanidade (Gn.3:15).
- O Senhor Jesus veio, precisamente, nos trazer esta paz, pois Ele é a paz e faz a paz (Ef.2:14,15). Não é por outro motivo que o profeta Isaías O apresenta como o Príncipe da Paz (Is.9:6), lembrando, como vimos no trimestre anterior, que “paz” em hebraico é “shalom”, que significa completude, integração, integridade, unidade, muito mais do que simples ausência de agitação.
- Abraão deu a seu filho o nome de Isaque, cujo significado é “riso”. A palavra “riso” aqui tem dois sentidos: tanto Abraão quanto Sara riram quando o Senhor lhes disse que teriam um filho apesar de sua velhice (Gn.17:17; 18:12), riso que continha uma incredulidade no que havia sido dito pelo Senhor; entretanto, ao se ver cumprida a promessa, Abraão e Sara muito se alegraram, ficaram jubilosos e o “riso”, portanto, significava aqui a alegria decorrente deste milagre operado por Deus (Gn.21:6,7).
- Uma vez mais, vemos que, no seu próprio nome, Isaque está a figurar a pessoa de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, porquanto, como diz o título de famosa composição musical de Johann Sebastian Bach (1685-1750), “Jesus é a alegria dos homens”. Ao nos trazer a salvação, Jesus nos dá uma indizível alegria. Não é por outro motivo que o salmista, repetido pelo escritor aos hebreus, diz que o Senhor foi ungido com “óleo de alegria” (Sl.45:7; Hb.1:9). A incredulidade, típica do homem escravizado pelo pecado, transforma-se em alegria quando recebemos a Cristo e uma alegria tal que faz com que cada salvo produza alegria para os outros, pois a alegria, ou gozo, é uma das qualidades do fruto do Espírito (Gl.5:22).
- Notemos, aliás, que a alegria é a segunda qualidade do fruto do Espírito segundo a descrição do apóstolo Paulo em Gl.5:22, logo depois do amor, que é, como vimos na lição 1, praticamente o fruto do Espírito que se desdobra em outras oito qualidades. Na sequência dada pelo apóstolo, o amor de Deus, derramado em nossos corações, gera a alegria e esta alegria gera a paz. Isaque era “riso”, por isso, inevitavelmente, seria um exemplo de paz.
- Há, ainda, uma outra semelhança entre Isaque e Cristo Jesus. Ambos são resultado de uma operação sobrenatural, de uma intervenção divina direta na humanidade. Isaque foi concebido quando Sara, uma mulher estéril, já havia cessado o costume das mulheres (Gn.11:30; 18:11), enquanto que o Senhor Jesus foi gerado por obra e graça do Espírito Santo no ventre de uma mulher virgem (Lc.1:28-35). Ambos são eloquente e inequívoca demonstração da vontade de Deus em salvar a humanidade.

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Lição 04: Isaque, um caráter pacífico (Adultos)


Dinâmica: Promessa de Deus

Objetivos:
Refletir sobre o cumprimento das promessas divinas na vida de Isaque.
Renovar a esperança e a fé nas promessas de Deus.
Material:
01 folha de papel ofício dividida ao meio por um traço e caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Perguntem o que significa a palavra “Promessa”.
Segundo o Dicionário Michaelis é  “1. Ato ou efeito de prometer. 2 Declaração pela qual alguém se obriga, pela fidelidade e pela justiça, a fazer ou deixar de fazer alguma coisa”. Há outros significados.
- Falem acerca da importância do cumprimento das promessas a nível terreno. Também reflitam sobre do incômodo causado quando há falhas nas promessas e o estado de felicidade promovido por uma promessa cumprida.
Vocês já passaram por alguma dessas situações?
Vocês ocasionaram ou foram vítima?
- Agora, afirmem: O ser humano é falho, mas Deus não falha em suas promessas.
Leiam Nm 23.19: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?”
- Falem:
Vocês têm esperado por muito tempo por uma ou mais promessas divinas para sua vida?
Vocês encontram-se desencorajados? Sem fé? Sem forças? Calma!
Lembrem-se do que Deus já fez por vocês!
- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno divida ao meio por um traço.
- Solicitem aos alunos que escrevam do lado esquerdo as promessas que ainda não foram cumpridas.
- Falem: Lembrem-se do que Deus já fez por você! Façam do lado direito da folha, uma lista das situações que Ele cuidou e providenciou socorro para você! Observem o quanto Deus já fez por vocês. Firmem-se em Suas promessas!
- Concluam, lendo:
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia...”(2 Pedro 3:9a).
“Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”(Salmo 125:1).


Por Sulamita Macedo. 
Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/